Tag: adolescente

  • CONEXÃO ABC 2026

    CONEXÃO ABC 2026

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    Liderar adolescentes hoje é um privilégio desafiador. Se você está nessa missão, sabe o quanto é importante ajudá-los a conhecer e seguir a Jesus de forma verdadeira.

    Pensando nisso, criamos o Conexão ABC — um encontro para líderes de adolescentes, com um tempo de capacitação, troca de experiências e comunhão, voltado aos desafios reais desta geração.

    Participações:
    * Thiago Mercedes (presencial)
    * Diego “Xero” Guerzoni (videoconferência)
    * David Riker (videoconferência)

    📅 11 de abril de 2026
    ⏰ 09h às 18h
    📍 Igreja Batista do Méier

    💰 R$ 39,90
    ⚠ Apenas 60 vagas

    Inscreva-se:
    https://forms.gle/BaKJkV9JX44PRwFy9

    #lideresdeadolescentes#ministeriodeadolescentes #liderancacrista#igrejabatista

     

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  • Luau da ABC

    Luau da ABC

    Na madrugada de sexta para sábado, centenas de adolescentes e jovens se aglomeravam nas areias da praia do Recreio dos Bandeiras, na altura do posto 9, para momentos de comunhão e celebração a Deus no evento anual dos Adolescentes Batistas Cariocas conhecido como Luau da ABC.

    Brinquedos, equipe de louvor animada e mensagem edificante foram os ingredientes de uma receita que vem dando certo há dez anos, quando o Luau ainda dava seus primeiros passos. O evento vem ganhando notoriedade a cada edição e, por conta disso, há um claro aumento de público, mostrando que a programação atinge a necessidade de socialização entre os adolescentes.

    Neste ano foram 800 pessoas participando, entre adolescentes de várias associações batistas, seus pais, líderes e amigos. Quem esteve presente notou que, embora o evento aconteça em local aberto, a capacidade de concentração e organização é de impressionar.

    O momento devocional abre a programação. A equipe de louvor, formada pelos próprios adolescentes, dá conta do recado e conduz com maestria a adoração, mesmo com recursos sonoros limitados. Em seguida, vem o momento de reflexão com um pastor convidado.

    Este ano, a mensagem ficou a cargo de Rafael Rocha, pastor de juventude da IB Monte Tabor, em Campo Grande. Usando o texto de Hebreus 12, Rafael incentivou os adolescentes a buscar pessoas que os inspirem a ter uma vida de acordo com o Evangelho.

    “Quando a palavra diz que estamos cercados por uma nuvem de testemunhas, o autor não queria dizer que tem gente fiscalizando sua vida. Ele quer dizer que há homens honrados, que viveram uma grande realidade de fé e que se transformaram em vidas inspiradoras. Deveríamos olhar para essas pessoas, que viveram uma causa, e nos inspirarmos nelas. Olhem para elas porque existe uma proposta, uma carreira para ser corrida”, disse o mensageiro.

    O adolescente Daniel de Castro afirma que eventos como o Luau precisam acontecer para facilitar o contato com pessoas de mesma fé, já que encontrar aceitação social ainda é uma tarefa difícil. “A época de escola é desafiadora. Você é cristão e está ali para falar para as pessoas o que você ouve na igreja. Isso é muito difícil! Acho que o preconceito e a falta de aceitação para com o evangélico é grande”, comenta Daniel. Segundo ele, a chave está na estratégia do discipulado, ou seja, na forma natural de aprender e ensinar os princípios do evangelho. “Se você não tiver isso, você não tem uma base para explicar sua fé nos ambientes que vivemos”.

    Foi a primeira participação de Pablo Tavares no Luau da ABC. Ele, que neste ano assumiu a liderança dos adolescentes na Comunidade Batista Vida, aprova a utilização de estratégias atrativas para este público, especialmente se o foco está no relacionamento. “O mundo é tão atraente para o adolescente e aqui nós temos uma forma atrativa para que eles encontrem pessoas de mesmo foco. De maneira geral, creio que o principal desafio está no discipulado porque a gente tem que aprender a andar junto deles. Eles querem e precisam ser ouvidos. Às vezes a família deixa de ouvi-lo e a gente, como líder e pai espiritual, tem que aprender a ouvir e mostrar que eles são importantes”.

    O coordenador do departamento Adolescente Batista Carioca, Marcus Vinicius Cabral, afirma que o luau se tornou um marco entre os adolescentes. Depois de tantas edições, continua sendo um evento forte e bastante cobrado. “O luau, além de promover a unidade, acaba sendo um evento de abertura das atividades das associações. Do luau, o líder da associação já marca as atividades regionais. Safira e Ilha do Governador, por exemplo, fizeram assim. Isso marca a união das igrejas, como corpo de cristo, falando de Jesus e apoiando umas às outras”.

    As atividades do departamento de adolescentes da Convenção Batista Carioca costumam ser comunicadas, primeiramente, pelo Facebook. A página www.facebook.com/adolescentecarioca não é apenas uma central de informações para a faixa-etária, mas acaba sendo um espaço para comunhão e edificação. A galeria de fotos do LUAU da ABC já se encontra disponível nesta fanpage.

  • Em busca do equilíbrio

    Em busca do equilíbrio

    Você ainda pode mobilizar os adolescentes de sua igreja para participarem do Congresso dos Adolescentes Batistas Cariocas (ABC), que acontece desde o dia 21, na Igreja Batista Itacuruçá, na Tijuca. O evento termina amanhã, com um culto especial de aniversário da ABC que trará executivos que marcaram gerações de adolescentes nos últimos 50 anos.

    Tratando do tema Equilíbrio entre a Fé e a Razão, a ABC conta com uma programação contextualizada, com ações que fomentam a comunhão entre participantes e reflexões que fortalecem a vida cristã. Hoje à noite, às 19h, tem culto com a participação especial do pr. Raphael Cheddid, jovem envolvido com um estilo de vida missional e com a denominação.

    Amanhã, a partir das 16h, moças e rapazes participam de um debate sério sobre maioridade penal. A discussão contará com a participação do pr. André Decotelli, pr. Rafael Rocha e Ronilso Pacheco. A programação será transmitida pela internet, através do canal UAI Tube, https://www.youtube.com/channel/UCyOjBXShxmbqDa0AVLhohsQ .

    Ontem também foi um dia de muita reflexão. No período da tarde, houve um workshop sobre Evangelismo Criativo com a equipe do JV na Estrada. O missionário Guilherme Gracindo Pinheiro, da Igreja Batista de Laranjeiras, conduziu este momento. “A gente fala sobre o que é evangelismo, criatividade, um panorama da evangelização, da ação social… A gente traçou um histórico dos três períodos principais da evangelização no Brasil, passando por métodos até chegar ao ponto do evangelismo restaurador que busca restaurar a imagem de Deus no homem; que se dá pelo relacionamento, pelo dia a dia, pelo discipulado. O desafio é que a gente saia daqui assumindo um estilo de vida evangelizador”, comentou Guilherme. À noite, louvor, mais momentos de despertamento missionário com as participações da organização Alfa e Ômega (evangelização de universitários) e do departamento de missões da Convenção Batista Carioca, e mensagem do pr. Henrique Araújo.

    Segundo Marcos Vinicius Chagas Jr, coordenador da ABC, o congresso é um evento que faz parte de uma estratégia com resultados a longo prazo, a partir de temas anuais que se conectam com a vida do adolescente. Para o próximo ano, a ideia é abordar o tema maturidade. “Desde o momento que ele alcança equilíbrio, ele precisa buscar a maturidade. E, se tudo der certo, a meta é para o terceiro ano já levá-los a um degrau a mais no crescimento espiritual”, afirma Marcos.

  • ABC realiza congresso 2015

    ABC realiza congresso 2015

    Começa hoje o Congresso dos Adolescentes Batistas Cariocas. O evento, previsto para às 18h30, será realizado na Igreja Batista Itacuruçá e nas dependências do Colégio Batista.

    Neste ano, o congresso vai discutir o equilíbrio entre a fé e a razão. Para isso, conta com a participação dos pastores Cleudair Godoi, Henrique Araújo, Raphael Chedid e Fernando Pinto. Durante a programação, os congressistas ainda participam de workshops, fóruns de discussão sobre temas da atualidade e oficinas de evangelho criativo.

    palestrantes

    Para participar do evento, o adolescente não paga nada. Mas há opções de pernoite e alimentação. Neste caso, é necessário acessar o link do Grupo Congresso da ABC 2015 – www.facebook.com/groups/1427215507600482 ; baixar e imprimir a ficha de inscrição; e fazer o depósito na conta disponível na ficha. Leve o comprovante de pagamento e a ficha de inscrição assinada pelo responsável.

    Confira os valores:

    R$ 52 – diária
    Pernoite com café, almoço e janta

    R$ 112 – Pacote
    Pernoites durante todo o evento com café, almoço e janta

  • Sobre a redução da maioridade penal

    Pr. Renato Fonseca

    Um dos temas que têm tido mais espaço, embora seja antigo, mas recentemente bastante exposto nos meios de comunicação, é aquele que fala acerca da PEC 171/1993, que visa alterar o artigo 228 da Constituição Federal para reduzir a maioridade penal de dezoito para dezesseis anos.

    O assunto envolve os aspectos jurídicos, políticos e sociais que merecem uma abordagem séria e comprometida com os valores humanos e coerentes com o discurso e fé cristãos. Não há dúvida de que a sociedade deseja que os atos praticados por adolescentes infratores sejam punidos (na verdade, já podem ser punidos e muitos o são) e, neste contexto, políticos de várias origens e partidos aproveitam o “momento” para apresentarem-se como “defensores” das vítimas.

    A constituição de um país visa o equilíbrio das relações entre as pessoas e a proteção da sociedade ante qualquer déspota, podendo ser este ditador, talvez até o próprio Estado, objetivando segurança jurídica e visando, em nosso caso, permitir que a democracia seja fortalecida e que não sirva de pretexto para atingir as minorias (minoria é conceito de força política e não de quantitativo). Assim, o artigo 228 da Constituição Federal de 1988, para parte considerável da doutrina jurídica, é um artigo que não pode ser alterado nem por emenda constitucional.
    Explico. A chamada ADIN 939-7/DF, já consagrou o entendimento do STF de que os direitos individuais protegidos pelo artigo 5º da Constituição Federal são uma lista exemplificativa, assim, sabe-se que podem, e de fato existem, outros direitos fundamentais protegidas com o poder da imutabilidade fora daquele artigo. Neste sentido, o artigo 228 da CF/88 é um exemplo de cláusula pétrea (imodificável), fora do rol do artigo 5º da Constituição Federal e protegida pelo artigo 60 da referida Constituição (a qual pode-se dizer que confere em relação às cláusulas que lidam com direitos individuais, que estas não podem ser alteradas para a sua supressão ou abolição em uma diminuição de direitos individuais, sob pena de ferir-se a própria Constituição), o que faz que tal artigo, seja protegido pelo manto constitucional que veda emendas abolicionistas e reducionistas.

    Repito. A Constituição Federal, no tocante às suas cláusulas de pedra que versam sobre garantias de liberdade religiosa, liberdade de expressão, direito à vida, de propriedade, de imunidade tributária para templos religiosos, dentre outras garantias e direitos, também protege os direitos individuais que todos os adolescentes em nossa pátria têm de apenas serem julgados e tratados perante uma legislação diferenciada que não pode ser suprimida, sob risco, inclusive, de perda simbólica de força nos demais direitos humanos tão preciosos e já mencionados neste parágrafo. Um passo terrível em direção a uma situação constrangedora dos pontos de vista institucional e humano.

    Mas pode alguém perguntar: Quanto aos direitos da vitima? A sociedade não pode reclamar por justiça? Temos então questões de importante destaque para o presente tema. Não temos como esgotar esta matéria em poucas linhas. Quem já foi vitima de um ato de violência em sua vida jamais pode ser tratado com indiferença. O problema é que ao longo dos séculos avançamos para sairmos de uma sociedade da “vingança pelas próprias mãos” para um sistema que visa tratar com isonomia os diferentes. Como cristãos, nossa justiça precisa ser superior e, urgentemente, precisamos saber o que é justiça.

    Assim, pensemos no seguinte: perguntando a uma pessoa traída nos negócios o que faria com a pessoa que a traiu, deixando-a arruinada financeiramente, será que não teríamos como resposta o seu desejo de exterminar aquela pessoa má, como também a família dela, sua esposa, seus filhos e até seus animais? A raiva, a amargura e os demais sentimentos tiram por completo sua condição de analisar e resolver o problema. A justiça tem que ser restaurativa. Uma descoberta: Nem a vítima e nem o réu podem decidir o caminho da melhor medida, da medida mais proporcional.

    Reduzir a maioridade penal é dar uma resposta inadequada aos problemas que enfrentamos (todas as pesquisas sobre violência apontam que os adolescentes não são responsáveis nem por um por cento dos crimes violentos), e pode, esconder, o real abandono social, e de que precisamos como igreja também intervir como agentes de transformação da realidade que nos cerca.

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