Tag: islamismo

  • Intolerância religiosa

    Intolerância religiosa

    Casos de intolerância religiosa estão se tornando cada vez mais comum no Rio de Janeiro. No último sábado, uma muçulmana afirmou ter sido agredida duas vezes em Copacabana, enquanto distribuía folhetos com mensagens a favor da paz e respeito religioso.

    Tatiana Galvão, bióloga, teria sido hostilizada por um francês, que jogou o folheto em seu rosto, enquanto xingava e ameaçava. Ela contou ainda que, mais tarde, recebeu tapas de outro homem durante a entrega do mesmo folheto.

    O vice-presidente da União Nacional das Entidades Islâmicas (UNI), Ali Hussein Taha, se reuniu com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, para tratar dos casos de discriminação e intimidação de muçulmanos no Brasil. Segundo Taha, a mídia tem um forte papel na estigmatização do muçulmano como terrorista.

    “Na realidade somos brasileiros, somos quase 1,5 milhão e meio de brasileiros muçulmanos no território nacional há várias gerações. Somos brasileiros acima disso e a religião não pode tratar nem mais nem menos os brasileiros e foi essa a questão que viemos tratar aqui com o ministro”, disse Taha.

    Para o ministro Moraes, é inadmissível que todos os muçulmanos sejam confundidos com terroristas. Ele acrescentou que ministérios e as autoridades federais trocarão informações com entidades muçulmanas para o combate ao preconceito.

  • Dawkins defende cristianismo contra fundamentalismo islâmico

    Dawkins defende cristianismo contra fundamentalismo islâmico

    O escritor Richard Dawkins, conhecido também por suas opiniões que defendem o ateísmo, afirmou que o cristianismo é a melhor arma de defesa contra o fundamentalismo islâmico. A declaração veio a partir de uma série de pensamentos sobre o crescimento do terrorismo baseado no extremismo religioso.

    Segundo o biólogo, os seguidores do cristianismo têm mais sensatez em comparação aos muçulmanos, que tomam versos de suas escrituras de forma literal.
    Informações do Gospel Herald citam uma publicação no Twitter de Dawkins, que teria contado o caso de um menino que amputou a própria mão para se desculpar com Alá por uma blasfêmia. Em contrapartida, ele citou Mateus 5.30 e afirmou que cristãos têm mais sensatez, a invés de interpretar literalmente.

    “Não há cristãos, pelo menos que eu saiba, explodindo edifícios. Não tenho conhecimento de quaisquer ataques suicidas dos cristãos. Não tenho conhecimento de qualquer grande denominação cristã que acredita na pena de morte por apostasia”, destacou. “O cristianismo pode realmente ser a nossa melhor defesa contra as formas aberrantes de religião que ameaçam o mundo”, concluiu.

  • Ritmo da evangelização tende a diminuir

    Ritmo da evangelização tende a diminuir

    Um aumento de mais 3,9 bilhões de pessoas até 2100 pode reduzir o ritmo da evangelização mundial, segundo análise do Centro para o Estudo de Cristianismo Global (CECG), do Seminário Teológico Gordon Conwell (EUA). Os dados da pesquisa foram extraídos da projeção de crescimento populacional feita pela Organização das Nações Unidades (ONU).

    Segundo o seminário, ao longo de dois mil anos o evangelho alcançou 70% da população mundial. Historicamente, o ápice aconteceu no século 20, com 45,7% das pessoas conhecedoras da mensagem de Cristo, culminando em 1999, com mais de 70% de alcance.

    Este crescimento deve-se, em parte, à quantidade de organizações missionárias nas últimas décadas. Em 2015, são mais de 5.100 agências com fins de propagação do evangelho. Outro fator foi o alcance do continente africano, que levou várias tribos a conhecerem Cristo, ainda que nem todas tenham se convertido.

    Mas esse boom evangelístico, de acordo com o estudo da Gordon Conwell, teve uma queda. Agora, por conta do crescimento populacional, esse percentual deve aumentar apenas dois pontos, resultando em 72%. Essa mudança do ritmo da evangelização também está relacionada ao crescimento de outras religiões e à necessidade dos cristãos em formar os que se converteram, focando o trabalho no discipulado.

    Nos últimos anos, o evangelho compete com a ideologia islâmica. Segundo análise do CECG , se compararmos a faixa etária jovem no cristianismo e islamismo, a taxa de crescimento no contexto islâmico já supera em sete pontos percentuais. A taxa de natalidade entre os muçulmanos também é maior, chegando a 3,1 filhos contra 2,7 (de acordo com a Christianity Today). Se nada mudar, em 2050 o islamismo poderá ter mais adeptos que o cristianismo.