Autor: Administrador

  • Combate à pornografia

    Combate à pornografia

    O advento da internet transformou a pornografia em um produto amplamente acessível e maximizou seu potencial de dano. A partir dessa constatação, um grupo com mais de mil líderes cristãos se reuniu no evento Set Free na última segunda-feira, 04 de abril, para discutir ações de prevenção e remediação.

    O título do encontro – que traduzido ao português significa “libertar” – dá uma dimensão de como os líderes cristãos estão encarando essa situação: uma epidemia. Dentre os temas abordados nos quatro dias do evento, estão o impacto social, psicológico, neurológico e espiritual da pornografia sobre os dependentes.

    Josh McDowell, escritor e evangelista, está participando do evento e considerou que “a pornografia é um problema de saúde pública e que deve ser tratado como um vício perigoso”. Ele citou com preocupação o resultado de um estudo recente executado pelo Barna Group sobre o alcance e danos causados pela dependência desse produto, e que constatou que 67% dos rapazes e 49% das mulheres jovens consideram que consumir material pornográfico seja um “comportamento aceitável”.

    Segundo informações da divulgação do evento, serão 30 especialistas debatendo e palestrando sobre o assunto, propondo caminhos para combater a dependência da pornografia, e o papel da Igreja nesse cenário.

    O escritor Michael Leahy testemunhou sobre sua superação do vício, e afirmou que a pornografia não depende, necessariamente, dos motivos usuais que levam a outras dependências: “Havia algo sobre a pornografia que agarrou em mim”, afirmou, destacando que sentia-se amado por sua família, mas isso não impediu que ele se tornasse um viciado.

    “Aquilo que você alimenta cresce, e o que você não alimenta morre de fome”, lembrou o escritor, citando uma das ferramentas que usou para superar a dependência de 30 anos.

    Os danos causados pela pornografia o levaram a uma crise conjugal, com sua esposa desenvolvendo tendências suicidas e o posterior divórcio. Um ano após a separação, ele mesmo passou a pensar em tirar a própria vida, e isso o alarmou para a necessidade de ser ajudado.

    O escritor e conselheiro Mark Laaser foi quem exerceu o papel principal de ajuda a Leahy, que hoje se dedica a ajudar pessoas com um problema semelhante, através do ministério Bravehearts (“Corações Valentes”, em tradução livre).

    Fonte: Gospel+

  • Doações para a Jasc

    Doações para a Jasc

    A Junta de Ação Social da Convenção Batista Carioca (Jasc) precisa de você para continuar desenvolvendo as atividades que contribuem com a transformação da vida de crianças, adultos e idosos em situação de vulnerabilidade social. Por isso, passa agora a buscar doações nas residências daqueles que desejarem contribuir com seus projetos.

    De acordo com a Jasc, as doações de interesse são: materiais escolares, mobílias, eletrodomésticos, materiais de construção, materiais de saúde (menos remédios), instrumentos musicais, sonorização, roupas, materiais de higiene, brinquedos e etc.

    O importante é que estejam em bom estado de conservação ou, se for o caso, dentro da validade. Quem desejar contribuir, basta entrar em contato através dos números (21) 3364-6560, (21) 99617-1514 ou pelo e-mail marketing.jasc@gmail.com.

    Bênçãos estão chegando
    A Jasc agradece o apoio da Igreja Batista Memorial da Tijuca, representada por um casal que fez a doação de um bebedouro para crianças do projeto Show de Bola. Como mostra a imagem, elas já estão usufruindo da doação. O projeto é mais um braço esportivo da Jasc que, além do futebol, em breve iniciará aulas de ballet, Street Dance e Luta Olímpica.

    Alcançando marginalizados
    A madrugada do Carinho continua acontecendo toda 4ª sexta-feira do mês, com voluntários saindo da PIB em Marechal Hermes, às 22h30, indo em direção ao Centro do Rio de Janeiro. Este projeto resgata a dignidade de moradores de rua, levando aos excluídos alimento e a Palavra de Deus. Os que desejarem participar, deverão entrar em contato com a igreja pelo telefone (21) 99314-4154.

  • Páscoa na Socioeducação

    Páscoa na Socioeducação

    Uma das grandes ações desenvolvidas pelo departamento de Missões da Convenção Batista Carioca (Missões Rio) é o trabalho de capelania socioeducativa. Ontem, dia 23, em comemoração ao período da Páscoa, a capelã Francine Barbosa, com o apoio de voluntárias, realizou uma festa com a finalidade de apresentar o real significado deste período, bem como levar um pouco de amor às meninas da unidade Professor Antônio Carlos Gomes da Costa, na Ilha do Governador.

    As internas assistiram a filmes com mensagens cristãs e receberam chocolates durante um momento de confraternização. Para essas meninas, atividades como essas são preciosas porque abrem espaço para a expressão de sentimentos nobres e trazem lições que elas costumam carregar para toda a vida.

    Intensificar a Capelania Socioeducativa é o desafio de Missões Rio para 2016. As necessidades são ampliar o número de voluntários que dediquem ao menos duas horas semanais em uma das unidades do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase), mais missionários de tempo integral e recursos para o sustento de projetos esportivos e culturais.

    Se você deseja ajudar financeiramente, como voluntário ou missionário de tempo integral, cadastre-se pelo site www.missoesrio.com.br/pam .Aparentemente, o cadastro é para parceria financeira, mas logo no primeiro campo você verá uma opção para identificar seu tipo de envolvimento conosco.

  • 3° Congresso Batista Carioca

    3° Congresso Batista Carioca

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    O Congresso Batista Carioca já virou tradição entre os líderes das igrejas do município do Rio de Janeiro. O evento, que trata de questões de ordem doutrinária, veio para orientar membros sobre alguns costumes que estão tomando espaço nos arraiais batistas e que estão fora daquilo que é a compreensão bíblica da denominação. Nos dias 18 e 19 de março, a terceira edição do Congresso trouxe os pastores Dr. Irland Pereira de Azevedo e Josué Melo Salgado para tratarem dos temas Dom de Línguas, Unção com Óleo, Apostolado, Autonomia da Igreja e Cooperação. A programação aconteceu na Igreja Batista Barão da Taquara, contando com a presença de vários líderes.

    O Congresso teve início na sexta-feira à tarde, com um momento de louvor, com o apoio de músicos da igreja e da Associação dos Músicos Batistas Cariocas. Em seguida, o Pr. Irland tomou a palavra para dar início à preleção sobre os temas mais polêmicos do evento. Partindo da análise profunda de textos bíblicos, e do significado grego de palavras que são a chave para uma compreensão sadia das escrituras, ele explicou os motivos pelos quais não se costuma adotar as práticas do Dom de Línguas, Unção com Óleo e Apostolado (como titularidade).

    Dom de línguas, Unção com Óleo e Profecias
    IMG_1097“A língua estranha existiu primeiro em Atos 2, em cumprimento da profecia de Joel. Em pentecostes estavam milhares de pessoas em Jerusalém e a multidão veio ao encontro deles e cada um ouvia as obras de Deus em sua própria língua. Foram línguas estrangeiras. Já em outras ocasiões, em Éfeso, em Cesareia… falaram línguas estranhas, inteligíveis. Porque os judeus entendiam que a promessa era apenas para eles, mas a promessa alcançou também aos gentios. E lá estava a prova. O próprio Pedro ficou impressionado. Aí foram línguas estranhas para provar que o Espírito era para todos. Não há uma elite espiritual. Os dons da graça são para todos os que crêem. Na igreja que mais deu trabalho à Paulo, a igreja de Corinto, a recomendação era um ou dois falando, desde que houvesse intérprete.”, explicou o Pr. Irland.

    Para o pastor, o que há hoje em muitas igrejas é uma língua ensinada, treinada e que nada tem a ver com aquilo que se via na Bíblia. Além disso, ele ressalta que este dom, ainda que genuíno, é solitário e de edificação própria. Portanto, deve ser exercido sabiamente e de maneira particular. Pr. Irland disse também que nunca viu uma pessoa com dom de intérprete de línguas estranhas e a falta dessa pessoa na comunidade já pode ser um indicador de que esse dom não deve ser exercido diante da igreja.

    Citando as profecias, Pr. Irland declarou que hoje os profetas não declaram algo novo da parte de Deus, mas iluminam aquilo que está na Palavra para uma melhor compreensão da igreja. “Quando um crente vem a mim dizendo que Deus falou, eu pergunto onde Ele falou. Mostre-me na Bíblia porque se não bater com a Bíblia, Ele não falou”. Quanto à Unção com Óleo, ele lembra que há vários significados de unção e uma delas era o de separação de alguém para o ofício sagrado. Já no contexto do Novo Testamento, a prática aparece em Tiago, sendo analisada por alguns como óleo medicinal ou simplesmente um aditivo simbólico à fé, mas com ênfase à oração fervorosa.

    “Na verdade, Tiago ressalta que a oração de fé salvará. Não a unção. Aí a unção é símbolo ou uso terapêutico. Portanto não vejo nas minhas pesquisas feitas ao longo de 56 anos de ministério nenhuma base bíblica à unção de pessoas como fator de cura”, explicou pr. Irland. “Em algumas situações dá-se mais valor ao símbolo do que à realidade. Se eu quero que alguém seja tocado pelo Espírito, comunique a Palavra e ore sobre ela”, completou.

    Apostolado
    O apostolado também foi assunto discutido na mensagem do pastor Irland. Defendendo o posicionamento batista, ele afirmou que ser apóstolo não tem a ver com títulos, com um fundador de uma denominação. “Isso é uma usurpação do ofício apostólico”, declarou. Citando a palavra grega apostellein , que significa “aquele que é enviado”, Irland explicou que apóstolo faz referência ao ofício missionário.

    IMG_1240Autonomia e Cooperação
    Falando sobre a Autonomia da Igreja e a Cooperação, o pastor Josué Melo Salgado, 2° vice-presidente da CBB, ressaltou que essa independência está firmada no Novo Testamento. “Infelizmente é o nosso bem e o nosso mal, pois traz perigos. Mas é o que somos porque somos bíblicos. Não podemos duvidar que a soberania de Deus é retraída pelo arbítrio, mas com todos os riscos Deus cede essa liberdade”.
    Segundo Pr. Salgado, não podemos correr o perigo da autonomia absolutista, aquela que deixa de lado a responsabilidade que temos com o Reino e com as alianças que nos originaram como igreja. “Esse principio do eu faço o que quero e não devo nada a ninguém… no Novo Testamento vemos Paulo e Barnabé líderes, mas mantendo a cultura da prestação de contas diante da igreja”.

    Após abordagem de outras questões, Pr. Salgado conclui dizendo que o governo da Igreja é o governo de Cristo, apesar de muitos insistirem em dizer que suas assembleias são soberanas. “Mas ela não pode ser soberana se segue a Cristo e o tem como seu Senhor”.

    Grupos de discussão
    Além das palestras, o Congresso Batista Carioca organizou grupos de discussão que tiveram como objetivo o aprofundamento dos assuntos apresentados e a formulação de propostas que possam fortalecer a identidade denominacional, servindo de base para a postura doutrinária das igrejas batistas da cidade do Rio de Janeiro. Estes documentos serão catalogados e apresentados à Convenção Batista Brasileira, que analisará as propostas através de um Grupo de Trabalho específico. O resultado das propostas poderá ser apresentado em na Assembleia Anual da Convenção Batista Brasileira.

    As palestras foram gravadas em vídeo e em breve serão disponibilizadas em no site www.batistacarioca.com.br e em nosso canal no YouTube (youtube.com/batistacarioca)

    Mais imagens do congresso

     

     

    [/et_pb_text][et_pb_gallery admin_label=”Galeria” gallery_ids=”3836,3837,3838,3839,3840,3841,3842″ fullwidth=”off” show_title_and_caption=”off” show_pagination=”off” background_layout=”light” auto=”off” hover_overlay_color=”rgba(255,255,255,0.9)” caption_all_caps=”off” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid” /][/et_pb_column][/et_pb_row][/et_pb_section]

  • Autonomia da Igreja e Cooperação

    Autonomia da Igreja e Cooperação

    Autonomia da Igreja
    O princípio da autonomia das igrejas nasce como outros três princípios defendidos pelos batistas: a autonomia do indivíduo, a liberdade religiosa e a separação entre igreja e Estado na Inglaterra, no contexto das fortes influências do individualismo e da liberdade de consciência ao correr do século XVII.

    A ideia fundamental da autonomia da igreja local é a defesa contra a formação de uma igreja estatal que tivesse ingerência direta na vida dos cidadãos ou de um controle eclesiástico centralizador, como era na época a Igreja Anglicana em face dos movimentos puritanos e separatistas em solo inglês.

    Daí porque os batistas passaram a prezar tanto o conceito de autonomia da igreja local, uma vez que tanto padeceram com as perseguições católica e anglicana na gênese da sua existência institucional.

    O princípio da autonomia da igreja local é uma defesa contra a ingerência de outras igrejas ou mesmo de órgãos denominacionais em seus assuntos internos.
    A questão a ser debatida para convergências é se a autonomia de uma igreja, em termos administrativos e eclesiásticos, também se refere à sua autonomia doutrinária.
    Se não, a questão seguinte é até que ponto, e sob que critérios reguladores, associações, convenções e ordens de pastores podem interferir no acompanhamento e controle dos desvios doutrinários de uma igreja.

    Cooperação
    No tocante à ética no relacionamento entre as igrejas e à questão da cooperação denominacional, algumas posturas são indispensáveis:

    — solidariedade nos momentos de crise ou dificuldade;
    — respeito às diferenças de costumes que não distorçam fundamentos bíblicos ou doutrinários;
    — parceria em projetos de evangelização e missões, ou de ação social, quando os resultados da atuação coletiva podem ser maiores do que em atividades isoladas;
    — convívio harmonioso das igrejas a partir do convívio harmonioso entre os pastores (assim como as religiões não podem pedir paz entre as nações se não souberem viver em paz entre si, os pastores e líderes não podem esperar convívio harmonioso entre as igrejas se não cultivarem convívio harmonioso entre si);
    — esforços para evitar a mentalidade e o ambiente da concorrência ou da competição, a partir da consciência de que cada igreja possui características e qualidades distintas e peculiares, em áreas de atuação também peculiares e distintas, tal qual se dá também em ministérios pastorais e lideranças com ênfases que reflitam a singularidade de cada líder e pastor;
    — transformação das pretensões de cooperação em atos concretos, a partir da cooperação financeira para fins comuns, considerando que a participação consciente e voluntária resulta de planejamentos relevantes e consistentes, sob lideranças lúcidas e coerentes em estruturas organizacionais modernas e eficazes nas instituições denominacionais.

  • Quanto a práticas litúrgicas

    Quanto a práticas litúrgicas

    Os congressos anteriores (na Segunda Igreja Batista do Rio de Janeiro, em 2014, e na Primeira Igreja Batista de Madureira, em 2015) abordaram os seguintes temas: modelos eclesiásticos, liturgia do culto, dom de línguas, função apostólica, autonomia da igreja, unção com óleo, ministério como projeto de Deus e ética no relacionamento entre igrejas.

    Na Assembleia da CBC de 2015, foi aprovada a realização de um fórum de debates a partir das conclusões dos congressos anteriores no propósito de ser elaborado um documento com o posicionamento oficial da CBC sobre os temas abordados, fundamentando bases para o acompanhamento das igrejas.

    Dividimos esses subtemas em dois temas principais, os mesmos a serem considerados no próximo congresso a realizar-se em 2016.

    Dom de línguas
    Entendemos que o dom de línguas, não no sentido de compreender outros idiomas sem conhecê-lo, como acontece em Atos 2, mas de uma fala extática sem correspondência idiomática terrena tema da abordagem paulina no capítulo 14 de 1 Coríntios trata-se, na verdade, de uma experiência de cunho pessoal e não comunitário, isto é, que não pode ser imposto para a coletividade eclesiástica como comprovação de espiritualidade ou, tal qual se oficializou na declaração doutrinária da Assembleia de Deus, por exemplo, de marca distintiva da presença do Espírito Santo na vida do crente numa experiência posterior à conversão (popularmente chamada de batismo no Espírito Santo).

    Também não consideramos que seja um dom central e indispensável, mas de transitoriedade, no sentido de que não possui caráter de obrigatoriedade na experiência geral do cristão (até porque é uma experiência suscetível a manipulações emocionais e de fácil apropriação mimética no grupo social que a considera fator de aceitação na comunidade).
    Centralidade e indispensabilidade, como Paulo observa em 1 Coríntios 13.1-13 e em Romanos 129-27, é uma categoria do dom do amor, este sim imposto como necessário à igreja para manter sua unidade e comunhão.

    Entendemos, enfim, que não são os dons que demonstram o caráter do cristão até porque não são critérios definitivos para atestar a comunhão de alguém com o Senhor, conforme as próprias palavras de Jesus em Mateus 7.21-23 e sim as virtudes do fruto do Espírito (Gálatas 5.22-25).

    Ministério apostólico
    Entendemos que a palavra apóstolo como função na igreja refere-se inicialmente aos doze separados por Jesus e a Paulo que cumpriu em seu chamado as duas condições essenciais para exercer o ministério apostólico: ter acompanhado Jesus em seu ministério na terra e ser testemunha da ressurreição (Mateus 10.2-4; Atos 1.21-22).

    Como a palavra grega apóstolo se refere, etimologicamente, a alguém comissionado ou enviado para o cumprimento de uma missão, podemos entender que, na igreja de Cristo, temos todos uma condição apostólica, pois somos todos testemunhas de Jesus para fazer discípulos.

    Portanto, em termos de função apostólica como um ministério específico no contexto eclesiástico houve apóstolos separados diretamente por Jesus para exercerem o papel de fundamentar as bases da igreja no período inicial (Efésios 2.20). Em termos de condição apostólica como responsáveis por cumprir a missão da igreja de fazer novos discípulos e testemunhar acerca do evangelho cada crente é um apóstolo, ou seja, um vocacionado ou comissionado por Jesus.

    Unção com óleo
    A unção com óleo era um costume judaico, conforme narrativas do Antigo Testamento, para representar a consagração de pessoas a Deus ou a uma determinada função, como no caso de sacerdotes (Êxodo 30.30; Levítico 8.12), reis (1 Samuel 10.1, 16.13; 1 Reis 1.39) e profetas (1 Reis 19.16). Tanto que a palavra hebraica messias significa ungido.

    No Novo Testamento, além de ser material de preparo para o embalsamento do corpo (Marcos 14.8; Lucas 23.56) e símbolo de honraria a um visitante ilustre (Lucas 7.38,46, nesse caso foi utilizado um perfume), a unção possuía caráter terapêutico (Marcos 6.13; Tiago 5.14), no sentido de que a aplicação do unguento (aleiphos, no grego) refere-se a um processo usado na época para medicação e cura de um enfermo. A ênfase na oração é uma expectativa de que o tratamento fosse abençoado por Deus para dar resultados positivos.

    Mesmo considerando, como no caso das opiniões divergentes, que a unção não tivesse vínculo com uso terapêutico, fica claro nos textos que não há poder no ato em si, ou no óleo aplicado, mas na ação poderosa de Deus em resposta à oração confiante.

    Não há, portanto, qualquer razão para que a unção com óleo seja tratada, como em alguns ambientes evangélicos, de forma mística ou mágica, ou para que o costume seja imposto como algo fundamental, quase sacramental, para viabilizar a ação divina.

  • Educação religiosa

    Educação religiosa

    [et_pb_section admin_label=”section”][et_pb_row admin_label=”row”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

    Cerca de 260 pessoas ligadas à educação religiosa estiveram reunidas, no último sábado (20), na Primeira Igreja Batista da Fundação, no bairro de Guadalupe, no Rio de Janeiro (RJ), para o desenvolvimento de uma reflexão sobre a relação da educação na construção de uma teologia prática. O VI Congresso de Educação Cristã, realizado pela Associação de Educadores Religiosos Cristãos Batista Carioca (AERCBC), mais uma vez fomentou debates preciosos sobre a valorização de uma estrutura que reforce o ensino das Escrituras, bem como uma visão doutrinária alinhada aos valores denominacionais.

    Participaram como preletores os pastores Welleson Magalhães e Eli Fernandes, abordando a relevância do ensino cristão para a transformação de vidas e a relação da educação cristã e a teologia pragmática, respectivamente.

    “A gente precisa parar de ter medo de trazer aspectos técnicos para dentro da igreja. Os pressupostos pedagógicos. Estamos discutindo quais as propostas que as pessoas têm para a educação. No geral falamos de Escola Bíblica Dominical, mas deveríamos falar de algo mais amplo, mais amplificado do que simplesmente a EBD. Muitas vezes ofendemos a inteligência dos nossos alunos porque a gente coloca os professores sem nenhum preparo. Às vezes a pessoa tem um coração grande para o ensino, mas não tem ferramenta. Ao tempo em que temos pessoas com ferramentas, mas petulantes, então não transmitem vida e não exercem influência sobre seus alunos”, afirmou o Pr. Wedson, que defende projetos educacionais mais contextualizados, que despertem nos membros de igrejas a sede pelo aprendizado e pela aplicação de tudo o que aprendem, a ponto de desenvolverem intimidade com Deus e mudança de vida.

    Para o Pr. Eli Fernandes, a relação do ensino com a igreja vem da própria origem da Grande Comissão. “Ensinar e fazer discípulos estão presentes nesse momento fantástico! Assim nasceu a Igreja Primitiva, debaixo do ensino. Quando iniciamos uma igreja geralmente começamos pelo templo, mas deveríamos começar pelo prédio de educação.” A igreja nasce sob a égide do ensino”, disse. Sobre o pragmatismo e os seus sinais na contemporaneidade, ele completa: “Se você usa o pragmatismo para fazer juízo do que é certo ou errado, daquilo que funciona, você colide contra a bíblia. Os conceitos, que dentro de nossa percepção se mostram relevantes, acabam sendo descartados. Nunca vi, lamentavelmente, tanta canção de erro teológico quanto hoje. E você e eu ficamos em pé a cantar essas canções de pecado teológico imenso. Imagine os educadores presentes que sabem que os que cantam não participam do plano educacional da igreja?”

    Além das palestras, o congresso abriu espaço para cinco oficinas que ampliaram as reflexões fomentadas pela manhã. Os participantes optaram por dois dos seguintes temas: Igreja na EBD – Como é possível? (E.R. Eliete Celestino); Métodos para o ensino infantil (Cátia Pires); Jovens fortes para uma geração desafiadora (líderes de juniores, adolescentes e jovens) (Thiago Pires); Como organizar um Ministério com famílias eficaz (Pr. Nataniel Sabino); e Pequenos Grupos Multiplicadores (Pr. Eli Fernandes). Foi uma oportunidade única de aperfeiçoamento e compartilhamento de visões ministeriais.

    Durante a programação, a AERCBC realizou sorteios de livros e ofereceu aos participantes uma área com stands para a aquisição de material de apoio em diversas áreas, fechando assim o leque de oportunidades de capacitação.
    O evento contou com o apoio da Convenção Batista Carioca (CBC), cujo diretor geral, Pr. Nilton Antonio de Souza, se fez presente, e do Departamento de Associações da CBC.

    “O VI Congresso de Educação foi surpreendente! Surpreendente pelo número de inscritos, pela participação ativa dos congressistas fazendo perguntas e formulando pensamentos consistentes e coerentes sobre os temas propostos nas plenárias e oficinas relacionando à sua realidade cotidiana. Foi surpreendente a colaboração voluntária de educadores no apoio técnico que foi necessário ao grande número de inscritos. Nos ajudaram na distribuição do material, na reorganização dos espaços das oficinas, na orientação do programa… foi realmente um congresso de educação. Ficamos muito felizes e esperançosos de ser ainda melhor no VII Congresso”, concluiu a Educ. Priscila Mariano Mota, coordenadora da AERCBC.

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  • Encontro e vigília

    Encontro e vigília

    Muita oração na noite da última sexta-feira, quando participantes do Impacto de Carnaval, junto aos voluntários do Movimento Braços Abertos, se reuniram para clamar a Deus pelos eventos missionários que acontecerão durante as Olimpíadas de 2016.

    O Movimento Braços Abertos é a união de igrejas de várias denominações e agências missionárias de todas as partes do mundo com o único objetivo de tornar Cristo conhecido entre as nações aqui no Brasil. Como forma de preparo espiritual e comunhão, com frequência os líderes do movimento se reúnem para orar e traçar objetivos de evangelização. Desta vez, esse encontro, que na verdade foi uma vigília, aconteceu na Igreja Batista de Tauá (Ilha do Governador) e contou com a participação dos impactantes – pessoas que participaram da mobilização missionária durante o Carnaval carioca.

    Durante a vigília, houve apresentação de algumas organizações que fazem parte do MBA, bem como um momento de oração dirigido pela equipe do Impacto de Carnaval 2016. A mensagem da noite ficou a cargo do missionário Juan Gonçalves, que atua na Capelania Socioeducativa da CBC e também foi líder de equipe no Impacto 2016.

    Além de Juan, representaram a Convenção Batista Carioca o diretor geral Pr. Nilton Antonio de Souza e o coordenador de Missões Rio, Pr. Ulisses Torres.

    A CBC terá um papel fundamental no movimento MBA. Ela será responsável pela capacitação e hospedagem de voluntários que desejarem participar das atividades de evangelização durante as Olimpíadas. Os interessados devem se inscrever pelo site www.mba2016.com.br

  • PPS – Pare, pense e siga

    PPS – Pare, pense e siga

    Por Equipe JBC

    No último sábado, dia 20, aconteceu mais uma edição do Pare, pense e siga. Mas, o que é isso? O PPS é uma ação evangelística da JBC que ocorre nos sinais de trânsito, levando balas para a galera e, principalm
    ente, a mensagem da salvação. Nessa edição, por conta do local e do grande calor, nós levamos água ao invés das balas.

    O pessoal se uniu no Arpoador, em Ipanema, e se dividiu em três pontos para realizar o evangelismo: dois sinais de trânsito, com uma certa distância, e um outro ponto entre esses dois sinais, que ficava na orla. A partir desse, a equipe do Projeto 18/21 levava água para os outros dois, para reabastece-los. Funcionou como se fosse um “ponto de reabastecimento” mesmo, que acabou virando um outro local em que pode se evangelizar também, pois as pessoas que passavam por ali andando, correndo, passeando, paravam e pegavam uma água. Enchemos uma piscina com mais de 2.0000 copinhos, mas acabou tudo antes do que esperávamos. Muita gente pode se refrescar e ser atingido com uma mensagem.

    12745827_1281451528538337_1425022198723232643_nO pessoal recebeu um copo, um folheto, uma palavra e pôde ser alcançada. Pessoas a pé e nos seus carros, sozinhas e acompanhadas, receberam algo muito especial naquele dia. E que a nossa oração continue por essas vidas, para que a semente lançada caia em solo fértil e para que elas entendam o que Jesus disse: “Respondeu-lhe Jesus: Todo aquele que beber desta água tornará a ter sede, mas o que beber da água que eu lhe der jamais terá sede. Mas a água que eu lhe der virá a ser nele fonte de água, que jorrará até a vida eterna.” João 4:13-14

    Você que quer fazer parte das ações da JBC, fale com a gente. Precisamos muito de você! Se quiser evangelizar, estar em programações como essa, será muito bem-vindo e contamos muito com isso. É só falar com a gente e vir. Se quiser participar da organização, então pode entrar na coordenadoria de Missões, onde irá fazer parte do planejamento e da prática dos nossos evangelismos. Temos outras coordenadorias também onde poderá se encaixar, como: intercessão, comunicação, administração e etc. Viu? Tem bastante lugar aqui te esperando! A gente tem espaço pra todo mundo se envolver e participar das nossas ações. Você é essencial pra que continuemos fazendo o que fazemos e muitas outras coisas. Para falar com a gente, mande um e-mail para: contato@jbc.org.br ou através das nossas páginas no facebook e instagram.

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    Instagram: jbcarioca

    Deus abençoe a todos!

  • Convocação para a Assembleia da UFMBC

    EDITAL DE CONVOCAÇÃO

    PARA A 87ª ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DA UNIÃO FEMININA MISSIONÁRIA BATISTA CARIOCA – UFMBC

    Na qualidade de presidente da União Feminina Missionária Batista Carioca – UFMBC em cumprimento ao Artigo 6º do Estatuto da União feminina Missionária Batista Carioca, convoco as mensageiras das Organizações Femininas das Igrejas Batistas deste Município para a realização da 87ª Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada no dia 02 de abril, sábado, a partir das 08h30m, na PRIMEIRA IGREJA BATISTA DE MOÇA BONITA, situada à Rua Tirana, 28 Padre Miguel – RJ, para eleição da Diretoria 2016/2017, bem como analisar e deliberar sobre assuntos gerais de interesse da União.

    Rio de Janeiro, 26 de fevereiro de 2016

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    Márcia Fernandes Kopanyshyn
    Presidente – União Feminina Missionária Batista Carioca