Tag: voluntários

  • Em sua 25° edição, Impacto de Carnaval contará com 300 voluntários

    Em sua 25° edição, Impacto de Carnaval contará com 300 voluntários

    O Impacto de Carnaval, programação da Convenção Batista Carioca, completa 25 anos em 2020. Ao longo desse tempo, a mobilização missionária tem como objetivo levar o amor de Deus aos foliões em pontos estratégicos da cidade do Rio de Janeiro, como a Apoteose, durante o período de Carnaval. O Impacto começa na próxima sexta-feira (21), com uma mini vigília, das 21h às 24h, na Primeira Igreja Batista do Lins (Rua Vilela Tavares, 172 – Méier).

    A estratégia do Impacto conta com duas equipes: evangelismo, que agirá através de abordagens de rua, atividades com crianças e ação social; e a equipe de intercessão, que será a responsável por sustentar todo o trabalho em oração, através de escala. Serão cerca de 300 voluntários e colaboradores engajados na proposta.

    Diversos bairros serão alcançados pela ação evangelística, o que resultará no fortalecimento das igrejas locais. Para estruturar essa mobilização, serão utilizadas igrejas-bases que irão conceder todo o suporte necessário aos voluntários, tornando suas ações ainda mais eficazes. Além da base central (PIB do Lins), as demais bases são: Assembleia de Deus Central em Cascadura, Igreja Batista Memorial do Maracanã, Igreja Batista Camarista Méier, Igreja Batista Central de Coelho Neto e Comunidade Batista Vida – Congregação do Morro do Encontro.

    Ao longo desses 25 anos, o Impacto de Carnaval alcançou muitas vidas através dos impactantes, que compreendem a real importância do posicionamento da igreja diante da alegria ilusória proporcionada por esses dias de festas. “O impacto de Carnaval é uma estratégia bem relevante para este tempo. A nossa cidade precisa da presença da igreja nesse período. Nós, como crentes em Jesus, precisamos testemunhar da graça e do amor de Cristo pois só ele liberta e traz a salvação ao ser humano”, afirmou o pastor Alex Romano, da Igreja Batista Jardim de Arimatéia (Mangueira), participante do Impacto de Carnaval de 2018.

    Em 2020, o engajamento da força voluntária resultará em mais uma edição com resultados expressivos para a expansão do Reino de Deus.

  • Voluntárias dedicam-se a apoiar pequenos pacientes internados na pediatria

    Voluntárias dedicam-se a apoiar pequenos pacientes internados na pediatria

    A atuação de voluntários em Missões Rio é fundamental na execução das ações que geram transformação na cidade do Rio de Janeiro. Toda participação e colaboração fortalece, aprimora e amplia os feitos das capelanias.

    O pastor Miguel Kopanyshyn, missionário da capelania hospitalar, relatou o testemunho de duas voluntárias que se colocam à disposição e colaboram com a obra. Confira:

    “Dentro do Hospital Municipal de Piedade, o trabalho de capelania é constante. Os desafios são enormes diante de uma demanda onde os doentes clamam por socorro.

    Duas voluntárias têm colocado suas vidas no altar do Senhor. Atuam diretamente comigo e desenvolvem o trabalho na pediatria do Hospital de Piedade. Atuam leito-a-leito, trabalhando com as mães e com as crianças internadas. Várias mães já tomaram a decisão por Jesus. As crianças que ali encontravam-se receberam amor e carinho dessas voluntárias através das orações e acolhimento espiritual.

    Essas voluntárias, Maria Célia e Vera Fidelis, têm sido incansáveis na obra do Senhor dentro da capelania hospitalar. Muitas vezes, voltam chorando por ver as condições das crianças por causa das doenças. Alguns desses pequenos pacientes não resistem e vêm a falecer. O que dá a certeza da esperança é que cada uma delas pôde receber Jesus em seus corações.

    Essas irmãs têm sido exemplos de perseverança, levando consolo e conforto a essas crianças e suas famílias. Elas possuem a certeza de que estão fazendo a vontade de Deus em suas vidas. Tenho perguntado a elas se não estão cansadas deste trabalho e se querem mudar de setor. A resposta das duas foi: ‘Pastor, não nos cansamos de fazer o bem’. ”

  • Voluntários em ação

    Voluntários em ação

    A ação de voluntários tem sido um dos destaques da Capelania Hospitalar de Missões Rio. Com os missionários na coordenação das ações, é possível alcançar um grande número de pessoas que precisam de aconselhamento e conforto emocional e espiritual enquanto passam por momentos difíceis de recuperação da saúde.

    O coordenador da Capelania Hospitalar, Pr. Miguel Kopanishyn, explica que as equipes, formadas de membros das igrejas evangélicas, são devidamente treinadas para esta tarefa. “Cada unidade hospitalar tem seu sistema de visitação. Em especial, no Hospital Norte D’Or, as visitas dos voluntários evangélicos se dão semanalmente na terça-feira e aos domingos, das 14h às 16h. A equipe já foi capacitada e é acompanhada por mim. Através de uma escala mensal, os participantes têm a oportunidade de atuar nos diversos andares, visitando os pacientes, ouvindo-os e compartilhando textos consoladores da Palavra de Deus.”

    A forma como a capelania hospitalar tem atuado dá ao paciente a oportunidade de ouvir o evangelho a partir de muitas perspectivas. Um senhor, que já se encontra no terceiro mês de internação por conta de um câncer, já recebeu diversas visitas que, segundo Pr. Miguel, estão fazendo toda a diferença. “Com essa maneira diferenciada de compartilhamento do amor de Deus, cada semana um voluntário diferente tem se apresentado a ele. O que este paciente tem observado é que timbres de voz, personalidades, formas de agir e falar de cada visitador é diferente. Mas tem algo em comum: todos são representantes de Deus e a sua Palavra está sendo apresentada de forma viva e consoladora.”

    Este paciente em especial tem demonstrado desejo de ouvir mais sobre o evangelho. Quando não está na companhia de um visitador, ele ouve áudios da bíblia em seu celular. “A transformação em sua vida já é perceptível. Seu semblante está mais sereno, a angústia da doença que lhe corrói tem sido substituída pela paz que só Jesus Cristo dá”, comenta o coordenador da Capelania Hospitalar. “Em testemunho do impacto que a Palavra lhe causa, ele testemunhou: Cada vez que ouço a Palavra de Deus, fico arrepiado, me emociono e sinto a presença de Deus”, completou o pastor.

    Vamos continuar levando o direito à esperança a todos os cariocas. Pedimos que você não desanime e que continue servindo a Deus com seus recursos e dons.

    Ajude-nos em oração:

    – Por mais voluntários para os hospitais do Rio;
    – Pelos decididos que entregaram-se a Jesus, para que o Espírito Santo continue falando aos seus corações;
    – Pelos funcionários enfermos que pediram oração;
    – Pela saúde dos voluntários. Alguns passam por enfermidade, no momento;
    – Pelos projetos de capacitação para novos voluntários.

  • Igreja e Voluntariado

    Igreja e Voluntariado

    Pr. Sérgio Dusilek

    Num tempo de crescente profissionalização, muitos líderes se ressentem de não poderem contar com os voluntários que, ao que tudo indica, antes existiam nas igrejas. Penso que essa dificuldade hodierna se dá por alguns fatores, os quais passo a enumerá-los numa lista não esgotável em si mesma:

    a) além da profissionalização, o perfil de parte das igrejas batistas (para ficar num exemplo) mudou. Sua membresia ascendeu socialmente, muito talvez fruto do próprio evangelho que fez casais priorizarem a formação de seus filhos ao invés de gastar os parcos recursos em outras coisas (bar, mulher, jogo, etc). Esse perfil de membresia acostumou-se a pagar, até mesmo porque pode, pelos serviços. E tal visão foi transferida para a Igreja;

    b) a ausência de abordagem nos púlpitos de ensino sobre dons espirituais e sobre o valor do serviço no Reino, o que normalmente vem acompanhado de falta de sincera busca do Senhor;

    c) a importação de modelos americanos de gestão eclesiástica, país no qual a cultura de se pagar para se ter as coisas é uma realidade. É interessante que líderes importam o modelo até mesmo nas suas expressões vestuais e não querem “pagar a conta” pelo modelo escolhido… ora, o pacote da parafernália eclesiástica, ainda mais de um país que preza pelos modelos organizacionais é completo;

    d) a ausência de inspiração dos líderes, em especial de pastores. Há alguns que servem ao Senhor sem alegria, e sem ela não há contágio voluntário. Você pode ser até sisudo, mas exale prazer, alegria no ministério que exerce;

    e) a inabilidade de líderes que “surram” suas ovelhas quando elas estão em pleno serviço a Deus. Só para ilustrar ouvi certa vez de um pastor que desfez das senhoras da igreja reunidas como MCA. Ora, você pode até não gostar desse tipo de reunião, mas desfazer da mesma? Depois as pessoas não querem mais ajudar e o líder ainda pergunta como conseguir que elas se envolvam…

    f) a importação do modelo IURDiano de sucesso pastoral, baseado nos números, tanto de membros como de receita, e na ostentação dos benefícios pastorais. Ora, quando um membro de igreja percebe que seu pastor não está tendo um sustento digno ou mesmo qualificado no âmbito do merecimento, mas sim que ele está usando o ministério para “se dar bem”, é inevitável que alguns se sintam como que “usados” no voluntariado. Tal sentimento de abuso moral/espiritual tem feito com que grandes valores voltem para dentro da terra, ao invés de serem multiplicados sobre ela (parábola dos talentos);

    g) a falta de exemplo dos líderes. Há líderes que mentem, e ao fazerem isso perdem uma das molas propulsoras da voluntariedade que é o respeito e a fidedignidade daquilo que fazem. Veja só essa expressão que Dostoievski escreveu nos Irmãos Karamazov: “Aquele que mente a si mesmo e escuta sua própria mentira chega ao ponto de não mais distinguir a verdade, nem em si, nem em torno de si; perde, portanto, o respeito de si e dos outros.”

    Seria bom se houvesse uma nova efervescência do mais puro significado de Col.3:23; Hebreus 6:10; I Cor.15:57-58 entre tantos outros textos da Bíblia que apontam para o voluntariado.

    Que Deus nos abençoe!

    Extraído do blog pessoal sergiodusilek.worpress.com

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