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  • Almoço com Amor

    Almoço com Amor

    Há três meses, a Missão Hospitalar de Missões Rio iniciou um momento de confraternização com os funcionários do Hospital Federal do Andaraí. A programação mensal, chamada de Almoço com Amor, viabiliza a união dos voluntários com a equipe do hospital.

    O projeto surgiu a partir de um almoço que já era realizado entre os voluntários da capelania. Porém, a missionária Sandra Regina, inspirada por Deus e com o apoio da equipe, resolveu estender o convite aos funcionários do hospital. Os mesmos têm a oportunidade de compartilhar sobre o trabalho que realizam e, através de conversas e trocas de experiências, fortalecer o relacionamento entre as equipes. “Essa é uma missão especial, pois temos a oportunidade de conhecer mais de perto nossos convidados e eles também têm a oportunidade de conhecer melhor nosso trabalho”, contou a missionária.

    Os servidores do hospital são recebidos com aplausos, sorrisos e muita festa. A equipe participa de um momento especial de oração e é presenteada com um kit que inclui um Novo Testamento.

    Os missionários e voluntários envolvidos estão gratos a Deus pelos resultados que estão sendo obtidos através deste projeto e pedem orações por suas vidas, pelos que estão ausentes por motivos de enfermidade e pela nova direção do hospital.

  • Deputados votam contra a proposta de multar quem satirizar religiões

    O projeto de lei que prevê multa aos que ridicularizarem qualquer religião recebeu parecer contrário de todas as comissões da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A votação aconteceu ontem e a proposta foi retirada de pauta.

    Apesar do resultado da votação, o texto não foi arquivado. Ele receberá a análise da procuradoria da Casa, que decidirá, em cinco dias úteis, se voltará a ser votado ou não. Foram pelo menos 45 emendas de alterações à proposta original.

    Houve contestação dos deputados contrários à matéria, alegando que o projeto já havia sido derrotado em todas as comissões pelas quais tramitou e, por isso, deveria ser arquivado. Mas, por causa de dois votos favoráveis na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), outros deputados entenderam que ele poderia ser votado.

    “Toda vez que um projeto envolve o movimento LGBT acontece isso. Só que dessa vez foi muito pior”, disse o deputado Fábio Silva, autor do projeto. Ele afirmou que, caso a procuradoria arquive o projeto, entrará com recurso e, inclusive, acionará a Justiça.

    Há grupos sociais se mobilizando contra o texto. Um movimento da ONG Meu Rio, organizado pelo ator do canal Portas dos Fundos, Gregório Duvivier, recolheu mais de 5 mil assinaturas contra o projeto. A mobilização foi toda online e faz com que, a cada adesão, uma remessa de e-mails seja enviada aos deputados. “O que deveria se discutir era o fim dos privilégios das igrejas, e não o aumento deles. Quero que se discuta a tributação das igrejas. É fundamental que as igrejas sejam tratadas com o mesmo respeito destinado a qualquer pessoa ou empresa. Afinal de contas, o Estado é laico. Ou não é?”, comentou Duvivier.