Autor: Administrador

  • Esporte como proposta missionária

    Esporte como proposta missionária

    O carioca tem paixão pela prática de esportes. Qual cidade do país possui um ambiente tão propício para a prática de tantos esportes diferentes? Montanhas, praças, praias, ginásios, estádios e etc. A atividade física é algo constante no dia-a-dia do carioca. Não é difícil ver pessoas praticando caminhada, corrida, jogando um vôlei ou futebol.

    A prática esportiva possui uma linguagem singular, onde a classe social, o credo, os posicionamentos políticos são superados pelo desejo do lazer e até mesmo da competição. A essa forma de comunicação chamamos “Linguagem Universal do Esporte”.

    Transmitindo valores

    O esporte tem a incrível capacidade de superar barreiras e comunicar de forma particular as suas verdades. Percebemos isso na Copa do Mundo, nas Olimpíadas e nas Paraolimpíadas realizadas em nossa cidade nos últimos anos. Como o esporte pode unir povos e propósitos! Como o esporte pode ser uma grande ferramenta de comunicação para transmissão de culturas e valores! Por isso, a igreja precisa aprender a falar essa linguagem de forma intencional.

    A prática de esportes conduzidas por cristãos com capacitação específica através da igreja local, que possuam intencionalidade evangelizadora e discipuladora, é uma grande ferramenta de transmissão dos valores do Reino. O apóstolo Paulo, em 1 Coríntios 9.24, usa a figura do corredor em um estádio para aplicar valores do Reino e ser intencional em sua proposta de vida cristã.

    Agregando pessoas

    O esporte nos permite participar de grupos (pequenos ou grandes) onde criamos relacionamentos e podemos conhecer as pessoas verdadeiramente. Na prática esportiva podemos quebrar barreiras religiosas e nos aproximarmos de pessoas que querem conhecer mais de Deus, mas, por algum motivo, não entrariam em uma igreja.

    Nas amizades geradas na prática esportiva podemos evangelizar e discipular pessoas, e ensiná-las a compartilhar o amor de Deus por outras pessoas. Depois das experiências de evangelização nos grandes eventos esportivos que aconteceram na cidade do Rio de Janeiro nos últimos anos, acredito que o esporte pode ser a ferramenta evangelizadora de maior alcance que a igreja brasileira descobriu nas últimas décadas. Busque conhecer mais essa ferramenta, por uma vida missionária através do esporte!

    Pr. Ulisses Torres
    Capelão esportivo de Missões Rio, pastor da Comunidade Batista Vida e coordenador do Movimento Vida Relevante. É professor do Curso de Teologia e do Curso de Mestrado do Seminário Teológico Betel; bacharel e licenciado em Educação Física; Pós Graduado em Coach e Liderança e Gestão de Projetos Sociais. É mestre em Ministérios Globais e atualmente cursa Serviço Social na Universidade Federal Fluminense- RJ.

  • Acib realiza painel sobre cidadania

    Acib realiza painel sobre cidadania

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    A Associação Centro de Igrejas Batistas, em parceria com a Igreja Batista Itacuruçá e a Editora Prazer da Palavra, realiza no dia 14 de julho, das 9h às 12h, o painel “Uma Consciência Cidadã: base bíblica, tradição cristã e Reino de Deus”. O evento traz uma reflexão sobre os papéis do cidadão à luz do evangelho.

    O painel conta com a participação dos pastores Carlos Cesar Novas, da IB Barão da Taquara, e Israel Belo de Azevedo, da IB Itacuruçá.

    Os interessados deverão realizar cadastro pelo site www.itacuruca.org.br e, no dia do evento, levar um dos itens a seguir: 1 pacote de fralda geriátrica (M ou G); ou 1 frasco de hidratante corporal. Os produtos listados serão encaminhados ao Lar Batista do Ancião, em Campo Grande, Rio de Janeiro.

    A Igreja Batista Itacuruçá está localizada à Praça Barão de Corumbá, 49 – Tijuca, Rio de Janeiro. A igreja oferece estacionamento grátis, com entrada pela Praça Barão de Corumbá.

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  • Por uma vida missionária, somos testemunhas

    Por uma vida missionária, somos testemunhas

    Quanto a você, meu filho, fortifique-se na graça que há em Cristo Jesus.
    E o que você ouviu de mim na presença de muitas testemunhas, isso mesmo
    transmita a homens fiéis, idôneos para instruir a outros.
    (2Tm 2.1-2, NAA)

    Para todo estudioso do Novo Testamento, sobretudo aqueles que se empolgam com a narrativa lucana de Atos, uma pergunta se levanta: o que respondeu pelo vertiginoso crescimento do cristianismo nos primeiros séculos? Sem rádio, sem televisão, sem jornais impressos, sem internet, redes sociais, facebook, whatsapp, ou mesmo uma caneta esferográfica o Evangelho espalhou-se pelo mundo.

    O venerando apóstolo Paulo chamou o momento da entrada de Deus na história de e “a plenitude do tempo”. Muitos analistas do cristianismo decodificam esta expressão paulina com a amplitude do alcance da língua grega, a disciplina política imposta pelo Império Romano e as estradas abertas e mantidas por esse Império.

    Creio que alguma coisa a mais poderia ser incluída na “plenitude do tempo” que de alguma forma Lucas, o médico historiador, deixa evidente no segundo livro dirigido a Teófilo que poderia ser classificado como a anatomia da igreja primitiva.

    Somente quando os crentes já estavam dispersos, foi na cidade de Antioquia que os adeptos da nova fé foram pela primeira vez “chamados cristãos”. Mas o que eles eram nesse intervalo de tempo e, na realidade, continuaram a ser depois deste fato?

    Lucas registra a resposta antecipadamente. A cada oportunidade aberta por Deus o discurso comum dos crentes sempre foi: somos testemunhas. Testemunhas de um fato tanto histórico quanto transcendente: Ele morreu mas Ele também ressuscitou.

    Jesus define o cristianismo como o conjunto das testemunhas dele. Essa foi a instrução por Ele dada em At. 1.8. Esse foi o critério básico para escolha do sucessor de Judas no colégio apostólico. Esse foi o grito de Pedro em todos os seus discursos – “nós somos testemunhas” – testemunhas de um fato. Ele é real, permanece vivo no coração e na mente de todos aqueles que por Ele foram chamados e não resistiram à esse chamado.

    O que Paulo está dizendo a Timóteo é simplesmente isso: eu testemunhei a você diante de muitas outras testemunhas que podiam corroborar meu testemunho. Multiplique este testemunho. Testemunhe com uma alegria e autoridade tal do impacto de Jesus na sua vida que todos percebam que Ele ressuscitou e também se tornem testemunhas desse maravilhoso milagre.

    Neander Kraul de Miranda Pinto
    testemunha e Reitor do Seminário Teológico Betel

  • Por Uma Vida Missionária, proclamamos a reconciliação

    Por Uma Vida Missionária, proclamamos a reconciliação

    “E as coisas que me ouviu dizer na presença de muitas testemunhas, confie a homens fiéis que sejam também capazes de ensinar a outros.” 2 Timóteo 2:2

    O apóstolo Paulo é, inegavelmente, um dos escritores mais importantes na composição do Novo Testamento. É dele a orientação que encontramos como divisa desta campanha. Trata-se de uma orientação ao jovem pastor Timóteo que foi deixado em Éfeso para a consolidação do trabalho de implantação daquela igreja e defesa da doutrina dos ataques dos falsos mestres.

    Não se trata de uma orientação qualquer ou de um mero conselho sobre como fazer as coisas na igreja funcionarem. Vai muito mais além. Paulo estava ensinando a Timóteo uma estratégia de propagação e sustentação de uma visão missionária na cidade. Para Paulo, o que se faz na comunicação do evangelho é muito mais do que a implantação e divulgação de uma religião. É a afirmação de uma verdade transformadora. Ao escrever aos irmãos em Corinto, Paulo afirma contundentemente o propósito de Deus em Cristo e o que se deve esperar de um discípulo: “Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas! Tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, ou seja, que Deus em Cristo estava reconciliando consigo o mundo, não lançando em conta os pecados dos homens, e nos confiou a mensagem da reconciliação. Portanto, somos embaixadores de Cristo, como se Deus estivesse fazendo o seu apelo por nosso intermédio. Por amor a Cristo lhes suplicamos: Reconciliem-se com Deus. 2 Coríntios 5:17-20.

    Essa é a verdade transformadora: Deus reconcilia pessoas consigo mesmo através de Cristo e redime a criação em todas as suas áreas. Isso é o que se espera de um discípulo: Suplicar a todas as pessoas que se reconciliem com Deus. Temos a verdade transformadora e temos a missão. Do que mais precisamos hoje? De homens e mulheres fiéis na cidade do Rio de Janeiro que supliquem em todos os cantos: Reconciliem-se com Deus!

    Precisam ser fieis a Deus, pois os infiéis produzem escândalos, vergonha e distanciamento. Homens e mulheres fiéis a Deus são sensíveis ao direcionamento do Espirito Santo, sólidos doutrinariamente, humildes, ensináveis e comprometidos. Homens e mulheres fiéis que suplicam através de suas orações; do seu viver moral e ético; do exercício da generosidade e liberalidade, entendendo que seus recursos materiais e financeiros pertencem a Deus e devem ser usados em sua obra; da comunicação do evangelho com palavras e atos de justiça; do engajamento em projetos de desenvolvimento comunitário; do exercício de sua vocação no serviço público, privado, universidades, colégios, presídios, hospitais, etc; do uso do dons espirituais, talentos e criatividade; da disposição em transmitir a visão missionária através do discipulado.

    Que o Espírito Santo desperte na igreja os homens e mulheres fiéis e que a cidade seja abençoada através do conhecimento da verdade transformadora.

    Sergio Mota
    Carioca, casado com a educadora Nara e pai da Vitória. Pastor da Primeira Igreja Batista em Parque União desde 2008; graduado em administração de empresas, teologia e graduando em psicologia.

  • Por uma vida missionária, perseveramos

    Por uma vida missionária, perseveramos

    “E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros.” (2 Tm 2.2).

    Gosto de pensar que a obra missionária precisa de pregadores comprometidos como João Batista, que incessantemente anunciava: “Eis aqui o Cordeiro de Deus”. (João 1.36).
    Essa mensagem não voltou vazia, frutificou: “Era André, irmão de Simão Pedro, um dos dois que ouviram aquilo de João, e o haviam seguido. Este achou primeiro a seu irmão Simão, e disse-lhe: Achamos o Messias (que, traduzido, é o Cristo). E levou-o a Jesus”. (João 1.40-42).

    Esse texto registra o momento onde começam a surgir os primeiros seguidores do Cristo. João já havia declarado no dia anterior que Jesus era o Cordeiro de Deus, mas a princípio a mensagem não surtiu muito efeito. Isso me lembra que os frutos da obra missionária nem sempre são imediatos e que devemos insistir na proclamação do evangelho. Para viver uma vida missionária é preciso perseverança.

    Graças a perseverança de João, no dia seguinte, João repete a mesma mensagem: “Eis o Cordeiro de Deus!”, e desta vez algo diferente aconteceu. Os discípulos de João ao ouvirem a mensagem do evangelho tornaram-se agora seguidores de Jesus. E ao ver que agora o seguiam, o Senhor Jesus lhes perguntou o que estavam procurando, e eles após chamar a Jesus de Rabi (Mestre), responderam-lhe perguntando onde Ele estava se hospedando. Em seguida o Senhor Jesus os chamou e mostrou onde estava morando e ficaram com Ele naquele dia. Nesta outra parte, aprendemos que a obra missionária requer também relacionamentos profundos. Não haverá obra missionária sem relacionamentos profundos. É impossível viver uma vida missionária sem desenvolver relacionamentos profundos.

    Um dos que ouviram a proclamação de João e seguiram a Cristo foi André, irmão de Simão. Através do seu exemplo, aprendemos outra importante lição da obra missionária, sobre como devemos compartilhar com os outros a mensagem do evangelho. Ao tornar-se um seguidor de Jesus, a primeira coisa que André fez foi procurar o seu irmão, Simão, para lhe contar que haviam encontrado o Messias (Que é o mesmo que Cristo). E depois de contar ao irmão, o levou para também conhecer ao Senhor Jesus Cristo. O testemunho pessoal é imprescindível na obra missionária.

    Essa deve ser a vida de um missionário: É preciso, assim como João, anunciar a Cristo continuamente, com perseverança e fé. É preciso cultivar relacionamentos profundos com as pessoas. É preciso “imitar” a atitude missionária de André, que logo foi em busca do seu irmão Simão para compartilhar a maravilha de ter encontrado o Salvador tão esperado. Não guarde o Evangelho para si, ele é muito grande para isso. Proclame o Evangelho de Cristo a todos. Espalhe a notícia de que Jesus é o Salvador e Senhor. Exclame em alta voz que o Jesus que te salvou tem poder para salvar a todos os que Nele creem, pois Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

    Em tempos de Missões Urbanas, que o Senhor nos aqueça o coração para proclamar as Suas verdades a todos. Para cumprir essa missão precisamos de pregadores e missionários como João; carecemos muito de discípulos como André, que confiem aquilo que de Jesus aprenderam aos outros e ensinem as pessoas as verdades do evangelho.

    Pr. Carlos Elias de Souza Santos
    Pastor Titular da Primeira Igreja Batista de Campo Grande – RJ

  • Concílio de Organização

    Concílio de Organização

    A Igreja Batista do Marapendi, na pessoa do Pr. Sérgio Dusilek,  convida a todos para o Concílio de Organização em Igreja de sua congregação no Terreirão. A cerimônia acontece no próximo sábado, dia 16, com início às 16h15h.

    Na parte da noite, a partir das 19h, acontece o culto de consagração, que contará com a participação do diretor geral da Convenção Batista Carioca, Pr. Nilton Antonio de Souza.

    A Congregação Batista do Terreirão está localizada à Rua do Arquiteto, nº 30 – Terreirão – Recreio dos Bandeirantes.

  • Precioso Promotor de Missões

    Precioso Promotor de Missões

    “E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros” (2Tm 2.2).

    Por que você é precioso? O trabalho que você realiza se torna cada vez mais relevante para a obra missionária. Num passado muito recente, falava-se em tripé missionário: os que oravam, os que ofertavam e os que iam para os campos! Entretanto, além dos joelhos que se dobram, das mãos que ofertam e dos pés que vão, existem os lábios dos que mobilizam para obra missionária.

    Qual seria o pé mais importante dessa “mesa” missionária? Se pensarmos numa orquestra, todos os instrumentos são importantes! É assim mesmo que acontece na economia do divino regente (o Espírito Santo): cada um é mais precioso naquilo para o qual ele tem desafiado o seu coração. Vida bem-sucedida é a gente estar aberto para cumprir o que ele tem para cada um de nós em cada etapa da nossa vida!

    O texto de 1Sm 30.24 diz: ”E quem vos daria ouvidos nisso? Porque qual é a parte dos que desceram à peleja, tal também será a parte dos que ficaram com a bagagem; igualmente repartirão”. Todos somos vocacionados por Deus para uma tarefa e a cada um é dirigida a mesma palavra que está em 2Cr 15.7: “Mas esforçai-vos, e não desfaleçam as vossas mãos; porque a vossa obra tem uma recompensa”.

    Com base no tema de Missões Rio para 2018 “Por uma vida missionária” e na divisa de 2Tm 2.2, o plano de Deus é que você seja um discípulo, que faça discípulos, que façam discípulos, até que Jesus volte ou que você vá ao encontre dele. É mister que você tenha uma consciência crescente do chamado de Deus para servi-lo; a convicção de uma jornada fiel neste ministério específico da mobilização missionária e a confiança de que Deus o orientará e lhe dará o poder do Espírito Santo no desenvolvimento desse ministério.

    Nossa oração e expectativa é que você mantenha um excelente relacionamento com o seu pastor e com toda a liderança da igreja, fazendo deles verdadeiros parceiros de Deus, ao seu lado, na oração, no despertar de vocações, no levantamento de ofertas (Dia Especial e PAM Rio) e na mobilização de toda a igreja.

    Com muita oração e gratidão, rogamos que Deus o abençoe.

    Pr. Nilton Antonio de Souza
    Diretor Geral da Convenção Batista Carioca

  • Assembleia da CBC elege nova diretoria e tem sessão especial liderada por jovens

    Assembleia da CBC elege nova diretoria e tem sessão especial liderada por jovens

    Os batistas cariocas se reuniram, entre os dias 23 a 25 de maio desse ano, na Igreja Batista de Tauá, na Ilha do Governador, para mais uma assembleia anual que teve como destaques a eleição da nova diretoria da Convenção Batista Carioca e uma noite especial dirigida por jovens e adolescentes, encerrando os três dias de deliberações.

    A 114ª Assembleia da Convenção Batista Carioca teve início na noite de quarta-feira, em culto inspirativo que também comemorou os 90 anos de existência da IB Tauá. A programação marcante contou com a apresentação do coral da igreja e a mensagem do pastor Tércio Ribeiro, da Primeira Igreja Batista de Maceió. No contexto da celebração, o orador da noite ressaltou características como unidade, perseverança e a necessidade de mais paixão por Cristo e sua causa.

    O segundo dia foi destinado a apresentações de relatórios dos conselhos e organizações, bem como as devidas deliberações e discussões. Destaques foram dados ao Colégio Batista Shepard, pelos novos ares que permeiam a situação financeira e administrativa da instituição; e a Missões Rio, que encerra um ciclo de gestão com o retorno do coordenador Pr. Ulisses Torres ao campo missionário, como capelão esportivo. A Junta de Ação Social Carioca também se destacou pelo lançamento da nova campanha de parceria, permitindo a participação mensal de irmãos e igrejas que desejam apoiar o Lar Batista do Ancião.

    Na noite de quinta-feira, os batistas cariocas foram desafiados a partir da apresentação de projetos missionários urbanos. A Noite Missionária, como é conhecida, mostrou seus frutos, entre eles o jovem Lucas que, em vídeo, testemunhou sobre a importância da capelania batista na unidade em que cumpriu medida socioeducativa. Atualmente, o jovem trabalha, é membro de uma igreja evangélica e ainda é voluntário de um projeto social da 4ª IB do Rio de Janeiro.

    A assembleia carioca também reservou um momento para a apresentação de seis novas igrejas batistas da cidade. Representadas pelos seus líderes, receberam certificados da Convenção Batista Carioca, em reconhecimento e gratidão a Deus por essas novas agências do Reino. São elas: Igreja Batista Vitória em Brás de Pina, Comunidade Batista Atos 29, Igreja Batista da Conquista, Segunda Igreja Batista em Cascadura, Igreja Batista Betel do Rio de Janeiro e Igreja Batista Palavra e Vida em Campo Grande.

    As deliberações da manhã de sexta-feira, especialmente a discussão sobre a reestruturação da CBC, ficaram prejudicadas pela falta de quórum. Muitos mensageiros não conseguiram vencer as dificuldades de locomoção resultantes da greve dos caminhoneiros. Por conta disso, ficou definido que uma assembleia extraordinária será convocada para que esse importante tema possa ser tratado. Informações como local, data e hora serão comunicadas pelos canais oficiais da CBC e também por e-mail.

    A sessão de encerramento foi, sem dúvida, marcante. Não apenas pela costumeira cerimônia de posse da nova liderança dos batistas cariocas, mas especialmente pela Noite da Juventude. Foi um culto com a participação massiva de jovens e adolescentes batistas cariocas. Além de coordenarem a programação, eles trouxeram grupos de louvor, coral, teatro de mãos e a mensagem do pastor de jovens da PIB da Barra, Pr. Hugo Sampaio, lembrando a todos de que é necessário apoiar e valorizar a nova geração.

    Composição da nova diretoria
    Confira os eleitos da nova diretoria da Convenção Batista Carioca: Presidente – João Reinaldo Purin Junior (IB Meier); 1° Vice-presidente – José Maria de Souza (PIB da Barra); 2° Vice-presidente – Walter Ferreira da Silva Junior (IB Rio da Prata); 3° Vice-presidente – Rachel de Abreu Pereira (PIB Penha); 1º Secretário – Flávio Pereira da Silva (IB Abolição); 2º Secretário – Valmir Roberto de Almeida Rocha (PIB Pilares); 3º Secretário – Jean Carlo de Oliveira Ferreira (PIB Vila da Penha).

  • Encontro Anual de Promotores de Missões

    Encontro Anual de Promotores de Missões

    Promover missões urbanas em sua igreja é uma grande forma de desenvolver uma vida missionária. E, para que você conheça a forma de atuação de Missões Rio (o departamento missionário da Convenção Batista Carioca), estamos promovendo, no dia 19 de maio, na Igreja Batista Central de Olaria, o Encontro Anual de Promotores de Missões.

    Palestras e recursos

    O evento trará palestras sobre as melhores práticas de divulgação e captação de recursos para missões, além da apresentação de missionários e projetos que acontecem na cidade, nas áreas das capelanias hospitalar, prisional, socioeducativa,estudantil, portuária, enlutados, prevenção à dependência química e esportiva. São mais de 100 projetos em várias regiões do Rio, alcançando e transformando a vida de cariocas.

    KIT do Promotor

    Além disso você conhecerá a proposta da nova campanha “Por uma Vida Missionária” e receberá o kit promocional contendo as peças de divulgação necessárias para mobilizar sua igreja.

    Será um dia inteiro de imersão, das 7h às 17h, onde você poderá conversar com missionários e tirar suas dúvidas sobre o cotidiano da evangelização urbana. As inscrições estão abertas pelo site www.missoesrio.com.br/promotores2018 .

  • Capacitando igrejas

    Capacitando igrejas

    No último sábado, a Convenção Batista Carioca realizou seu 5º Congresso de Administração Eclesiástica, que aconteceu na Igreja Batista em Padre Miguel, na região Oeste do Rio de Janeiro. A programação veio para instrumentalizar membros de igrejas que ocupam funções de liderança, especialmente nos âmbitos administrativo e fiscal.

    Duas plenárias deram início ao evento. A primeira delas teve a participação da delegada Marcia Noeli, diretora da Divisão de Polícia de Atendimento à Mulher da Polícia Civil do RJ. Durante sua palavra, que teve como foco a conscientização sobre a problemática da violência contra a mulher, fez um apanhado histórico dos desafios da mulher na sociedade. Explicando sobre o ciclo da violência, ela afirmou que a maioria das agressões acontece no lar e geralmente são motivadas por uma cultura preconceituosa.

    “O principal fator da violência contra a mulher é a cultura machista dos agressores”, pontuou. Falando sobre os inúmeros casos que chegaram ao seu conhecimento, lembrou-se de que já havia resgatado uma irmã da igreja porque seu marido, seminarista, a mataria. Em casos como estes, Marcia defende que o papel da igreja precisa ir além da reconciliação conjugal, ou seja, deve agir para que haja a interrupção imediata da violência. “Como igreja podemos, sim, apoiar a mulher, enviá-la a um abrigo, dar apoio emocional…”, disse a delegada, que também orientou quanto ao tratamento que pode ser oferecido ao agressor, em casos específicos.

    Tudo começa na missão
    Pr. Fernando Brandão, diretor executivo de Missões Nacionais, veio na sequência para falar sobre a importância do discipulado. Analisando o cenário batista, ele afirmou que perder de vista a missão é perder a própria identidade da igreja. “A missão é multiplicar discípulos e a visão é alcançar a todos”, completou.

    Segundo o pastor, Deus manifesta sua visão e missão através das vidas de seus servos. A estrutura resultante disso são projetos e ministérios. Mas a missão nunca deve ser perdida de vista. Para ele, quando isso acontece surgem as divisões e os isolamentos.

    “Nessa etapa começam a surgir os saudosismos, os questionamentos. Queremos sempre encontrar um culpado e aí surgem as divisões e os isolamentos. Depois desse processo vem a falência e a morte. Pra que isso não aconteça, não podemos perder o ponto de partida, que é a missão.”

    O congresso trouxe também oficinas que oportunizaram o aprofundamento nos temas: Secretaria – Elaboração de Atas (Pr. David Curty); Como ser um tesoureiro eficiente (Pr. Clayton Alvin); Atribuições e Responsabilidades de um Conselheiro Fiscal (Pr. Luciano Garcia); União Estável: o que é e como a igreja deve proceder? (Dr. Marcelo Rosa); Como Promover Missões na Igreja? (Pr. Elias Gouvêa); e Ministério com Idosos (Elaine Nolding). Foi uma tarde de troca de experiências e retirada das dúvidas que surgem no dia a dia da igreja.

    Cerca de 150 pessoas de várias igrejas batistas marcaram presença no 5º Congresso de Administração Eclesiástica. A Convenção Batista Carioca agradece à igreja hospedeira do evento, que com grande alegria recepcionou a todos com sua estrutura e engajamento de membros.