Autor: Administrador

  • Plano Cooperativo: dádiva ou dívida?

    Plano Cooperativo: dádiva ou dívida?

    Pr. Nilton Antônio de Souza – Dir. Geral da CBC

    “Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só, como se aquentará? E, se alguém prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa” Ec 4.9-12.

    As raízes do Plano Cooperativo estão na história dos Batistas do Sul dos Estados Unidos. Eles se tornaram muito fortes e começaram a criar as Juntas: de Missões Nacionais, de Missões Estrangeiras, de Escolas Dominicais e de Beneficência. Com essas e outras organizações que reclamavam sustento, surgiu um sistema bastante lógico e apropriado que estava baseado na ideia do “dízimo dos dízimos”.

    Assim, em 1925, quando o trabalho de sua Junta de Missões Estrangeiras tinha vários missionários em outras partes do mundo, inclusive no Brasil, foi criado e oficializado o Plano Cooperativo. Esse era um modelo que, naturalmente, estava latente nas mentes dos missionários americanos que atuavam no Brasil. Mesmo assim o plano só foi introduzido em nosso País 34 anos mais tarde, em 1959.

    Em 1957, numa das salas do Colégio Batista Mineiro, em Belo Horizonte, antes de iniciar a Assembleia da Convenção Batista Brasileira, que naquele ano se realizaria naquela cidade, um grupo de Secretários Executivos de diversas Convenções Estaduais se reuniu com a finalidade de estudar um plano de sustento para as nossas instituições. Na verdade, o que se desejava era encontrar uma adaptação do “Cooperative Program” dos Batistas do Sul dos Estados Unidos, que lá estava sendo uma bênção.

    Os debates, em forma de dinâmica de grupo, foram proveitosos. Dali saiu um memorial que foi apresentado à Assembleia Convencional. Ficou decidido que se entregasse a matéria à Junta Executiva da CBB para estudo, cujo resultado seria apresentado na Assembleia seguinte. O memorial ficou registrado nos Anais da Assembleia de 1957: “As igrejas recolhem seus dízimos e ofertas. Do total, retiram uma porcentagem, no mínimo 10%, e a enviam à convenção estadual, conforme o estabelecido pela igreja…”.

    Baseado nisso é que parte dos nossos dízimos alcança a cidade do Rio de Janeiro, o Brasil e o Mundo; é assim que a cooperação de todos frutifica na unidade e crescimento do povo de Deus. Sejamos fiéis a Deus em nossos dízimos e ofertas, para que a nossa igreja possa ser também fiel na entrega do PC para que Deus seja louvado e conhecido em todos os lugares, como preconiza Atos 1.8: “…Jerusalém, Judéia, Samaria e até aos confins da terra”.

    Citando o saudoso Pr. Isaltino: “Cooperação sempre foi uma palavra chave entre nós. Nenhuma igreja, em particular, poderia manter o que a Convenção Batista Brasileira mantém, em termos de missões mundiais e nacionais. Nenhuma igreja, em particular, poderia manter o trabalho de missões estaduais (Missões Rio), como nossas convenções mantêm. Temos mecanismos de promoção do reino que funcionam muito bem quando nos ajuntamos. Por isso que cooperação nos é fundamental. Sem ela ficamos mutilados. Há problemas? Sim, há. E muitos. Mas ao invés de reclamar e de apedrejar, coloquemos os ombros sob a carga, e trabalhemos com afinco. Ela (a Denominação) merece isso de nós.”

    O Plano Cooperativo é uma dádiva ou uma dívida? Mesmo que sua igreja tenha assumido o compromisso de participar do sustento denominacional, soa melhor ao coração de Deus e ao nosso de que ele seja uma dádiva, porque “Deus ama quem dá com alegria”! (2Co 9.6). Vamos nessa?!

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  • Pastores no Summit 2017

    Pastores no Summit 2017

    Como fruto de uma parceria inédita com a PIB do Recreio e Willow Creek Br, a OPBB Seção Carioca convida pastores e líderes para um encontro no The Global Leadership Summit 2017. O Summit acontece entre os dias 27 e 28 de outubro, na PIB do Recreio.

    A parceria firmada dará aos pastores e líderes uma oportunidade brilhante de participar de um encontro mundial de capacitação e treinamento com gente renomada e por um preço especial. Confira a lista de preletores, clicando aqui.

    Além das palestras, pastores e líderes batistas cariocas terão inscrições garantidas com valor promocional de apenas R$ 55, incluindo um almoço no segundo dia.

    É uma oportunidade irrecusável e cada pastor ainda pode incluir seus ministros auxiliares, garantindo uma visão homogênea de liderança em todos da equipe.

    Mais sobre o Summit

    Você pode participar gratuitamente do Summit Experience na Quinta-feira, 26 de outubro, às 20h, e também do Summit Sunday, no Domingo, 29 de outubro, nos horários de culto da Igreja do Recreio (10h15, 17h e 19h).

    Com 22 anos de existência e idealizado em Chicago por Bill Hybels, fundador e líder da Willow Creek Community Church e da Willow Creek Association (organização cristã sem fins lucrativos), o Summit acontece em mais de 120 países e no Brasil há 12 anos, onde conta com o apoio da Willow Creek Brasil. Seu principal objetivo é auxiliar na capacitação da liderança através de conhecimento, direcionamento e aperfeiçoamento com o máximo de excelência para todos que lideram – seja um líder empresarial, religioso, professor, estudante, entre outras funções.

    Acesse www.batistacarioca.com.br/pastoresnosummit e inscreva-se!

  • Impacto de Carnaval: oportunidade de alcançar vidas

    Impacto de Carnaval: oportunidade de alcançar vidas

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    O carnaval carioca está em constante atualização. Os que se isolam não enxergam tais mudanças e tampouco entendem as oportunidades que todos os anos se apresentam aos que buscam um estilo de vida mais missional.

    Se você realmente deseja a transformação do Rio de Janeiro, então continue lendo este artigo e reflita no mar de possibilidades que sua igreja terá ao fazer parte da nossa rede de parcerias. Ela responsável por impactar não apenas a a região central da capital carioca, mas vários outros bairros.

    O carnaval é bem mais que uma festa de rua ou ambiente de libertinagem. Por trás de uma fantasia, há alguém que tem seus dilemas e que sofre com a dureza da vida. Pessoas que buscam respostas existenciais e que, inclusive, viveram alguma experiência de fé. Seus dramas são desconhecidos pelos diretores das escolas de samba, pelos mestres de bateria e pelos empresários que movimentam financeiramente todo o cenário do samba.

    Sob uma ótica diferenciada pelos que perecem nessa ciranda de ilusões, enxergamos na ação da igreja – no contexto do Carnaval – os sensos de potencial, missão e interdependência. Três aspectos essenciais que precisam estar na mente e coração de quem deseja ser relevante como seguidor de Cristo.

     

    Família recebeu a visita de voluntários em sua residência.

     

    Potencial tem tudo a ver com fé

    Enxergar potencial, de acordo com o dicionário, é ver algo que está suscetível de acontecer, mas sem existência real. Pensar no próximo como alguém dotado de potencial é, então, enxerga-lo pela ótica da fé. Se evito a oportunidade de me aproximar de alguém por não compactuar com seu estilo de vida, aniquilo seu potencial de vir a desfrutar do amor de Cristo.

    No Impacto de Carnaval 2018, ao trabalharmos o tema “Pelo Direito à Esperança”, ressaltamos que o Rio de Janeiro tem um grande potencial de vida, de paz, de solidariedade. Esse potencial precisa ser apresentado pela igreja, por todo aquele se identifica com a lógica do evangelho.

    Imagine evangelizar uma única pessoa que, em poucos dias, estará testemunhando o milagre que Cristo fez em sua vida e, com isso, contagiará outros de sua família e seu círculo de amizade. Tudo porque alguém enxergou nela um potencial !

    Enquanto o potencial nos permite abrir o coração para enxergar o próximo, a missão nos leva a seguir em frente. A consciência da missão é o engajamento necessário para dar continuidade aos propósitos de Deus para o próximo e para a nossa própria existência.

    A missão nos ajuda a continuar

    Uma vez ativada, essa consciência tende a nos levar a novos patamares de experiência com Deus e evita o comportamento “fogo de palha”. Essa postura, que também pode ser definida como auto sabotagem, precisa ser combatida a qualquer custo. Por isso você precisa reforçar sua consciência diariamente com períodos devocionais e pequenas tarefas que, no final da semana, resultem em grandes ações.

    Aqui, no Impacto de Carnaval, temos voluntários que mal conseguiam realizar abordagens de rua e hoje lideram grupos, treinam líderes ou fazem parte das estratégias por trás de grandes eventos de evangelização. Eles se tornaram bênçãos para suas próprias igrejas, para o bairro, para a cidade ou para outros países ao redor do mundo.

    Voluntária evangeliza criança na comunidade da Mangueira, no Rio de Janeiro.

    Interdependência porque, sim, precisamos do outro

    Por último, falaremos de Interdependência, que é a realização da mesma finalidade pela ajuda mútua, a parceria. Esse aspecto é realmente responsável pela sobrevivência do Impacto de Carnaval! Porque o Impacto só acontece pelo somatório de pessoas com a mesma finalidade: levar o evangelho a todos que precisam de transformação.

    A cada ano nossa Interdependência se torna mais forte e quero que você entenda isso de uma forma positiva. Porque Cristo assim deseja. O termo “para que sejam um”, em João 17.20-24, revela o desejo de Cristo em nos manter próximos uns dos outros, realizando feitos em parceria para que Deus seja exaltado.

    A interdependência, diferente da consciência da missão [que aqui menciono como uma característica pessoal] , nos leva a ampliar as ações de Cristo a partir do outro. Ela reside nessa aliança em prol de objetivos alinhados, claramente definidos. Exemplo disso é o que vai acontecer em 2019, quando a Convenção Batista Carioca, representada por membros de várias igrejas do Rio de Janeiro, estarão em interdependência, para a realização do Impacto de Carnaval.

    Conheça, analise e coloque em prática

    Convido você a refletir sobre sua participação no Impacto de Carnaval. Utilize como parâmetro de reflexão, os aspectos mencionados acima. Até porque, se você parar para pensar, potencial, missão e interdependência são aspectos aplicáveis a quase tudo na vida. Coloque-os em prática!

     

    Se já tomou a decisão de participar com a gente, acesse www.impactodecarnaval.com.br .

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  • Igrejas em favelas

    Igrejas em favelas

    Uma discussão sobre a realidade das igrejas em comunidades carentes reuniu, no último sábado, no Seminário Teológio Betel, pastores e líderes da Associação Sinai. O encontro, há muito aguardado pelos batistas da região, foi uma oportunidade para rever conceitos e falar sobre os paradigmas que dificultam o trabalho das igrejas em áreas de favela.

    Como palestrantes, foram convidados o pastor Neander Kraul, reitor do Seminário Betel e membro da Comunidade Batista Vida, e o missionário Jovino Neto (Jocum). Pastor Neander, além do conhecimento teológico, viveu grandes experiências como pastor de uma igreja na Vila do João, favela da Zona Norte do Rio de Janeiro. Durante sua participação, falou sobre as características de uma igreja de comunidade e a necessidade de remodelar formas de atuação a partir de uma visão missional.

    “A gente tem que conviver em comunidade com projetos circunstanciados pelas demandas”

    Assim como em muitas favelas, uma das carências encontradas na Vila do João foi o déficit educacional dos moradores. Para Neander, a igreja deve aproveitar essas lacunas para garantir relevância e gerar transformação.

    “Tinha a consciência de que nossa igreja era de trânsito. Ela estimulava o fator educacional permanente e implantamos dois pontos no Rio de Janeiro com Ensino Médio de jovens e adultos. Então não havia nenhuma desculpa de um membro da igreja não chegar ao término do segundo grau. A comunidade inteira participava da igreja e muitos desses conseguiam melhores empregos e iam embora. Tínhamos que conviver com a alegria de perder o membro da igreja”, comenta o pastor.

    Falando sobre o período em que sua igreja também contribuiu com o acolhimento de refugiados angolanos, ele mostrou que a favela possui dinâmica própria. Frente a isso, é preciso coragem para mudar estruturas. “Nós descobrimos que havia em nossa comunidade um grande número de angolanos, naquele período da guerra civil de Angola. Começamos uma igreja evangélica angolana que funcionava aos sábados. Então a gente tem que ir assumindo formas específicas dentro das demandas locais. Os angolanos foram embora, mas a igreja funcionou por sete anos. Nossa oração de todo o sábado era que encerrasse a guerra em Angola… Então a gente tem que conviver em comunidade com projetos circunstanciados pelas demandas e temos que ter criatividade para descobrir respostas para novas demandas”.

    Como você lida com a seguinte questão: você constrói uma casa para a pessoa e depois ela não se converte e ainda vende a casa que você doou?

    Para Neto, que é o líder da Jocum Borel, a resposta ao questionamento acima é simples: “Não barganhamos o evangelho”. O missionário defendeu a ideia de que os projetos não podem ser idealizados como iscas, mas sim como expressão do amor de Cristo. “Jesus não veio para ser servido, mas para servir. A igreja deve ser vanguarda e precisamos da visão integral do evangelho”.

    Neto também explicou que não existe dualidade entre proclamação e encarnação. Para ele, a grande questão está em saber quando enfatizar cada um desses pensamentos. “Entendemos que, quando a pessoa precisa de uma casa, esse [também] é o inferno que a igreja precisa aliviar, essa miséria que as estruturas sociais trouxeram a essa pessoa. A igreja pode, sim, aliviar a dor do dia a dia. Servimos à comunidade e proclamamos, mas a conversão é por conta do Espírito Santo”.

    “Creio que os pastores não são preparados para essa realidade”

    Sentindo na pele as dificuldades de propagar o evangelho nas favelas, o Pr. Alex Romano, da IB Jardim Arimateia, no Morro Mangueira, foi um dos líderes que levantaram a questão da falta de apoio de coirmãs e a falta de líderes preparados para a realidade dessas comunidades. “Apoio missionário não é a realidade da maioria das igrejas. Se a gente está promovendo uma mudança e tem essa proposta, como se trabalha a questão de ter a igreja o tempo todo aberta [para a comunidade]?”.

    Na sequência, Romano ainda citou a falta de disciplinas em seminários e cursos que apontem para a realidade do evangelho em áreas de vulnerabilidade e a forma como isso afeta a liderança. “Creio que os pastores não são preparados para essa realidade. Os seminários e cursos não se atentam para as realidades locais. Hoje a gente tem uma geração que não sabe lidar com a comunidade. A igreja continua pregando, fazendo cultos e as pessoas têm dificuldade de levar a igreja a um outro patamar. Estamos presos em nossas agendas.”

    Esse foi o primeiro passo da Associação Sinai em direção ao clamor das igrejas batistas em contexto de favela. Estão sendo agendadas reuniões mensais para a troca de experiências e desenvolvimento de projetos de cooperação.

  • Edital de organização de Igreja

    Edital de organização de Igreja

    Primeira Igreja Batista de Cascadura
    Praça Artur Azevedo, 101 – Cascadura
    Rio de Janeiro – RJ – 21350-040

    A Primeira Igreja Batista de Cascadura, com sede na cidade do Rio de Janeiro, Praça Artur Azevedo, 101 – Cascadura, representada pelo seu pastor, Marcos Coelho da Silva, comunica que no dia 04 de novembro de 2017, às 16h, na Rua Miguel Rangel, 436 – Cascadura, será realizado o Concílio que examinará os membros da Congregação Batista de Cascadura e, havendo aprovação, esta se organizará em igreja. O culto de organização, porém, será celebrado às 19h no templo da igreja organizadora e no endereço anteriormente mencionado.

    Marcos Coelho
    Pastor Presidente

  • Conselho da OPBB

    Conselho da OPBB

    O Conselho da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil esteve reunido entre os dias 12 e 14 de setembro, em Rio Bonito, para tratar de questões que beneficiarão líderes de todo o país. Os pastores batistas cariocas foram representados pelo presidente da seção carioca, Pr. Josué da Silva Andrade, e seu coordenador executivo, Pr. Romulo Borges.
    A construção de um programa nacional de mentoria foi um dos assuntos discutidos durante os três dias do encontro. As bases desse programa estão sendo firmadas a partir das experiências de projetos em andamento, como é o caso da OPBB Carioca. Aqui, o projeto de mentoria recebeu o nome de Cuidando de Pastores e traz como mentor o Pr. Israel Belo de Azevedo, sendo apoiado por dois outros líderes: Pr. Aílton Desidério e Pr. David Curty.

    Novo momento

    O novo momento que a OPBB Carioca vem desfrutando também foi mencionado entre os conselheiros. Sabe-se que tal clima é fruto de novas ações que visam o bem-estar ministerial, emocional e físico dos pastores cariocas. A próxima ação, que faz parte do programa Entre Pastores, discutirá questões éticas em um congresso marcado para o dia 14 de outubro, às 8h30, na 1ª Igreja Batista de Bento Ribeiro. “Desafios de uma vida em santificação” é o tema central do evento e trará a participação dos pastores Guy Key e Elias Werneck, abordando os assuntos “Vencendo os maus hábitos” e “O caráter do pastor”, respectivamente. Mais informações pelo link http://cbc.missoesrio.com.br/opbbcarioca/entrepastores/

    Ainda sobre a reunião do conselho, merece destaque a proposta de modernização e agilidade no serviço prestado aos pastores. Para isso, os documentos constitutivos da OPBB já começaram a ser analisados com a finalidade de, em breve, serem submetidos a uma reforma.

  • Relatório MBA 2016

    O Movimento Braços Abertos, que reuniu organizações missionárias e igrejas para a proclamação do evangelho no período das Olimpíadas no Rio de Janeiro, lançou seu relatório final, com dados que trazem detalhes da grande operação missionária que marcou o ano de 2016.

    O documento possui 24 páginas, com destaque para as ações realizadas e o legado construído a partir do relacionamento entre organizações e igrejas. “É possível, sim, fazer grandes coisas para Deus com poucos recursos financeiros e muitos corações unidos e disponíveis para servir e compartilhar o que possuem”, destaca o relatório na página 13.

    As últimas páginas do Relatório Final MBA 2016 foram reservadas aos depoimentos de pessoas que estiveram engajadas na proposta. São pastores e líderes que deram suas vidas ao resgate de brasileiros e estrangeiros no Rio de Janeiro ao tempo em que foram agraciados com uma experiência missionária ímpar.

    O Pastor Paulo Sieplim, da Igreja Batista Parque Curicica, no Rio de Janeiro, hospedou um grupo de voluntários do MBA e afirmar que foi um tempo singular. “Foi um privilégio ter compartilhado esse tempo com vocês porque, com certeza, não só o Reino de Deus cresceu, mas a gente também pôde, de alguma maneira, crescer com tudo isso”.

    O Degase também recebeu equipes do MBA no período das Olimpíadas, mostrando que o Esporte, associado ao evangelho, é ferramenta de integração social. O relatório apresentou, na página 19, o depoimento de George Fox, coordenador de Educação, Cultura, Esporte e Lazer do Degase, que ressaltou a importância do trabalho da Convenção Batista Carioca no ambiente de ressocialização. “Tem colaborado com praticamente todas as unidades da capital, especialmente porque não se trata de uma atividade isolada. Tem um objetivo muito claro e nos ajuda na aplicação desses conceitos [ressignificação dos valores do ser humano]”.

     

  • Dia de Ação de Graças da JASC

    A Junta de Ação Social Carioca está mobilizando igrejas para a realização de uma ação beneficente no dia 23 de novembro deste ano. Nesta data, comemora-se o Dia de Ação de Graças e o objetivo é que as igrejas batistas cariocas organizem festas, almoços ou jantares com fins de celebração da data e arrecadação de verbas que serão utilizadas na reforma do Lar Batista do Ancião.

    O Dia de Ação de Graças da JASC já conta com o apoio de líderes de várias igrejas que enxergaram as necessidades do Lar Batista do Ancião. Com os recursos ofertados, a JASC pretende adquirir novos móveis para os idosos abrigados no lar, reformar um imóvel que será destinado aos projetos esportivos e culturais e implementar novos projetos na Cidade Batista.

    Sua oferta poderá ser depositada, de acordo com os seguintes dados bancários:

    BANCO BRADESCO
    CC 6051-8
    Ag 552

  • Dádiva

    Dádiva

    Por Roseli Martins Xavier Pinto
    Presidente da UFMBC

    Estamos nos aproximando do quarto mês de Campanha de Cooperação  – Campanha de oração, das Igrejas Batistas Carioca, cujo tema é  “Forças Somadas, Resultados  Multiplicados”. Estamos nos aproximando do quarto mês de Campanha de Cooperação  – Campanha de oração, das Igrejas Batistas Carioca, cujo tema é  “Forças Somadas, Resultados  Multiplicados”. 

    E para este mês  de Setembro  refletiremos sobre  o que é  DÁDIVA

    Dádiva é uma palavra derivada do latim dativa que significa donativo. Uma dádiva representa aquilo que é dado, um presente ou uma oferta.

    Ainda podemos utilizar o termo dádiva como sentido de presente divino, por exemplo, “os filhos são uma dádiva de Deus”. A vida é uma dádiva de Deus.

    Dádiva é tudo aquilo que se recebe gratuitamente. São considerados como dádivas todos os atos de benevolência que naturalmente fazem parte da sociedade, por exemplo, doação de sangue ou de órgãos, doações de roupas ou alimentos para os mais carentes e necessitados, etc.

    A dádiva é um ato simultaneamente espontâneo e obrigatório, completando por ser uma dualidade entre a espontaneidade e a obrigatoriedade, entre o egoísmo e  solidariedade, e pode-se chegar à conclusão que a dádiva une, ela transmite a  união. 

    O Apóstolo Paulo ao escrever sua segunda carta aos Coríntios, no cap. 9:15  disse: “Graças sejam dadas a Deus por Sua indescritível dádiva.” 

    Paulo queria que os Coríntios entendessem o valor imensurável da DÁDIVA de Deus, que fora representada pelo ato de dar o seu Filho unigênito à terra. Deus nos deu um presente que é a maior demonstração de amor de toda a História. (João 3:16; 1 João 4:9, 10) O apóstolo Paulo chamou esse presente de “indescritível dádiva”. Por que usou essa expressão?

    Paulo sabia que todas as maravilhosas promessas de Deus têm cumprimento garantido por meio do sacrifício perfeito de Cristo. (2 Coríntios 1:20.) Isso significa que a “indescritível dádiva” de Deus inclui o sacrifício de Jesus e toda a bondade e amor leal que nosso Pai  mostra por nós. Essa dádiva nos comove tanto que não pode ser plenamente descrita em palavras, mas pode, por nós, ser descrita em atos. 

    Essa dádiva que ganhamos de Deus, foi-nos dada sem nada  pedir em troca. Porque Ele disse, “Dar é mais bem-aventurado que receber”. Então, nós, os resgatados por alto preço  recebemos UMA DÁDIVA  ESPECIAL  DE DEUS,  como um presente  de  inestimável valor, sem merecermos  e sem oferecer-lhe  nada em troca. 

    Como nos sentimos quando sabemos que recebemos  um presente tão caro?  Ficamos extasiado num misto de alegria. E muito mais ainda se esse presente veio para mudar nosso estado, nossa condição de vida.  Muitos presentes são tão especiais que promovem uma mudança radical em nossa vida e, essa mudança se estende a outros.  Foi pensando nisso e para isso que Deus nos deu sua indescritível DÁDIVA.  Ele sabia que ficaríamos felizes e que nossa vida mudaria e mudou.

    E agora, que já temos o presente já refletimos na alegria em tê-lo recebido de forma tão gratuita, o que podemos fazer para e dinamizar nossas igrejas com esse nosso entusiasmo e nossa alegria? A conclusão é simples e fácil de ser compreendida: presentear aquilo que recebemos aos outros oferecendo nossas dádivas. E quais são?  Nossas orações, ofertas e dons.  

    Como liderança Batista, e, nesta Campanha em prol do Plano Cooperativo, podemos agir de forma  mobilizadora.  Sim.  Uma liderança  mobilizada  no propósito da doação  de  ofertas, das  nossas dádivas, buscando a visão do  crescimento das Igrejas, refletindo na obra   missionária,  fazendo o  Rio de Janeiro conhecer a Dádiva maior que é Cristo, pois, somente recebe a dádiva de Jesus quem recebe a Ele próprio, e Ele é a dádiva  que nos foi dado,  através  de  uma  entrega total sem nada questionar do meu, do seu  e do nosso merecimento ou não. 

    Portanto, pensemos, em união, pensemos em conjunto, para  um grande avançar de nossas igrejas, através da contribuição do PLANO COOPERATIVO que não é um plano financeiro, mas um plano de sustento da obra, que hoje mais do que nunca precisa ser restaurado  através das novas dádivas, das nossas doações   para o expandir da nossa contribuição  e  vermos o renascer no coração de cada igreja  a alegria  de  se entregar  a aquele que merece receber o que  temos de melhor. 

    Não podemos deixar de registrar as palavras de Khalil Gibran e o que pensava  sobre, a DÁDIVA,  quando assim  se expressou:

    Há os que dão pouco do muito que possuem, e fazem-no para serem elogiados, e seu desejo secreto desvaloriza suas dádivas.
    Há os que pouco têm e dão-nos inteiramente.
    Esses confiam na vida e na generosidade da vida e seus cofres nunca se esvaziam.
    Há os que dão com alegria e essa alegria é sua recompensa.
    Há os que dão com pena, e essa pena é seu batismo.
    E há os que dão sem sentir pena, nem buscar alegria e sem pensar na virtude.
    Dão, como num vale o mirto espalha sua fragrância no espaço.
    Pelas mãos de tais pessoas Deus fala; e através de seus olhos Ele sorri para o mundo.

    Que sejamos como aqueles  que dão sem sentir pena, nem buscar alegria e sem pensar na virtude, espalhando sua fragrância de bondade  no espaço, fortalecendo assim a solidariedade,  reconstruindo  o ato  de  doar  para que  vejamos o crescimento  dessa  dinâmica  praticada,  antes por  Cristo, de forma que sejamos dádivas  na vida de tantos  que não nos conhecem .

    “Graças sejam dadas a Deus por Sua indescritível dádiva.”  Coríntios, no cap. 9:15  

    Oremos:
    1. Pela obra de Ação Social da Convenção Batista Carioca desenvolvida através da Cidade Batista/Lar do Ancião.
    2. Pelas atividades de assistência social desenvolvidas pelas igrejas batistas e pelas Associações.
    3. Pela mobilização da UFMBC através de campanhas de ajuda às diversas Capelanias da Convenção Batista Carioca, Casa Batista da Amizade e Cristolândias.
    4. Para que cada batista carioca tenha suas ações individuais em doar-se a fim de que “sejamos dádivas” para que todos venham a conhecer a Jesus através das “obras de nossas mãos” (Mt 5.16)

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  • Novo tempo entre pastores cariocas

    Novo tempo entre pastores cariocas

    Os pastores batistas cariocas vivem um novo tempo. E essa afirmação seria apenas uma frase de efeito não fosse a boa representatividade de líderes batistas na última conferência da OPBB Carioca, realizada na Igreja Batista do Meier, no dia 26 de agosto. Foi uma manhã de reflexões e diálogos sobre o tema Liderança e Saúde Emocional que contou com a participação de mais de 300 inscritos.

    Nomes como Vitor Valente (PIB Copacabana), Ailton Desidério (PIB Lins) e David B. Riker (PIB Pará) inspiraram mentes e corações com informações preciosas. Os limites da liderança, inteligência emocional e o poder da visão foram as respectivas ênfases de suas mensagens, que podem ser acessadas na íntegra pelo site www.batistacarioca.com.br .

    Pr. Vitor Valente foi um dos líderes que ressaltaram esse momento ímpar vivenciado pelos batistas cariocas. “Tem sido um tempo de bênção! Um tempo em que Deus tem falado aos nossos corações. Tem sido, e creio que está sendo, um novo tempo muito abençoador. Eu quero desafiar você a participar também e se juntar a nós nesse mover de Deus maravilhoso e poderoso”.

    Para o pastor da PIB da Barra e presidente da Convenção Batista Carioca, eventos dessa relevância promovem a unidade denominacional. “Vejo que a convenção carioca tem vivido, com esses eventos extraordinários dos pastores, um momento de grande unidade. Estamos orando por isso, pedindo a bênção de Deus e crendo que ela está chegando”.

    O pastor da Igreja Batista do Meier e vice-presidente da CBC, João Reinaldo Purim Jr., comentou que existe, entre os pastores, essa grande necessidade de reciclagem e aprofundamento. Por isso agradeceu, em nome da igreja, a oportunidade de receber o evento. “Retomar o caminho de qualidade, de excelência no exercício pastoral foi um presente para todos nós. Essa geração precisa de pastores preparados e os pastores precisam aprofundar os valores. Em nome da igreja, agradeço a oportunidade de ceder o nosso espaço para receber estes líderes”.

    Um dos pilares da OPBB Carioca para este tempo é a geração de projetos com foco em edificação ministerial. Essa proposta, que faz parte do plano de revitalização conduzido pelo novo coordenador executivo Pr. Romulo Borges, visa trazer novos ares para a organização.” “Está em curso a 1ª etapa do Plano de Revitalização, que trará um novo fôlego para nós. O nosso presidente, Pr. Josué Andrade, e toda a diretoria e conselho estão motivados e determinados com o que Deus está fazendo em nosso meio”, ressaltou o coordenador.

    Sobre o que esperar da OPBB Carioca nos próximos dias, uma coisa é certa: ” Os encontros dos pastores serão marcados por inspiração, encorajamento, capacitação e devoção. Queremos que os pastores saiam com vontade de voltar”, concluiu Pr. Romulo. Fique atento às oportunidades! Elas são veiculadas pelo site e Facebook (facebook.com/convencaobatistacarioca) da Convenção Batista Carioca.