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  • Oferta Missionária

    Oferta Missionária

    Como agência missionária dos batistas cariocas, Missões Rio sonha com um Rio de Janeiro aos pés de Cristo, vivendo o evangelho que transforma realidades, promove a paz e a verdadeira prosperidade. Afinal de contas, quem se sente bem ao ver nas ruas a miséria, a violência, a falta de compaixão e as mazelas de uma vida guiada pelo consumo? A questão é que, para mudar este quadro, precisamos unir nossos recursos, o humano e o financeiro, para que a esperança da glória seja conhecida.

    Oferta de Campanha
    Em 2016, o alvo de Missões Rio é de 800 mil reais. Essa quantia é necessária para o sustento de todos os projetos, missionários, compra de materiais de apoio e o equilíbrio financeiro do departamento. Além disso, há o desejo de ampliar as ações de capelania socioeducativa e, para isso, mais recursos serão aplicados no desenvolvimento de atividades nas unidades de reclusão de menores. Se sua igreja já realizou a campanha de Missões Rio – e está sem o boleto da Oferta de Missões, pedimos que entre em contato através do e-mail evangelismoemissoes@batistacarioca.com.br ou pelo telefone (21) 2569-0988. Missões Rio enviará uma segunda via para que sua igreja possa ofertar.

    Contribuindo com projetos/missionários específicos
    Quando compartilhamos recursos nos tornamos parceiros de uma mesma missão. Em Missões Rio, essa parceria ocorre por meio do programa Parceiros na Ação Missionária (PAM). É um instrumento pelo qual cada crente, igreja ou empresa cristã pode ajudar mensalmente na manutenção de obreiros que estão no campo missionário, dedicando-se integralmente ao ministério de capelania.

    A maneira mais simples de participar é visitando o site www.missoesrio.com.br e acessando o canal “PAM”. Lá o parceiro preencherá o formulário de participação, escolherá um projeto para o qual deseja contribuir e, automaticamente, já se tornará um mantenedor desta obra. Após este procedimento, passará a receber, mensalmente, boletos para que sua contribuição seja enviada. Junto ao boleto irá uma carta da capelania escolhida, informando sobre os desafios da área e experiências missionárias.

    Outra forma de participar é preencher um formulário impresso em um de nossos panfletos e enviar para o endereço da Convenção Batista Carioca – R. Senador Furtado, 12 – 20270-020 – Praça da Bandeira – Rio de Janeiro (RJ).

    Crianças também podem ser parceiras
    Estimular a contribuição infantil é desenvolver na criança um coração solidário. São muitas as histórias de pessoas que conheceram a obra missionária ainda criança e que decidiram em seus corações dedicar uma vida inteira ao resgate de vidas para Cristo. Apoiar a parceria infantil é educar e mostrar que o evangelho não é solitário e egoísta, mas se manifesta no Corpo de Cristo como expressão de unidade. Suas crianças também podem escrever cartinhas para nossa equipe. Explique a importância dessa atividade e aproveite a oportunidade para mostrar como é vital a presença do evangelho nos hospitais, presídios, unidades socioeducativas, escolas, no porto, junto aos enlutados e estrangeiros.

    Mais que dinheiro
    Recursos financeiros são importantes e todos sabemos disso, mas o que poucos sabem é que atenção e amizade são ainda melhores. O objetivo de Missões Rio, como agência missionária dos batistas cariocas, é fazer com que cada membro das igrejas tenha o desejo de se relacionar com missões. Portanto, fica o apelo para que o promotor incentive sua igreja a visitar projetos da CBC, que escreva para seus missionários, deixando-os saber que há pessoas que se importam e que estão próximos, sonhando com um Rio de Janeiro transformado.

  • Dar dinheiro na Igreja

    Dar dinheiro na Igreja

    Por Ed René Kivitz

    Dar dinheiro na igreja tem sido uma prática cada vez mais questionada. Certamente, em virtude dos abusos de lideranças religiosas de caráter duvidoso e da suspeita de que os recursos destinados à causa acabam no bolso dos apóstolos, bispos e pastores, não são poucas as pessoas que se sentem desestimuladas a contribuir financeiramente. Outras tantas se sentem enganadas, e algumas o foram de fato. Há ainda os que preferem fazer o bem sem a intermediação institucional. Mas o fato é que as igrejas e suas respectivas ações de solidariedade vivem das ofertas financeiras de seus frequentadores e fiéis. Entre as instituições que mais recebem doações, as igrejas ocupam de longe o primeiro lugar na lista de valores arrecadados. Por que, então, as pessoas contribuem financeiramente nas igrejas.

    Não são poucas as pessoas que tratam suas contribuições financeiras como investimento. Contribuem na perspectiva da negociação: dou 10% da minha renda e sou abençoado com 100% de retorno. Tentar fazer negócios com Deus é um contrassenso, pois quem negocia sua doação está preocupado com o benefício próprio, doa por motivação egoísta, imaginando levar vantagem na transação. É fato que quem muito semeia, muito colhe. Mas essa não é a melhor motivação para a contribuição financeira na igreja.

    Há quem contribua por obrigação. É verdade que a Bíblia ensina que a contribuição financeira é um dever de todo cristão. A prática do dízimo, instituída no Antigo Testamento na relação de Deus com seu povo Israel foi referida por Jesus aos seus discípulos, que deveriam não apenas dar o dízimo, mas ir além, doando medida maior, excedendo em justiça. A medida maior era na verdade muito maior. Os religiosos doam 10%, os cristãos abrem mão de tudo, pois creem que não apenas o dízimo pertence a Deus, mas todos os recursos e riquezas que têm em mãos pertencem a Deus e estão apenas sob seus cuidados.

    Alguns mais nobres doam por gratidão. Pensam, “estou recebendo tanto de Deus, que devo retribuir contribuindo de alguma maneira”. Nesse caso, correm o risco de doar apenas enquanto têm ou apenas enquanto estão sendo abençoados. A gratidão é uma motivação legítima, mas ainda não é a melhor motivação para a contribuição financeira.
    Existem também os que contribuem em razão de seu compromisso com a causa, com a visão, acreditam em uma instituição e querem por seu dinheiro em algo significativo. Muito bom. Devem continuar fazendo isso. Quem diz que acredita em alguma coisa, mas não mete a mão no bolso, no fundo, não acredita. Mas essa motivação está ainda aquém do espírito cristão. Aliás, não são apenas os cristãos que patrocinam o que acreditam.

    Muitos são os que doam por compaixão. Não conseguem não se identificar com o sofrimento alheio, não conseguem viver de modo indiferente ao sofrimento alheio, sentem as dores do próximo como se fossem dores próprias. Seu coração se comove e suas mãos se apressam em serviço. A compaixão mobiliza, exige ação prática. Isso é cristão. Mas ainda não é suficiente.
    Poucos contribuem por generosidade e fazem o bem sem ver a quem. Doam porque não vivem para acumular ou entesourar para si mesmos. Não precisam ter muito. Não precisam ver alguém sofrendo, não perguntam se a causa é digna, não querem saber se o destinatário da doação é merecedor de ajuda. Eles doam porque doar faz parte do seu caráter. Simplesmente, são generosos. Gente rara, mas existe. O relacionamento com Jesus gera esse tipo de gente.

    Finalmente, há os que contribuem por piedade. Piedade, não no sentido de pena ou dó. Piedade, como devoção, gesto de adoração, ato que visa apenas e tão somente manifestar a graça de Deus no mundo. Financiam causas, mantém instituições, ajudam pessoas, tratam suas posses como dádivas de Deus, e por isso são gratos, e são generosos. Mas o dinheiro que doam aos outros, na verdade entregam nas mãos de Deus. Para essas pessoas, contribuir é adorar.

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