Autor: Administrador

  • Relatório – dezembro de 2016

    RELATÓRIO DA ASSOCIAÇÃO DE EDUCADORES CRISTÃOS BATISTAS CARIOCAS A SER APRESENTADO NA REUNIÃO DO CONSELHO ADMINISTRATIVO DA CBC, NO DIA 13 DE DEZEMBRO DE 2016.
    EBENÉZER!

    O ano de 2016 aproxima-se do fim e nossas atividades foram concluídas com êxito pela graça de Deus. Fomos sustentados por Ele e percebemos a sua instrumentalidade através da Associação de Educadores Cristãos Batistas Cariocas (AECBC), pois conseguimos alcançar novos campos, vencemos alguns desafios e outros educadores se colocaram à disposição para abençoar vidas através da Educação Cristã.

    OBJETIVOS ALCANÇADOS
    Realizamos atividades que contribuíram para:

    • Fortalecimento dos educadores cristãos;
    • Estruturação da AECBC;
    • Despertamento dos líderes para necessidade das pessoas com deficiência;
    • Incentivo ao relacionamento saudável entre pastores e educadores.

    AVANÇOS
    Em nossa estrutura organizacional avançamos:

    • Formação do grupo de Trabalho da AECBC que tem elaborado o Projeto Político Pedagógico (PPP) para operacionalização do Plano Diretor de Educação Religiosa (PDER);
    • Ativação do espaço digital no site da CBC com diretório da Educação Religiosa para avanço nas comunicações e divulgação das atividades;
    • Participação ativa nas assembléias das associações das igrejas locais;
    • Aproximação das Associações das igrejas via Departamento das Associações, para realização de atividades educacionais em 2017 que atenderão às necessidades das igrejas de preparar e qualificar líderes para obra de Deus;
    • Envolvimento nos assuntos da CBC com representantes da AECBC nas reuniões do Conselho, do Comitê, do Departamento das Associações e nas Associações locais.

    OBJETIVOS PARA 2017:
    Avançamos muito e ainda esperamos avançar mais, pois somos convictos e conscientes que nos foi dada uma missão importante e fundamental na edificação e consolidação do povo de Deus através do ensino da Palavra, por isso temos nos dedicado a cumprir com êxito o chamado de Deus. Nossos objetivos para o ano de 2017 são:

    • Alcançar os educadores e líderes de educação cristã em exercício nas igrejas das Associações Centro, Sul e Ilha do Governador;
    • Concluir o PPP da AECBC para operacionalização do PDER junto às igrejas da CBC;
    • Consolidar a AECBC como recurso acessível às igrejas para preparo de líderes na área educacional;
    • Organizar uma equipe de educadores que sirvam de suporte e pontos de contatos para as associações locais e a AECBC;
    • Promover encontros didáticos para discussões necessárias para o fortalecimento, despertamento e promoção da educação cristã de qualidade nas igrejas batistas cariocas.

    Nossas metodologias serão encontros, fóruns, congressos e acampamento, organizados para alcançar esses objetivos. E além da nossa agenda oficial estaremos nos disponibilizando para atender solicitações de apoios em assessoria e realização de capacitações e eventos educativos que sejam feitas pelas organizações, associações ou igrejas da CBC.
    Estamos certos de que estamos apenas recomeçando e que ainda há muito que ser feito para garantir que os servos de Deus dedicados ao ensino sejam supridos em suas necessidades e fortalecidos em suas fragilidades para que possam prosseguir com sua soberana vocação com excelência.

    Que em 2017 tenhamos mais adeptos à nossa associação, tanto em participação quanto em colaboração, para que juntos sejamos ainda mais fortalecidos pela comunhão em Cristo Jesus. E que o Senhor continue abençoando as obras de nossas mãos.

  • Relatório – agosto de 2016

    RELATÓRIO DA ASSOCIAÇÃO DE EDUCADORES CRISTÃOS BATISTAS CARIOCAS A SER APRESENTADO NA REUNIÃO DO CONSELHO ADMINISTRATIVO DA CBC, NO DIA 09 DE AGOSTO DE 2016.
    “Pois tudo o que foi escrito no passado, foi escrito para nos ensinar, de forma que, por meio da perseverança e do bom ânimo procedentes das Escrituras, mantenhamos a nossa esperança.”
    (Romanos 15.4)

    Deus, nosso maior exemplo de Educador, desde o princípio nos mostrava a importância de registrar as orientações ao povo para que por mais que o tempo passasse eles não ficassem sem a instrução do caminho em que deveriam seguir. Deus fazia questão que tudo fosse registrado e, até hoje, nós lemos esses registros e conhecemos suas orientações e sua vontade. Os registros divinos nos trazem exemplos de servos perseverantes e animados na obra de Deus e isso nos mantêm esperançosos em nossa participação nesta continua obra divina.

    E registrar nossos feitos e nossos objetivos tem sido nossa meta de contribuição para os educadores do campo carioca. Retomar o olhar de nossos fundamentos teóricos tem sido a proposta da Associação de Educadores Cristãos Batistas Cariocas (AECBC). A proposta de nossa relevância começa num documento denominacional: Plano Diretor de Ensino Religioso (PDER), que norteia nossa finalidade e define nossos objetivos e propostas educacionais.

    O PDER, documento elaborado em 2007 pelo Comitê de Educação Religiosa, apresentado na Assembléia da CBB em Florianópolis (SC), direciona o ato de se fazer educação religiosa nas igrejas batistas, ampliando o processo ensino-aprendizagem, de modo a partir de uma teologia e filosofia (pensar teórico) de educação do ponto de vista cristão, para depois entrar no âmbito da prática do ensino através da capacitação de nosso povo nas mais variadas áreas do cristianismo e da vida cristã.

    Para operacionalizar o PDER, surgiu a necessidade das associações de educação cristã numa rede capilarizada de atendimento por meio de encontros regionais de excelência educacional religiosa de modo a oferecer assessoria às igrejas locais. No caso do campo carioca isto acontece através da AECBC.

    Para resgatar essas instruções registradas no PDER sobre nosso fundamento, nos propomos à criação de um Grupo de Trabalho (GT) composto por educadores representantes das associações locais das igrejas batistas na busca pela operacionalização do PDER. Operacionalização esta que nos leva à necessidade da criação de um Projeto Político Pedagógico (PPP) e da Matriz Curricular da AECBC.

    Sendo assim, convocamos os educadores cariocas para integração no Grupo de Trabalho da AERCBC. Após a convocação, e manifestação dos educadores, formamos o grupo de trabalho com 15 (quinze) integrantes, incluindo a diretoria da AECBC, que foi oficialmente apresentada no I Fórum Literário que realizamos em 11 de junho na IB Evangélica em Engenho Novo. No dia 18 de junho, realizamos a primeira reunião do grupo, na PIB da Fundação, onde analisamos o PDER e nos apoderamos das orientações nele contido. Nos separamos por associações locais e cada educador ficou responsável por fazer contato com as igrejas das associações e fazer contato direto com os educadores ou responsáveis pela educação nas igrejas para enviar o questionário elaborado para sondagem da realidade da Educação Cristã nas igrejas batistas cariocas.

    Ainda no mês de junho, participamos pela primeira vez, no mandato desta diretoria, da reunião do comitê da CBC. Tivemos a oportunidade de apresentar nossas propostas do Grupo de Trabalho para elaboração do projeto pedagógico e da matriz curricular e nos colocamos mais uma vez à disposição das outras associações para colaborar com a edificação e atualização da liderança.

    No dia 11 de junho, realizamos o I Fórum Literário da AERCBC, na IB Evangélica do Engenho Novo, com o tema: Um olhar crítico sobre a EBD: Objetivos e Literaturas. Contamos com a presença do professor Silvino Netto, que tratou sobre: A EBD como ferramenta na erradicação do analfabetismo funcional. E com as educadoras Rosangela Motta e Lídia Pierott, compondo a mesa de debate sobre: Currículo e Literaturas da EBD. Ao final deste relatório, segue o artigo sobre o assunto desta mesa de debate que será publicado em breve em O Jornal Batista.

    Ainda em junho, participamos da reunião do Conselho da CBC, onde apresentamos nosso relatório. Nesta oportunidade, parabenizamos os pastores pelo Dia do Pastor e ressaltamos nossa alegria pela participação de pastores em nossos eventos realizados, convocando os pastores presentes que participem e incentivem os líderes na área da educação a participar também para que possamos nos fortalecer mutuamente no exercício de nossos ministérios.

    Ainda na proposta de operacionalização do PDER, nos aproximamos das associações locais das igrejas batistas e estamos comparecendo às assembléias das associações das igrejas batistas cariocas e às suas respectivas reuniões de planejamento para aproveitarmos as oportunidades dadas às representações denominacional. No dia 25 de junho, a vice-presidente Simone Morais representou a AERCBC na Assembléia da Associação Leopoldinense, na PIB de Cordovil, e a secretária Edinir Luiza Carvalho esteve presente na 5ª Assembléia da Associação Real, na IB Central de Cosmos.

    Participamos do Congresso da Ordem dos Pastores da subseção carioca no dia 12 de julho, na PIB em Jardim Palmares, onde nos foi dada a oportunidade de falarmos sobre a relevância do investimento pastoral na educação cristã, a começar pelo incentivo para aqueles que respondem pela Educação Cristã em suas igrejas para ingresso no curso de educação religiosa. De 13 a 16 julho, estivemos presentes na 60ª Assembléia da Associação das Igrejas Batistas do Oeste Carioca (AIBOC), na PIB Jardim Palmares. Evento que fomos solicitadas para organização do memorial da história da Associação. Momento marcante na história da AECBC, já que tivemos total apoio na divulgação de nossas ações como associação e nos permitiu maior contato com pastores e líderes que participaram da assembléia. Oportunizou-nos: apresentar nossos objetivos como associação; valorizar o papel do educador cristão junto às igrejas e da associação junto às associações das igrejas; e atuarmos como educadores apresentando a história da AIBOC dando um “toque especial” ao reconhecimento de seu valor junto às igrejas e aos bairros da Zona Oeste.

    Nosso foco tem sido a reconstrução da imagem da nossa associação, construindo nossos valores e apresentando nossa finalidade na estrutura da Convenção. Temos trabalhado para construção de um relacionamento com os educadores do campo carioca e com as outras organizações e associações. Temos aproveitado todas as oportunidades para nos colocarmos à disposição para edificar e fortalecer os servos de Deus que foram convocados à realizar para a obra.

    Nesta mesma proposta de operacionalização, ampliamos nossas ações e prestamos assessoria para algumas igrejas nas ações de educação cristã desenvolvidas. Em junho,  a nova diretora de Educação Cristã da PIB na Estrada do Engenho na construção da educação cristã na igreja. A diretora não tem formação de educação cristã e a convite dela e da direção da igreja fomos até lá, primeiro, em reunião com a diretora de EC e com o dirigente da igreja, e posteriormente, com toda igreja no culto matinal através da mensagem da presidente da AECBC sobre os objetivos e execução da Educação Cristã nas igrejas batistas. No dia 09 de julho, prestamos assessoria para os líderes do departamento infantil da IB Jardim Guanabara (Ilha do Governador), com a palestra sobre: A criança e o Reino de Deus.

    No dia 19 de julho, a AECBC esteve presente na pessoa da presidente na reunião do Departamento de Associações das Igrejas Batistas Cariocas com executivos e presidentes das associações das igrejas locais. Apresentamos nossa disposição para colaborar com o trabalho realizado pelas associações para potencializar ainda mais as ações educativas que estas promovem junto às igrejas batistas cariocas. Estamos dispostos a participar e colaborar com suas assembléias anuais e demais realizações sempre que for possível e necessário.

    No dia 31 de julho, a AECBC esteve presente na IB em Vila Isabel, para participação no culto de gratidão pela formação do Pr. Misael no curso de Pós Graduação em Educação Especial Inclusiva e do Pr. Wagner no curso de Bacharel em Serviço Social. Nesta ocasião, a mensageira foi a educadora Priscila Mota, presidente da AECBC. Nossa participação marca nosso incentivo à educação continuada dos pastores, entendendo que assim serão cada vez mais bem preparados para o exercício de seu ministério por se manterem atualizados educacionalmente.

    O Jornal Batista publicou no dia 31 de julho nosso artigo sobre o tema da oficina de “Igreja na EBD, como é possível?”, apresentada no VI Congresso de Educação Religiosa (fev/16), o que permitiu que nosso diálogo fosse visualizado por mais pessoas além de registrar oficialmente nossa discussão, fomentando a reflexão crítica sobre o tema.

    A AECBC contribuiu mais uma vez com a Assembléia de uma associação de igrejas batistas, dessa vez, com a Assembléia da Associação das Igrejas Batistas da Ilha no Governador, no dia 06 de agosto, na PIB em Jardim Duas Praias. Em parceria com a UFMBC e UMHBC realizamos a Roda de Conversa com líderes e pastores sobre o trabalho com Embaixadores e Mensageiras do Rei. Foi um momento de troca e incentivo à continuidade do trabalho com essas organizações missionárias. Nossos facilitadores foram: Pr. Nivaldino Cipriano Bastos (SIB Irajá) e Simone Morais (Vice-presidente da AECBC).

    Nosso último evento aconteceu dia 13 de agosto, na PIB em Marechal Hermes, onde realizamos o Circuito de Diálogos: Igreja inclusiva, cuidando dos especiais. Neste encontro tratamos sobre mobilidade e acessibilidade no ambiente eclesiástico e sobre o ensino cristão para os portadores de deficiências motoras, físicas e cognitivas. Contamos com a presença de mais de 40 inscritos, com a grata surpresa de líderes de bairros antes sem representação como Queimados e Japeri, além de pastores e professores da rede de ensino secular.

    Neste mesmo dia, após o evento, realizamos a 2ª reunião do Grupo de Trabalho da  AECBC, onde nos propusemos a uma análise teórica-prática das orientações no PDER/CBB sobre a elaboração dos fundamentos filosóficos e teológicos.que irão compor nosso Projeto Político Pedagógico.

    Aos poucos estamos reconquistando o espaço que já havia sido destinado à educação religiosa. E cremos que nossa relevância apenas precisa ser relembrada, já que nunca deixou de existir. Estamos empenhados nessa valorosa e relevante contribuição para o fortalecimento do povo de Deus. Que o Senhor continue operando em nós e através de nós, e que toda obra de nossas mãos exalte o Deus que nos escolheu para esse ministério.

    RESULTADO DA MESA DE DEBATE SOBRE “CURRÍCULO E LITERATURA DO    I FÓRUM DE DEBATES: UM OLHAR CRÍTICO SOBRE NOSSA EBD –  OBJETIVOS E LITERATURA (jun/2016).

    A Associação de Educadores Cristãos Batistas Cariocas (AECBC) realizou seu I Fórum Literário, na Igreja Batista do Engenho Novo (RJ) com o seguinte tema: “Um olhar crítico sobre a EBD: Currículo & Literatura”, tendo como público alvo educadores, pastores e responsáveis pela Escola Bíblica das igrejas locais de nossa denominação.

    Um dos temas abordado foi: Currículo & Literatura, e nesta mesa tivemos o prazer de ter conosco a participação de três educadoras de total competência pela atuação profissional e o trabalho que desenvolvem em suas igrejas: Rosângela Motta (Educadora Cristã da PIB em Moça Bonita/RJ) e Lídia Pierott (Coordenadora Nacional dos Amigos de Missões) como integrantes e Eliete Celestino (Educadora Cristã da PIB em Mesquita/RJ) como facilitadora.

    A discussão reflexiva sobre a organização do currículo e a tarefa difícil da seleção das literaturas fez oxigenar a mente em relação aos posicionamentos colocados sobre o processo educativo na escola bíblica. A fala dessas educadoras trouxe-nos dois lados de uma mesma questão, com visões diferenciadas de uma mesma proposta, que nos fizeram repensar o modo como encaramos o processo ensino aprendizagem em nossas igrejas.

    A educadora Lídia apresentou a visão filosófica tradicional para a formação do aluno no ensino integral e sistemático da bíblia toda e como ele deve ser aplicado para que tenhamos um rumo, um caminho, para alcançar os objetivos propostos. Trazendo-nos essa organização, que conta primariamente com o currículo que queremos oferecer, com a escolha do conteúdo e a construção de uma matriz curricular para seguirmos. Chamando-nos a  atenção principalmente sobre essa “matriz curricular” que precisa ser construída e organizada pelo educador da igreja local, pensando no aluno e no tempo que ele ficará conosco, e para tanto, o ensino deve ser organizado em curto, médio e longo prazo, para não deixarmos de oferecer a ele, todo conteúdo bíblico para um aprendizado sistemático.

    A educadora Rosangela com um olhar mais sentimental para essa visão filosófica, trouxe-nos um lado inquietante desse processo que é a reflexão dos resultados desse ensino sistematizado, revelando então, uma angústia que aparece quando, apesar de toda fundamentação teórica da visão filosófica, a operacionalização parece não acontecer da maneira que esperávamos, parece que falta alguma coisa tanto da parte do professor quanto da parte do aluno, o que fez com que a maioria da platéia se identificasse com a mesma situação, tendo o mesmo sentimento de que toda sistematização do ensino passa por diferentes percepções ao ser executado pelos professores e é apreendido de forma diferente ao chegar no aluno. E então refletimos sobre o motivo pelo qual possivelmente isso acontece quando trabalhamos com os moldes educacionais, e nos colocamos somente como reprodutores deles, e confiamos que por si só dará certo.

    Existe uma armadilha perigosa quando nos esquecemos do tão necessário olhar do todo: avaliando, ouvindo, observando, repensando e reescrevendo essa prática que exige movimento, por ser processo educacional e que não pode e nem deve ser mecanizado numa forma de reprodução engessada na sua prática. Não existe uma fórmula mágica, mas a exemplo de como Rosangela faz em sua igreja local onde atua como educadora cristã, pode nos trazer um pensar ampliado sobre o ensino bíblico nas escolas de nossas igrejas, refletimos sobre o uso das literaturas e da bíblia. Percebemos a necessidade de considerarmos quem é esse aluno através de uma triagem pessoal do seu perfil e de como gosta de aprender, para que através dessas informações ele possa ser matriculado numa classe que tem o professor com as características de ensino mais próximas de quem pode proporcionar a esse aluno um ensino mais eficaz como ele quer e precisa aprender.

    Via de regra, realizamos capacitações para os professores e oferecemos todas informações sobre metodologias e recursos que conhecemos, ele ouve todo aquele conteúdo e volta para sala de aula repetindo sua técnica expositiva. A sensação é que ele não consegue compreender o que ensinamos, mas na verdade isso indica a individualidade característica que cada professor tem para ensinar. Se o professor leciona fazendo a exposição discursiva de sua aula, e tem habilidade assim, ele deve ser valorizado recebendo alunos que aprenderão melhor com essa técnica, da mesma forma que aquele professor que tem habilidade com outros recursos e técnicas deve receber alunos que tem aptidão para aprender com esse tipo de ensino.

    Cada pessoa, tanto professor quanto aluno, precisa estar ocupando o lugar certo para que o ensino aprendizagem seja mais eficaz para ambos. Isso motiva, isso faz o ensino ser dinâmico.
    A literatura é uma ferramenta e não pode ocupar o lugar do currículo. Por isso, é necessário ter uma matriz curricular que norteará o currículo, delimitando a escolha da literatura. Sendo assim, devemos pensar na bíblia que se transforma em tema e não ao contrário, o adquirir revistas será a partir do que queremos e sabemos que esse aluno precisa e quer aprender. É importante que o professor compreenda esse caminho da seleção literária para que ele siga em direção dos objetivos a serem alcançados.

    Pela avaliação final dos participantes do Fórum, observamos a necessidade de outros momentos para essa discussão sobre currículo e literatura, porém, esse I Fórum nos deixou com as mentes acionadas, para que a nossa escola seja de fato um lugar onde a bíblia seja ensinada e aprendida da melhor forma para que todos os crentes em Jesus que participam dela sejam privilegiados com o crescimento espiritual, naquilo que depender de nós os educadores.

    Com grande alegria encerramos o I Fórum Literário, sabendo que esse é só o início desse movimento de reflexão e crítica sobre nossos padrões curriculares. Que Deus continue nos orientando no ensino do seu povo.

    Edinir Luiza Machado Coelho de Carvalho
    Secretária; Membro da Primeira Igreja Batista de Cosmos; Bacharel em Educação Religiosa (ICER); Juiz de Paz Eclesiástico (FATUN).

    Priscila Mariano da Silva Mota
    Educadora Religiosa; membro da IB Nova Canaã (RJ); Presidente da AERCBC; Professora do ICER (polo Padre Miguel e Bangu).

  • Relatório – março de 2016

    Relatório – março de 2016

    RELATÓRIO DA ASSOCIAÇÃO DE EDUCADORES RELIGIOSOS CRISTÃOS DA CBC A SER APRESENTADO NA REUNIÃO DO CONSELHO ADMINISTRATIVO DA CBC, NO DIA 15 DE MARÇO DE 2016.
    Eis que ensinaste a muitos, e tens fortalecido as mãos fracas.
    As tuas palavras firmaram os que tropeçavam e os joelhos desfalecentes tens fortalecido. (Jó 4:3,4)

    Depois de um intervalo de alguns meses sem interação da AERCBC com os educadores do campo carioca, por motivos alheios à vontade dos que estavam à frente dos trabalhos, retornamos com a proposta de fortalecer e renovar os ânimos daqueles que um dia disseram sim ao chamado do Senhor para o ministério do ensino.

    Trabalhamos durante o ano de 2015 para atender às necessidades dos educadores e reorganizamos nossas reuniões para que os assuntos fossem úteis na edificação e fortalecimento dos nossos associados. Tratamos de assuntos referentes ao emocional do educador quanto responsável por tantos líderes que enfrentam adversidades em seu cotidiano que precisa ser fortalecido e, muitas vezes, reanimado pelas palavras e testemunho do educador. Convocamos os educadores para um posicionamento diante das diversas propostas educacionais que as igrejas estão apresentando, trazendo à tona a necessidade de nos mantermos firmes e constantes, sempre abundantes naquilo que fomos confiados pelo Senhor a realizar. Proporcionamos momentos de comunhão e  integração entre os educadores de diferentes associações, permitindo a troca de experiências na realização de sua atuação educacional.

    Fortalecemos os grupos sociais, criando espaços de convivência e reaproximando aqueles que tem o mesmo chamado ministerial. Hoje, nos comunicamos mais rápido e com maior eficiência através do WhatsApp e Facebook da AERCBC, que mantém o vinculo com a AERCBB, permitindo um vínculo de relacionamento amplo de diversidades culturais e de maiores possibilidades criativas, já que trocamos informações e nos mantemos em constante oração uns pelos outros. Isso tem reanimado muitos educadores que estavam afastados do ministério e tem fortalecido os que se mantém fiel a sua vocação independente das dificuldades que enfrentam em suas congregações.

    Desde janeiro temos nos comprometido com uma campanha de oração pelos nossos pastores e líderes denominacionais. Organizamos uma grade de oração que cobriu as 24 horas do dia, com educadores orando especificamente pelo reavivamento, fortalecimento e reanimo dos crentes em Cristo Jesus.

    A grande experiência de resposta dessa campanha de oração, acreditamos que tivemos com o resultado do VI Congresso de Educação Cristã, realizado no dia 20 de fevereiro de 2016, na PIB da Fundação, em Guadalupe. Foram feitas mais de 260 inscrições para o congresso, número surpreendente de participantes, que trouxe grande alegria ao coração da diretoria da AERCBC, mas também ao coração dos educadores que levaram seus líderes para participar desse dia, que foi avaliado pelos congressistas como “excelente em qualidade de palestrantes e conhecimento por parte desses do assunto”, “muito bom no material e recursos disponibilizados” e “fraco na disposição de ambientes para as oficinas” (esclarecendo que foi chamado de “fraco” pois os espaços foram insuficientes para tantos inscritos, já que tivemos um número, como já dito, surpreendente de participantes).

    Deste congresso foi possível extrair um material interessante e produtivo sobre a realidade das EBD’s nas igrejas ali representadas. Esse material será transformado em uma matéria a ser publicada nos meios disponíveis de comunicação da nossa denominação. Além do material sobre EBD, foram solicitados diversos assuntos a serem discutidos para auxiliar na educação cristã das igrejas, e já estamos planejando as próximas reuniões de forma que seja possível atender essas solicitações.

    No dia 05 de março, na PIB em Vicente de Carvalho, realizamos o Dia da Beleza, abençoando a vida das educadoras homenageando-as pelo Dia Internacional da Mulher e fizemos o encerramento da campanha de oração. Tivemos o privilégio de receber a irmã Samya Vanessa Soares de Araújo, presidente da AECBB, que nos trouxe a reflexão da reunião.
    Nosso próximo evento acontecerá dia 11 de junho, na PIB do Engenho Novo. Será nosso I Fórum Literário, onde estaremos apresentando discussões sobre relevância da fundamentação bíblica nos materiais didáticos, elaboração do currículo da EBD e análise de literaturas utilizadas nas igrejas batistas.

    Nossa alegria é continuar auxiliando os líderes de educação em sua missão e vocação, pois acreditamos que assim atingimos nosso principal objetivo que é servir de instrumentos nas mãos do nosso Senhor para operar grandes maravilhas no meio do seu povo através do ensino de sua Palavra.

    Que o Senhor continue operando em nós e por meio de nossas vidas, hoje e sempre, para sua glória.

    A paz,
    Educ. Priscila Mota

  • Simpósio sobre Ideologia de Gênero

    Simpósio sobre Ideologia de Gênero

    [et_pb_section bb_built=”1″ admin_label=”section”][et_pb_row admin_label=”row”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

    Um assunto delicado, mas de grande importância para a igreja é a questão da ideologia de gênero. Tratá-las do ponto de vista jurídico e bíblico é essencial não só para uma fé sadia, mas também para a construção de um pensamento social que se preocupa com a dignidade do ser humano, independentemente de sua opção sexual. Foi nessa perspectiva que o Departamento de Associações da Convenção Batista Carioca (DEPAS) realizou, no último sábado, um simpósio sobre o assunto. O evento, que aconteceu na Primeira Igreja Batista Evangélica da Penha, contou com a presença de cerca de 400 pessoas, em sua maioria líderes de igrejas filiadas à CBC.

    O Simpósio sobre Ideologia de Gênero contou com a participação do advogado e pastor Marcelo Rosa e do teólogo e hebraísta Pr. Luiz Sayão. Foram duas horas de apresentação finalizadas com perguntas que foram enviadas aos palestrantes. Abaixo, transcrevemos trechos das palestras:

    A visão jurídica – Marcelo Rosa
    “Ideologia de gênero no Brasil fervilha no campo da política, mas naturalmente vai trazer reflexos importantes no segmento religioso… Nas raízes do feminismo é que a gente vai começar a pensar na ideia de ideologia de gênero. A partir da década de 70 as grandes universidades começaram a refletir sobre isso, especialmente com o feminismo.

    (…)No Plano Nacional de Educação havia meta para a Educação Básica e para cursos de graduação e pós. Todos eles com o objetivo de serem alcançados nos próximos dez anos, onde de maneira bem clara, se colocaria a questão da ideologia de gênero. Originalmente, previa que se acrescentaria a questão do gênero. O PNE não incluiu, mas passou para a legislação dos estados e municípios a possibilidade de inclusão dessa ideologia.

    (…) O direito brasileiro sempre girou em torno dos códigos. Essas leis sempre foram preponderantes, mas, desde o advento do novo código civil, isso mudou um pouco por causa da constitucionalização do direito. Então todo o direito passou a ser interpretado pelo prisma constitucional. Se temos a lei maior, todas as outras deveriam ser interpretadas a partir do que a Constituição estabelece. (…) É no princípio da dignidade humana que se assenta a ideologia de gênero. Traz à luz os direitos dos homossexuais, por exemplo. O princípio da dignidade é um direito constitucional e a gente costuma dizer que é um direito de aplicação imediata.

    (…) Nessa construção ideológica, o ser humano não teria, a princípio, uma unidade a respeito do que é o seu próprio ser biológico, sexual e qual é a sua identidade sexual definitiva porque a gora tudo é transitório. [Por exemplo], o cidadão pode ser homem até os 50 anos e resolver que, depois disso, quer ser mulher. Mas a ideologia de gênero sustenta que o ser não nasce nem homem e nem mulher. Vai ser algo que poderá ser do gênero masculino, ou feminino, ou os dois misturados”.

    A visão bíblica – Luiz Sayão
    “Nos textos hebraicos originais temos a expressão que indica que Deus criou macho e fêmea. E no hebraico temos uma série de palavras diferentes para construir o que chamamos de uma antropologia bíblica. (…) Então o paradigma da construção hebraica, e que vai formar a história da civilização ocidental, é que existe essa referência para homem e mulher. Nós vamos ter, na realidade, a construção da família que se apresenta e se concretiza na ideia de marido, mulher e seus filhos.

    (…) Na bíblia existem muitos textos que tocam diretamente no assunto da homossexualidade e são textos que apresentam de modo geral a descrição da prática da homossexualidade. O famoso texto de gêneses capitulo 19, onde existem cidades que ultrapassaram os limites e recebem o juízo divino. Esse texto fica claro que Deus reprova esse tipo de conduta.

    (…) Na construção da lei, da Torá, nos mandamentos que vão articular o pensamento judaico, nós vamos ter Lv 18.22, muito claro que o homem não deve se deitar com outro homem como se fosse mulher. De modo geral, o Antigo Testamento prossegue em sua discussão e quase não tem qualquer diferença em relação a isso.

    (…) Existe uma hermenêutica destoante. É o fato de Davi ter uma amizade muito forte com Jônatas. Algumas pessoas chegaram à conclusão de que eles teriam tido uma relação homossexual. Pode até parecer uma referência a ser considerada, mas no texto não existe qualquer sinal dessa direção. Primeiro que a própria tradição hebraica não chegou a nenhuma conclusão nessa direção e deve ficar claro que os dois [Davi e Jônatas] têm as suas famílias e toda a discussão do texto passa , inclusive, por uma série de avaliações sociopolíticas que não deixam transparecer qualquer discussão que envolva de fato a questão da sexualidade.

    (…) O Novo Testamento também apresenta a discussão clara acerca disso. Romanos vai fazer uma espécie de crítica onde homens e mulheres deixaram sua relação natural e apresenta esse comportamento como uma descrição de outras características reprováveis na perspectiva dos evangelhos e que eles são uma marca de como a humanidade precisava da graça de Deus.

    (…) A gente deve entender que, historicamente, muitos cristãos tiveram uma reação inadequada com os parâmetros do NT. Toda pessoa deve ser amada profundamente sendo ela homossexual ou não. Porque as pessoas, de fato, têm dignidade e essa dignidade surge com relação à semelhança de Deus. E a regeneração da pessoa passa pela assimilação nítida daquilo que Deus diz sem que a gente modifique a verdade do evangelho para fazer qualquer tipo de jogo político ou social. Mas o evangelho vai mostrar o amor incondicional de Deus pela pessoa de tal forma que essa pessoa, sendo atingida por essa graça, abre seu coração e a graça de Deus começa a atuar em sua vida”.

    [/et_pb_text][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

    Galeria de imagens

    [/et_pb_text][et_pb_gallery admin_label=”Galeria” gallery_ids=”5431,5432,5433,5434,5435,5436,5437,5438,5439,5440″ fullwidth=”off” posts_number=”10″ orientation=”landscape” show_title_and_caption=”off” show_pagination=”off” background_layout=”light” auto=”off” hover_overlay_color=”rgba(255,255,255,0.9)” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid” /][/et_pb_column][/et_pb_row][/et_pb_section]

  • Nota de falecimento

    Nota de falecimento

    Informamos com pesar aos pastores cariocas o falecimento, no dia 23 de março, por volta das 19h, do querido colega Marcos Melo, pastor da Igreja Batista Calcedônia. O culto de sepultamento aconteceu às 15, no Cemitério Jardim da Saudade, em Paciência.

    Prestamos solidariedade e oramos por conforto da parte de Deus pelos familiares e amigos.

    David Curty
    Presidente da OPBB Carioca

  • Manifesto de Santos

    Manifesto de Santos

    MANIFESTO DA ORDEM DOS PASTORES BATISTAS DO BRASIL – SANTOS 2016

    “Quando os crimes não são castigados logo, o coração do homem se enche de planos para fazer o mal.” ‭‭Ecl. ‭8:11‬ ‭NVI‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬

    Os Pastores batistas brasileiros filiados à Ordem dos Pastores Batistas do Brasil, reunidos na cidade de Santos-SP, em sua assembleia anual, entendendo que seu papel é conscientizar seus liderados nas inúmeras Igrejas espalhadas pelo País, vem a público manifestar seus pensamentos, sentimentos e compromissos, referente à atual conjuntura ética brasileira, sendo eles:

    1. A natureza contraproducente das práticas aéticas, se manifesta e se prolifera de maneira muito diversa e comprometedora, sendo prejudicial à formação do senso de moralidade e de justiça do povo brasileiro;

    2. Repudiamos toda e qualquer forma de abuso de poder, que permita que a generalização da corrupção e seus escrúpulos éticos, tornem-se raros no seio da sociedade e tomem conta dos vários segmentos sociais e do inconsciente coletivo da sociedade brasileira, destacando-se que neste contexto a corrupção se aplica ao depositário da confiança e ao que instiga ou aceita a fraude;

    3. As Dez Medidas de Combate a Corrupção, apresentadas recentemente ao Congresso pela sociedade civil organizada, visam atuar nas ausências e nos excessos de leis, sendo apenas o primeiro e um dos mais importantes passos, diante da emergencialidade da necessidade de reformas;

    4. Manifestamos publicamente nossa indignação com a dimensão da corrupção que sangra nosso país, sem apego nenhum ao ser humano, cujos direitos devem ser plenamente preservados. Opomo-nos firmemente às práticas corruptas e às nefastas consequências que as mesmas geram sobre a sociedade, inclusive em seus serviços essenciais como educação, saúde e segurança;

    5. Repudiamos toda tolerância existente ao crime institucionalizado, que adquiriu contornos marcantes, diferenciado do crime organizado convencional, merecendo urgente atenção não apenas das autoridades policiais mas do Ministério Público e do Judiciário Brasileiro, sobretudo, da imprensa e da sociedade, bem como, de cada cidadão brasileiro, pois sua sedimentação tem a capacidade de minar as possibilidades de desenvolvimento nacional; esse novo flagelo utiliza-se da plataforma oficial dos três poderes constituídos;

    6. Entendemos ainda que, com o descortinamento da corrupção de forma jamais vista, está se abrindo uma janela de oportunidade histórica, para que as mudanças necessárias e significativas possam ser promovidas;

    7. Conclamamos a todos, as entidades, a sociedade civil organizada, e a sociedade em geral, para que se unam, mesmo com as muitas vozes, visando o efetivo encaminhamento de reformas necessárias e adequadas à transformação do Brasil que desejamos;

    8. Declaramos nosso anseio por reformas que mudem o sistema jurídico e político, fechando as brechas que permitem a corrupção e pelas quais os agentes corruptos ativos e passivos alcançam impunidade. Neste sentido, repudiamos o foro privilegiado, que pode promover a proteção de agentes corruptore e, portanto, lutaremos por um país que não aceite, nem tolere a corrupção.

    9. Conclamamos o Congresso Nacional, nossos representantes eleitos, para que promovam as alterações estruturais e sistêmicas necessárias para prevenir e reprimir a corrupção de modo adequado, aprovando, dentre outras Leis, àquela que abranja e contemple as Dez Medidas Contra a Corrupção e a Impunidade, propostas pelo Ministério Público Federal e pela Sociedade Civil Organizada;

    10. Renovamos nosso compromisso de nos manifestarmos e agirmos, hoje, para que essa janela de oportunidades seja aproveitada do modo mais amplo e democrático possível, a fim de que a fortuna desviada anualmente em decorrência da corrupção no Brasil, possa ser empregada para melhorar as condições de desenvolvimento econômico e social, em proveito de todo brasileiro.

    11. Manifestamos também, nosso apoio ao trabalho daqueles que, no Ministério Público Federal, na Polícia, no Judiciário e em outros órgãos, estão atuando para promover a justa responsabilizacão daqueles que cometem tais crimes e busquem o ressarcimento à sociedade, no caso Lava Jato e em outros casos no país.

    Por fim, frente a este triste cenário, nós pastores batistas brasileiros, reunidos em Santos-SP, em nosso Congresso Anual, nos propomos a envidar todos os esforços necessários à construção de uma sociedade mais justa e melhor, através do exemplo e serviço, bem como conclamamos a todos os cidadãos a se unirem a nós neste esforço.

    Que Deus abençoe nosso querido Brasil,

    Santos, 14 de abril de 2016

    A comissão:

    Carlos Elias de Souza Santos
    Jorge de Oliveira Bezerra
    Dejalmir Waldhelm
    Genilson Vaz
    Hilquias da Anunciação Paim

  • Turma de mentoria

    Turma de mentoria

    No dia 29 de outubro de 2016, na Igreja Batista em Abolição, ocorreu a formatura com entrega de certificados da primeira turma de mentoria, discipulado e pastoreio de pastores da ORDEM DOS PASTORES BATISTAS DO BRASIL – SEÇÃO CARIOCA.

    Em 2017 abriremos novas turmas.

  • Representação denominacional

    Representação denominacional

    A Convenção Batista Carioca e a OPBBCa se fizeram presentes, no dia 19 de outubro de 2016, em duas importantes celebrações dos batistas cariocas: aniversário do Pastor Sebastião Ferreira, na PIB em Vila da Penha, e também no Jubileu de Ouro do Pastor Josué Valandro, na IB em Tauá.

    Estiveram representando as igrejas e os pastores batistas cariocas os pastores Nilton Antônio de Souza (Diretor Geral da CBC) e Josué da Silva Andrade (1º Vice- Presidente da OPBBC).

  • Impactando blocos de rua

    Impactando blocos de rua

    Um impacto diferente de todos os outros. Por diversos pontos da cidade e de outros municípios do Rio de Janeiro, é possível ver voluntários evangelizando em blocos e festas populares. Oficialmente, o Impacto de Carnaval 2017, realizado pelo departamento missionário da Convenção Batista Carioca, conta com sete pontos de trabalho (Abolição, Coelho Neto, Jardim Arimateia (Mangueira), Camarista Meier, Parque Independência, Vilar Formoso (São João de Meriti), Cascadura e Tijuca), mas as abordagens de rua estão se espalhando por outras regiões, numa onda de multiplicação que emociona quem vê e empolga as centenas de voluntários envolvidos no projeto.

    A parceria com as igrejas foi a responsável por alavancar o projeto desse ano e prova que a cooperação é o caminho para o crescimento. “A igreja local é a esperança para o mundo, já dizia Bill Hybels. E isso tem sido uma tônica no ministério de Missões Rio. Acreditar que a igreja local é a esperança para mandar pessoas para fora do país, para outros estados, mas também é a esperança para transformar a nossa própria cidade. Nosso desejo, enquanto departamento de missões da CBC, é que toda a igreja assuma essa responsabilidade. Para aquelas que já fazem isso, queremos acrescentar em novas ferramentas. Para as que ainda não fazem, queremos ajudá-las”, afirma o Pr. Ulisses Torres, coordenador de Missões Rio.

    O Impacto de Carnaval desse ano conta com cerca de 500 pessoas envolvidas em todas as etapas da mobilização, alguns de estados como Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. Muitos desses voluntários simplesmente buscavam opções diferentes para este Carnaval, até que descobriram que poderiam viver uma experiência missionária na cidade que possui a maior festa do país. Foi o caso de Elimar da Silva, Igreja de Nova vida em Juiz de Fora, MG. “Estava na minha casa pensando em como fazer a diferença no carnaval. Comecei a procurar na internet e achei, pelo Google, o site do impacto. Gostei do que vi, li e fiz minha inscrição. Amei a experiência do primeiro dia. A vigília foi muito boa e a última palavra me impactou. Na minha devocional senti Deus falando que haveria pessoas que ele tiraria de dentro de casa para levá-las ao lugar onde estaríamos só para que elas pudessem ouvir falar dele”.

    Laís Alves Nogueira, membro da IB do Calvário em Niterói, não pretendia participar do Impacto de Carnaval, mas acabou ouvindo a voz de Deus e sendo enviada à comunidade da Mangueira. Ali teve acesso às casas e conheceu realidades que não apenas impressionam pelo nível da carência social, mas pelo desejo de conhecer Jesus. Laís teve a oportunidade de praticar métodos de abordagem e comprovar que é possível revelar Cristo em situações improváveis de aceitação. “Essa questão de ir nas casas e falar do amor de Deus às pessoas me impactou muito. Nunca tinha feito isso e agora quero fazer no meu bairro, na minha rua. Deus já tinha falado isso comigo e vi que o impacto foi algo de Deus pra minha vida porque eu não pretendia participar, mas acabei vindo para praticar essa estratégia”.

    Crianças e adultos sedentas por Deus na comunidade da Mangueira, no Rio.

    » Para visualizar outras imagens do Impacto, acesse a Página https://www.facebook.com/missoesrio/

    Brancos para a colheita
    Nas ruas, a ansiedade e timidez vão dando lugar à coragem e determinação das equipes. Em cada esquina, duplas se relacionam com moradores e explicam o plano de Deus para a humanidade. A cordialidade, o sorriso nos lábios e a simpatia no olhar – características de quem conhece o amor de Cristo – abrem portas e torna o ambiente propício para a colheita. Em Pilares, no Bloco O Gato te Ama, a equipe da Igreja Batista de Abolição foi milagrosamente recepcionada pelos organizadores da festa de rua. Dez minutos após a presença da igreja no local, ouviu-se uma voz informando o objetivo do grupo de evangélicos e reforçando a ideia de respeito mútuo e da boa convivência.

    “É uma experiência totalmente nova para a gente a atuação em blocos de rua. Graças a Deus só tivemos experiências boas. Os impactantes estão muito à vontade. Teve o medo inicial, por não saber como as pessoas reagiriam… mas foi muito bom. Tivemos uma experiência de uma pessoa do bloco nos reconhecendo e falou que éramos uma igreja séria e que o movimento também era sério. Falou para as pessoas do bloco ouvirem a gente e demos graças a Deus. Vimos muita gente afastada do evangelho, pessoas chorando ao ouvir sobre o amor de Cristo e uma das casas, inclusive, abriu as portas para que pudéssemos conversar com a família. Enfim, uma experiência muito boa”, contou o Pr. Flavio Pereira da Silva, titular da IB Abolição.

    Franklin Augusto Pereira da Silva, membro da PIB em Paciência, é voluntário na base da Igreja Batista Central de Coelho Neto. Ele conta que essa é a terceira vez que participa do Impacto, mas, dessa vez, o que chamou sua atenção foi a fundamental mudança de perspectiva que compartilha com as igrejas a responsabilidade da evangelização. “Eu me converti no carnaval e voltar e falar daquilo que eu vivi é surpreendente! Esse novo sistema de trabalho com pólos não só estimula a igreja a estar nas ruas, mas mobiliza membros que atuam na cozinha, na manutenção e nos servem de todas as formas. Às vezes apenas nos servindo um copo com água, mas isso é relevante demais para o Reino!”.

    24h de oração
    Na Tijuca, grupos de oração se mobilizam para a cobertura espiritual do evento. Em sistema de turnos, esses voluntários estão conectados com as equipes do campo e podem, em tempo real, interceder pelas dificuldades e agradecer a Deus pelas vitórias. “Foi a primeira vez que incluímos as 24h de oração e os grupos que estão aqui na sede reunidos estão animados. A forma de organização foi muito feliz”, apontou o pastor Ulisses.

    O responsável pela inovação foi o coordenador de Intercessão Ilson Ferreira, que fala um pouco sobre este esquema. “Desde o meu primeiro Impacto de Carnaval tive uma experiência muito interessante na intercessão. E, depois, em outros impactos, pude trabalhar mais de perto, na liderança. A partir desse ano, numa inovação maravilhosa, temos uma equipe que cobre todo o evento com 24h de oração. Dividimos em três turnos que oram 4h e descansam 8h”. E para quem deseja conhecer de perto essa estratégia, Ilson faz o apelo: “E fica o nosso convite para que em 2018 você também faça parte disso. Seja abençoado através do Impacto de Carnaval e venha corroborar para que a gente entregue algo excelente par o nosso Senhor Jesus, aquele pelo qual nós estamos aqui”.

    O Impacto continua
    Nos próximos dois dias, as equipes se unem para a evangelização na região da Apoteose. Aproveitando a grande concentração por conta dos desfiles das escolas de samba, voluntários estarão na madrugada desta terça-feira proclamando a verdadeira esperança para o Rio. Continue em oração por este projeto. Peça a Deus pela segurança das equipes e por corações abertos à mensagem de salvação.

  • Impacto 2017

    Impacto 2017

    Estamos a poucos dias do Impacto de Carnaval e as expectativas sobre a mobilização missionária aumenta a cada hora. Esse é o momento de alinhar os últimos detalhes e revisar as estratégias das equipes de evangelização e oração.

    Neste ano, o Impacto traz alguns diferenciais. A programação começa na sexta-feira com uma vigília de oração que se estende até às 5h de sábado. Na sequência, serão dois dias de evangelização em blocos de rua e dois dias na Apoteose. A operação foi acertada com igrejas locais, que recepcionarão voluntários e servirão de base para as primeiras atividades missionárias.

    O Impacto de 2017 contará com equipes em Piedade, Cascadura, Coelho Neto, Mangueira e São João de Meriti. Além das equipes de evangelização, um grupo de intercessão estará retirado no Colégio Batista Shepard, na Tijuca, para a realização de 24h de oração durante todo o evento. Serão 3 equipes de oração, clamando a Deus em ciclos de 4h.

    Quem já participou do Impacto de Carnaval, sabe bem o quanto este movimento de evangelização é edificante:
    “As experiências são inúmeras. Foram muitas experiências boas. Eu fiquei impactado com a presença de Deus e como as pessoas estavam sedentas da presença de Deus. Muitas pessoas desviadas, de todos os tipos de religião… mas que davam atenção à Palavra e isso me surpreendeu muito”, Cristian Oliveira.

    “É uma experiência extraordinária em termos de evangelização. Impactante para quem participa em termos de questionar a sua vida cristã e seu conhecimento da palavra, o que você vive no seu dia a dia. A gente prega uma verdade e a gente precisa viver isso. É maravilhoso!”, Natalia da Silva.

    “Onde há luz, as trevas não podem dominar e quando a luz se retira, as trevas dominam. A igreja inserida com o objetivo de alcançar os que estão se perdendo é mais do que importante. É fundamental para uma nova realidade no Rio de Janeiro. Como uma experiência do desenvolvimento do Reino de Deus aqui”. Rodrigo de Moraes.

    Quem não se inscreveu, ainda poderá fazê-lo pelo site www.impactodecarnaval.com.br .