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  • ‘Esperançando’ no Impacto 2018

    ‘Esperançando’ no Impacto 2018

    Enquanto a violência se mescla ao êxtase provocado pela música e pela libertinagem, voluntários do Impacto de Carnaval 2018 marcam presença, esverdeando cenários com seus uniforme e mostrando que é possível ter esperança em meio à crise moral que se espalha por todo o estado do Rio.

    No Morro da Providência, na capital carioca, uma equipe realizou, na tarde de ontem, atividades esportivas que tinham como objetivo falar do evangelho às crianças da comunidade. O trabalho tem sido apoiado pela Congregação Batista Casa Cruzeiro – da Comunidade Batista Vida. À noite, os voluntários seguiram a um viaduto que margeia a Sapucaí para abordar pessoas que assistiam ao desfile das escolas de samba.

    “A gente teve a oportunidade de criar relacionamentos com quem ainda não tínhamos e, especialmente, compartilhar a esperança de Cristo. Na primeira noite, descemos o viaduto beirando a Marquês de Sapucaí e encontramos famílias que moram aqui e que tiveram a oportunidade de ouvir o evangelho. Pessoas ali se renderam aos pés de Cristo ou o reencontraram. Quem esteve ali foi impactado pela palavra de Deus e o meu desejo é que todos que ainda não participaram do Impacto possam vir numa próxima oportunidade”, disse o missionário Juan Gonçalves, um dos líderes da congregação e capelão socioeducativo da Convenção Batista Carioca.

    Muitos que vieram ao Impacto buscam experiências missionárias relevantes para suas vidas. Marcos Azevedo veio de longe, de Casa Branca(SP), para encontrar no Rio de Janeiro uma vivência cristã especial, de compaixão.

    “Vim para viver essa experiência, essa prática de abordagem, de evangelismo, e ter esse convívio com as pessoas”, apontou o voluntário, que é membro de uma igreja Assembleia de Deus.
    Além de aprender, Marcos veio com uma missão especial. Ele deseja reproduzir o Impacto de Carnaval no interior paulista. “Quero aprender o máximo possível aqui e introduzir a estratégia lá, formando pessoas para nos ajudarem nesse trabalho”.

    Base de Oração
    Enquanto a equipe de evangelização vai à frente, na base de oração voluntários se revezam para manter o ritmo de intercessão por todos os envolvidos no Impacto de Carnaval. Durante todo o período do projeto, mensagens são trocadas pelo aplicativo WhatsApp com o objetivo de manter atualizados os motivos de oração.

    As paredes da base de oração também estão repletas de nomes de equipes e líderes. O objetivo é reforçar a proposta dos intercessores: orar sem cessar.

    Um dos pedidos que chegaram ao time de intercessores esteve relacionado a um jovem ligado ao tráfico de drogas. O que chama a atenção é que, segundo voluntários, ele nunca tinha ouvido falar de Cristo.

    “Um jovem, do tráfico, que nunca tinha ouvido de Jesus, quis o perdão e a salvação sem questionar. Orei pela vida dele e, juntos, entregamos sua vida para Cristo! Que agora ele permita que Deus mude sua realidade e busque estar no meio dos amados irmãos da Igreja Batista Jardim de Arimateia [base do Impacto na comunidade da Mangueira]!”, destacou o voluntário Rodrigo Nicolaevsky.

    A equipe de oração é composta por cerca de 50 pessoas, em revezamento de três turnos, durante 24h por dia. Essa retaguarda é essencial para o fortalecimento dos que seguem na linha de frente e para que corações estejam abertos à mensagem que está sendo propagada pelos impactantes.

    Hoje será o grande dia de abordagem no Sambódromo. As equipes terão até a tarde dessa segunda-feira para retornarem à base central, na 1ª Igreja Batista de Cascadura. Após um culto de celebração, às 19h, todos seguirão para o Centro do Rio, onde permanecerão até às 3h de terça-feira. Será uma operação missionária intensa e precisamos de suas orações.

     

  • Tempo de agradecer

    Tempo de agradecer

    O Pés no Arado, projeto de evangelização do estado do Rio de Janeiro que envolveu mais de 300 pessoas – entre voluntários e membros de igrejas locais -, teve sua noite de encerramento na última segunda-feira, dia 15, com culto de gratidão a Deus na Igreja Batista do Tauá, na Ilha do Governador.

    Voluntários empolgados, fortalecidos em Cristo, louvaram e testemunharam sobre os milagres de transformação nos dias do projeto. Representando a liderança batista, o secretário executivo da Convenção Batista Brasileira, Pr. Sócrates Oliveira de Souza, e o diretor geral da Convenção Batista Carioca, Pr. Nilton Antonio de Souza, agradeceram os voluntários pela dedicação à obra missionária.

    “É impossível medir o impacto que este projeto tem causado na vida das pessoas que foram alcançadas com as visitas, estudos, momento de oração, acompanhamentos e socorro nos momentos de dificuldades. Quero agradecer em nome da nossa liderança. Somente Deus pode recompensar e essas experiências que eles estarão levando para suas igrejas já é sinal das bênçãos de Deus para estes jovens”, disse o Pr. Sócrates.

    “Louvamos a Deus por sua vida e agradecemos o trabalho que você [voluntário] fez nestes dias, fazendo a obra de Deus para a glória dele e salvação de perdidos”, declarou o diretor geral da CBC, Pr. Nilton.

    Primeira vez

    Sorrisos largos e espírito renovado foram os primeiros sinais do quanto valeu a pena a dedicação integral à obra missionária na primeira quinzena de janeiro. Robesman Pereira dos Santos, que veio do interior de São Paulo para viver a primeira experiência no Pés no Arado, contou que vinha pedindo a Deus por uma oportunidade como esta. A vivência no Pés superou suas expectativas.

    “Para mim foi muito importante participar desse projeto porque sempre pedi a Deus por uma experiência de evangelização pessoal deste tipo”, afirmou Robesman. Seu local de trabalho foi a comunidade da Providência, área dominada pelo tráfico de drogas. Apesar do desafio de atuar em uma localidade marcada pela violência, ele desenvolveu atividades com crianças, visitação de lares e abordagens específicas aos moradores. “Foi muito importante o trabalho com as crianças. A gente percebe nelas a carência de atenção e de ter alguém para conversar e brincar. Nas casas, houve momentos em que fomos bem recebidos e pessoas choraram, aceitando a Jesus. Louvo muito a Deus porque o projeto superou todas as minhas expectativas”, completou.

    Pés e a igreja

    Um dos pontos positivos de projetos como o Pés no Arado é o fortalecimento do trabalho da igreja local. O pastor Alexandre Nora Leite, da Primeira Igreja Batista no Sampaio, falou sobre a satisfação de ter hospedado voluntários e recebido esse apoio. “Estamos muito satisfeitos. A bíblia nos afirma ‘quão formosos são os pés dos que anunciam a paz, dos que anunciam coisas boas’ e nós recebemos jovens de todo o país, que com muita alegria trabalharam na nossa igreja. O fruto foi conversões e um apelo missionário a muitos de nossos membros que agora desejam participar desses projetos”.

    A força da juventude

    O Pés no Arado mais uma vez mostrou a importância da juventude nos processos de evangelização. Pr. Ulisses Torres, coordenador de Missões Rio, falou sobre a necessidade de valorizar esta geração. “ Foi o tempo de perceber a força da juventude pregando o evangelho! Essa geração ainda tem a capacidade de levar a mensagem de paz na cidade. Foi um prazer e espero que outros jovens possam vir a se apaixonar pela obra missionária, especialmente a urbana porque o Rio ainda precisa muito de Jesus.”

    Amnon Lopes, coordenador da Juventude Batista Brasileira (JBB), agradeceu à Convenção Batista Carioca pela parceria neste ano. Definindo a edição como “incrível” ele lembra de outro projeto evangelístico, dessa vez realizado pela CBC, que mudou a sua vida: “Eu tenho um carinho muito especial pela Convenção Batista Carioca porque já participo de projetos missionários com esta casa há muito tempo e um projeto que mudou a minha vida foi o Impacto de Carnaval. E aí ter uma oportunidade de, enquanto representante da JBB, de participar do Pés no Arado em parceria com a CBB, é muito importante e prazeroso para mim”.

    Se você não conseguiu participar do Pés no Arado 2018 e deseja se envolver em um projeto de evangelização igualmente especial, conheça o Impacto de Carnaval – projeto desenvolvido há mais de 20 anos pela Convenção Batista Carioca. As inscrições já estão abertas e ainda restam algumas vagas. Acesse www.impactodecarnaval.com.br e venha fazer parte do processo de transformação do Rio de Janeiro.

  • Pés no Arado na IB Leme

    Pés no Arado na IB Leme

    Em solo carioca, o Pés no Arado trouxe aos jovens batistas uma atuação desafiadora nesta edição. Longe dos cartões postais da cidade do Rio, alguns voluntários do projeto estão atuando em áreas dominadas pelo tráfico, onde a flexibilidade da estratégia e a convicção de fé tornam-se elementos fundamentais no processo de transformação do próximo e, por que não, de si.

    “Acredito que esse tem sido o maior desafio e uma das maiores experiências que esses jovens de outros estados possam estar tendo nesses dias”, comentou Graziela Gomes, membro da Igreja Batista do Leme e líder da base, referindo-se ao contexto de violência no qual a comunidade está inserida. Neste cenário paradoxal, com a princesinha do mar a poucos quilômetros, o grupo segue na tentativa de alcançar o máximo de corações abertos. Uma questão de fé e muito trabalho.

    No domingo, os voluntários do Pés no Arado auxiliaram os cultos no templo da IB Leme, mas, na segunda-feira, conheceram a realidade local. “Ontem começamos a programação para fora do espaço da igreja e isso foi um entrave: romper este espaço e conhecer o ambiente da favela, as pessoas neste espaço… Eles ficaram surpresos com os locais e com os moradores da comunidade”.

    Durante as primeiras abordagens, presenciaram a realidade do poder paralelo convivendo com a presença policial. Um equilíbrio frágil que se traduz em insegurança. Nas idas e vindas, muitos tiveram a certeza de que, na realidade da favela, só a vivência prepara o obreiro. “Ficou forte no discurso deles, quando conversamos, o quanto a realidade é diferente do treinamento que é dado”, ressaltou Graziela, mostrando a especificidade do trabalho da IB Leme e de outras igrejas enquadradas no mesmo perfil.

    Nesta terça-feira, a equipe está envolvida com as atividades direcionadas ao público infantil. Um trabalho mais leve, marcado pela alegria de pequenos sorrisos despretensiosos. Em parceria com uma colônia de férias da região, voluntários realizam a estratégia Kids Games em três horários. Hoje é dessa maneira, brincando, que a alegria se transforma em verdade, amor e fé.

    O Pés no Arado 2018 segue em seu planejamento até o dia 15 de janeiro, quando as bases se reúnem para celebrar a semeadura e colheita de vidas. Até lá, os voluntários da IB Leme vão se reinventando como evangelistas, descobrindo novas maneiras de compartilhar esperança e abrindo os olhos para as singularidades e complexidades da missão. Com essas experiências todos ganham: a igreja que recebe, o jovem que aprende e a vida que encontra Cristo.

  • Pés no Arado no Rio

    Pés no Arado no Rio

    Janeiro é um período de descanso para muitas pessoas, mas para jovens de várias igrejas batistas brasileiras o primeiro mês do ano representa uma oportunidade imperdível de transformação de vidas através de projetos promovidos pela denominação. Teve início, no dia 5 de janeiro, a mobilização missionária Pés no Arado, organizado pela Juventude Batista Brasileira, em parceria com as Convenções Batistas Carioca e Fluminense. O projeto conta com a participação de cerca de 170 jovens e vai alcançar com o evangelho de Cristo mais de 10 localidades em todo o estado.

    Aqui, na cidade do Rio, os cariocas estão concentrados em 5 bases. São elas: Igreja Batista Jd Arimateia, no Morro da Mangueira; Igreja Batista do Leme; Igreja Batista do Mallet; Igreja Batista do Sampaio; e no Morro da Providência, que tem sido um polo missionário da Comunidade Batista Vida.

    Os voluntários participaram do culto de comissionamento na noite de sábado e, no domingo, foram treinados por líderes das duas convenções envolvidas, entre eles o nosso diretor executivo, Pr. Nilton Antonio de Souza.

    Voluntários e crianças do Morro da Providência

    Apesar das fortes chuvas que caem em todo o estado do Rio de Janeiro, algumas bases já começaram suas atividades. No Morro da Providência, voluntários interagiram com as crianças da comunidade, realizando brincadeiras educativas e, de maneira lúdica, apresentaram a esperança de Cristo. Cerca de 40 meninos e meninas estiveram envolvidos com este trabalho missionário.
    Pr. Juan, que coordena o Pés no Arado no Morro da Providência, comentou sobre o primeiro dia das ações na localidade. “Domingo é um dia muito atípico no morro. As pessoas não costumam ficar aqui. As crianças saem para passear ou visitar os pais porque a maioria tem pais separados. Na parte da manhã, fizemos uma caminhada de oração para conhecer os pontos de trabalho. Vamos oferecer às famílias os estudos bíblicos do livro de João. Abrimos a base à tarde, para receber as crianças que permaneceram no morro”.

    Segundo Juan, a troca de experiências com as crianças também trouxe aprendizado à equipe. Foi o momento de resignificar valores e enxergar a vida de uma ótica diferenciada. “Eles conheceram a realidade das crianças e isso foi um choque para alguns voluntários. Uma pessoa de nossa equipe estava com o semblante triste por causa da dureza da vida desses meninos e meninas, mas ela acabou vendo que, mesmo com esse tipo de vida, é possível sorrir, brincar e ver graça nas coisas”.

    Na Igreja Batista de Jd Arimateia, na Mangueira, cerca de 20 voluntários já estão dando apoio aos projetos locais. Ontem, eles apoiaram o culto e nessa segunda-feira, pela manhã, saíram pela comunidade para divulgar as atividades infantis que acontecerão nos próximos dias. Agora à tarde, os voluntários estarão no Sinimbu, visitando lares e convidando para os encontros de pequenos grupos da igreja que acontecerão no período da noite.

    Cerca de 15 pessoas atuam na região da Igreja Batista do Sampaio. Ontem apoiaram a igreja na realiza dos cultos e também realizaram o reconhecimento da localidade e atividades com crianças. Na manhã dessa segunda-feira, os voluntários saíram para evangelizar o bairro, indo até uma área de grande concentração de usuários de crack. Segundo o líder da equipe, Ronan Lima, à noite ainda visitarão lares de pessoas que se encontram afastadas do evangelho.

    Ajude-nos em oração, para que nossos voluntários encontrem corações abertos ao evangelho. Em breve, teremos informações sobre as outras bases cariocas. Permaneçam conosco!

  • Será que não é para isso que Deus nos permitiu continuar existindo?

    Será que não é para isso que Deus nos permitiu continuar existindo?

    Nos dias 5 a 15 de janeiro de 2018, as convenções batistas Brasileira, Fluminense e Carioca estarão unidas no propósito de evangelizar o estado do Rio de Janeiro. O Pés no Arado, como é conhecido o projeto missionário da Juventude Batista Brasileira (JBB), vem para compartilhar esperança a moradores cansados da violência e da falta de perspectiva.

    Nesse ano, numa das pontas do Pés no Arado está o departamento de missões urbanas da Convenção Batista Carioca (Missões Rio). O pastor Ulisses Torres, coordenador de Missões Rio, responde a questões importantes sobre a unidade denominacional em torno deste projeto, bem como explica os detalhes da participação dos cariocas nessa mobilização que vem marcar o início do próximo ano.

    O que motivou a parceria com a JBB na realização do Pés no Arado?
    Pr. Ulisses: Há muitos anos, eu e a irmã Gilciane começamos nossa caminhada em organizações denominacionais, no mesmo período. Ela era executiva da Juberj e eu secretário da JBC. Desde então, nossas vidas e nossas famílias têm se cruzado na caminhada de buscar envisionar adolescentes e jovens a terem uma vida dedicada a Jesus. Quando a irmã Gil informou que estava encerrando o ciclo na JBB, avisei-a que também estava encerrando o ciclo como líder de Missões Rio. E foi uma grande oportunidade de fecharmos esse ciclo em conjunto, fazendo o que mais amamos: levar adolescentes e jovens a uma experiência missionária profunda com Cristo. Missões precisa ser um estilo de vida!

    Qual será a contribuição de Missões Rio em todo o projeto?
    Pr. Ulisses: Enquanto CBC, Missões Rio assumiu toda a articulação administrativa e logística do evento. Toda a parte de comunicação com todos os envolvidos, a gestão dos recursos e orientação na forma de abordagem na cidade. A Convenção Batista Fluminense (CBF) também foi convidada a participar conosco, já que o Estado do Rio de Janeiro precisa de uma intervenção divina, e não só a capital.

    Quais serão as bases de atuação de Missões Rio e como elas foram escolhidas?
    Pr. Ulisses: Na última assembleia da Convenção Batista Carioca, informamos as igrejas sobre a possibilidade de receber o projeto. Explicamos quais seriam as funções de cada parte envolvida e abrimos a possiblidade das igrejas se cadastrarem. Caso a igreja que se cadastrou concorde e atenda as demandas, assinamos um compromisso e começamos os trabalhos.
    Bases de trabalho no RJ:
    – PIB Viva – congregação de Bento Ribeiro
    – CB Vida – congregação no Morro da Providência
    – IB Jardim Arimateia – Morro da Mangueira
    – IB do Sampaio
    – IBM do Mallet

     

    “Dezenas de pessoas são alcançadas e
    discipuladas por dias através dos projetos
    da CBC”

     

    Quais os benefícios deste tipo de projeto para as igrejas locais e para o voluntário?
    Pr. Ulisses: O voluntário é abençoado na sua formação missionária. Em uma experiência prática, ele é preparado para abordar com o evangelho e consolidar com o discipulado. Quando esse voluntário volta para a igreja, uma parte da sua formação cristã recebe grande conteúdo.

    As inscrições já foram encerradas, mas ainda existe alguma possibilidade de participação para os que não conseguiram se inscrever?
    Pr. Ulisses: Não existe.

    Esperança tem sido o foco de Missões Rio durante os últimos dois anos e agora esse termo vem como ênfase do Pés no Arado 2018. Como você analisa o papel dos batistas com relação a esta missão, de levar esperança aos cariocas?
    Pr. Ulisses: Os batistas têm uma obra missionária consolidada e em expansão na cidade do Rio de Janeiro. São cerca de 54 projetos, 21 missionários e mais de 180 voluntários atuando em diversas áreas na cidade. Dezenas de pessoas são alcançadas e discipuladas por dias através dos projetos da CBC. Realmente vivemos um tempo difícil da cidade, mas será que não é para isso que Deus nos permitiu continuar existindo?

    O próximo projeto evangelístico de Missões Rio, o Impacto de Carnaval, já está bem próximo. O que podemos esperar como diferencial para 2018?
    Pr. Ulisses: Também fizemos uma parceria com a CBF, e esse ano teremos nove bases de trabalho. Todas em igrejas locais, perto de espaços onde ocorrem festas de rua. Além disso, teremos uma base voltada só para oração, que ficará orando de 00h do dia 10 até as 10h do dia 13 de fevereiro de 2018. Continuaremos fazendo uma vigília na primeira noite e encerrando com um evangelismo na Av. Presidente Vargas, ao lado do Sambódromo.

    Alguns criticam projetos como o Pés no Arado e o Impacto de Carnaval, afirmando que não há planejamento para os convertidos. O que você diria sobre essa questão?
    Pr. Ulisses: Que todo crente deveria ir uma vez na vida em um evento desse. Vendo pessoas nesses lugares se rendendo a Jesus, superamos quaisquer críticas que possam fazer a esses projetos.

     

    Inscrições abertas para o Impacto de Carnaval 2018 em www.impactodecarnaval.com.br

  • PGMs avançam no Rio

    PGMs avançam no Rio

    Investindo na capacitação de igrejas, a Convenção Batista Carioca concluiu, na última quinta-feira, mais um curso de formação de líderes de Pequenos Grupos Multiplicadores. A cerimônia aconteceu na Primeira Igreja Batista de Parada de Lucas e contou com a participação especial de um ex-aluno: Pr. João Tito B. de Oliveira, da PIB de Olaria.

    Durante a conclusão do curso de PGM, Pr. Tito (foto) testemunhou sobre o momento precioso que sua igreja tem vivido com a implantação dos PGMs. Ele afirmou que um dos membros de sua igreja tornou-se um grande líder a partir do pequeno grupo, desenvolvendo o pastoreio de sua equipe. “Houve o caso de uma irmã que precisou ser hospitalizada e ele deu total apoio, resolvendo questões importantes para a situação”.

    Os cursos de PGMs são ministrados pelo diretor geral da CBC, Pr. Nilton Antonio de Souza. A cada semestre, de duas a quatro novas turmas são formadas, dando a pastores e membros de igrejas ferramentas ministeriais específicas para o crescimento e discipulado de vidas através de relacionamentos.

    Os Pequenos Grupos Multiplicadores reforçam a visão dos batistas para o crescimento do evangelho no Brasil. A estratégia tem sido incentivada pela liderança da denominação, que vê nos PGs uma grande oportunidade para o fortalecimento da fé.

    Fique atento a novas informações sobre os próximos cursos de PGMs. Em breve divulgaremos a abertura de novas turmas.

  • Novos frutos em Capelania Socioeducativa

    Novos frutos em Capelania Socioeducativa

    Temos motivos para agradecer a Deus por tudo quanto ele tem feito por meio da Capelania Socioeducativa da Convenção Batista Carioca. No último mês, quatro adolescentes que cumprem medidas restritivas se entregaram a Cristo durante as atividades missionárias nas unidades de internação feminina PACGC, na Ilha do Governador, e CRIAAD, em Nilópolis.

    Uma das vidas convertidas declarou: “Antes eu estava com o pensamento de fazer muita besteira porque peguei cadeia. Depois de conversar com vocês, e participar dessa oficina aqui, minha cabeça mudou.” A adolescente em questão permanece firme no propósito de sua transformação. Ela explica que tem se afastado de confusões e demonstrado interesse na caminhada com Cristo.

    Pequenas mudanças

    Levar esperança é um ministério laborioso. As sementes crescem vagarosamente enquanto a terra é trabalhada com paciência. Parte das atividades da capelania, de acordo com a missionária Cristina Sant’Anna, está em desafiar os internos a mudanças de comportamento. Esses desafios, apesar de pequenos ao olhar de muitos, são grandes vitórias para quem perdeu grande parte dos referenciais de dignidade e respeito ao próximo.

    “Temos desafiado as meninas semanalmente. Sempre que vão passar o final de semana em casa (no caso de semiliberdade), são desafiadas a manter distância das ações que desagradam a Deus”.
    Renata (nome fictício), viciada em álcool, é uma que tem lutado para se reabilitar. A consciência de que se entregar ao vício desagrada a Deus foi o primeiro passo. O segundo foi regrar seu comportamento. Em um dos finais de semana, voltou com um sorriso nos lábios e a seguinte notícia: “Consegui beber bem menos neste final de semana, acho que um dia eu chego lá”.

    Ajude-nos a continuar levando esperança a meninas como Renata. Uma pequena ajuda financeira ou sua presença, como voluntário, pode fazer uma grande diferença. Acesse missoesrio.com.br/pam e torne-se um Parceiro na Ação Missionária (PAM).

  • Voluntários em ação

    Voluntários em ação

    A ação de voluntários tem sido um dos destaques da Capelania Hospitalar de Missões Rio. Com os missionários na coordenação das ações, é possível alcançar um grande número de pessoas que precisam de aconselhamento e conforto emocional e espiritual enquanto passam por momentos difíceis de recuperação da saúde.

    O coordenador da Capelania Hospitalar, Pr. Miguel Kopanishyn, explica que as equipes, formadas de membros das igrejas evangélicas, são devidamente treinadas para esta tarefa. “Cada unidade hospitalar tem seu sistema de visitação. Em especial, no Hospital Norte D’Or, as visitas dos voluntários evangélicos se dão semanalmente na terça-feira e aos domingos, das 14h às 16h. A equipe já foi capacitada e é acompanhada por mim. Através de uma escala mensal, os participantes têm a oportunidade de atuar nos diversos andares, visitando os pacientes, ouvindo-os e compartilhando textos consoladores da Palavra de Deus.”

    A forma como a capelania hospitalar tem atuado dá ao paciente a oportunidade de ouvir o evangelho a partir de muitas perspectivas. Um senhor, que já se encontra no terceiro mês de internação por conta de um câncer, já recebeu diversas visitas que, segundo Pr. Miguel, estão fazendo toda a diferença. “Com essa maneira diferenciada de compartilhamento do amor de Deus, cada semana um voluntário diferente tem se apresentado a ele. O que este paciente tem observado é que timbres de voz, personalidades, formas de agir e falar de cada visitador é diferente. Mas tem algo em comum: todos são representantes de Deus e a sua Palavra está sendo apresentada de forma viva e consoladora.”

    Este paciente em especial tem demonstrado desejo de ouvir mais sobre o evangelho. Quando não está na companhia de um visitador, ele ouve áudios da bíblia em seu celular. “A transformação em sua vida já é perceptível. Seu semblante está mais sereno, a angústia da doença que lhe corrói tem sido substituída pela paz que só Jesus Cristo dá”, comenta o coordenador da Capelania Hospitalar. “Em testemunho do impacto que a Palavra lhe causa, ele testemunhou: Cada vez que ouço a Palavra de Deus, fico arrepiado, me emociono e sinto a presença de Deus”, completou o pastor.

    Vamos continuar levando o direito à esperança a todos os cariocas. Pedimos que você não desanime e que continue servindo a Deus com seus recursos e dons.

    Ajude-nos em oração:

    – Por mais voluntários para os hospitais do Rio;
    – Pelos decididos que entregaram-se a Jesus, para que o Espírito Santo continue falando aos seus corações;
    – Pelos funcionários enfermos que pediram oração;
    – Pela saúde dos voluntários. Alguns passam por enfermidade, no momento;
    – Pelos projetos de capacitação para novos voluntários.

  • Impacto de Carnaval: oportunidade de alcançar vidas

    Impacto de Carnaval: oportunidade de alcançar vidas

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    O carnaval carioca está em constante atualização. Os que se isolam não enxergam tais mudanças e tampouco entendem as oportunidades que todos os anos se apresentam aos que buscam um estilo de vida mais missional.

    Se você realmente deseja a transformação do Rio de Janeiro, então continue lendo este artigo e reflita no mar de possibilidades que sua igreja terá ao fazer parte da nossa rede de parcerias. Ela responsável por impactar não apenas a a região central da capital carioca, mas vários outros bairros.

    O carnaval é bem mais que uma festa de rua ou ambiente de libertinagem. Por trás de uma fantasia, há alguém que tem seus dilemas e que sofre com a dureza da vida. Pessoas que buscam respostas existenciais e que, inclusive, viveram alguma experiência de fé. Seus dramas são desconhecidos pelos diretores das escolas de samba, pelos mestres de bateria e pelos empresários que movimentam financeiramente todo o cenário do samba.

    Sob uma ótica diferenciada pelos que perecem nessa ciranda de ilusões, enxergamos na ação da igreja – no contexto do Carnaval – os sensos de potencial, missão e interdependência. Três aspectos essenciais que precisam estar na mente e coração de quem deseja ser relevante como seguidor de Cristo.

     

    Família recebeu a visita de voluntários em sua residência.

     

    Potencial tem tudo a ver com fé

    Enxergar potencial, de acordo com o dicionário, é ver algo que está suscetível de acontecer, mas sem existência real. Pensar no próximo como alguém dotado de potencial é, então, enxerga-lo pela ótica da fé. Se evito a oportunidade de me aproximar de alguém por não compactuar com seu estilo de vida, aniquilo seu potencial de vir a desfrutar do amor de Cristo.

    No Impacto de Carnaval 2018, ao trabalharmos o tema “Pelo Direito à Esperança”, ressaltamos que o Rio de Janeiro tem um grande potencial de vida, de paz, de solidariedade. Esse potencial precisa ser apresentado pela igreja, por todo aquele se identifica com a lógica do evangelho.

    Imagine evangelizar uma única pessoa que, em poucos dias, estará testemunhando o milagre que Cristo fez em sua vida e, com isso, contagiará outros de sua família e seu círculo de amizade. Tudo porque alguém enxergou nela um potencial !

    Enquanto o potencial nos permite abrir o coração para enxergar o próximo, a missão nos leva a seguir em frente. A consciência da missão é o engajamento necessário para dar continuidade aos propósitos de Deus para o próximo e para a nossa própria existência.

    A missão nos ajuda a continuar

    Uma vez ativada, essa consciência tende a nos levar a novos patamares de experiência com Deus e evita o comportamento “fogo de palha”. Essa postura, que também pode ser definida como auto sabotagem, precisa ser combatida a qualquer custo. Por isso você precisa reforçar sua consciência diariamente com períodos devocionais e pequenas tarefas que, no final da semana, resultem em grandes ações.

    Aqui, no Impacto de Carnaval, temos voluntários que mal conseguiam realizar abordagens de rua e hoje lideram grupos, treinam líderes ou fazem parte das estratégias por trás de grandes eventos de evangelização. Eles se tornaram bênçãos para suas próprias igrejas, para o bairro, para a cidade ou para outros países ao redor do mundo.

    Voluntária evangeliza criança na comunidade da Mangueira, no Rio de Janeiro.

    Interdependência porque, sim, precisamos do outro

    Por último, falaremos de Interdependência, que é a realização da mesma finalidade pela ajuda mútua, a parceria. Esse aspecto é realmente responsável pela sobrevivência do Impacto de Carnaval! Porque o Impacto só acontece pelo somatório de pessoas com a mesma finalidade: levar o evangelho a todos que precisam de transformação.

    A cada ano nossa Interdependência se torna mais forte e quero que você entenda isso de uma forma positiva. Porque Cristo assim deseja. O termo “para que sejam um”, em João 17.20-24, revela o desejo de Cristo em nos manter próximos uns dos outros, realizando feitos em parceria para que Deus seja exaltado.

    A interdependência, diferente da consciência da missão [que aqui menciono como uma característica pessoal] , nos leva a ampliar as ações de Cristo a partir do outro. Ela reside nessa aliança em prol de objetivos alinhados, claramente definidos. Exemplo disso é o que vai acontecer em 2019, quando a Convenção Batista Carioca, representada por membros de várias igrejas do Rio de Janeiro, estarão em interdependência, para a realização do Impacto de Carnaval.

    Conheça, analise e coloque em prática

    Convido você a refletir sobre sua participação no Impacto de Carnaval. Utilize como parâmetro de reflexão, os aspectos mencionados acima. Até porque, se você parar para pensar, potencial, missão e interdependência são aspectos aplicáveis a quase tudo na vida. Coloque-os em prática!

     

    Se já tomou a decisão de participar com a gente, acesse www.impactodecarnaval.com.br .

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  • Luta contra as drogas

    Luta contra as drogas

    O mês de junho reservou muitas bênçãos para a Capelania de Prevenção à Dependência Química de Missões Rio (CBC). Nesse período, mais de 500 alunos foram alcançados pelas ações dessa área e receberam informações sobre os cuidados necessários para preservar a vida e combater as drogas.

    Registramos também outro grande avanço, que foi a aprovação da proposta dessa capelania pela 7ª Coordenadoria Regional de Educação do Rio de Janeiro. A missionária Francine Barbosa contou que, a partir do próximo semestre, muitas novas escolas estarão abertas para a mensagem de conscientização sobre a dependência química.

    “Cremos que, com a palestra de prevenção e breve testemunho com fotos de pessoas em casos reais, conseguiremos alertar os nossos jovens e adolescentes do perigo que as drogas causam. E, claro, aproveitamos a entrada para falar do amor de Deus, através da minha vida, para eles”, explicou a missionária.

    Francine convida a todos que desejam conhecer este trabalho, que entrem em contato com Missões Rio para agendarmos visitas e acompanhamentos – (21) 2569-0988 / evangelismoemissoes@batistacarioca.com.br. Estamos lutando pelo direito à esperança de cada carioca e queremos ter você ao nosso lado.