Tag: pastor

  • CAMPANHA DE FILIAÇÃO 2026: UMA FAMÍLIA PARA PERTENCER!

    CAMPANHA DE FILIAÇÃO 2026: UMA FAMÍLIA PARA PERTENCER!

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    Está aberta a temporada de boas-vindas aos novos membros da família pastoral dos Pastores Batistas Cariocas (OPBB | Seção Carioca)! 

    Convidamos todos os pastores que desejam se juntar a uma comunidade comprometida com pastores saudáveis e ministérios relevantes na expansão do Reino de Deus.

    Se você deseja fazer parte desta família, acesse:
    bit.ly/integrapastores

    Dúvidas? 

    Entre em contato pelo e-mail:
    filiacao@batistacarioca.com.br.

    Juntos, vamos construir “Uma Família para Pertencer” e glorificar a Deus através do cuidado e capacitação dos pastores, suas famílias e ministérios!

    #opbbCarioca #pastoresbatistascariocas #umafamiliaparapertencer

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  • É preciso planejar para decidir

    É preciso planejar para decidir

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    Visando o desenvolvimento de pastores saudáveis e ministérios relevantes, a Ordem dos Pastores Batistas Cariocas tem realizado nos últimos dois anos uma série de ações que englobam a capacitação e a comunhão de líderes da cidade do Rio de Janeiro. As programações são fruto de pesquisa e análise estratégica da organização, que passou a avaliar cuidadosamente seus objetivos e a formar equipes interessadas em promover um ambiente de integração.

    O Workshop sobre planejamento estratégico, realizado nos dias 31 de julho e 6 de agosto, no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, veio consolidar a visão da OPBB Carioca sobre lideranças fortes e relevantes. Essa preocupação sobre planejamento já havia sido levantada por vários líderes batistas em pesquisa realizada pela Convenção Batista Carioca, há alguns meses, e agora vem sendo, a cada programação, respondida a partir da transmissão de conhecimentos de especialistas no assunto.

    O pastor da Igreja Batista em Heliópolis e mestre em Administração, Davidson Freitas, foi o palestrante do Workshop Planejamento Estratégico para Organizações Eclesiásticas e de Terceiro Setor. Atendendo ao nosso pedido, ele esclareceu dois pontos importantes sobre o assunto, ajudando a clarear a visão daqueles que não conseguiram participar do evento.

     

    Planejamento empresarial X Planejamento para igrejas e organizações religiosas

     

    Existe diferença entre planejamento estratégico empresarial e planejamento para organizações religiosas?

    Pr. Davidson: Considerando que o planejamento é a função administrativa que procura definir antecipadamente objetivos e os passos para atingi-los, definindo a razão de ser da organização, visão e valores, não há diferenças técnicas no processo de planejamento. Assim como as empresas necessitam monitorar o ambiente onde atuam e compreender como todos os atores desse meio se comportam e sofrem transformações, as igrejas e organizações religiosas têm a mesma necessidade.

    Faz parte da realidade de toda organização, inclusive as eclesiásticas, questões relacionadas à liderança, administração e gestão. Nenhuma organização pode fugir ou ignorar todo o arcabouço existente ao seu redor nesses âmbitos.

    A diferença está na essência da atuação desses dois grupos distintos, pois enquanto as empresas buscam maior efetividade em suas ações para obterem maiores lucros, as organizações do ambiente eclesiástico buscam maior efetividade com vistas à expansão do Reino de Deus, através do alcance de mais vidas com a mensagem de esperança em Cristo Jesus.

    Estabelecer um processo de planejamento estratégico para igrejas e organizações religiosas não é transformá-las em empresas, mas buscar realizar tudo da maneira mais efetiva possível. Quanto mais organizados somos, menor é o desperdício dos recursos (financeiros, tempo, vidas, dons e talentos) colocados à nossa disposição para a execução dos ministérios sobre os quais temos responsabilidade.

    Por que o planejamento estratégico é tão importante para os nossos líderes?

    Pr. Davidson: Considerando que o processo de planejamento viabiliza a utilização efetiva (eficácia + eficiência) dos recursos disponíveis e ajuda as igrejas e organizações a manterem o foco em sua missão, contribuindo ainda para um processo mais inteligente de tomada de decisões, cada vez mais é necessário que pastores e líderes não somente conheçam esse processo, mas participem ativamente de forma que as organizações por eles lideradas alcancem níveis de excelência que capacitam as organizações a surpreenderem as pessoas e comunidades com quem se relacionam.

    Líderes precisam compreender que não são especialistas em tudo. No processo de planejamento em que os objetivos e ações estratégicas são definidos, as responsabilidades são compartilhadas possibilitando que mais pessoas participem de todas ações necessárias para o alcance e superação destes objetivos. Colocando tudo isso no papel, cada pessoa com as habilidades necessárias para a excelente execução será acionada e o líder verá que o resultado alcançado será significativamente melhor do que aquele que se alcançaria caso ele centralizasse tudo em suas mãos.

    Nossas organizações estão inseridas em um contexto que definiu obrigações legais, fiscais, trabalhistas, contábeis, entre outras, que não podem ser ignoradas e sobre as quais os líderes não detém o conhecimento necessário para atende-las. O planejamento estratégico e a governança organizacional, chamada de governança corporativa, com suas práticas viabilizam uma gestão que não trará vergonha para o Evangelho seja por gestão temerária ou por transgressões éticas que podem acontecer.

    Os líderes de nossas organizações precisam conhecer tais desafios e cercarem-se de pessoas que podem ajudar no processo de atuação na sociedade de maneira ética, coerente, efetiva e referencial. Portanto, assuntos ligados ao planejamento estratégico e governança corporativa devem receber especial atenção por parte dos líderes de nossas organizações e igrejas.

     

    Atenção ao planejar

    Se você já percebeu o quanto planejar pode ajudar seu ministério em tomadas de decisões, encerramos por aqui com quatro pontos essenciais para uma boa estratégia. Eles não podem ser deixados para trás em seu planejamento: Missão e Visão, Análise de ambientes, Definição de objetivos e estratégias, Feedback e controle.

    Quer saber mais sobre estes assuntos? Envie sua solicitação para marketing@batistacarioca.com.br . Sua mensagem servirá de base para nossas próximas programações de capacitação.

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  • Origem do Dia do Pastor

    Origem do Dia do Pastor

    Otávio Felipe Rosa, publicado na edição de O Jornal Batista de 14 de junho de 1981

    Quem teria instituído o Dia do Pastor? Em 05 de maio de 1955 foi publicado, em O Jornal Batista, um artigo falando sobre o Dia do Pastor. O pedido que se fazia era de uma oferta especial para a Caixa de Socorros para ajudar os pastores aposentados com pequena aposentadoria e outros que nem aposentaria tinham, na Junta de Beneficência. Constando a ineficácia do trabalho, sugeriram que se mudasse o nome “Dia da Junta de Beneficência” para “Dia do Pastor”, visto que tudo girava em torno dos chamados para a obra do Ministério da Palavra de Deus. Como o mês de maio era dedicado às mães, sugeriram que se transferisse o Dia do Pastor para o 2º domingo de Junho e este, então, seria o mês do Pastor.

    A ideia foi aceita e, desde então, começaram a promover o Dia do Pastor no 2º domingo de Junho com os seguintes objetivos: Levantar uma oferta generosa para a Caixa de Socorros a fim de que a Junta pudesse ajudar mais e melhor os pastores aposentados de parcos recursos; comemorar o Dia do Pastor em cada Igreja Batista, homenageando o pastor local e os pastores que haviam pastoreado a mesma Igreja; e proporcionar, através de tais comemorações, o despertamento de jovens chamados por Jesus para a obra do Ministério.

    Temos em nosso poder um recorte de O Jornal Batista de 08 de junho de 1975 com uma nota de autoria de JRP, que assim informa: ‘Quem teria instituído este dia? Parece que a ideia não surgiu nos Estados Unidos, onde os pastores sempre tiveram muita influência. Pelo menos não temos lido nos jornais evangélicos norte-americanos qualquer coisa a respeito de um dia especial consagrado aos pastores. Assim, cremos que a ideia é brasileira e que surgiu entre os Batistas. Indo um pouco mais longe, julgamos que a iniciativa foi da nossa Junta de Beneficência. Nesse caso, então, a ideia é brasileira e Batista. Vamos fazer uma pesquisa e depois daremos o resultado aos nossos leitores’.

    Tivemos o privilégio de trabalhar na Junta de Beneficência da Convenção Batista Brasileira de 03 de março de 1952 a 31 de agosto de 1974; o cargo que ocupávamos era de promoção e propaganda. Naquela época, a Junta tinha um dia especial chamado “Dia da Junta de Beneficência”, comemorado do no 2º domingo de maio, sendo esse o “Dia das mães”; sugerimos ao então secretário executivo da Junta, doutor Antonio Neves de Mesquita, que transferisse o dia da Junta para o 3º domingo de maio. Nessa ocasião, escrevemos um artigo para O Jornal Batista, publicado em 05 de maio de 1955, 8ª página, falando sobre o Dia do Pastor. Estando à frente do departamento da Promoção e Propaganda da Junta, sentimos que “Dia da Junta de Beneficência” não era um bom nome, porque naquele tempo a Junta tinha a fama de ser rica e o pedido que se fazia era uma oferta especial para a caixa de socorro para ajudar os pastores aposentados com pequena aposentadoria e outros que nem aposentadoria tinham.

    Constatando a ineficácia do trabalho, sugerimos ao doutor Mesquita que mudasse o nome “Dia da Junta de Beneficência” para “Dia do Pastor”, visto que tudo girava em torno dos vocacionados para a obra do ministério da Palavra de Deus. Como o mês de maio era dedicado às mães, sugerimos que transferíssemos o Dia do Pastor para o 2º domingo de junho e, este, então, seria o mês do Pastor. O doutor Mesquita sentiu que a ideia era muito boa e aceitou-a integralmente; desde então, começamos a promover o Dia do Pastor no 2º domingo de junho, com os seguintes objetivos: Levantar uma oferta generosa para a Caixa de Socorro a fim de que a Junta pudesse ajudar mais e melhor os pastores aposentados de parcos recursos; comemorar o Dia do Pastor em cada Igreja Batista, homenageando o pastor local e os pastores que haviam pastoreado a mesma Igreja; e proporcionar, através de tais comemorações, o despertamento de jovens vocacionados por Jesus para a obra do Ministério.

    Diante deste fato, que é um marco histórico na denominação Batista Brasileira, afirmamos com humildade que o Dia do Pastor originou-se de uma sugestão do signatário destas linhas. Esperamos e fazemos votos ao Senhor da Seara que este dia seja cada vez mais vitorioso em todas as Igrejas Batistas do Brasil e, quiçá, do mundo, para o crescimento da gloriosa obra do ministério da Palavra de Deus.

    Hoje muitas outras denominações estão também comemorando o Dia do Pastor, o que aumenta a nossa alegria cada vez mais em saber e sentir que a obra de Deus prospera mais e mais em todo o universo. Na esperança que o Dia do Pastor seja comemorado em todas as Igrejas da nossa querida Pátria, a fim muitos outros obreiros se levantem para atender a vocação de Deus para a obra do ministério, continuamos no firme propósito de servir a nosso Mestre à frente da querida Igreja Evangélica Batista em Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro.

  • Nota de falecimento

    Nota de falecimento

    Informamos, com pesar, o falecimento do Pr. Eliaquim Lanes Filho, ao mesmo tempo em que nos solidarizamos com a sua família e amigos.

    Abaixo informações sobre o sepultamento:

    12/04/2017, às 14h
    Cemitério Jardim da Saudade, em SULACAP.

    A Capela estará liberada amanhã, a partir das 10h, e o culto será realizado às 12h.

    ORDEM DOS PASTORES BATISTAS DO BRASIL SEÇÃO CARIOCA

  • Nota de falecimento

    Nota de falecimento

    Informamos com pesar aos pastores cariocas o falecimento, no dia 23 de março, por volta das 19h, do querido colega Marcos Melo, pastor da Igreja Batista Calcedônia. O culto de sepultamento aconteceu às 15, no Cemitério Jardim da Saudade, em Paciência.

    Prestamos solidariedade e oramos por conforto da parte de Deus pelos familiares e amigos.

    David Curty
    Presidente da OPBB Carioca

  • Ministério estressante

    Ministério estressante

    Trabalhar estressa. Essa constatação, se não for unânime, é reconhecida como legítima pela maioria das pessoas. E uma das ocupações mais estressantes do mundo moderno é a liderança religiosa. Ser pastor dá trabalho, é cansativo e vem acompanhado de muita exposição.

    Uma empresa irlandesa solicitou recentemente ao Instituto SWNS um estudo sobre as profissões mais estressantes do mundo, e durante a pesquisa, mais de três mil pessoas foram ouvidas para a construção de um relatório com a resposta.

    Dentre as profissões que mais causam dor de cabeça estão muitas essenciais para a sociedade. Os dez profissionais que mais são expostos a stress no dia-a-dia são: técnicos em TI, médicos, engenheiro, operador de telemarketing, professor, gerente financeiro, coordenador de Recursos Humanos, gerente de operações, operário e, por fim, líder religioso, segundo informações do portal Terra.

    Independentemente da religião, um sacerdote ocupa um papel de importância na sociedade, lida com problemas de ordem pessoal dos fiéis, coordena as atividades comunitárias e ainda prepara e entrega sermões. Em alguns casos, se veem na obrigação de influenciar os membros sob sua liderança em relação a questões sociais.

    Depressão

    Estudos anteriores realizados para compreender a rotina de pastores apontaram para altos índices de depressão.

    A saúde emocional de pastores após anos de ministério pode sofrer graves danos, revelou uma pesquisa apresentada em setembro de 2013. Segundo o relatório da Clergy Health Initiative (CHI), os pastores com depressão chegaram a 8,7% do total de entrevistados, e os casos de ansiedade a 11,1%. A média das demais profissões é de 5,5%.

    “Pastores podem ter criado uma vida para si que é tão fortemente entrelaçada com o seu ministério, que sua saúde emocional depende do estado do seu ministério”, declarou Jean Proeschold-Bell, diretor de pesquisa da CHI. “Então, é possível que quando os pastores sentem que seu ministério está indo bem, eles experimentam emoções positivas potentes o suficiente para protegê-los de sofrimento mental. Naturalmente, o inverso também é verdadeiro”.

    Para lutar contra a depressão, o pastor José Pontes, líder da Igreja do Nazareno no Brasil, afirmou que os líderes devem priorizar a família. “Acho que nos últimos anos, nós pastores passamos a viver e praticar mais uma religião do que viver a simplicidade do evangelho”, observou.

    “O pastor não prioriza seu casamento nem seus filhos […] Existe no meio pastoral muita indisciplina do seu tempo e no cuidado do seu próprio corpo e da sua saúde mental”, frisou, atentando para a necessidade de reciclagem para exercer bem a função: “Muitos pastores querem pastorear a geração de hoje com os mesmos métodos e formas de 10, 20 anos atrás – isso gera angústia e impotência”.

    “Se o líder quer dar um novo rumo a sua vida ou mesmo fazer consigo mesmo um trabalho preventivo contra essa crise que assola a liderança, então é […] refletir e começar a combater [os erros]. Levando isso a sério, o líder será mais saudável nos mais variados aspectos”, concluiu, no artigo publicado em 2012.

    Fonte: Site Gospel Mais

  • Uma chamada que só tem resposta pela fé

    Uma chamada que só tem resposta pela fé

    Pr. Paulo José de Landes

    É aparentemente fácil entrar para o ministério pastoral e ser pastor. Creio, porém, que aquele que se diz chamado para tal ofício de Deus deve ser cauteloso e convicto, pois neste ministério existem flores com espinhos. A exemplo de Jesus na cruz, devemos dizer em sentido atual: “Pai, perdoa-os, porque não sabem o que fazem”.

    Não é o homem, o pastor, a igreja, nem as instituições teológicas que chamam a pessoa para este ofício, o ministério pastoral, e sim Deus. A causa, o ofício, a obra é de Deus. Cabe a Ele chamar, vocacionar, designar o que fazer e sustenar o obreiro. Quem entra sem ser chamado, ou for empurrado, ficará frustrado, no tempo e no espaço, sem saber o que fazer. No ministério pastoral, o obreiro precisa saber o que fazer. Não se concebe alguém ser chamado, sem que Deus o tenha orientado.

    “E disse o Senhor Deus a Abraão: Sai-te da tua terra […] e vai para a terra que eu te mostrarei” (Gn 12.1). “E disse Deus a Moisés: Vem, agora, pois eu te enviarei a faraó e tira o meu povo do Egito” (Ex 3.10). “E disse a Jonas: Levanta-te e vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela” (Jn 1.2). “E disse o Senhor a Samuel: Levanta-te e unge-o, porque este mesmo é” (1 Sm 16.12). “Jesus chamou a Pedro, a André […] Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens” (Mt 4.19). “E disse o Senhor a Ananias: Vai porque este é para mim um vaso escolhido” (At 9.15). “E disse o Espírito Santo à igreja de Antioquia: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado” (At 13.2).

    Eis aqui uma riqueza bíblica de quem foi chamado e designado para o que precisava ser feito. Muitos outros foram escolhidos e chamados, mas ocuparia um grande espaço nesta escruta.
    Pastores, obreiros que Deus chamou e colocou na sua seara – A igreja deve cuidar e zelar por estes homens e eles, prudentemente, devem cuidar do rebanho de Jesus.

    Certo homem, membro de uma igreja, nela compareceu num culto, vestido de roupa de dormir (de pijama). Causou um espanto geral. O pastor que já havia iniciado o culto não se importou com aquele homem, uma vez que entrou e sentou, quieto, e o culto transcorreu normalmente. No final do culto, o pastor e dois diáconos chamaram aquele membro para uma conversa. O pastor aconselhou-o a não frequentar a igreja com aquela roupa e lhe ofereceu outra roupa, se é que estava precisando de uma roupa adequada para andar na rua e ir à igreja. O homem se sentiu ofendido e passou a ofender o pastor e os diáconos.

    Diante da atitude do ofensor, ele foi submetido à disciplina cirúrgica da igreja. Houve votos contra a sua exclusão. Assim, “a bola do homem do pijama encheu”. A igreja, porém, manteve-se firme em sua decisão.

    Infelizmente, o homem de Deus se sujeita a uma queda nesta hora, por causa das “raposas e raposinhas aninhadas” (são os espinhos – Ct 2.15). Deus cuida daqueles que chama e coloca em sua obra. Dizem que “Deus tarda mas não falha”. Eu digo que Deus faz tudo no tempo próprio. O tamanho e o peso do seu amor é igual ao tamanho de sua justiça.

    Aquele homem trabalhava, tinha família e uma vida normal. Era de boa aparência, mas tinha um desequilíbrio mental. Tempos depois ele foi demitido do seu trabalho. Recebeu o justo valor de sua demissão. Naquele mesmo dia, encontrou e entregou todo dinheiro de sua indenização a um agiota, em troca de um embrulho de jornais velhos. Restou-lhe apenas uma grande frustração pelos danos sofridos, do seu lado uma esposa decepcionada, por causa dos filhos que o casal tinha. O tempo passou e um novo emprego não apareceu. A família começou a padecer necessidade. O amor, a bondade e avisão beneficente da igreja, rompendo o orgulho pecaminoso daquele marido e pai, supriu com bolsas de alimentos aquela casa, até que a esposa resolver deixar o marido, indo morar com seus pais. Isto porque já não havia mais gás para fazer comida e a Light cortara a energia elétrica da casa, por falta de pagamento. A casa estava no escuro, o aluguel estava atrasado.

    Aquele homem passou a perambular pelas ruas, sujo, barbudo, cabeludo e maltrapilho (um mendigo), catando restos nas latas de lixo, para se alimentar. Estava vivendo na completa miséria. Até que, num dia de sorte, encontrou uma fortuna: uns níqueis, em eufórico esbravejo de uma mente doente. O primeiro pensamento foi guardar aquele tesouro, mas há muitos dias não tomava um café quentinho. O desejo e a necessidade de tomar o café foram maiores. Então, conferiu que a fortuna dava apenas para um copo de café e um pão com manteiga. Lá ele foi fazer a cobiçada refeição, já sentindo o gosto da mesma. Ele havia levado uma lata de lixo para recolher o café e saboreá-lo mais adiante, para não ser incomodado. Foi atendio, pagou o devido preço e saiu do boteco.

    Histérico, olhava e delirava com o que tinha diante de si. Estando nas nuvens, não percebeu outro mendigo se aproximando, a fim de lhe tomar a refeição. Era semelhante a um cão querendo tomar o osso de um viralata. A tempo, ele segurou a comida em suas mãos, travando-se uma luta pelo alimento (briga de cachorro grande). O café, então, entornou e o pão, por estar seguro na mão que socava o inimigo, no esforço de não deixar escapar, o mesmo virou um palito. Dias depois, por causa do golpe que levou na cabeça, o homem do pijama morreu, mas não lembrou de sua exclusão da igreja.

    Amado colega pastor, eu creio na justiça de Deus na vida de seus obreiros, em duas direções: 1) no nosso visual, fortalecendo nossa fé no que ele nos confiou, naturalmente se vivermos dentro da sua vontade. 2) naquele grande dia, diante do Cordeiro, quando todos daremos provas dos nossos feitos neste mundo.

    Só devemos, humildemente, cativar um coração de amor. “E todas as demais coisas nos serão acrescentadas.” Homens de pijamas já foram previstos por Jesus, que fariam parte do rebanho e da lavoura de Deus”, onde precisa trabalhar o homem de Deus, exercendo sua fé. Deus cuida deste seu servo.

    “Deus cuidará de ti, em cada dia proverá” (hino 344 CC). Cuida de você porque o chamou e o colocou em sua obra.

    Os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores e não refletem necessariamente a opinião do site.

  • Quanto um pastor pode contar à sua esposa?

    Quanto um pastor pode contar à sua esposa?

    Por Brian e Cara Croft 

    Pastores sabem de informações privilegiadas não simplesmente por causa de suas posições, mas por causa de sua influência. A confiança foi estabelecida. A ajuda foi previamente oferecida e aceita. As ovelhas encontram no pastor um lugar seguro para compartilhar profundas informações pessoais. Porém esse relacionamento se torna complicado quando pastores recebem informação pessoal em segredo, mas precisam buscar ajuda adicional para saber como oferecer cuidado e conselho sábios.
    A esposa do pastor complica ainda mais a confidencialidade. Afinal, ela é a auxiliadora e o suporte do pastor. Ela cuida dele diariamente. Quando ele chega em casa para o jantar, ela vê os fardos pesando sobre ele. Ela suporta o peso de sua mente distraída. Ela lida com suas respostas curtas. E ela naturalmente quer saber: “O que há de errado?”
    Então, quanto um pastor compartilha com sua esposa? Um pastor deveria esconder algumas coisas de sua esposa? Deixe-me mostrar uma perspectiva equilibrada de minha esposa — a esposa de um pastor.

    A Esposa do Pastor: Sua Perspectiva
    Nós não precisamos saber tudo do ministério de nossos maridos. Não é da nossa conta conhecer toda a sujeira em cada membro da igreja, nem é nosso trabalho estarmos envolvidas nessas situações de aconselhamento. Contudo, às vezes, nossos maridos precisam compartilhar o que está acontecendo ou buscar nosso conselho em como aconselhar um determinado membro. Nossas experiências podem nos tornar unicamente adequadas para ajudar outro membro da igreja. Mas precisamos responder com muito temor e tremor, pois com a informação vem a tentação de compartilhá-la.

    Nem toda mulher é tentada à fofoca, mas vamos ser sinceras, garotas — o aviso de Tito 2 para as mulheres mais velhas não serem fofoqueiras está lá por uma razão. Mesmo se você for jovem, cuidado para não se transformar naquela fofoqueira mais velha.

    Então, senhoras, não exijam informações de nossos maridos que eles não sejam livres para dar ou não vejam o benefício de compartilhar. Meu marido é cauteloso ao compartilhar informações comigo, particularmente, sobre outros homens da igreja. Por exemplo, saber a respeito de todos os homens em nossa igreja que lutam contra a pornografia não é necessário nem útil; pode, na verdade, ser prejudicial. Às vezes, compartilhar informações comigo pode até ser considerado uma violação de confidencialidade, que pode ter consequências legais.
    Quando recebemos informações, nossos maridos devem ser capazes de confiar que nós não viraremos e contaremos às nossas melhores amigas. E compartilhar as notícias como pedido de oração ainda conta como fofoca. Se não somos confiáveis com informações confidenciais, então não é necessário que as recebamos.

    Dito isto, informações confidenciais compartilhadas conosco precisam ser deixadas para o discernimento de nossos maridos. Meu marido me envolveu em diversas situações de aconselhamento com mulheres em nossa igreja, tanto como uma proteção para ele e também porque em algumas situações eu posso me identificar melhor. Ele não se encontra sozinho com mulheres. Eu confio que meu marido não está se colocando em situações comprometedoras e ele se apressa em me envolver se parece que pode haver uma questão de propriedade. Mas ele também sabe que pode confiar em mim nessas situações. Eu não compartilho qualquer informação sem a permissão daquela pessoa, e eu normalmente nem sequer peço para compartilhar a informação a menos que ela sugira tal. Nós podemos ser muito prejudiciais ao ministério de nossos maridos se somos conhecidas como fofoqueiras em nossa igreja.

    Esposa, Não Pastora
    Pastores, precisamos guiar nossas esposas bem para capturar o equilíbrio. Vá longe demais para um lado e estaremos escondendo nossos corações de nossas esposas e arrancando-as de nosso círculo interior. Vá longe demais para o outro lado e ela pode se sentir presa em situações onde ela não tem voz ou recursos. Lembre-se, ela é sua esposa, não sua co-pastora. Inclua-a para seu benefício e o benefício de outros, mas ela não é chamada nem obrigada a carregar os mesmos fardos.

    Dicas para um pastor lidar com questões confidenciais com sua esposa:
    1. Obtenha permissão logo do início em questões confidenciais para falar com outros pastores, sua esposa, ou outra mulher cristã madura se estiver lidando com questões femininas sensíveis onde a ajuda e a perspectiva de outra mulher seja benéfico.
    2. Inclua sua esposa quando isso ajudaria a ela, à situação e a sua habilidade de cuidar de você como sua auxiliadora.
    3. Certifique-se de que a permissão foi concedida por aquele que compartilhou a informação confidencial.
    4. Lembre-se, ela não é sua copastora. Esteja atento para protegê-la, não descarregar a pressão sobre ela!

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