Categoria: Oração – Forças Somadas

  • Dedicação a Missio Dei

    Dedicação a Missio Dei

    Karl Barth, em 1952, na Conferência de Willingen – Alemanha utilizou o termo “Missio Dei” de forma bem clara para explicar a missão como derivada da própria natureza divina. Outro autor, que na mesma conferência utiliza o termo “Missio Dei” é George Vicedon, cujo objetivo foi afirmar que “Deus é o sujeito ativo da missão”.

    A missão de “buscar e salvar aquele que se havia perdido” (Lucas 19.10) é um movimento, desde a criação do mundo, de Deus em direção à humanidade. Deus nos convida a sermos “pescadores de homens” (Mateus 4.19) e a participar desse movimento de forma ativa (Mateus 28.19-20). O Departamento de Evangelismo e Missões da Convenção Batista Carioca tem como objetivo dar continuidade à missão que Deus concedeu aos lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro que é “cumprir o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo, que é a igreja” (Colossenses 1.24). E para
    isso, o projeto Missionário Urbano no Rio de Janeiro é feito a partir da cooperação entre irmãos e instituições.

    Hoje são mais de 50 projetos missionários estabelecidos em diversas áreas de atuação: porto, escolas, hospitais, cemitérios, em comunidades carentes, em igrejas, em presídios e unidades socioeducativas. Mais de 20 capelães e 180 voluntários trabalhando nesses projetos. Para que toda essa ação aconteça, existem vários processos acontecendo: pessoa e igrejas orando, pessoas e igrejas indo, pessoas e igrejas ofertando recursos. O Plano Cooperativo é parte integrante desse movimento. Quando a igreja investe na CBC através do Plano Cooperativo, a igreja esta investindo também em missões.

    Somos gratos a Deus pela fidelidade dos irmãos e das igrejas na contribuição financeira mensal! A sua fidelidade tem feito a obra missionária avançar na cidade do Rio de Janeiro.
    Que nosso Deus missionário possa continuar dando visão e recursos para compartilharmos com aqueles que Ele nos orientar!

    Pr. Ulisses Souza Torres
    Coordenador de Missões Rio

     

    Motivos de Oração:
    1. Pela obra de evangelização na cidade do Rio de Janeiro
    2. Pelos missionários da Convenção Batista Carioca
    3. Pela ampliação da obra de Missões Rio
    4. Pela fidelidade das igrejas ao Plano Cooperativo para fortalecimento da obra
    missionária.

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  • Plano Cooperativo: dádiva ou dívida?

    Plano Cooperativo: dádiva ou dívida?

    Pr. Nilton Antônio de Souza – Dir. Geral da CBC

    “Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só, como se aquentará? E, se alguém prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa” Ec 4.9-12.

    As raízes do Plano Cooperativo estão na história dos Batistas do Sul dos Estados Unidos. Eles se tornaram muito fortes e começaram a criar as Juntas: de Missões Nacionais, de Missões Estrangeiras, de Escolas Dominicais e de Beneficência. Com essas e outras organizações que reclamavam sustento, surgiu um sistema bastante lógico e apropriado que estava baseado na ideia do “dízimo dos dízimos”.

    Assim, em 1925, quando o trabalho de sua Junta de Missões Estrangeiras tinha vários missionários em outras partes do mundo, inclusive no Brasil, foi criado e oficializado o Plano Cooperativo. Esse era um modelo que, naturalmente, estava latente nas mentes dos missionários americanos que atuavam no Brasil. Mesmo assim o plano só foi introduzido em nosso País 34 anos mais tarde, em 1959.

    Em 1957, numa das salas do Colégio Batista Mineiro, em Belo Horizonte, antes de iniciar a Assembleia da Convenção Batista Brasileira, que naquele ano se realizaria naquela cidade, um grupo de Secretários Executivos de diversas Convenções Estaduais se reuniu com a finalidade de estudar um plano de sustento para as nossas instituições. Na verdade, o que se desejava era encontrar uma adaptação do “Cooperative Program” dos Batistas do Sul dos Estados Unidos, que lá estava sendo uma bênção.

    Os debates, em forma de dinâmica de grupo, foram proveitosos. Dali saiu um memorial que foi apresentado à Assembleia Convencional. Ficou decidido que se entregasse a matéria à Junta Executiva da CBB para estudo, cujo resultado seria apresentado na Assembleia seguinte. O memorial ficou registrado nos Anais da Assembleia de 1957: “As igrejas recolhem seus dízimos e ofertas. Do total, retiram uma porcentagem, no mínimo 10%, e a enviam à convenção estadual, conforme o estabelecido pela igreja…”.

    Baseado nisso é que parte dos nossos dízimos alcança a cidade do Rio de Janeiro, o Brasil e o Mundo; é assim que a cooperação de todos frutifica na unidade e crescimento do povo de Deus. Sejamos fiéis a Deus em nossos dízimos e ofertas, para que a nossa igreja possa ser também fiel na entrega do PC para que Deus seja louvado e conhecido em todos os lugares, como preconiza Atos 1.8: “…Jerusalém, Judéia, Samaria e até aos confins da terra”.

    Citando o saudoso Pr. Isaltino: “Cooperação sempre foi uma palavra chave entre nós. Nenhuma igreja, em particular, poderia manter o que a Convenção Batista Brasileira mantém, em termos de missões mundiais e nacionais. Nenhuma igreja, em particular, poderia manter o trabalho de missões estaduais (Missões Rio), como nossas convenções mantêm. Temos mecanismos de promoção do reino que funcionam muito bem quando nos ajuntamos. Por isso que cooperação nos é fundamental. Sem ela ficamos mutilados. Há problemas? Sim, há. E muitos. Mas ao invés de reclamar e de apedrejar, coloquemos os ombros sob a carga, e trabalhemos com afinco. Ela (a Denominação) merece isso de nós.”

    O Plano Cooperativo é uma dádiva ou uma dívida? Mesmo que sua igreja tenha assumido o compromisso de participar do sustento denominacional, soa melhor ao coração de Deus e ao nosso de que ele seja uma dádiva, porque “Deus ama quem dá com alegria”! (2Co 9.6). Vamos nessa?!

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  • Dádiva

    Dádiva

    Por Roseli Martins Xavier Pinto
    Presidente da UFMBC

    Estamos nos aproximando do quarto mês de Campanha de Cooperação  – Campanha de oração, das Igrejas Batistas Carioca, cujo tema é  “Forças Somadas, Resultados  Multiplicados”. Estamos nos aproximando do quarto mês de Campanha de Cooperação  – Campanha de oração, das Igrejas Batistas Carioca, cujo tema é  “Forças Somadas, Resultados  Multiplicados”. 

    E para este mês  de Setembro  refletiremos sobre  o que é  DÁDIVA

    Dádiva é uma palavra derivada do latim dativa que significa donativo. Uma dádiva representa aquilo que é dado, um presente ou uma oferta.

    Ainda podemos utilizar o termo dádiva como sentido de presente divino, por exemplo, “os filhos são uma dádiva de Deus”. A vida é uma dádiva de Deus.

    Dádiva é tudo aquilo que se recebe gratuitamente. São considerados como dádivas todos os atos de benevolência que naturalmente fazem parte da sociedade, por exemplo, doação de sangue ou de órgãos, doações de roupas ou alimentos para os mais carentes e necessitados, etc.

    A dádiva é um ato simultaneamente espontâneo e obrigatório, completando por ser uma dualidade entre a espontaneidade e a obrigatoriedade, entre o egoísmo e  solidariedade, e pode-se chegar à conclusão que a dádiva une, ela transmite a  união. 

    O Apóstolo Paulo ao escrever sua segunda carta aos Coríntios, no cap. 9:15  disse: “Graças sejam dadas a Deus por Sua indescritível dádiva.” 

    Paulo queria que os Coríntios entendessem o valor imensurável da DÁDIVA de Deus, que fora representada pelo ato de dar o seu Filho unigênito à terra. Deus nos deu um presente que é a maior demonstração de amor de toda a História. (João 3:16; 1 João 4:9, 10) O apóstolo Paulo chamou esse presente de “indescritível dádiva”. Por que usou essa expressão?

    Paulo sabia que todas as maravilhosas promessas de Deus têm cumprimento garantido por meio do sacrifício perfeito de Cristo. (2 Coríntios 1:20.) Isso significa que a “indescritível dádiva” de Deus inclui o sacrifício de Jesus e toda a bondade e amor leal que nosso Pai  mostra por nós. Essa dádiva nos comove tanto que não pode ser plenamente descrita em palavras, mas pode, por nós, ser descrita em atos. 

    Essa dádiva que ganhamos de Deus, foi-nos dada sem nada  pedir em troca. Porque Ele disse, “Dar é mais bem-aventurado que receber”. Então, nós, os resgatados por alto preço  recebemos UMA DÁDIVA  ESPECIAL  DE DEUS,  como um presente  de  inestimável valor, sem merecermos  e sem oferecer-lhe  nada em troca. 

    Como nos sentimos quando sabemos que recebemos  um presente tão caro?  Ficamos extasiado num misto de alegria. E muito mais ainda se esse presente veio para mudar nosso estado, nossa condição de vida.  Muitos presentes são tão especiais que promovem uma mudança radical em nossa vida e, essa mudança se estende a outros.  Foi pensando nisso e para isso que Deus nos deu sua indescritível DÁDIVA.  Ele sabia que ficaríamos felizes e que nossa vida mudaria e mudou.

    E agora, que já temos o presente já refletimos na alegria em tê-lo recebido de forma tão gratuita, o que podemos fazer para e dinamizar nossas igrejas com esse nosso entusiasmo e nossa alegria? A conclusão é simples e fácil de ser compreendida: presentear aquilo que recebemos aos outros oferecendo nossas dádivas. E quais são?  Nossas orações, ofertas e dons.  

    Como liderança Batista, e, nesta Campanha em prol do Plano Cooperativo, podemos agir de forma  mobilizadora.  Sim.  Uma liderança  mobilizada  no propósito da doação  de  ofertas, das  nossas dádivas, buscando a visão do  crescimento das Igrejas, refletindo na obra   missionária,  fazendo o  Rio de Janeiro conhecer a Dádiva maior que é Cristo, pois, somente recebe a dádiva de Jesus quem recebe a Ele próprio, e Ele é a dádiva  que nos foi dado,  através  de  uma  entrega total sem nada questionar do meu, do seu  e do nosso merecimento ou não. 

    Portanto, pensemos, em união, pensemos em conjunto, para  um grande avançar de nossas igrejas, através da contribuição do PLANO COOPERATIVO que não é um plano financeiro, mas um plano de sustento da obra, que hoje mais do que nunca precisa ser restaurado  através das novas dádivas, das nossas doações   para o expandir da nossa contribuição  e  vermos o renascer no coração de cada igreja  a alegria  de  se entregar  a aquele que merece receber o que  temos de melhor. 

    Não podemos deixar de registrar as palavras de Khalil Gibran e o que pensava  sobre, a DÁDIVA,  quando assim  se expressou:

    Há os que dão pouco do muito que possuem, e fazem-no para serem elogiados, e seu desejo secreto desvaloriza suas dádivas.
    Há os que pouco têm e dão-nos inteiramente.
    Esses confiam na vida e na generosidade da vida e seus cofres nunca se esvaziam.
    Há os que dão com alegria e essa alegria é sua recompensa.
    Há os que dão com pena, e essa pena é seu batismo.
    E há os que dão sem sentir pena, nem buscar alegria e sem pensar na virtude.
    Dão, como num vale o mirto espalha sua fragrância no espaço.
    Pelas mãos de tais pessoas Deus fala; e através de seus olhos Ele sorri para o mundo.

    Que sejamos como aqueles  que dão sem sentir pena, nem buscar alegria e sem pensar na virtude, espalhando sua fragrância de bondade  no espaço, fortalecendo assim a solidariedade,  reconstruindo  o ato  de  doar  para que  vejamos o crescimento  dessa  dinâmica  praticada,  antes por  Cristo, de forma que sejamos dádivas  na vida de tantos  que não nos conhecem .

    “Graças sejam dadas a Deus por Sua indescritível dádiva.”  Coríntios, no cap. 9:15  

    Oremos:
    1. Pela obra de Ação Social da Convenção Batista Carioca desenvolvida através da Cidade Batista/Lar do Ancião.
    2. Pelas atividades de assistência social desenvolvidas pelas igrejas batistas e pelas Associações.
    3. Pela mobilização da UFMBC através de campanhas de ajuda às diversas Capelanias da Convenção Batista Carioca, Casa Batista da Amizade e Cristolândias.
    4. Para que cada batista carioca tenha suas ações individuais em doar-se a fim de que “sejamos dádivas” para que todos venham a conhecer a Jesus através das “obras de nossas mãos” (Mt 5.16)

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  • Transparência – comprometimento, unidade e cooperação

    Transparência – comprometimento, unidade e cooperação

    José Maria de Souza, Pastor da PIB da Barra da Tijuca e Presidente da CBC

    Transparência é uma palavra que pode ser melhor entendida através de uma outra palavra: integridade. Ser transparente é evidenciar de forma publica o que se faz e se acredita em particular. 

    Há uma valorização tremenda da integridade nos ensinos bíblicos, a começar por uma das bem-aventuranças que afirma: “Bem-aventurados os puros de coração, por que verão a Deus”. Mateus 5.8

    Quando se trata de cooperação e unidade a transparência aliada da integridade entra como um elemento primeiro de crença. Ou seja, cada batista precisa reafirmar em sua mente estes valores. Temos aprendido que somos e praticamos o que cremos ou na linguagem bíblica o que pensamos. Lemos em Romanos 12.2 que qualquer mudança de comportamento que queremos demonstrar ela acontece primeiro na mente. “Transformai-vos pela renovação da vossa mente”. Esta transformação ou mudança é algo profundo e radical. 

    Já na origem da entrada de alguém para a membresia de uma igreja batista, a declaração ouvida desta pessoa é que ela vem para somar, para cooperar, para ajuntar e promover a unidade. Ou seja, precisamos enquanto denominação, ainda que sejamos pessoas diferentes, que tenhamos ideias diferentes sobre um mesmo tema, firmar a nossa crença que somos do mesmo “time”, estamos do mesmo lado, temos a mesma bíblia, temos o mesmo Espirito e o inimigo de um é comum a todos. Como crença, unidade e cooperação devem fazer parte da nossa vida.

    As ações da nossa crença são ou serão decorrentes e se mostrarão de variadas formas. Revelar unidade e cooperação ocorre pela forma como nos comprometemos: (a) Em orar por nossa Convenção, por suas ações regulares através das várias organizações, orar por seus lideres incluindo a Diretoria, a direção executiva, os nossos missionários; (b) Em nos manter informados sobre tudo o que esteja sendo realizado em todo o âmbito da Convenção; (c) Em oferecer sugestões para um bom funcionamento deste o daquele setor, desta ou daquela atividade; (d) Em disponibilizar os ambientes da igreja na qual se é membro ou viabilizar para que isso aconteça, de modo que as atividades da Convenção sejam bem acolhidas e bem realizadas; (e) Em nos fazer presentes nas atividades realizadas.

    Estas são algumas sugestões dentre várias outras formas de evidenciarmos unidade e cooperação, que como estas já acontecem, sendo que algumas delas são mais evidentes numa ou noutra igreja por razões as mais diversas. O mais o importante é que tenhamos claro que sem excluir a cooperação financeira, essencial para o bom desempenho das atividades convencionais, temos outras possibilidades tão importantes quanto esta.Que o compromisso de transparência através da cooperação e da unidade esteja presente em cada batista carioca como forma clara de um valor que acreditamos.

    Oremos:
    1. Pela Diretoria da CBC e suas atribuições diante da denominação, Colégio Batista e Junta de Ação Social da CBC.

    2. Pelos membros que compõem o Conselho Administrativo da CBC a fim de que sejam cumpridores da missão que receberam, refletindo com transparência a integridade de Cristo.

    3. Pelo Diretor Geral, Pr. Nilton Antônio de Souza e sua família.

    4. Pelos funcionários que atuam na sede da Convenção Batista Carioca no cumprimento exemplar de suas funções.

    5. Pelo despertamento e comprometimento de cada igreja batista com as ações desenvolvidas no âmbito do campo batista carioca.

     

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  • Integridade em pauta

    Integridade em pauta

    Por Thiago André da Costa (Sem. da IB da Liberdade, membro do Conselho da JBC).

    O dicionário traz uma das seguintes definições de integridade:“Caráter, qualidade de uma pessoa íntegra, honesta, incorruptível, cujos atos e atitudes são irrepreensíveis; honestidade, retidão.“Característica de quem é inocente, puro; pureza, inocência”.

    Se no Brasil que hoje clamamos por justiça e honestidade a integridade fosse um desejo de cada cidadão, sem sombras de dúvidas, teríamos um país melhor. Para isso, cabe a cada um a busca por esta atribuição: ser íntegro, “inteiro”, incorruptível. Ao olhar a bíblia, temos exemplos de servos de Deus que não abriram mão dos preceitos e ética de vida. A primeira figura bíblica que me vem à mente é Daniel. Ainda jovem, demonstrou o que é ser íntegro num local desprovido de ética. Daniel não negociou suas verdades e nem o que cria. Diante da injustiça de ter sido levado para fora de seu país, Daniel busca ser diferente, quando levado cativo pelos babilônios e colocado na corte de um rei pagão. Daniel se recusa a se assentar na mesa do rei e comer aquilo que o tornaria impuro.

    “Daniel, contudo, decidiu não se tornar impuro com a comida e com o vinho do rei, e pediu ao chefe dos oficiais permissão para se abster deles. E Deus fez com que o homem fosse bondoso para com Daniel e tivesse simpatia por ele. Daniel 1:8,9”. A busca pela integridade deve ser uma decisão nossa, ao nos colocarmos diante de Deus em todos os momentos da nossa vida. Devemos nos empenhar por viver de maneira digna, buscando em oração ser íntegros, incorruptíveis, ter os atos irrepreensíveis e assim espelhar o Senhor.O jovem Daniel tomando essa atitude foi reconhecido pela integridade. Ele se recusou a perder sua pureza. Porém essa busca é para todos os dias, e todo tempo, pois já idoso Daniel prova que ainda busca a integridade e se recusa a se corromper. No conhecido relato da cilada armada para Daniel, onde pessoas que o invejavam fizeram o rei Dario emitir uma lei proibindo adoração a qualquer deus que não fosse o próprio Dario, seria jogado na cova dos leões. A bíblia relata o que Daniel fez: “Quando Daniel soube que o decreto tinha sido publicado, foi para casa, para o seu quarto, no andar de cima, onde as janelas davam para Jerusalém.

    Três vezes por dia ele se ajoelhava e orava, agradecendo ao seu Deus, como costumava fazer. Daniel 6:10”Daniel não espera nem um momento, ele sabe quem é e se nega a se corromper. De joelhos ele clama a Deus, por esse Deus Daniel vai até o limite e passa pela cova dos leões com vida. Daniel passou a vida numa corte que não conhecia o único Deus, porém através de sua vida ele faz Deus ser conhecido por todos. Uma vida íntegra que não troca seus valores e verdades faz Deus ser conhecido por todos. Oremos para viver uma vida íntegra todos os dias e assim fazer Deus conhecido em nossa volta. 

    Oremos:
    1. Por uma juventude cada vez mais relevante na cidade do Rio de Janeiro, através de suas vidas cristãs na igreja, na denominação e na sociedade.
    2. Pela nova diretoria e conselho da JBC.
    3. Pelos pastores e líderes de juventude das igrejas batistas de nossa cidade.
    4. Pelo envolvimento dos jovens como resultado de trabalho cooperativo entre as igrejas batistas da cidade do Rio de Janeiro.
    5. Pela campanha Missões Rio e o alcance do alvo missionário com resultado da cooperação entre as igrejas no sustento deste projeto desafiador de evangelizar o Rio de Janeiro.
    6. Pela integridade das igrejas na entrega do Plano Cooperativo mensalmente.

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  • Somos cooperadores de Deus

    Somos cooperadores de Deus

    Por Márcia Fernandes Kopanyshyn

    1ª Coríntios 3.9 declara que “somos cooperadores de Deus”. Cooperação é uma ação conjunta para uma finalidade, objetivo em comum, baseada na relação entre indivíduos ou organizações que se utilizam de métodos em que há consenso entre os envolvidos. A campanha de revitalização da cooperatividade entre as igrejas batistas da CBC tem por objetivo resgatar o compromisso assumido por ocasião da admissão das mesmas no rol da CBC.

    Ela vai ao encontro da missão da CBC que “é viabilizar, com máxima qualidade, o trabalho cooperativo entre as igrejas batistas da cidade do Rio de Janeiro, para que cumpram integralmente a missão que o Senhor lhes entregou”, buscando “servir com excelência às igrejas batistas e às associações de que fazem parte, respondendo com eficácia e eficiência às suas demandas de serviços e produtos que possam otimizar o seu desempenho e os seus resultados, traduzidos em salvação de vidas, batismos, novas igrejas organizadas e abertura de novos campos missionários (crescimento quantitativo), bem como em santificação de vidas, fortalecimento das igrejas, lideranças altamente capacitadas e uma presença espiritual e eticamente influente na sociedade e na cultura cariocas e brasileiras (crescimento qualitativo)”.

    A base está na oração. Nossa unidade se revela no tema da campanha FORÇAS SOMADAS, RESULTADOS MULTIPLICADOS. Oração é a base para que efetivamente a cooperação possa ser evidenciada nas ações que refletem o caráter de Deus na dinâmica da vida de cada crente batista, no corpo edificado e fortalecido da igreja local, que redunde na soma de esforços para que a missão da CBC seja cumprida. A participação cooperativa permitirá que a missão da CBC seja cumprida, porque enquanto igreja filiada fiel no sustento denominacional os resultados serão multiplicados.

    Oremos:

    1. Por igrejas saudáveis que vivam para a glória de Deus, fazendo a diferença nos locais onde estão inseridas.

    2. Pela cooperação das igrejas no sustento denominacional.

    3. Pela cumprimento da missão da CBC como resultado do trabalho cooperativo entre as igrejas batistas da cidade do Rio de Janeiro.

    4. Pela fidelidade das igrejas na entrega do Plano Cooperativo mensalmente.