Está aberta a temporada de boas-vindas aos novos membros da família pastoral dos Pastores Batistas Cariocas (OPBB | Seção Carioca)!
Convidamos todos os pastores que desejam se juntar a uma comunidade comprometida com pastores saudáveis e ministérios relevantes na expansão do Reino de Deus.
Ao longo de sua história, a Igreja sempre foi desafiada a crescer em tempos de crise e perseguição, mantendo o foco na dependência do Espírito, na unidade e cooperação. Mas, nos últimos anos, quando nos despedimos da pós-modernidade e seguimos para uma nova era de desafios e oportunidades, necessitamos de líderes que, além de uma visão de fé, sejam dotados de ferramentas capazes de interpretar e conduzir um rebanho crítico.
Pautados nessas questões, os pastores batistas cariocas optaram por novos rumos à OPBB-Ca. Trocaram a antiga ênfase nas questões estatutárias pela compreensão das necessidades de seus pares. Flexibilizaram processos e atualizaram seu sistema de gestão, que passou a abranger não apenas a função de ministro, mas questões existenciais do indivíduo e sua família. Tudo isso aconteceu paralelamente à crise econômica brasileira, quando os recursos permanecem escassos. Porém, vimos surgir uma equipe coesa, com discurso unificado e uma vontade grande de presentear a OPBB-Ca com um legado de bênçãos.
Em entrevista ao site Batista Carioca, Rômulo Borges, coordenador executivo da Ordem dos Pastores do Brasil – Seção Carioca, fala sobre a nova fase experimentada pela organização, seus desafios e desejos para o estabelecimento de uma visão que traga esperança e resultados sólidos.
Vemos, na denominação como um todo, uma crise no tocante ao cooperativismo. A OPBB Carioca tem visto alguma melhora nesta área em suas programações e demais atividades?
Há uma onda que impulsiona a competitividade. Fruto de diversos fatores de mudança no mundo. Nós precisamos revisitar o conceito de cooperatividade, e dizer porque ele é importante. Atualmente, a competitividade é sinônimo de maior eficiência e resultados. Contra isso não há o que dizer. A cooperatividade denominacional precisa se associar à eficiência de gestão e resultados. Somente assim resgataremos o ideal cooperativo. É necessário uma revisão séria, comprometida com a modernização da denominação, envolvendo gente do mundo corporativo, aplicando os métodos de gestão estratégica, e abandonando o personalismo. Não creio que o caminho da reforma estatutária seja o percurso melhor. A nossa referência não deve ser o Congresso Nacional. Não devemos reproduzi-lo…
Falando em modernização, como a OPBB identificou a necessidade de dar luz a temas que, originariamente, vieram do ambiente empresarial (workshops de planejamento e eventos sobre performance)? De que maneira eles podem ajudar nossos líderes a desenvolverem seus ministérios?
É difícil aceitar, mas o mundo é dinâmico. E com isso as estruturas tendem a se renovar. Novas ferramentas começam a surgir, que fazem parte da inteligência humana para o melhor desenvolvimento das técnicas e sistemas. Mas “por que” eu digo “ser difícil aceitar”, isso se deve ao fato de que a igreja como estrutura se atualiza também. O ser humano deve ser desenvolvido, a partir de habilidades. Alguns terão isso geneticamente mais visível, outros nem tanto. Há, contudo, uma necessidade imensa de integrar as ferramentas de gestão, atualizações de informação com o ministério pastoral. Isso não significa perder a identidade. Apenas, entender que o mundo é dinâmico, os processos se movem, modificam-se. O líder é aquele que precisa ter consciência disso. Liderança esta associado à aprendizagem. Se o líder deixa de aprender, deixará de liderar, tornar-se-á obsoleto. Acontece nesse momento, um “achatamento da sua liderança”. E as consequências são graves. Ser pastor é ser líder…
E como anda o desenvolvimento do planejamento estratégico da OPBB-CA e quais os resultados esperados para 2025, quando se encerra o ciclo desse planejamento?
Workshop de Planejamento Estratégico para Instituições do Terceiro Setor. Uma realização da OPBB Carioca.
O planejamento é o marco da nossa gestão. Eu, por exemplo, quando assumi, o fiz um compromisso de condição. Não seguiria, nesta causa, sem a ferramenta do Planejamento e Práticas de Gestão Estratégica. Como o Conselho comprou a ideia, colocamos em curso essa “missão”. O grande desafio é olhar a história, criticar o presente, e focar no futuro. Muitas coisas deixadas foram benéficas, outras nem tanto. Transitar um ciclo cultural para outro demora. Creio que em 2025 estaremos com o trem em outros trilhos. A partir daí, veremos resultados, que são em sua grande maioria médio a longo prazo.
Percebemos que ‘mentoria, capacitação e família’ são temas recorrentes na OPBB. De que maneira eles se relacionam com os desejos da organização para seus pastores?
Bom. Estamos passando por uma transição. Percebemos que, com o tempo, esquecemos e distanciamos o olhar para quem realmente importa no contexto da OPBB Carioca: o pastor. Não são as Assembleias, Estatutos, Regimentos, Procedimentos Administrativos. Isso tudo faz parte, mas não podemos girar em torno disso. Entendemos também que o pastor não está sozinho. Existe uma conjuntura de oportunidades que integram o ministério pastoral. Decidimos por ir nessa direção. E a mentoria, capacitação e família pastoral fazem parte do conceito holístico.
E quanto aos projetos de auxílio a pastores do campo carioca. Como funciona esse apoio?
Este ponto é um dos mais difíceis para nós. Atualmente, ajudamos os pastores pontualmente. Hoje, a Convenção atua com o FAM – Fundo de Apoio Ministerial. Mas é necessário aprimorar. Precisamos de algo que diminua a fragilidade que existe no sustento do ministério pastoral atualmente. Creio que exista interesse das grandes igrejas, e de alguns pastores e empresários, de financiar alguns ministérios. Entretanto, para colocarmos essa proposta em curso, é necessário estabelecer as regras. Vamos esperar o Planejamento Estratégico. Ele promete revisitar tudo isso.
Quais os grandes desafios da OPBB Carioca para 2019?
1 – Despersonalização jurídica; 2 – Finalização da 2ª etapa do Planejamento Estratégico; 3 – Reestruturação do Modo de Governança a partir do Planejamento, definindo como será o modo de operação, depois de aprovado os novos conceitos institucionais; 4 – Envisionar e mostrar a importância das mudanças (deslocamento cultural); 6 – Ampliar o Programa de Mentoria Carioca para mais regiões; 7 – Desenvolver projetos para as Esposas de Pastores; entre outros…
O Presidente da Seção Carioca da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil, Pastor João Fraga Filho, no uso de suas atribuições e de acordo com o Estatuto em vigor, vem, através do presente Edital, CONVOCAR todos os pastores associados à Ordem dos Pastores Batistas do Brasil – Seção Carioca, para participar da ASSEMBLEIA EXTRAORDINÁRIA a ser realizada no dia 27 de junho de 2015, no templo da Igreja Batista em Catete, à Benjamim Constat, 39, Glória, Rio de Janeiro, RJ, com início às 9h, em primeira convocação ou às 9h30 em segunda convocação, para a seguinte ordem do dia:
1) Eleição da diretoria;
2) Relatório das Comissões;
Rio de Janeiro, 08 de abril de 2015.
Pr. JOÃO FRAGA FILHO
Presidente
Rua Senador Furtado, 12 | Praça da Bandeira | 20270-020 | RIO DE JANEIRO, RJ | Tel. (21) 2254-3985
www.opbbcarioca.com.br