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  • Congresso de Administração Eclesiástica chega à região Oeste

    Congresso de Administração Eclesiástica chega à região Oeste

    Em sua sétima edição, o Congresso de Administração Eclesiástica da Convenção Batista Carioca chegou ao bairro de Paciência para beneficiar irmãos de igrejas batistas da zona Oeste do Rio de Janeiro. Criada para levar capacitação em atividades essenciais de uma igreja organizada, a programação contou com a participação de mais de 200 participantes interessados em melhorar departamentos como tesouraria, conselho fiscal, ministério de louvor, promotoria de missões, entre outros.

    A programação, sediada na Primeira Igreja Batista de Paciência, foi totalmente gratuita. Com início às 9h, os participantes foram conduzidos a momentos de adoração a Deus e oração. Em um segundo momento, foi dada a palavra ao Pr. Carlos Elias de Souza Santos (Sênior da PIB de Campo Grande), que falou sobre o tema “Princípios da cooperação e da fidelidade”.

    Dentre os apontamentos feitos pelo pastor, destacou a necessidade de um convívio harmonioso em projetos e parcerias, pastores e lideranças, membros e a denominação. Para isso, ressaltou que é preciso eliminar do meio batista o sentimento de concorrência e competição e substitui-los por projetos dotados de propósito.

    Pastor Carlos Elias disse ainda que é preciso melhorar a transparência denominacional e ampliar o conceito de cooperação, que vai muito além de um voto de pagamento mensal. Concluiu também que parte da falta de cooperação batista reside no “exercício indevido da autonomia da igreja local”.

    Pr. Carlos Elias, da PIB de Campo Grande.

    “Cabe ao líder ou pastor o desafio de explicar e colocar claramente à sua igreja o que é de fato o princípio da autonomia. Estamos criando igrejas desqualificadas no conceito de interdependência. Geramos crentes egoístas e vaidosos, que estão focados nas igrejas para desenvolver projetos pessoais e seus sonhos, mas os nossos projetos denominacionais e o sonho de Deus para a unidade da Igreja vai ficando de lado. Logo o desafio da cooperação muitas vezes esbarra na autonomia… Criamos um filho para ser independente e autônomo, que possam crescer e casar. Mas se não desenvolvo o senso de cooperação na família, quando estivermos velhos, nos abandonarão”.

    A segunda palestra foi ministrada pela psicóloga Dra Sandra Mara de Souza, na qual apresentou a importância de administrar emoções para a manutenção de relacionamentos saudáveis. Isso porque as reações e a forma inteligente como lidamos com o outro, em certa medida, pode ser a chave para ministérios e igrejas sadias e cooperantes.

    “Como podemos definir inteligência emocional? É conseguir reconhecer as emoções em si e no outro. O valor da emoção nos relacionamentos é quando eu consigo interpretar o que está acontecendo com o outro. Do que adianta você ser tão inteligente e não ter a capacidade de se relacionar com as pessoas? Já vi templos suntuosos, bonitos, pastor pregando teologicamente e a igreja estar vazia. E já vi igrejas cujo pastor não tem tanta oratória e a igreja estar cheia, com todos trabalhando e fazendo porque levo inteligência aos meus relacionamentos”, apontou Drª Sandra.

    Drª Sandra Mara, falando sobre o controle emocional na administração de relacionamentos.

    Se, por um lado, cooperação e inteligência emocional andam juntas, por outro a capacidade técnica e operacional também são aspectos a serem levados em conta no ambiente eclesiástico. Pensando na qualificação de membros, foram realizadas sete oficinas no período da tarde, tratando dos seguintes assuntos: Secretaria – elaboração de atas, com o pastor David Curty; Atribuições e responsabilidades de um Conselho Fiscal e a iminente cassação do CNPJ das igrejas, com o pastor Luciano Garcia; Ministério com Idosos, com a assistente social Elaine Nolding;Como ser um tesoureiro eficiente, com o pastor Clayton Alvin; Como promover missões e o PAM na Igreja Local, com o pastor Fernando Leiros; Ministério de culto e louvor e como elaborar uma ordem de culto, com a ministra de música Rachel Abreu Pereira; e Aposentadoria: leis atuais, contribuições e possibilidades, com o advogado e pr. Roberto Abreu.

    A Convenção Batista Carioca agradece a Deus pela cooperação dos irmãos da Primeira Igreja Batista de Paciência, ao recepcionarem cada congressista com alegria. Que o Senhor possa continuar fortalecendo estes irmãos na tarefa de proclamação e testemunho do evangelho.

    Clique aqui e confira o álbum do congresso em nossa página, no Facebook.

  • Pequenos Grupos Multiplicadores desenvolvem liderança e discipulado em igrejas cariocas

    Pequenos Grupos Multiplicadores desenvolvem liderança e discipulado em igrejas cariocas

    Há pelo menos dois anos, a Convenção Batista Carioca intensificou as ações de capacitação de líderes para Pequenos Grupos Multiplicadores. Várias regiões do Rio já foram contempladas com cursos que ensinam a metodologia utilizada pelos batistas brasileiros para o alcance e discipulado de vidas. Na última terça-feira, dia 14 de agosto, pelo menos 20 líderes de igrejas da região Oeste foram certificados pela CBC, em aula de final de curso realizado na Primeira Igreja Batista de Realengo.

    Na aula de encerramento, ministrada pelo diretor geral da Convenção Batista Carioca, Pr. Nilton Antonio de Souza, eles ouviram sobre aspectos importantes de liderança, especialmente no que tange à transmissão do caráter cristão missionário aos discípulos que serão formados a partir de suas vidas.

    A ênfase da missão dada à igreja quanto à formação de discípulos é clara e requer grande atenção dos que desejam viver segundo os mandamentos bíblicos. Portanto, a CBC continuará abrindo novas turmas de Pequenos Grupos Multiplicadores, na certeza de que esta estratégia resultará em bênçãos para nossas igrejas.

    Fique atento à abertura de novas turmas de líderes de PGMs. Em breve, divulgaremos novas datas.

     

    Formandos da turma de PGMs na PIB de Realengo.

  • Capacitando igrejas

    Capacitando igrejas

    No último sábado, a Convenção Batista Carioca realizou seu 5º Congresso de Administração Eclesiástica, que aconteceu na Igreja Batista em Padre Miguel, na região Oeste do Rio de Janeiro. A programação veio para instrumentalizar membros de igrejas que ocupam funções de liderança, especialmente nos âmbitos administrativo e fiscal.

    Duas plenárias deram início ao evento. A primeira delas teve a participação da delegada Marcia Noeli, diretora da Divisão de Polícia de Atendimento à Mulher da Polícia Civil do RJ. Durante sua palavra, que teve como foco a conscientização sobre a problemática da violência contra a mulher, fez um apanhado histórico dos desafios da mulher na sociedade. Explicando sobre o ciclo da violência, ela afirmou que a maioria das agressões acontece no lar e geralmente são motivadas por uma cultura preconceituosa.

    “O principal fator da violência contra a mulher é a cultura machista dos agressores”, pontuou. Falando sobre os inúmeros casos que chegaram ao seu conhecimento, lembrou-se de que já havia resgatado uma irmã da igreja porque seu marido, seminarista, a mataria. Em casos como estes, Marcia defende que o papel da igreja precisa ir além da reconciliação conjugal, ou seja, deve agir para que haja a interrupção imediata da violência. “Como igreja podemos, sim, apoiar a mulher, enviá-la a um abrigo, dar apoio emocional…”, disse a delegada, que também orientou quanto ao tratamento que pode ser oferecido ao agressor, em casos específicos.

    Tudo começa na missão
    Pr. Fernando Brandão, diretor executivo de Missões Nacionais, veio na sequência para falar sobre a importância do discipulado. Analisando o cenário batista, ele afirmou que perder de vista a missão é perder a própria identidade da igreja. “A missão é multiplicar discípulos e a visão é alcançar a todos”, completou.

    Segundo o pastor, Deus manifesta sua visão e missão através das vidas de seus servos. A estrutura resultante disso são projetos e ministérios. Mas a missão nunca deve ser perdida de vista. Para ele, quando isso acontece surgem as divisões e os isolamentos.

    “Nessa etapa começam a surgir os saudosismos, os questionamentos. Queremos sempre encontrar um culpado e aí surgem as divisões e os isolamentos. Depois desse processo vem a falência e a morte. Pra que isso não aconteça, não podemos perder o ponto de partida, que é a missão.”

    O congresso trouxe também oficinas que oportunizaram o aprofundamento nos temas: Secretaria – Elaboração de Atas (Pr. David Curty); Como ser um tesoureiro eficiente (Pr. Clayton Alvin); Atribuições e Responsabilidades de um Conselheiro Fiscal (Pr. Luciano Garcia); União Estável: o que é e como a igreja deve proceder? (Dr. Marcelo Rosa); Como Promover Missões na Igreja? (Pr. Elias Gouvêa); e Ministério com Idosos (Elaine Nolding). Foi uma tarde de troca de experiências e retirada das dúvidas que surgem no dia a dia da igreja.

    Cerca de 150 pessoas de várias igrejas batistas marcaram presença no 5º Congresso de Administração Eclesiástica. A Convenção Batista Carioca agradece à igreja hospedeira do evento, que com grande alegria recepcionou a todos com sua estrutura e engajamento de membros.

  • Simpósio sobre Ideologia de Gênero

    Simpósio sobre Ideologia de Gênero

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    Um assunto delicado, mas de grande importância para a igreja é a questão da ideologia de gênero. Tratá-las do ponto de vista jurídico e bíblico é essencial não só para uma fé sadia, mas também para a construção de um pensamento social que se preocupa com a dignidade do ser humano, independentemente de sua opção sexual. Foi nessa perspectiva que o Departamento de Associações da Convenção Batista Carioca (DEPAS) realizou, no último sábado, um simpósio sobre o assunto. O evento, que aconteceu na Primeira Igreja Batista Evangélica da Penha, contou com a presença de cerca de 400 pessoas, em sua maioria líderes de igrejas filiadas à CBC.

    O Simpósio sobre Ideologia de Gênero contou com a participação do advogado e pastor Marcelo Rosa e do teólogo e hebraísta Pr. Luiz Sayão. Foram duas horas de apresentação finalizadas com perguntas que foram enviadas aos palestrantes. Abaixo, transcrevemos trechos das palestras:

    A visão jurídica – Marcelo Rosa
    “Ideologia de gênero no Brasil fervilha no campo da política, mas naturalmente vai trazer reflexos importantes no segmento religioso… Nas raízes do feminismo é que a gente vai começar a pensar na ideia de ideologia de gênero. A partir da década de 70 as grandes universidades começaram a refletir sobre isso, especialmente com o feminismo.

    (…)No Plano Nacional de Educação havia meta para a Educação Básica e para cursos de graduação e pós. Todos eles com o objetivo de serem alcançados nos próximos dez anos, onde de maneira bem clara, se colocaria a questão da ideologia de gênero. Originalmente, previa que se acrescentaria a questão do gênero. O PNE não incluiu, mas passou para a legislação dos estados e municípios a possibilidade de inclusão dessa ideologia.

    (…) O direito brasileiro sempre girou em torno dos códigos. Essas leis sempre foram preponderantes, mas, desde o advento do novo código civil, isso mudou um pouco por causa da constitucionalização do direito. Então todo o direito passou a ser interpretado pelo prisma constitucional. Se temos a lei maior, todas as outras deveriam ser interpretadas a partir do que a Constituição estabelece. (…) É no princípio da dignidade humana que se assenta a ideologia de gênero. Traz à luz os direitos dos homossexuais, por exemplo. O princípio da dignidade é um direito constitucional e a gente costuma dizer que é um direito de aplicação imediata.

    (…) Nessa construção ideológica, o ser humano não teria, a princípio, uma unidade a respeito do que é o seu próprio ser biológico, sexual e qual é a sua identidade sexual definitiva porque a gora tudo é transitório. [Por exemplo], o cidadão pode ser homem até os 50 anos e resolver que, depois disso, quer ser mulher. Mas a ideologia de gênero sustenta que o ser não nasce nem homem e nem mulher. Vai ser algo que poderá ser do gênero masculino, ou feminino, ou os dois misturados”.

    A visão bíblica – Luiz Sayão
    “Nos textos hebraicos originais temos a expressão que indica que Deus criou macho e fêmea. E no hebraico temos uma série de palavras diferentes para construir o que chamamos de uma antropologia bíblica. (…) Então o paradigma da construção hebraica, e que vai formar a história da civilização ocidental, é que existe essa referência para homem e mulher. Nós vamos ter, na realidade, a construção da família que se apresenta e se concretiza na ideia de marido, mulher e seus filhos.

    (…) Na bíblia existem muitos textos que tocam diretamente no assunto da homossexualidade e são textos que apresentam de modo geral a descrição da prática da homossexualidade. O famoso texto de gêneses capitulo 19, onde existem cidades que ultrapassaram os limites e recebem o juízo divino. Esse texto fica claro que Deus reprova esse tipo de conduta.

    (…) Na construção da lei, da Torá, nos mandamentos que vão articular o pensamento judaico, nós vamos ter Lv 18.22, muito claro que o homem não deve se deitar com outro homem como se fosse mulher. De modo geral, o Antigo Testamento prossegue em sua discussão e quase não tem qualquer diferença em relação a isso.

    (…) Existe uma hermenêutica destoante. É o fato de Davi ter uma amizade muito forte com Jônatas. Algumas pessoas chegaram à conclusão de que eles teriam tido uma relação homossexual. Pode até parecer uma referência a ser considerada, mas no texto não existe qualquer sinal dessa direção. Primeiro que a própria tradição hebraica não chegou a nenhuma conclusão nessa direção e deve ficar claro que os dois [Davi e Jônatas] têm as suas famílias e toda a discussão do texto passa , inclusive, por uma série de avaliações sociopolíticas que não deixam transparecer qualquer discussão que envolva de fato a questão da sexualidade.

    (…) O Novo Testamento também apresenta a discussão clara acerca disso. Romanos vai fazer uma espécie de crítica onde homens e mulheres deixaram sua relação natural e apresenta esse comportamento como uma descrição de outras características reprováveis na perspectiva dos evangelhos e que eles são uma marca de como a humanidade precisava da graça de Deus.

    (…) A gente deve entender que, historicamente, muitos cristãos tiveram uma reação inadequada com os parâmetros do NT. Toda pessoa deve ser amada profundamente sendo ela homossexual ou não. Porque as pessoas, de fato, têm dignidade e essa dignidade surge com relação à semelhança de Deus. E a regeneração da pessoa passa pela assimilação nítida daquilo que Deus diz sem que a gente modifique a verdade do evangelho para fazer qualquer tipo de jogo político ou social. Mas o evangelho vai mostrar o amor incondicional de Deus pela pessoa de tal forma que essa pessoa, sendo atingida por essa graça, abre seu coração e a graça de Deus começa a atuar em sua vida”.

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    Galeria de imagens

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  • Jornal Batista Carioca

    Jornal Batista Carioca

    Chegou a nova edição do Informativo Batista Carioca! E dessa vez nosso foco está na unidade, mostrando que a cooperação ainda é a melhor maneira de cumprir objetivos relevantes para a cidade. Igrejas unidas em torno de ações denominacionais garantem uma semeadura de boa qualidade e com frutos identificados com a visão de seus semeadores.
     
    Falamos, sim, sobre a importância financeira do Plano Cooperativo, que garante a continuidade de projetos missionários e de apoio ministerial definidos em assembleia, mas ressaltamos, especialmente,que é preciso participação ativa de líderes e membros que almejam um Rio de Janeiro aos pés de Cristo.
     
    Vislumbramos uma gota do poder da cooperação no Movimento Braços Abertos, ação missionária que mobilizou voluntários para a evangelização nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Foram mais de 800 irmãos treinados, resultando em quase 1 milhão de pessoas alcançadas com as Boas Novas. 
     
    Mas, além dessa ação, outras atividades missionárias, de capacitação ou com foco social continuam acontecendo agora mesmo. Talvez seja a hora de convocar sua igreja a presenciar e se tornar coparticipante daquilo que Deus tem feito no Rio através da unidade batista.
     
    Se sua igreja já coopera fielmente com o Plano Cooperativo e permanece conectada com as ações da denominação na cidade, agradecemos a Deus pela visão de sua liderança. Nosso desejo é estreitar ainda mais esse contato e contagiar outros a voltarem seus olhos para essa família chamada batista. Que Deus nos ajude a cumprir seu propósito.

  • Diretoria Reeleita e muita celebração

    Diretoria Reeleita e muita celebração

    Alinhamento das ações estratégicas da Convenção Batista Carioca e celebração pelas bênçãos concedidas por Deus à denominação. Foi nesse contexto que a liderança carioca se reuniu, nos dias 10 a 13 de maio, para mais uma Assembleia anual que, dentre outras definições, teve por objetivo a eleição de sua diretoria.

    Cerca de 130 igrejas foram representadas na 112ª Assembleia da CBC. Aprovaram relatórios, ponderaram ações e, de maneira especial, foram responsáveis pela reeleição histórica de seus líderes. A decisão, proposta e aprovada pela plenária, foi influenciada pela excelência da gestão no último ano. Portanto, a lista de nomes permaneceu:

    Presidente: Pr. Dejalmir da Cunha Waldhelm – IB Central em Bonsucesso
    1º Vice-presidente: Pr. João Luiz Sá Melo – PIB Vila da Penha
    2° Vice-presidente: Nancy Gonçalves Dusilek – IB. Igreja Batista Itacuruçá
    3° Vice-presidente: Pr. Nelson Taylor Filho – IBE do Engenho Novo
    1° Secretário: Pr. David Curty – IB Suburbana
    2ª Secretária: Lucia Helena da Silva – PIB. Copacabana
    3ª Secretária: Ilazy Ildefonso de Oliveira – PIB do Rio de Janeiro

    Sobre o momento ímpar da reeleição, o Pr. Dejalmir declarou: “Não me lembro disso já ter acontecido na história da Convenção Batista Carioca. Então louvo a Deus pela confiança dos irmãos. Tenho aprendido a crescer com essa equipe maravilhosa. É uma das melhores diretorias com as quais eu trabalhei até hoje. Louvo a Deus por isso e sinto que Ele está confirmando o que temos feito”. O vice-presidente, Pr. João Luiz Sá Melo, também comentou sobre o assunto e mostrou sua gratidão pelo que tem aprendido ao lado de irmãos tão comprometidos com a obra de Deus. “Estar com esses irmãos aqui tem sido um tempo de muito aprendizado. Nossas reuniões têm sido leves, com muito respeito e alegria. Sempre tive muito receio de aceitar qualquer tipo de cargo na Convenção, mas tenho tranquilidade de falar que tem sido um tempo de muita benção na minha vida”.

    A 112ª Assembleia contou com a presença de personagens importantes, tais como o secretário executivo da Convenção Batista Brasileira, Pr. Sócrates Oliveira de Souza; o gerente de missões da Convenção Batista Mineira, Pr. Vanuir Torres, que agradeceu o envio de caravanas cariocas para a assistência aos desabrigados de Barra Longa; o diretor executivo de Missões Nacionais, Pr. Fernando Brandão; o representante de Missões Mundiais, Pr. Antonio Galvão; e o deputado federal Arolde de Oliveira. Destaque também para os solistas e grupos musicais que abrilhantaram as noites de celebração, tais como os jovens da IB Rio da Prata e o Coral Feminino da Associação Oeste Carioca. Como pregadores, foram convidados os pastores Luiz Sayão e Walter Jr, que ministraram aos convencionais palavras de edificação.

    Pr. Sócrates, representando a Convenção Batista Brasileira, agradeceu a participação dos cariocas no avanço do evangelho e ressaltou a importância da participação de todos nas ações missionárias que acontecerão no período das Olimpíadas: “A nossa gratidão a essa convenção por sua participação efetiva, não apenas em aspectos financeiros de contribuição, mas em envio de obreiros que têm ajudado definitivamente as ações da CBB. Entendemos que somos transformados pelo poder do reino e queremos que todos da cidade do Rio de Janeiro sejam transformados também. Estamos diante de um grande desafio: as Olimpíadas, e precisamos alcançar muitas pessoas.”

    Noite missionária
    Como de costume, a campanha de Missões Rio teve seu pontapé inicial com a noite missionária na Assembleia da CBC. “Cristo em mim, esperança para o Rio” traz o desafio financeiro de 800 mil reais, mas o departamento missionário necessita também de muitos voluntários para alcançar a meta de levar o evangelho às unidades do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase). Anile Bastos, representando o Degase Rio, falou sobre a importância da parceria fechada com a CBC para que as unidades do estado recebam capelães evangélicos com projetos voltados para esporte, cultura e lazer.

    “São 27 unidades que atendem medidas socioeducativas no Estado. Esses jovens estão ali porque não apenas não souberam fazer escolhas, mas porque não tiveram escolhas a serem feitas; porque em muitos momentos o poder público falhou, não tiveram quem estendesse a mão. Já vi muitos jovens serem mudados porque temos parceiros, mas vi também serem transformados porque temos parceiros como a CBC, que levam o evangelho. Podemos mudar o futuro de alguém, mas só Jesus transforma”, disse Anile, desafiando às igrejas a continuarem investindo em missões urbanas.
    O departamento de missões também apresentou seus novos missionários. Juan Gonçalves e Cristina Sant’Ana atuarão na capelania socioeducativa; Amariz Braz soma ao corpo de capelães que assistem enlutados; e Laércio Oliveira entra agora como missionário efetivo aos encarcerados.

    Ação Social
    A Junta de Ação Social carioca teve uma importante participação na programação, levando à plenária crianças e idosos assistidos pelas ofertas das igrejas cariocas. O diretor executivo, Pr. Everton William, lembrou o crescimento das ações da Jasc e mostrou a visão da instituição em trabalhar em parceria. “A Jasc era apenas o Lar Batista do Ancião. Hoje é também esporte e cultura, oferece cursos de capacitação em situações emergenciais, tem a Madrugada do Carinho, a Casa de Lázaro com a PIB de Campo Grande… Nosso desejo é ajudar as igrejas para que elas implantem seus trabalhos e prossigam gerenciando estes projetos na nossa cidade”, disse Everton. Sobre a visibilidade da Jasc, que poderia ser uma preocupação para alguns, ele concluiu: “Eu e minha equipe não nos preocupamos em colocar o selo da Jasc em todos os lugares, mas nos preocupamos com a implantação do Reino na cidade”.

    ibita-orquestra80 anos
    A Igreja Batista Itacuruçá, igreja que hospedou a Assembleia da CBC, realizou, na noite do dia 12, um momento especial de celebração e gratidão a Deus pelo jubileu de carvalho. O momento – de louvor e reflexão da Palavra – foi conduzido pelo pastor da igreja, Israel Belo de Azevedo. Ao fundo, a talentosa orquestra da igreja apresentava um repertório especial de clássicos da música cristã.

    Em outra ocasião, a igreja, bem como o pastor Israel, receberam da CBC placas de homenagem pela excelente recepção. A organizada estrutura abençoou os convencionais e favoreceu o bom andamento de toda a programação. A estes irmãos, nossas mais sinceras palavras de gratidão e louvor a Deus por suas vidas.

  • Dar dinheiro na Igreja

    Dar dinheiro na Igreja

    Por Ed René Kivitz

    Dar dinheiro na igreja tem sido uma prática cada vez mais questionada. Certamente, em virtude dos abusos de lideranças religiosas de caráter duvidoso e da suspeita de que os recursos destinados à causa acabam no bolso dos apóstolos, bispos e pastores, não são poucas as pessoas que se sentem desestimuladas a contribuir financeiramente. Outras tantas se sentem enganadas, e algumas o foram de fato. Há ainda os que preferem fazer o bem sem a intermediação institucional. Mas o fato é que as igrejas e suas respectivas ações de solidariedade vivem das ofertas financeiras de seus frequentadores e fiéis. Entre as instituições que mais recebem doações, as igrejas ocupam de longe o primeiro lugar na lista de valores arrecadados. Por que, então, as pessoas contribuem financeiramente nas igrejas.

    Não são poucas as pessoas que tratam suas contribuições financeiras como investimento. Contribuem na perspectiva da negociação: dou 10% da minha renda e sou abençoado com 100% de retorno. Tentar fazer negócios com Deus é um contrassenso, pois quem negocia sua doação está preocupado com o benefício próprio, doa por motivação egoísta, imaginando levar vantagem na transação. É fato que quem muito semeia, muito colhe. Mas essa não é a melhor motivação para a contribuição financeira na igreja.

    Há quem contribua por obrigação. É verdade que a Bíblia ensina que a contribuição financeira é um dever de todo cristão. A prática do dízimo, instituída no Antigo Testamento na relação de Deus com seu povo Israel foi referida por Jesus aos seus discípulos, que deveriam não apenas dar o dízimo, mas ir além, doando medida maior, excedendo em justiça. A medida maior era na verdade muito maior. Os religiosos doam 10%, os cristãos abrem mão de tudo, pois creem que não apenas o dízimo pertence a Deus, mas todos os recursos e riquezas que têm em mãos pertencem a Deus e estão apenas sob seus cuidados.

    Alguns mais nobres doam por gratidão. Pensam, “estou recebendo tanto de Deus, que devo retribuir contribuindo de alguma maneira”. Nesse caso, correm o risco de doar apenas enquanto têm ou apenas enquanto estão sendo abençoados. A gratidão é uma motivação legítima, mas ainda não é a melhor motivação para a contribuição financeira.
    Existem também os que contribuem em razão de seu compromisso com a causa, com a visão, acreditam em uma instituição e querem por seu dinheiro em algo significativo. Muito bom. Devem continuar fazendo isso. Quem diz que acredita em alguma coisa, mas não mete a mão no bolso, no fundo, não acredita. Mas essa motivação está ainda aquém do espírito cristão. Aliás, não são apenas os cristãos que patrocinam o que acreditam.

    Muitos são os que doam por compaixão. Não conseguem não se identificar com o sofrimento alheio, não conseguem viver de modo indiferente ao sofrimento alheio, sentem as dores do próximo como se fossem dores próprias. Seu coração se comove e suas mãos se apressam em serviço. A compaixão mobiliza, exige ação prática. Isso é cristão. Mas ainda não é suficiente.
    Poucos contribuem por generosidade e fazem o bem sem ver a quem. Doam porque não vivem para acumular ou entesourar para si mesmos. Não precisam ter muito. Não precisam ver alguém sofrendo, não perguntam se a causa é digna, não querem saber se o destinatário da doação é merecedor de ajuda. Eles doam porque doar faz parte do seu caráter. Simplesmente, são generosos. Gente rara, mas existe. O relacionamento com Jesus gera esse tipo de gente.

    Finalmente, há os que contribuem por piedade. Piedade, não no sentido de pena ou dó. Piedade, como devoção, gesto de adoração, ato que visa apenas e tão somente manifestar a graça de Deus no mundo. Financiam causas, mantém instituições, ajudam pessoas, tratam suas posses como dádivas de Deus, e por isso são gratos, e são generosos. Mas o dinheiro que doam aos outros, na verdade entregam nas mãos de Deus. Para essas pessoas, contribuir é adorar.

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  • Avanços missionários no Rio

    Avanços missionários no Rio

    Nos últimos dois meses, algumas experiências marcaram os missionários da Capelania Prisional e Socioeducativa. Dentre elas, destacamos: a final do 4° Festival de Música Evangélica no Presídio Evaristo de Moraes; a participação de missionários nas atividades de mediação de leitura; e a oficina de introdução à música em unidades do Degase – Departamento Geral de ações Socioeducativas.

    É sempre emocionante para os missionários acompanhar o crescimento dos frutos deste trabalho. No 4º Festival de Música Evangélica, que aconteceu no Presídio Evaristo de Moraes, um dos jurados, vencedor do primeiro festival promovido pela Convenção Batista Carioca (CBC), hoje é estudante do Curso de Capelania Prisional da CBC e seu testemunho transmite grande esperança aos que se encontram encarcerados. Os louvores eram de autoria dos presidiários. Suas letras eram ricas em experiência de vida e embasamento bíblico.

    Na Unidade Penal de Gericinó, a atuação da Capelania Prisional teve um papel fundamental na pacificação desta unidade. Por conta da superlotação, estabeleceu-se um clima de desgaste entre a equipe de administração e os internos. Cientes de que poderiam fazer algo para ajudar, os capelães decidiram promover encontros de oração com ambos os lados, em favor da paz. Como resultado, de maneira milagrosa, os ânimos da cadeia foram controlados.

    O 4º Encontrão, Café e Comunhão da Nova Criatura, evento que reúne egressos do Sistema Penal e familiares atendidos pela Capelania Prisional na Associação Luz da Liberdade (instituição parceira da CBC), também merece destaque. Foi um dia para comunhão e testemunho acerca do poder transformador de Cristo na vida dos que ali estavam. Antes presidiários, hoje pessoas regeneradas e vivendo de forma relevante para o Rio de Janeiro. Este trabalho de ressocialização também conta com o apoio do Ministério Vida Relevante e do Seminário Teológico Betel, que juntos levam capacitação aos egressos (foto acima).

    “Agradecemos ao nosso Pai Eterno por nos permitir participar da obra missionária dEle; à toda nossa equipe de voluntários valorosos e imprescindíveis no trabalho missionário em nossa cidade; aos nossos companheiros de missão nas mais diversas áreas de nossa cidade, os Missionários de Missões Rio da CBC; aos nossos intercessores, enfim… todos que, assim como nós, têm o privilégio de servir ao nosso Pai e ao Cordeiro, a quem é devido toda honra, glória e louvor pelos séculos dos séculos”, declarou o pr. Claudio Barreto, coordenador da Capelania Prisional e Socioeducativa da CBC.

    No Degase, entre muitas formas de atuação, a equipe de Capelania tem se envolvido em atividades de mediação de leitura para adolescentes que cumprem medida socioeducativa. “As atividades são lúdicas e pedagógicas, tendo como base a leitura de qualquer fonte: livros, artigos, gibis, letras de música, redação de cartas e de histórias, fazemos também rodas de conversa e ciranda literária”, disse a missionária Marilena Nascimento.

    Equipe de Capelania Socioeducativa e demais participantes da Oficina de Mediação de Leitura (Degase)
    Equipe de Capelania Socioeducativa e demais participantes da Oficina de Mediação de Leitura (Degase)

    Por meio desse envolvimento, o estímulo à leitura tem como ponto de partida a Palavra de Deus e de livros que possam transmitir os valores do Reino. A expectativa é que 80 adolescentes do Educandário Santo Expedito e Centro de Socioeducação Professor Antonio Carlos Gomes sejam alcançados através da mensagem de Cristo.

  • Esporte que gera transformação

    Esporte que gera transformação

    Projetos esportivos são uma das vias mais estratégicas para o alcance de crianças e adolescentes. Na Capelania Esportiva de Missões Rio – o departamento missionário da Convenção Batista Carioca, não só ajudamos igrejas a implantarem estes ministérios como contribuímos com a formação de líderes.

    Carolina do Amaral Bossois é uma jovem formada em Educação Física que há alguns anos descobriu que poderia utilizar sua formação para glorificar a Deus. Como missionária da CBC, tem contribuído no desenvolvimento de atividades esportivas para crianças, adolescentes e idosos. É nessas atividades que surgem as oportunidades para falar do amor de Cristo.

    “Por exemplo, no futebol, quando trabalhamos o passe, ensinamos também que nós temos que dar o nosso melhor ao próximo, fazer as coisas com excelência… No futebol, se você der um passe errado, acaba atrapalhando todo o time e isso nós aplicamos na vida. Ensinamos como é importante servir ao próximo, servir em casa, na escola…”, explica a capelã esportiva.

    A Igreja Batista no Sampaio tem um projeto esportivo que funciona em parceria com Missões Rio. As atividades acontecem em uma quadra e servem de elo para unir igreja à comunidade. “É muito edificante pois muitos meninos, que nunca foram ao culto aos domingos, participam do projeto”, conta Carolina. No último mês, o projeto comemorou três decisões por Cristo bem ali, no meio da quadra, durante as atividades esportivas. É Cristo sendo apresentado de maneira contextual e atrativa aos amantes do esporte.

    As ações de capelania esportiva também chegam em áreas de vulnerabilidade social, impactando famílias inteiras. No Morro do Banco, Zona Oeste do Rio, a PIB da Floresta da Barra da Tijuca decidiu investir em projetos esportivos para alcançar crianças e adolescentes. Entretanto, desde que começaram as atividades, há aproximadamente três anos, a igreja atrai mais que o público-alvo do projeto. No mês de outubro, por exemplo, quando os alunos foram convidados a participar de uma peça teatral na igreja, muitas familiares compareceram. Para algumas dessas pessoas, esse foi o primeiro contato com a igreja e uma oportunidade ímpar de conhecer o evangelho.

    O Rio precisa conhecer o verdadeiro evangelho de Cristo e você pode ajudar:

    1. Apoiando financeiramente
    2. Intercedendo pelas ações de Capelania Esportiva
    3. Como voluntário em um de nossos projetos

    Para mais informações, acesse www.missoesrio.com.br ou entre em contato através do e-mail evangelismoemissoes@batistacarioca.com.br .

  • Capacitação de voluntários

    Capacitação de voluntários

    Levando capacitação às igrejas locais, no último mês,  Missões Rio treinou cerca de 20 voluntários para atuação em ambientes hospitalares. O curso, ministrado por capelães da CBC, é mais um serviço prestado aos batistas cariocas, sendo um resultado de investimentos por meio do Plano Cooperativo e do Programa de Adoção Missionária.

    O grupo formado já está apto a realizar visitas em hospitais, levando o amor de Cristo aos enfermos e seus familiares. Serão mais elos de uma corrente que está sendo formada para alcançar esta parcela da sociedade carioca.

    Falando em alcance, em setembro a Capelania Hospitalar de Missões Rio registrou 67 conversões a Cristo. Notícia esta que precisa ser celebrada por todos os nossos parceiros. Dentre os convertidos está o pai de um adolescente que já faleceu. Durante um culto fúnebre, realizado no Hemorio, a mãe deste adolescente, que é evangélica, contou algumas experiências tremendas e disse que seu filho estava com o Senhor. O pai, emocionado, orou com o capelão que realizava o culto e pediu uma bíblia para que pudesse conhecer o evangelho.

    O ministério de Capelania Hospitalar também transformou a visão missionária de Bruna (nome fictício). Ela, que é evangélica, estava angustiada porque um parente, em estado crítico de saúde, ainda não havia tomado uma decisão ao lado de Cristo. Para a glória de Deus este parente foi alcançado por um dos capelães da CBC e, com isso, Bruna reconheceu a importância desse projeto, expressando seu desejo de atuar como voluntária de Capelania Hospitalar.

    As vitórias destacadas acima foram possíveis porque há pessoas investindo em Missões, contribuindo financeiramente com o sustento de obreiros. Mas se você ainda não adota um missionário, clique aqui e participe do avanço do evangelho no Rio de Janeiro.