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    Acolhendo crianças

    O vietnamita Tong Phuoc ficou conhecido no mundo todo por adotar mais de 100 crianças que seriam abortadas. Apesar da maioria dos vietnamitas se identificarem com o budismo, Phuoc faz parte da minoria cristã e, para continuar livrando bebês da morte e do abandono, continua gastando a maior parte do seu salário no sustento de crianças.

    Phuoc tem página no Facebook e costuma receber algumas doações de pessoas que se impressionam com seu estilo de vida. Chegou a receber elogios do governo, mas não recebe nenhuma ajuda.
    “Essas crianças agora têm um lar seguro. Estou disposto a ajudar e a ensiná-las a serem boas pessoas”, explica o vietnamita, que mesmo aos 50 anos e com a renda de pedreiro, continua adotando crianças. “Continuarei a fazer esse trabalho até meu último suspiro de vida, e encorajo meus filhos a continuarem ajudando outras pessoas desprivilegiadas”, enfatiza.

    No Rio de Janeiro, cristão também têm a oportunidade acolher crianças em suas residências. Uma das formas é oferecer o lar para o acolhimento temporário de meninos e meninas através do projeto da Prefeitura do Rio chamado Família Acolhedora.

    Diferente de Phuoc, quem acolhe crianças pelo projeto carioca pode receber uma ajuda de custo da prefeitura. Os interessados precisam ter tempo disponível e amor para cuidar da criança, idade entre 24 e 65 anos, boa saúde, garantir as necessidades básicas do acolhido e residência fixa no Rio de Janeiro. É importante que o interessado não esteja respondendo a inquérito policial ou envolvido em processo judicial, não tenha problemas psiquiátricos, alcoolismo ou vício em drogas ilícitas.

    A Junta de Ação Social da Convenção Batista Carioca (Jasc) atua em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro no cadastramento de famílias interessadas em acolher crianças. Em caso de dúvidas, entre em contato pelo email: marketing.jasc@gmail.com ou pelo telefone: 3364-6560 ou 99617-1514.