Autor: Convenção Batista Carioca
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PC Julho – Igrejas por Associação
Convenção Batista CariocaIgrejas que Ofertaram para o Plano CooperativoPeríodo de 01/07/2012 a 31/07/2012 (Julho)Associação Centro (25 Igrejas); Valores/R$Itacuruça, IB; 17.288,20Tijuca, IB Memorial; 1.000,00Alto da Boa Vista, IB; 878,00Centenário no Engenho Novo, IB; 532,02Nova Canaã, IB; 305,37Santa Teresa, PIB da Coroa em; 300,00Estrela de Ouro, Miss. Batist.; 220,00Parque Vila Isabel, IB; 145,00Mission. RJ, Cong. Batist.; 50,00Total da Associação; R$ 20.718,59Associação Centro-Oeste (17 Igrejas); Valores/R$Engenho Novo, IB Eva. Batist.; 1.536,50Rio de Janeiro, SIB; 1.418,96Bom Retiro, IB; 1.102,87Piedade, SIB; 550,00Agua Santa, IB em; 300,00Camarista Méier, IB; 100,00Total da Associação; R$ 5.008,33Associação Ilha do Governador (14 Igrejas); Valores/R$Tauá, IB; 7.939,77Bancários, IB; 1.299,21Freguesia, IB; 643,79Ilha do Gov., IB Centr.; 388,00Guarabu, IB; 296,00Jardim Duas Praias, IB; 200,00Cacuia, IB na; 200,00Total da Associação; R$ 10.966,77Associação Jacarepagua (39 Igrejas); Valores/R$Barão de Taquara, IB; 14.980,96Rio Grande, IB; 1.822,19Curicica, PIB; 1.707,00Vargem Pequena, IB; 1.000,00Parque Curicica, IB; 500,00Freguesia de Jacarepagua, PIB; 100,00Memorial de Vila Valqueire, IB; 100,00Fe em Curicica, Congre. Bat.; 100,00Freguesia de Jacarepagua, SIB; 50,00Cidade de Deus, IBC; 45,89Total da Associação; R$ 20.406,04Associação Leopoldinense ( 41 Igrejas); Valores/R$Jardim América, CBB – IBC; 1.000,00Praça do Carmo, IB; 600,00Vigário Geral, TIB; 553,00Bonsucesso, IBC; 500,00Higienópolis, PIB; 400,00Parque União, IB; 400,00Bonsucesso, SIB; 300,00Cordovil, IB; 300,00Vigário Geral, SIB; 300,00Lucas, IBC; 250,00Penha, PIB da; 200,00Jardim América, SIB; 160,00Vila Jardim, PIB; 127,72Lucas, PIB; 100,00Olaria, PIB; 100,00Total da Associação; R$ 5.290,72Associação Nordeste ( 25 Igrejas); Valores/R$Paque Anchieta, PIB; 3.900,00Guadalupe, PIB; 2.000,00Quinze de Novembro, IB; 1.827,81Pavuna, IB Mem.; 600,00Anchieta, SIB; 250,00Nova Anchieta, SIB; 214,00Vila Mariópolis, PIB; 200,00Anchieta, TIB; 150,00Bela Canaã, IB; 120,00Anchieta, PIB; 100,00Camboata, IB; 100,00Ricardo de Albuquerque, IB Central; 100,00Praça Sorata, IB Mem. Na; 50,00Total da Associação; R$9.611,81Associação Norte (47 Igrejas); Valores/R$Jardim Colégio, IB; 3.417,77Turiaçu, IB; 935,30Vista Alegre, IB; 695,00Costa Barros, PIB; 600,00Pavuna, SIB; 330,00Costa Barros, SIB; 310,00Vicente de Carvalho, PIB; 210,65Rocha Miranda, IB Mem.; 100,00Rocha Miranda, TIB; 100,00Coelho Neto, IBC; 50,00Total da Associação; R$6.748,72Associação Oeste (18 Igrejas); Valores/R$Madureira, PIB; 2.000,00Osvaldo Cruz, IB Central; 1.305,00Bento Ribeiro, PIB; 500,00Vila Valqueire, IB; 500,00Bento Ribeiro, SIB; 20,00Total da Associação; R$ 4.325,00Associação Sinai ( 18 Igrejas ); Valores/R$Calvário, IB; 1.400,52Jacrezinho, IB Central; 877,00Jardim Arimateia, IB; 500,00Alegria, IB; 401,00Rocha, IB; 200,00Betel, IB; 100,00Filadélfia, IB; 100,00Jacaré, PIB; 100,00Total da Associação; R$3.678,52Associação Suburbana ( 20 Igrejas); Valores/R$Bom Samaritano, IB; 1.000,00Jardim Inhauma, IB; 663,70Inhauma, SIB; 452,50Alvorada, IB; 241,19Nova America, IB; 100,00Total da Associação; R$2.457,39Associação Sul (24 Igrejas); Valores/R$Catete, IB; 4.000,00Recreio dos Bandeirantes, PIB; 2.000,00Barra da Tijuca, IB Central; 2.000,00Copacabana, PIB; 1.600,00Barra da Tijuca, PIB; 1.000,00Jardim Botânico, IB; 1.000,00Laranjeiras, IB; 500,00Orla Sul, IB; 479,00Gavea, PIB; 250,00Leme, IB; 150,00Total da Associação; R$12.979,00Associação Oeste-Carioca (157 Igrejas); Valores/R$Campo Grande, PIB; 12.061,00Moça Bonita, PIB; 2.800,00Pque Real de Realengo, PIB; 2.521,00Monte Tabor, IB; 1.500,00Rio da Prata, PIB; 1.500,00Realengo, IB Central; 1.200,00Cancela Preta, PIB; 800,00Sarapui, IB; 622,00Jardim Letícia, IB; 520,00Jardim São Bento, IB; 500,00Magalhães Bastos, IB Central; 462,86Vila Realengo, IB; 311,00Realengo, PIB; 300,00Jardim Santissimo, IB; 276,89Boa Esperança, IB; 250,00Memorial do Medanha, IB; 247,00Augusto Vanconcelos, PIB; 243,77Jardim Monteiro, PIB; 230,00Moça Bonita, SIB; 220,00Cristo a Única Esp. IB; 175,00São Fernando, PIB; 171,00Alvorada – Sta Cruz, IB; 160,00Novo Alvorecer, IB Mem.; 150,00Senador Camara, IB Central; 100,00Monte Alegre, IB; 60,00Piquirobi, IB; 54,00Senador Camará, IB Mem.; 50,00Correa, IB Central; 50,00Maria Luiza, IB em; 50,00Nova Aliança, IB Central; 25,00Total da Associação; R$27.610,52Associação Real ( 36 Igrejas); Valores/R$Jardim Sete Abril, IB; 500,00Pque Suely, IB; 311,00Manguariba, IB; 200,00Oásis, IB; 200,00Minehah, IB; 90,00Monte da Fé em Sgrd. Cor, IB; 50,00Total da Associação; R$ 1.351,00Número de Contribuintes = 135Total; R$ 131.152,41Plano de Contingência; (-)7.869,14Total Geral; R$ 123.283,26 -
PC Junho – Igrejas por Associação
Convenção Batista CariocaIgrejas que Ofertaram para o Plano CooperativoPeríodo de 01/06/2012 a 30/06/2012 (Junho)Associação Centro (25 Igrejas); Valores/R$1. Itacuruça, Igreja Batista;15.558,962. Rio de Janeiro, PIB;11.565,223. Liberdade, Igreja Batista;1.904,054. Andaraí, PIB;1.100,005. Tijuca, Igreja Batista Memorial;1.000,006. Alto da Boa Vista, IB; 960,007. Estrela de Ouro, Miss. Bat.; 400,008. Grajaú, SIB;284,509. Centenário no Engenho Novo, IB;263,6810.Parque Vila Isabel, IB;127,0011.Rio de Janeiro, IB Central;100,0012.Mission. RJ, Cong. Batist.;50,00Total da Associação; R$33.313,41Associação Centro-Oeste (17 Igrejas) ;Valores/R$1. Engenho Novo, IB Evangélica; 2.856,002. Meier, Igreja Batista; 2.000,003. Rio de Janeiro, SIB; 1.307,584. Piedade, SIB; 580,005. Agua Sta, IB em;300,006. Quintino, IB; 200,007. Cachambi, IB;100,00Total da Associação; R$7.343,58Associação Ilha do Governador (14 Igrejas); Valores/R$)1. Tauá, Igreja Batista; 6.156,502. Freguesia, Igreja Batista; 1.855,053. Bancários, Igreja Batista; 1.097,084. Guarabu, Igreja Batista; 370,005. Galeão, SIB; 230,206. Jardim Duas Praias, Igreja Batista; 200,00Total da Associação; R$ 9.908,83Associação Jacarepagua (39 Igrejas); Valores/R$1. Barão de Taquara, IB; 14.163,442. Memorial de Jacarepagua, IB; 5.900,003. Curicica, PIB; 1.979,004. Rio Grande, IB; 1.344,075. Vargem Pequena, IB; 1.000,006. Jardim Boiuna, PIB; 539,157. Cidade de Deus, IBC; 86,028. Freguesia de Jacarepagua, SIB; 50,00Total da Associação; R$25.061,68Associação Leopoldinense (41 Igrejas); Valores/R$1. Praça do Carmo, Igreja Batista; 600,002. Vigário TIB; 545,003. Bonsucesso, IBC; 500,004. Higienópolis, PIB; 400,005. Parque União, IB; 400,006. Bonsucesso, SIB; 300,007. Cordovil, IB; 300,008. Vigário Geral, SIB; 300,009. Lucas, IBC; 250,0010.Penha, PIB da; 200,0011.Ramos, PIB em; 200,0012.Praia de Ramos, IB;180,0013.Jardim América, SIB; 160,0014.Penha Circular, Igreja Batista; 120,0015.Vila Jardim, PIB; 110,5716.Lucas, PIB; 100,0017.Olaria, PIB; 100,0018.Dique, PIB; 100,0019.Vila do João, PIB; 50,00Total da Associação; R$ 4.915,57Associação Nordeste (25 Igrejas); Valores/R$1. Parque Anchieta, PIB; 4.000,002. Quinze de Novembro, IB; 1.585,123. Pavuna, IB Mem.; 500,004. Ricardo de Albuquerque, SIB; 220,005. Vila Mariópolis, PIB; 200,006. Anchieta, 3ª IB em; 150,007. Bela Canaã, IB; 120,008. Anchieta, PIB; 100,009. Marechal Hermes, IB Missionária; 100,0010.Ricardo de Albuquerque, IB Central; 100,0011.Nova Anchieta, IB; 100,0012.Praça Sorata, IB Mem.; 50,00Total da Associação; R$ 7.225,12Associação Norte (47 Igrejas); Valores/R$1. Vila da Penha, PIB; 8.099,492. Irajá, PIB; 2.500,003. Betel em Pavuna, IB; 1.125,414. Memorial Pq Columbia, IB; 1.100,005. Turiaçu, IB; 937,706. Vista Alegre, IB; 553,007. Coelho Neto, PIB; 501,998. Pavuna, SIB; 330,009. Costa Barros, SIB; 302,0010.Iapac de Irajá, IB; 200,0011.Rocha Miranda, IB Mem.; 100,0012.Rocha Miranda, TIB; 100,00Total da Associação; R$ 15.849,59Associação Oeste (18 Igrejas); Valores/R$1. Madureira, PIB; 2.000,002. Osvaldo Cruz, IB Central; 728,003. Bento Ribeiro, PIB; 500,004. Vila Valqueire, IB; 500,00Total da Associação; R$ 3.728,00Associação Sinai (18 Igrejas); Valores/R$1. Nova Jerusalém, IB; 2.543,252. Calvário, IB;2.100,203. Alegria, Igreja Batista;314,004. Benfica, IB;300,005. Rocha, IB; 200,006. Filadélfia, IB;100,007. Jacaré, PIB;100,00Total da Associação; R$ 5.657,45Associação Suburbana (20 Igrejas); Valores/R$1. Inhaúma, SIB;437,702. Alvorada, IB;174,10Total da Associação; R$ 611,80Associação Sul (24 Igrejas); Valores/R$1. Recreio dos Bandeirantes, PIB;2.000,002. Barra da Tijuca, IB Central;2.000,003. Copacabana, PIB;1.600,004. Barra da Tijuca, PIB;1.000,005. Laranjeiras, IB; 1.000,006. Jardim Botânico, IB;1.000,007. Gavea, PIB;500,008. Botafogo, PIB;400,009. Cosme Velho, PIB;250,0010.Orla Sul, IB; 212,0011.Leme, IB;150,0012.Largo Machado, IB;140,0013.Urca, PIB;100,00Total da Associação; R$ 10.352,00Associação Oeste-Carioca (157 Igrejas); Valores/R$1. Moça Bonita, PIB;2.800,002. Bangu, PIB; 1.500,003. Monte Tabor, IB;1.500,004. Realengo, IB Central;1.200,005. Campo Grande, IB Central;622,006. Sarapuí, IB;622,007. Magalhães Bastos, IB Central; 505,118. Jardim São Bento, IB;500,009. Jardim Letícia, IB;414,1210.Cancela Preta, PIB;400,0011.Vila Realengo, IB; 311,0012.Realengo, PIB;300,0013.Vila Jardim, IB; 300,0014.Augusto Vasconcelos, PIB;256,6115.Moça Bonita, SIB;254,0016.Boa Esperança, IB;250,0017.Jardim Terra Firme, PIB;250,0018.Memorial do Medanha, IB; 231,0019.Jardim Santissimo, IB; 224,8620.São Fernando, PIB;180,6021.Cristo a Única Esperança, IB; 175,0022.Nova Bereia, IB;165,0023.Alvorada em Sta Cruz, IB;160,0024.Novo Alvorecer, IB Mem.; 150,0025.Senador Camará, IB Central; 100,0026.Bangu, IB Mem.; 100,0027.Frutuoso, PIB;100,0028.Monte Alegre, IB;60,0029.Piquirobi, IB; 53,1330.Senador Camará, IB Mem.; 50,0031.Vila Comari, IB; 50,0032.Maria Luiza, IB em ;50,0033.Nova Aliança, IB Central; 25,00Total da Associação; R$ 13.909,43Associação Real (36 Igrejas); Valores/R$1. Cosmos, PIB de ;3.000,002. Jardim Sete Abril, IB; 500,003. Bandeirantes, SIB; 230,004. Oásis, IB; 200,005. Paciência, PIB; 200,006. Novo Viver, IB;105,007. Saquassu, PIB; 100,008. Manancial de Campo Grande, IB; 100,009. Monte da Fé em Sgrdo Cor. IB; 50,00Total da Associação; R$ 4.485,00Número de Contribuintes = 144Total; R$142.311,46Plano de Contingência; (-) 8.538,68.Total Geral: R$ 133.772,77 -
PC Maio – Igrejas por Associação
CONVENÇÃO BATISTA CARIOCAIGREJAS QUE OFERTARAM PARA O PLANO COOPERATIVOPERÍODO DE MAIO 01/05/2012 A 31/05/2012ASSOCIAÇÃO CENTRO (25 IGREJAS); VALORES/R$1)ITACURUÇÁ, IGREJA BATISTA; 18.605,342)RIO DE JANEIRO, PIB;13.978,463)VILA ISABEL, IB EM ; 4.126,004)TIJUCA, IGREJA BATISTA MEMORIAL; 2.000,005)LIBERDADE, IGREJA BATISTA; 1.710,926)ANDARAÍ, PIB; 1.100,007)ALTO DA BOA VISTA, IB; 838,008)GRAJAÚ, SIB; 502,909)SANTA TERESA, PIB DA CAROBA EM ; 300,0010)NOVA CANAÃ, IGREJA BATISTA; 233,8611)CENTENÁRIO NO ENGENHO NOVO, IB; 214,5012)PARQUE VILA ISABEL, IGREJA BATISTA; 198,4013)ESTRELA DE OURO, MISS. BATIST; 190,0014)RIO DE JANEIRO, IBC; 100,0015)MISSION. RIO DE JANEIRO, CONGREG. BAT;50,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO;R$ 44.148,38ASSOCIAÇÃO CENTRO-OESTE (17 IGREJAS); VALORES/R$1)BOM RETIRO, IB; 3.449,872)MEIER, IGREJA BATISTA; 2.000,003)RIO DE JANEIRO, SIB;1.745,274)PIEDADE, SIB; 500,005)AGUA SANTA, IB EM;300,006)CACHAMBI, IGREJA BATISTA; 100,007)PIEDADE, PRIMEIRA IGREJA BATISTA;100,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$8.195,14ASSOCIAÇÃO ILHA DO GOVERNADOR (14 IGREJAS); VALORES/R$1)TAUA, IGREJA BATISTA; 7.177,702)FREGUESIA, IGREJA BATISTA;5.266,503)BANCARIOS, IGREJA BATISTA; 1.372,784)GALEAO, SIB; 489,985)ILHA DO GOVERNADOR, IB CENTRAL; 472,006)GUARABU, IGREJA BATISTA;320,007)JARDIM DUAS PRAIAS, IGREJA BATISTA; 200,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$15.298,96ASSOCIAÇÃO JACAREPAGUA (39 IGREJAS); VALORES/R$1)BARÃO DE TAQUARA, IB; 15.424,022)JACAREPAGUA, PIB; 5.277,903)VARGEM PEQUENA, IB; 2.000,004)CURICICA, PIB; 1.704,005)RIO GRANDE, IB; 1.671,846)PARQUE CURICICA, IB; 1.000,007)JARDIM BOIUNA, PIB;124,008)FREGUESIA DE JACAREPAGUA, PIB; 100,009)FÉ EM CURICICA, CONGREG. BATIST.; 100,0010)CIDADE DE DEUS, IBC; 70,7211)FREGUESIA DE JACAREPAGUA, SIB; 50,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$ 27.522,48ASSOCIAÇÃO LEOPOLDINENSE (41 IGREJAS); VALORES/R$1)VILA JARDIM, PIB; 635,802)PRAÇA DO CARMO, IB; 600,003)VIGARIO GERAL, TIB; 600,004)JARDIM AMÉRICA -CBB, IBC; 500,005)BONSUCESSO, IBC; 500,006)HIGIENÓPOLIS, PIB;400,007)PARQUE UNIÃO, IGREJA BATISTA; 400,008)BOSUCESSO, SEGUNDA IB;300,009)CORDOVIL, IB; 300,0010)VIGARIO GERAL, SIB;300,0011)LUCAS, IBC; 250,0012)PRAIA DE RAMOS, IB; 207,0013)PENHA, PIB NA; 200,0014)JARDIM AMÉRICA, SIB; 160,0015)PENHA CIRCULAR, IB; 120,0016)LUCAS, PIB;100,0017)RAMOS, PRIMEIRA IB EM;100,0018)DIQUE, PRIMEIRA IGREJA BATISTA; 100,0019)VILA DO JOÃO, PIB;50,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$5.822,80ASSOCIAÇÃO NORDESTE (25 IGREJAS); VALORES/R$1)PARQUE ANCHIETA, PIB;5.340,002)PARQUE ANCHIETA, SIB;790,003)ANCHIETA, SIB; 750,004)ANCHIETA, TIB;600,005)PAVUNA, IB MEMORIAL; 550,006)RICARDO DE ALBUQUERQUE, SIB;300,007)VILA MARIOPOLIS, PIB;200,008)BELA CANAA, IGREJA BATISTA; 120,009)ANCHIETA, PIB; 100,0010)RICARDO DE ALBUQUERQUE, IBC; 100,0011)NOVA ANCHIETA, IB; 100,0012)MARECHAL HERMES, IB MISSIONÁRIA; 50,0013)PRAÇA SORATA, IB MEMORIAL NA;50,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$9.050,00ASSOCIAÇÃO NORTE (47 IGREJAS); VALORES/R$1)VILA DA PENHA, PIB;7.777,782)JARDIM COLÉGIO, IB;3.023,183)IRAJA, PIB;2.500,004)COSTA BARROS, PIB;1.500,005)VISTA ALEGRE, IB;1.380,006)TURIAÇU, IGREJA BATISTA;1.097,307)IRAJA, SIB;650,008)BETEL EM PAVUNA, IB; 601,589)PAVUNA, SIB;330,0010)COSTA BARROS, SIB; 310,0011)VICENTE DE CARVALHO, PIB;223,5712)IAPAC DE IRAJÁ, IB; 200,0013)ROCHA MIRANDA, IB MEMORIAL; 100,0014)ROCHA MIRANDA, TIB; 100,0015)COELHO NETO, IB CENTRAL;50,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$ 19.843,41ASSOCIAÇÃO OESTE (18 IGREJAS); VALORES/R$1)MADUREIRA, PIB; 2.000,002)BENTO RIBEIRO, PIB; 1.000,003)VILA VALQUEIRE, IB; 500,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$ 3.500,00ASSOCIAÇÃO SINAI (18 IGREJAS); VALORES/R$1)NOVA JERUSALEM, IGREJA BATISTA; 2.639,052)CALVARIO, IB; 1.514,803)ALEGRIA, IGREJA BATISTA; 430,004)FILADELFIA, IB; 200,005)ROCHA, IGREJA BATISTA; 200,006)VIEIRA FAZENDA, SIB; 100,007)JACARE, PRIMEIRA IGREJA BATISTA; 100,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$5.183,85.ASSOCIAÇÃO SUBURBANA (20 IGREJAS); VALORES/R$1)JARDIM INHAUMA, IGREJA BATISTA; 576,002)BOM SAMARITANO, IB; 500,003)INHAUMA, SIB; 449,004)CAVALCANTE, IB; 300,005)ALVORADA, IGREJA BATISTA; 172,746)ABOLIÇÃO, IBC; 100,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$ 2.097,74ASSOCIAÇÃO SUL (24 IGREJAS); VALORES/R$1)CATETE, IGREJA BATISTA; 4.000,002)RECREIO DOS BANDEIRANTES, PIB; 2.000,003)BARRA DA TIJUCA CENTRAL, IB; 2.000,004)COPACABANA, PIB; 1.600,005)BARRA DA TIJUCA, PIB; 1.000,006)JARDIM BOTANICO, IB; 1.000,007)COSME VELHO, PIB; 500,008)VIDIGAL, PIB;360,009)ORLA SUL, IGREJA BATISTA; 216,0010)BOTAFOGO, PIB; 200,0011)LEME, IB; 150,0012)LARGO DO MACHADO, IB; 140,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$ 13.166,00ASSOCIAÇÃO OESTE-CARIOCA (157 IGREJAS) ; VALORES/R$1)CAMPO GRANDE, PIB; 12.157,002)JARDIM JOARI, IGREJA BATISTA; 3.401,753)MOÇA BONITA, PIB; 2.800,004)PARQUE REAL DE REALENGO, PIB; 2.388,205)PARQUE SÃO BASILIO, IB; 2.000,006)BANGU, PIB; 1.500,007)MONTE TABOR, IB; 1.500,008)REALENDO, IBC; 1.200,009)SANTA MARGARIDA, PIB; 931,0010)REALENGO, PIB; 900,0011)JARDIM SANTÍSSIMO, IB; 658,0012)CAMPO GRANDE, IB CENTRAL; 622,0013)JARDIM LETICIA, IGREJA BATISTA; 550,0014)JARDIM SÃO BENTO, IB; 500,0015)MOÇA BONITA, SIB; 463,2516)MAGALHAES BASTOS, IB CENTRAL; 457,9317)CANCELA PRETA, PIB NA; 400,0018)SÃO FERNANDO, PIB; 392,6519)VILA REALENGO, IGREJA BATISTA; 311,0020)VILA JARDIM, IGREJA BATISTA; 300,0021)JARDIM TERRA FIRME, PIB; 250,0022)AUGUSTO VASCONCELOS, PIB; 246,6123)MONTE SIÃO; 190,0024)NOVA BEREIA, IB; 174,0025)ALVORADA – STA CRUZ, IB; 160,0026)NOVO ALVORECER, IB MEMORIAL; 150,0027)SENADOR CAMARÁ, IB MEMORIAL; 100,0028)SENADOR CAMARÁ, IBC; 100,0029)BANGU, IGREJA BATISTA MEMORIAL; 100,0030)MONTE ALEGRE, IGREJA BATISTA; 60,0031)PIQUIROBI, IGREJA BATISTA; 56,1332)VILA COMARI, IGREJA BATISTA; 50,0033)MARIA LUIZA, IGREJA BATISTA EM; 50,0034)NOVA ALIANÇA, IBC; 25,0035)GUNDU DO SENA, IBC EM; 20,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$ 35.164,52ASSOCIAÇÃO REAL (36 IGREJAS); VALORES/R$1)COSMOS, PRIMEIRA IGREJA BATISTA EM; 6.367,002)JARDIM SETE DE ABRIL, IB; 500,003)PARQUE SUELY, IB; 311,004)OASIS, IB; 200,005)SAQUASSU, PRIMEIRA IGREJA BATISTA; 200,006)NOVA ESPERANÇA EM STA CRUZ, IB; 150,007)BANDEIRANTES, SIB; 140,008)VILA PACIENCIA, PIB RUA SÃO GOMÁRIO; 131,409)MONTE DA FÉ EM SGRDO COR. IB;50,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$8.049,40NÚMERO DE CONTRIBUINTES = 159TOTAL; R$ 197.042,68PLANO DE CONTINGENCIA; (-)11.822,56TOTAL GERAL; R$ 185.220,11 -
Missões Urbanas 2012
APRESENTAÇÃOEstamos iniciando a Campanha de Missões Urbanas de 2012 da Convenção Batista Carioca. Nosso alvo é alcançar R$ 400 mil não somente para manter a obra, mas ampliar ainda mais nossa ação evangelística na cidade do Rio de Janeiro.O tema da campanha deste ano é: “Que o Rio conheça a Palavra da Verdade”, baseado em João 8.32b: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, em sintonia com o tema geral da CBB e da CBC para 2012.Temos o enorme desafio de nos manter durante todo o ano de 2012, além de uma série de projetos ocasionais, como: o “Impacto de Carnaval”, as ações missionárias e sociais das organizações da CBC, e, agora, os nossos 12 missionários urbanos. Há dois anos, tínhamos 05 (cinco); no ano passado chegamos a 9 (nove) e, neste ano, já temos 12 (doze) homens e mulheres preparados para ministrarem nos diversos espaços missionários que a Convenção Batista Carioca abraçou, com o apoio de suas igrejas, ou seja: Capelania Hospitalar (cinco missionários), Capelania Prisional (quatro missionários), Capelania Portuária (um missionário), Capelania dos Enlutados nos Cemitérios (um missionário) e Capelania Esportiva (um missionário).Queremos ampliar ainda mais nossa área de atuação e o número de missionários. Há pelo menos 10 outros irmãos missionários que aguardam apoio financeiro, para desenvolver ainda mais o ministério nas áreas de formação e de habilidades que Deus lhes deu, além das áreas mencionadas, também nas de Capelania Circense e Capelania Escolar.Nossa ação missionária terá, daqui para frente, forte apoio do Departamento de Ação Social, que buscará dar cobertura às necessidades sociais dos alcançados.Só a eternidade poderá medir o alcance do trabalho dedicado e responsável que esses homens e mulheres de Deus, apoiados por nossas igrejas e coordenados pelo Departamento de Evangelismo e Missões de nossa Convenção, fazem na cidade do Rio de Janeiro, nas suas respectivas áreas, em nome dos batistas cariocas e para a glória de Deus.Material para download:Missões Urbanas da CBC, trabalhando para que o Rio conheça a Palavra da Verdade!! -
Meio Ambiente – Os Evangélicos Podem Fazer a Diferença
Por Pr. Damy Ferreira
Mais uma vez os Cariocas hospedam uma conferência internacional de Ecologia e Meio Ambiente. A anterior ocorreu em 1992, denominada Eco-Rio 92. Porque são passados 20 anos, daí a denominação desta de Rio + 20.
Antecedendo o evento da Eco Rio-92, os Evangélicos do Rio de Janeiro, encabeçados pelos Presbiterianos, criaram o movimento: Celebrando Deus com o Planeta Terra, e eu, que na ocasião era o Secretário Executivo da Convenção Batista Carioca (hoje seria Diretor Geral), fui convidado a participar dos trabalhos e, de fato, participei.
Na nossa Assembleia Convencional daquele ano, a Comissão de Assuntos Eventuais sugeriu que se criasse um movimento semelhante só dos Batistas, ideia que não logrou êxito pois chegou-se à conclusão que o movimento já existia, era autêntico e suficiente.
Ao sair daquela reunião, no entanto, caiu na minha mente uma ideia desafiadora: Que tal escrever um livro sobre o assunto? Naquele tempo eu acabara de lançar meu livro Evangelismo Total, pela Juerp, e o livro estava tendo boa aceitação. No dia seguinte a estrutura do livro sobre meio ambiente estava na minha cabeça. Fui para o computador e preparei um primeiro esboço dele. Depois fui à Juerp, cheio de fé, para estudar a possibilidade de lançar o livro, que estava apenas alinhavado. Por sua vez, a Juerp estava começando a pensar em traduzir um livro americano sobre meio ambiente. Com o meu projeto, a Juerp abandonou aquela ideia e lançou o meu livro que, realmente ficou pronto uma semana antes do evento. O título foi: Ecologia na Bíblia. O livro foi lançado num tamanho apropriado para ser vendido até em bancas de jornais, e tinha muitas citações de rodapé, de teor científico. Além disso, uma vez que visava o público não crente também, todas as citações bíblicas foram transcritas na íntegra.
Por problemas internos a Juerp não conseguiu fazer uma publicidade que o livro merecia, mas eu fui sozinho para o aterro do Flamengo com uma caixa de livros, onde acontecia o evento e, como vendedor ambulante, apresentei o livro.
A obra esgotou-se logo, mas nunca mais consegui reeditá-la, nesses vinte anos. As editoras não estavam interessadas em meio ambiente, muito menos os evangélicos, dentre eles, os Batistas.
Para compensar a ausência do livro, preparei uma Revista para EBD usando alguns de seus temas, intitulada: O Meio Ambiente Segundo Seu Criador. A revista tem sido usada por muitas Igrejas, a maioria delas não Batistas, mas algumas Batistas também. Como resultado, fui convidado para dar um curso sobre criacionismo numa Igreja Nova Vida em Jacarepaguá, que é um dos assuntos abordados na Revista, e foi um sucesso.
Logo que a Revista saiu, aproveitando-me da pessoa de um amigo em Brasília que tinha acesso à então Ministra do Meio Ambiente, Sra. Marina Silva, enviei-lhe algumas cópias da Revista com uma carta pessoal. Fazia-o na convicção de que ela é evangélica também e poderia recomendá-la, de alguma maneira. Passado muito tempo recebi aquela resposta bastante protocolar acusando o recebimento do material, mas nada mais aconteceu.
Então alguém na Inglaterra leu o Ecologia na Bíblia. Era alguém ligado à organização A ROCHA – Uma Comunidade Evangélica Lutando pela Conservação do Meio Ambiente. A organização é mundial e estava abrindo uma filial em São Paulo. Convidaram-me para fazer parte da filial em São Paulo, o que aceitei com prazer.
Não demorou muito essa Organização promoveu um congresso de meio ambiente em São Paulo, com a participação da Ministra Marina Silva, ocasião em que seria lançado um livro, escrito por vários autores, e eu fui convidado a ser um desses colaboradores. O livro intitulou-se: Missão Integral – Ecologia & Sociedade. A pedido da Organização A TERRA, eu participei com o artigo: Ecologia na Bíblia. Também ajudei a Ministra Marina Silva no sermão oficial sobre Jubileu da Terra. Ela queria que eu fizesse um apelo aos presentes após a mensagem, o que fiz.
Ali, então, tive oportunidade de conversar longamente com a Ministra e passei às suas mãos, outra vez, exemplares da Revista: O Meio Ambiente Segundo o Seu Criador.
Mais tarde o principal assessor da Ministra, que era Pastor de uma Igreja Evangélica em Brasília, escreveu-me pedindo o endereço da editora e usou a Revista na sua Escola Dominical.
Com uma tiragem inicial de 10.000 cópias, a Revista esgotou-se logo e está sendo reeditada pela Editora Z3Ideas, de Santa Bárbara d´ Oeste, SP. Estará pronta ainda este mês.
Agora com a Rio + 20, depois de uma insistente tentativa de relançar o livro pelos Batistas, mas sem êxito, estou tentando relançá-lo, já atualizado, por outra editora, com uma nova proposta: Meio Ambiente e Ecologia – Perspectiva Bíblica.
No livro, procuro acompanhar, no enfoque teológico, as acusações que intelectuais fazem ao cristianismo de retardar os cuidados pelo meio ambiente, com aquela ideia de que o mundo vai acabar mesmo e não vale a pena cuidar do nosso Planeta – Idea totalmente desprovida de base bíblica.
Na verdade nós, o povo de Deus, deveríamos ser os primeiros a querer cuidar do meio ambiente pois, à semelhança de Adão, fomos postos como guardiães e administradores do “Jardim que Deus plantou” e, sobretudo, por conhecermos o Criador e sustentador do meio ambiente.
Lamentavelmente, falta conhecimento do nosso povo sobre o assunto. E a Bíblia tem tudo para nos incentivar a cuidar do meio ambiente. Para que se tenha uma ideia, só na narrativa da “Multiplicação dos Pães e Peixes” (Mt. 14.13-21; Mc. 6. 30-34; Lc. I9.10-17; Jo. 6.1-14), consegui encontrar seis lições de ecologia e meio ambiente, dentre elas, a ideia do cesto de lixo, que pouco se usava no Brasil naquele tempo (1992), e a ideia do não desperdício, quando Jesus diz: “Recolhei os pedaços, para que nada se perca”
No ano passado, duas Igrejas Batistas da Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, usaram a Revista e fui convidado, por ambas, para dar a aula inaugural do trimestre. As Igrejas foram: Igreja Batista de Tauá e a Igreja Batista da Freguesia. Os resultados foram maravilhosos.
Diante de tudo isto, fico pensando que os evangélicos, e porque não dizer, até os católicos, hoje contando milhões e milhões de professos no Brasil, poderiam fazer diferença no cuidado do meio ambiente se voltassem suas atenções para a Bíblia e aprendessem do Criador do Planeta, como realmente se deve cuidar dele. Uma vez que a Revista não traz assuntos doutrinários de nenhuma Igreja ou grupo religioso, ela poderia ser usada até por comunidades de bairro. Aliás, tive notícia de que uma professora de escola municipal em São Paulo usou a revista em sua classe.
As Escolas Bíblias Dominicais das nossas Igrejas poderiam usar largamente a Revista e até o livro, como já tenho feito com sucesso. O grande problema é que, nestes tempos difíceis porque estamos passando, muitas Igrejas acabaram com suas Escolas Bíblicas Dominicais. E, como dizia o profeta, o povo do Senhor está sendo destruído por falta de conhecimento (Os. 4.6).
E mais: nossas Igrejas poderiam promover movimentos em seus bairros de reciclagem de material, instalação de equipamento de energia solar em seus templos, e até sistema de captação de água da chuva parta vasos sanitários, para limpeza e outras utilidades.
Ah, sim! Por enquanto, os crentes salvos vão para o Céu – se realmente forem salvos – e não vão precisar mais de “meio ambiente”. E, na volta do Senhor Jesus Cristo, o planeta Terra vai passar por transformações para se tornar na Nova Terra. No entanto, enquanto estamos aqui, devemos cuidar daquilo que o Senhor Deus nos entregou para administrar, e isso será uma excelente maneira de testemunhar a nossa fé, e de FAZERMOS DIFERENÇA NA LUTA PELA PRESERVAÇÃO DO NOSSO MEIO AMBIENTE.
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PC Abril – Igrejas por Associação
Convenção Batista CariocaIgrejas que Ofertaram para o Plano CooperativoPeríodo de 01/04/2012 a 30/04/2012 (Abril)Associação Centro (25 Igrejas); Valores/R$1. Itacuruça, Igreja Batista;17.398,322. Rio de Janeiro, Primeira Igreja Batista;14.350,303. Vila Isabel, Igreja Batista em; 2.819,004. Andaraí, Pimeira Igreja Batista;1.100,005. Tijuca, Igreja Batista Memorial;1.000,006. Alto da Boa Vista, Igreja Batista;766,007. Estrela de Ouro, Missão Batista; 200,008. Rio de Janeiro, Igreja Batista Central;100,009. Mission. Rio de Janeiro, Congreg. Batista; 50,00Total da Associação; R$ 37.783,62Associação Centro-Oeste (17 Igrejas); Valores/R$1. Engenho Novo, Igreja Evangélica Batista; 1.950,002. Rio de Janeiro, SIB;1.434,453. Méier, Igreja Batista; 1.000,004. SIB, Piedade; 500,005. Agua Santa, Igreja Batista em;300,006. Quintino, Igreja Batista; 250,007. Cachambi, Igreja Batista; 100,008. Camarista Méier, Igreja Batista; 50,00Total da Associação; R$ 5.584,45Associação Ilha do Governador (14 Igrejas); Valores/R$1. Tauá, Igreja Batista; 8.118,002. Bancários, Igreja Batista; 2.751,973. Guarabu, Igreja Batista; 337,00Total da Associação; R$ 11.206,97Associação Jacarepagua (39 Igrejas); Valores/R$1. Barão da Taquara, Igreja Batista;15.396,122. Memorial Jacarepagua, IB;8.644,003. Jacarepagua, PIB; 5.221,414. Curicica, Primeira Igreja Batista; 3.553,005. Rio Grande, Igreja Batista;1.834,376. Vargem Pequena, Igreja Batista; 1.000,007. Memorial de Vila Valqueire, IB;100,008. Fé em Curicica, Congreg. Batist.; 100,009. Freguesia de Jacarepagua, SIB; 50,0010. Cidade de Deus, IB Central; 31,50Total da Associação; R$ 35.930,40Associação Leopoldinense (41 Igrejas); Valores/R$1. Higienópolis, PIB; 800,002. Praça do Carmo, IB; 600,003. Vigário Geral, TIB; 560,004. Jardim América – CBB, IBC; 500,005. Bonsucesso, Igreja Batista Central; 500,006. Parque União, IB; 400,007. Bonsucesso, SIB; 300,008. Cordovil, IB ; 300,009. Vigário Geral, SIB; 300,0010. Lucas, IB Central; 250,0011. Praia de Ramos, Igreja Batista; 186,0012. Jardim América, SIB; 160,0013. Cordovil, SIB; 150,0014. Penha Circular, IB; 120,0015. Lucas, Primeira Igreja Batista;100,0016. Ramos, Primeira Igreja Batista em;100,0017. Dique, PIB;100,0018. Vila do Joãoi, PIB; 50,00Total da Associação; R$ 5.476,00Associação Nordeste ( 25 Igrejas); Valores/R$1. Campo dos Afonsos, Igreja Batista; 2.000,002. Pavuna, IB Memorial; 650,003. Parque Anchieta, IB Memorial; 200,004. Bela Canaã, Igreja Batista; 120,005. Anchieta, PIB; 100,006. Marechal Hermes, IB Miss.;100,007. Ricardo de Albuquerque, IBC;100,008. Nova Anchieta, IB;100,009. Praça Sorata, IB Mem.; 50,00Total da Associação; R$ 3.420,00Associação Norte (47 Igrejas); Valores/R$1. Vila da Penha, PIB; 8.168,622. Iraja, PIB; 2.500,003. Turiaçu, Igreja Batista; 896,674. Iraja, SIB; 650,005. Coelho Neto, PIB; 613,086. Pavuna, SIB; 330,007. Costa Barros, SIB; 291,008. Iapac de Iraja, IB; 200,009. Coelho Neto, IB Central;100,0010. Rocha Miranda, Terceira Igreja Batista;100,0011. Nova Esperança, Congreg. Batist.; 30,00Total da Associação; R$ 13.879,37Associação Oeste (18 Igrejas); Valores/R$1. Madureira, PIB; 2.000,002. Osvaldo Cruz, IB Central; 784,003. Vila Valqueire, Igreja Batista; 500,004. Bento Ribeiro, SIB; 20,00Total da Associação; R$ 3.304,00Associação Sinai ( 18 Igrejas );Valores/R$1. Nova Jerusalém, Igreja Batista; 2.657,442. Calvário, Igreja Batista; 2.216,403. Alegria, Igreja Batista; 360,004. Rocha, Igreja Batista; 200,005. Filadélfia, Igreja Batista;100,006. Vieira Fazenda, SIB; 100,007. Jacaré, PIB;100,00Total da Associação; R$ 5.733,84Associação Suburbana (20 Igrejas); Valores/R$1. Jardim Inhaúma, IB; 621,002. Bom Samaritano, Igreja Batista; 500,003. Inhaúma, SIB; 440,004. Alvorada, Igreja Batista; 251,415. Abolicão, Igreja Batista Central; 100,00Total da Associação; R$ 1.912,41Associação Sul (24 Igrejas); Valores/R$1. Catete, IB; 2.000,002. Recreio dos Bandeirantes, PIB; 2.000,003. Barra da Tijuca, IB Central; 2.000,004. Copacabana, PIB; 1.600,005. Barra da Tijuca, PIB; 1.000,006. Jardim Botânico, Igreja Batista; 1.000,007. Vidigal, PIB; 370,008. Gávea, Primeira Igreja Batista; 250,009. Botafogo, PIB; 200,0010. Largo do Machado, IB; 140,0011. Urca, PIB; 100,00Total da Associação; R$ 10.660,00Associação Oeste-Carioca (157 Igrejas); Valores/R$1. Campo Grande, PIB; 5.735,002. Jardim Joari, Igreja Batista; 2.850,493. Moça Bonita, PIB; 2.800,004. Parque Real de Realengo, PIB; 1.552,505. Bangu, Primeira Igreja Batista; 1.500,006. Monte Tabor, Igreja Batista;1.500,007. Realengo, Igreja Batista Central; 1.200,008. Jardim São Bento, IB;1.000,009. Vila Realengo, Igreja Batista; 877,0010. Jardim Santíssimo, Igreja Batista; 666,7511. Sarapui, Igreja Batista; 622,0012. Jardim Letícia, Igreja Batista; 591,3013. Magalhães Bastos, IB Central; 471,6114. Cancela Preta, PIB; 400,0015. Vila Jardim, Igreja Batista; 300,0016. Memorial do Medanha, IB; 263,0017. Jardim Monteiro, PIB;230,0018. Nova Bereia, Igreja Batista;221,0019. Augusto Vasconcelos, PIB; 217,8920. Cristo a Única Esperança, IB; 175,0021. Alvorada, Sta Cruz, Igreja Batista; 160,0022. Novo Alvorecer, IB Mem.;150,0023. Monte Sião, Igreja Batista; 130,0024. Vila Yeda, Igreja Batista; 110,4025. Monte Alegre, Igreja Batista; 60,0026. Piquirobi, Igreja Batista; 53,4627. Vila Comari, Igreja Batista; 50,0028. Maria Luiza, Igreja Batista em ; 50,0029. Nova Aliança, Igreja Batista Central; 25,0030. Gundu do Sena, IBC em; 20,0031. Caroba, PIB; 8,00Total da Associação; R$ 23.990,40Associação Real (36 Igrejas); Valores/R$1. Parque Suely, Igreja Batista; 311,002. Cosmos, IB Central; 272,503. Oásis, Igreja Batista; 200,004. Vila Paciência, PIB Rua São Gomário; 154,705. Frutuoso, PIB; 100,006. Manancial – Campinho, IB;100,007. Minehah, Igreja Batista; 60,008. Manancial, Igreja Batista; 50,00Total da Associação; R$ 1.248,20Número de Contribuintes = 134Total; R$ 160.129,66Plano de Contingência; R$ (-) 9.607,77Total Geral; R$ 150.521,88 -
XIX Congresso dos Músicos Batistas Cariocas
XIX Congresso AMBC29 e 30 de Junho – PIB de MadureiraTema: “O Líder como Gestor de Música na Igreja e Suas Dificuldades Diárias”“Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus.” Atos 20:241. Canto – Marluce Faria (RJ)- Bacharel em Canto e licenciatura pelo CBM; Fonoaudiologia – FRASCE; Professora de Canto CIEM e STPRAGS; Regente na Igreja Presbiteriana de Costa Barros.Objetivo: Mostrar como deve ser feita a utilização da voz, através do canto, a partir do desenvolvimento de técnicas vocais.Publico alvo: Coristas e interessados na técnica vocal.2. Musicalização e Cantoterapia para a Terceira Idade – Berenice Antunes (RJ) – Musicoterapia pelo CBM e Coreoterapia e qualidade de vida na terceira idade pelo Instituto Betheseda; Fonoaudióloga no Hospital da UFRJ; Membro da PIB Vila da Penha.Objetivo: Apresentar uma proposta de musicalização direcionada para idosos visando o fortalecimento da sua auto confiança de modo a garantir sua participação social em defesa de sua qualidade de vida e da própria valorização do ser. As atividades programáticas promovem o aperfeiçoamento ou resgate da concentração, criatividade, expressividade, coordenação psico-motora, linguagem corporal e socialização. Expandindo a percepção artística, rítmica, harmônica, melódica, auditiva e vocal.Publico alvo: Líderes da Terceira Idade e Idosos3. Técnicas de Arranjo para banda e orquestra – Marcelo Neles(RJ) – Bacharel em Música Sacra pelo STBSB e Harmonia Funcional pela Escola IANGEST; Atuou como regente do Coro da EFOMM e Ministro de Música na PIB Parque Anchieta.Objetivo: Aperfeiçoar os conhecimentos musicais a fim de fazer arranjos de hinos, cânticos e música coral, podendo assim ter um maior aproveitamento na atuação do dia a dia em suas igrejas. Abrange conhecimentos relacionados à harmonia, melodia e ritmo explorando uma série de estilos musicais.Público Alvo: Interessados em arranjos instrumentais e vocais para serem usados no dia a dia com os grupos musicais de sua igreja.4. Prática de banda – Rafael Bitencourt(RJ) – Bacharel em arranjo musical pela UNIRIO; atua como tecladista de cantores como Ron Kenoly, Joe Vasconcelos, Nivea Soares, Nani Azevedo entre outros; Diretor de Música da IB Central de Campinho.Objetivo: Tem como objetivo otimizar a prática dos instrumentistas no sentido de obter resultados práticos de qualidade tornando os ensaios mais produtivos. Abordará questões voltadas à funcionalidade dos instrumentistas e instrumentos no contexto da banda.Público alvo: Instrumentistas de banda5. Back Vocal – Everton Louvise (RJ) – Bacharel em música pela UNIRIO; Bacharel em Teologia pela FABAT (em curso); Professor, Pianista e Produtor musical; palestrante internacional e Diretor de Música na IB Bancários.Objetivo: Acrescentar conhecimentos aos que desejam participar como Back Vocal, entendendo a função dessa especificidade assim como a forma adequada de execução dessa atividade. Engloba conhecimentos sobre timbre, classificação vocal, tessitura e harmonia vocal entre outros.Publico Alvo: Integrantes do vocal das equipes de Cânticos6. Música Para Educadores – Rute Gomes Ferreira (RJ) – Graduada em Música pela UNIRIO; Professora de Música e Regente Coral da Rede Municipal de ensino do RJ e Colégio Santo Inácio. Foi professora de Prática Coral na Escola de Música Villa-Lobos e professora do curso de Iniciação Musical da Escola Nacional de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ.Objetivo: Tem como objetivo auxiliar nos conhecimentos musicais básicos de um educador assim como esclarecer a função da música enquanto linguagem artística, educacional e um veículo da palavra de Deus às crianças e os que as cercam.Publico Alvo: Professores da EBD e pessoas que trabalham com crianças no âmbito da igreja.7. Prática Coral – Mt. Donaldo Guedes (SP) – Ministro de Música da Igreja Batista da Liberdade em SP há 25 anos, é Mestre em Música Sacra e Regência pelo Southwestern Baptist Theological Seminary, na cidade de Fort Worth, Texas, nos Estados Unidos da América do Norte. Participou de vários cursos com grandes mestres como Robert Shaw, Donald Nuoin, Charles Hirt, Bob Bourroughs. Tem regido corais e orquestras em várias casas de espetáculo em muitas cidades do Brasil, onde também tem realizado palestras e workshops. Deu aulas durante um semestre na Wake Forest University, na cidade de Wake Forest, North Carolina-USA, como professor visitante, na área de regência, canto e atividades corais.Objetivo: Trabalhar o desenvolvimento da atividade Coral, mostrando a necessidade de ampliar seus conhecimentos para além de uma regência voltada somente para o gestual ou a mera execução dos padrões de regência, envolvendo os saberes necessários ao regente, suas habilidades musicais e sua função como também educador musical.Publico Alvo: Regentes e interessados na prática coral.Investimento: R$30,00A cada cinco inscrições, uma é gratuita!*almoço não inclusoFicha de Inscrição:Nome:Endereço:Bairro:Cidade:Data de Nascimento:Estado:Telefone:E-mail:Igreja:Função na igreja:Oficina (escolher uma):( )Canto ( )Musicalização e Cantoterapia para a Terceira Idade( )Técnicas de Arranjo para banda e orquestra ( )Prática de banda( )Back Vocal ( )Música para Educadores ( )Prática Coral·Leia com atenção a descrição de cada oficina·Escolha apenas uma oficina·As vagas por oficina são limitadas. Não deixe sua inscrição para a última hora.·Os participantes de oficinas de instrumentos e orquestra devem levar seus respectivos instrumentos e estantes.·Os certificados serão entregues na noite de sábadoProgramação do Congresso da AMBC
Sexta
13h – Chegada
14h – Abertura
14:30h – Exposição do Painel – “Ministro de Música: Aquele que se divide entre a gestão e o ministério ou aquele que agrega a gestão como ministério?”
17h – Ensaio do Coro do Congresso com Mt Donaldo Guedes
18:30h – Intervalo
19:30h – Encontro de Coros e Homenagem ao Coro Dorivil de Souza
Expositores: MM Donaldo Guedes, MM Ronaldo Peryles, MM Westh Ney
Moderadora: MM Letícia Cruz
Objetivo Painel: Discutir as funções do Ministro de Música enquanto gestor e a relação do mesmo com as ações de Planejamento e Culto; Relacionamentos; Vida Cristã e Eclesiologia.
Sábado
9h – Devocional e informações
9:30h – Ensaio do Coro com Mt Donaldo Guedes
10:30h – Oficinas
12:15h – Almoço
13:30h – Ensaio do Coro com Mt Donaldo Guedes
14:30h – Exposição do Painel – “Liderança: uma questão de querer ser líder ou estar capacitado para liderar?”
16h – Oficinas
18h – Assembléia para eleição da nova diretoria
18:30h – Intervalo
19h – Celebração
Expositores: MM Jilza Feitosa, MM Mônica Coropos, MM Theógenes Figueredo
Moderadora: MM Jael Sant’Anna
Objetivo Painel: Discutir quais são os saberes necessários e atribuições daqueles que trabalham exercendo indiretamente um tipo de liderança ou outras atividades junto ao Ministério de Música e sua relação com o Ministro enquanto gestor.
*18h – Ensaio da Orquestra
Realização: AMBC
Apoio:
Convenção Batista Carioca
Juventude Batista Carioca
Programa Encontro Canto Coral – Rádio Continental AM 1520 Klh – Domingo 14h
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Assembleia da CBC 2012
Rio de Janeiro, 15 de junho de 2012Àsigrejas batistas daConvenção Batista CariocaPrezados irmãos,Como Presidente da Convenção Batista Carioca convoco as igrejas filiadas a CBC, para enviarem seus representantes na forma do Estatuto: 5 (cinco) por ser igreja filiada e mais 1 (um) para cada grupo de 50 (cinquenta) membros ou fração, limitado a 30 representantes por igreja, para a 108ª Assembleia Anual, a iniciar-se no dia 24 de julho de 2012, terça-feira, às 14h, e com continuidade nos dias 25, 26, 27 de julho de 2012, também com sessões às 14h e às 19h, no templo da Primeira Igreja Batista de Jacarepaguá, situado à Estrada Pau Ferro, 24, Pechincha, Jacarepaguá, RJ (Tel. 33925202 e 24257459).Desta vez, a Assembleia da CBC terá um dia e uma sessão a menos. O modelo de credencial está anexo e pode ser reproduzido, bem como copiado do site da CBC: batistacarioca.com. br.O valor da inscrição será o mesmo do ano passado, R$ 25,00, apenas para ajudar no pagamento do material (livro, pasta, cópias, crachá etc.) e outras despesas de instalações.No dia 23 de julho de 2012, segunda-feira, um dia antes da Assembleia, haverá uma celebração promovida pela Ordem dos Pastores Batistas Carioca, no mesmo local, às 19h.Conto com a preciosa presença do pastor e dos principais líderes dessa querida igreja.Clique aqui para visualizar a convocação.Clique aqui para baixar a ficha cadastral.Fraternalmente em CristoPr. Edson Peterle VieiraPresidente da CBC -
PC Março – Igrejas por Associação
Convenção Batista CariocaIgrejas que Ofertaram para o Plano CooperativoPeríodo de 01/03/2012 a 31/03/2012 (Março)ASSOCIAÇÃO CENTRO (25 Igrejas); VALORES/R$1.ITACURUÇA, IGREJA BATISTA; 16.286,792.RIO DE JANEIRO, PIB; 13.200,223.LIBERDADE, IGREJA BATISTA; 5.192,644.GRAJAÚ, PIB; 1.600,005.ANDARAÍ, PIB; 1.100,006.TIJUCA, IGREJA BATISTA MEMORIAL; 1.000,007.RIO DE JANEIRO, QUARTA IGREJA BATISTA; 908,308.ALTO DA BOA VISTA, IB; 743,009.NOVA CANAÃ, IGREJA BATISTA; 265,4210.CENTENÁRIO NO ENGENHO NOVO, IB; 248,5011.GRAJAÚ, SIB; 224,6012.ESTRELA DE OURO, MISSÃO BATISTA; 200,0013.PARQUE VILA ISABEL, IGREJA BATISTA; 185,2014.SANTA TERESA, PIB DA CAROBA EM ; 150,0015.RIO DE JANEIRO, IGREJA BATISTA CENTRAL; 100,0016.MISSION. RIO DE JANEIRO, CONGREG. BATIST.; 50,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO ; R$41.454,67ASSOCIAÇÃO CENTRO-OESTE (17 Igrejas) ; VALORES/R$1.RIO DE JANEIRO, SIB; 1.557,472.ENGENHO NOVO, IB EVANGELICA BATISTA; 1.195,003.BOM RETIRO, IB; 1.093,004.MEIER, IGREJA BATISTA; 1.000,005.CARIOCA, IGREJA BATISTA;700,006.PIEDADE, SIB; 500,007.AGUA SANTA, IGREJA BATISTA EM;300,008.QUINTINO, IGREJA BATISTA; 200,009.CACHAMBI, IGREJA BATISTA; 100,0010.PIEDADE, PIB; 100,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$6.745,47ASSOCIAÇÃO ILHA DO GOVERNADOR (14 Igrejas); VALORES/R$1.TAUA, IGREJA BATISTA; 6.233,402.BANCÁRIOS, IGREJA BATISTA;1.139,163.ILHA DO GOVERNADOR, IB CENTRAL;470,004.GUARABU, IGREJA BATISTA;296,005.GALEÃO, SIB; 212,846.JARDIM DUAS PRAIAS, IGREJA BATISTA;200,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$ 8.551,40ASSOCIAÇÃO JACAREPAGUA (39 Igrejas); VALORES/R$1.BARÃO DE TAQUARA, IGREJA BATISTA;13.474,752.JACAREPAGUA, PIB; 5.546,403.RIO GRANDE, IGREJA BATISTA;1.268,104.VARGEM PEQUENA, IGREJA BATISTA;1.000,005.GARDÊNIA AZUL, PIB;564,126.PARQUE CURICICA, IGREJA BATISTA;500,007.JARDIM BOIUNA, PIB;225,258.FREGUESIA DE JACAREPAGUA, PIB;100,009.MEMORIAL DE VILA VALQUEIRE, IB;100,0010.FREGUESIA DE JACAREPAGUA, SIB;50,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$ 22.828,62ASSOCIAÇÃO LEOPOLDINENSE (41 Igrejas); VALORES/R$1.PRAÇA DO CARMO, IGREJA BATISTA;600,002.VIGARIO GERAL, TIB;554,003.JARDIM AMERICA – CBB, IB CENTRAL;500,004.LUCAS, IGREJA BATISTA CENTRAL;500,005.BONSUCESSO, IB CENTRAL;500,006.PARQUE UNIÃO, IGREJA BATISTA;400,007.JARDIM AMERICA, SIB;320,008.BONSUCESSO, SIB;300,009.CORDOVIL, IGREJA BATISTA;300,0010.OLARIA, IGREJA BATISTA CENTRAL;300,0011.VIGARIO GERAL, SIB;300,0012.PRAIA DE RAMOS, IGREJA BATISTA;258,0013.CORDOVIL, SIB;150,0014.PENHA CIRCULAR, IGREJA BATISTA;120,0015.LUCAS, PRIMEIRA IGREJA BATISTA;100,0016.RAMOS, PIB;100,0017.DIQUE, PIB;100,0018.VILA DO JOÃO, PIB;50,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$ 5.452,00ASSOCIAÇÃO NORDESTE (25 Igrejas); VALORES/R$1.PARQUE ANCHIETA, PIB; 3.690,002.CAMPO DOS AFONSOS, IB;2.000,003.PARQUE ESPERANÇA, PIB; 731,054.PAVUNA, IB MEMORIAL;660,005.RICARDO DE ALBUQUERQUE, SIB; 500,006.BELA CANAÃ, IGREJA BATISTA;120,007.ANCHIETA, PIB;100,008.MARECHAL HERMES, IB MISSIONÁRIA;100,009.RICARDO DE ALBUQUERQUE, IB CENTRAL;100,0010.NOVA ANCHIETA, IGREJA BATISTA;100,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$ 8.101,05ASSOCIAÇÃO NORTE (47 Igrejas); VALORES/R$1.VILA DA PENHA, PIB;7.209,272.IRAJÁ, PIB;2.500,003.TURICAÇU, IGREJA BATISTA;2.319,104.JARDIM COLEGIO, IGREJA BATISTA;1.215,125.BETEL EM PAVUNA, IGREJA BATISTA;1.152,116.VISTA ALEGRE, IGREJA BATISTA;1.038,007.COSTA BARROS, SIB;638,008.COELHO NETO, PIB;490,349.IRAJÁ, SEGUNDA IGREJA BATISTA; 450,0010.PAVUNA, SEGUNDA IGREJA BATISTA;330,0011.VICENTE DE CARVALHO, PIB;202,0612.IAPAC DE IRAJÁ, IGREJA BATISTA;200,0013.ROCHA MIRANDA, IGREJA BATISTA MEMORIAL;100,0014.ROCHA MIRANDA, TIB;100,0015.COELHO NETO, IB CENTRAL;50,0016.NOVA ESPERANÇA, CONGREGAÇÃO BATISTA;30,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$ 18.024,00ASSOCIAÇÃO OESTE (18 Igrejas); VALORES/R$1.OSVALDO CRUZ, IB CENTRAL;3.784,002.MADUREIRA, PIB;2.000,003.BENTO RIBEIRO, PIB; 1.000,004.VILA VALQUEIRE, IGREJA BATISTA; 500,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$ 7.284,00ASSOCIAÇÃO SINAI (18 Igrejas ); VALORES/R$NOVA JERUSALÉM, IGREJA BATISTA;5.569,72CALVÁRIO, IGREJA BATISTA;1.685,92JACAREZINHO, IGREJA BATISTA CENTRAL;570,00ALEGRIA, IGREJA BATISTA;330,00BENFICA, IGREJA BATISTA;300,00JACARÉ, PIB;200,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$ 8.655,64ASSOCIAÇÃO SUBURBANA (20 Igrejas); VALORES/R$JARDIM INHAUMA, IGREJA BATISTA;582,00BOM SAMARITANO, IGREJA BATISTA;500,00INHAUMA, SIB; 385,15ALVORADA, IGREJA BATISTA;177,32TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$ 1.644,47ASSOCIAÇÃO SUL (24 Igrejas); VALORES/R$RECREIO DOS BANDEIRANTES, PIB; 2.000,00BARRA DA TIJUCA, IB CENTRAL; 2.000,00COPACABANA, PIB; 1.600,00JARDIM BONTÂNICO, IGREJA BATISTA; 1.000,00GÁVEA, PRIMEIRA IGREJA BATISTA;250,00COSME VELHO, PIB;250,00BOTAFOGO, PIB; 200,00LEME, IGREJA BATISTA;150,00LARGO MACHADO, IGREJA BATISTA;140,00ORLA SUL, IGREJA BATISTA;124,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$ 7.714,00ASSOCIAÇÃO OESTE CARIOCA (157 Igrejas); VALORES/R$CAMPO GRANDE, PIB; 6.150,00JARDIM JOARI, IGREJA BATISTA; 4.393,70MOÇA BONITA, PIB; 2.800,00SARAPUÍ, IGREJA BATISTA;1.866,00BANGU, PIB; 1.500,00RIO DA PRATA, PIB;1.500,00REALENGO, IGREJA BATISTA CENTRAL;1.200,00JARDIM SÃO BENTO, IGREJA BATISTA; 500,00MAGALÃES BASTOS, IB CENTRAL;434,54CANCELA PRETA, PIB;400,00MONTE SIÃO, IGREJA BATISTA;360,00JARDIM LETÍCIA, IGREJA BATISTA;344,49BARATA, PIB NO;323,00SANTA MARGARIDA, PIB;300,00VILA JARDIM, IGREJA BATISTA;300,00MEMORIAL DO MEDANHA, IB; 271,00MOÇA BONITA, SIB;242,00JARDIM MONTEIRO, PIB;230,00AUGUSTO VASCONCELOS, PIB;203,00MONTE DAS OLIVEIRAS, IGREJA BATISTA;200,00CRISTO A ÚNICA ESPERANÇA, IB;175,00NOVA BEREIA, IGREJA BATISTA;168,00ALVORADA – STA CRUZ, IGREJA BATISTA;160,00VILA COMARI, IGREJA BATISTA;150,00NOVO ALVORECER, IB MEMORIAL;150,00VILA YÊDA, IGREJA BATISTA;135,50PIQUIROBI, IGREJA BATISTA;122,17SENADOR CAMARÁ, IB CENTRAL;100,00MONTE DA FÉ EM SGRAD. CORAÇ. , IB; 100,00JARDIM MARAVILHA, IB CENTRAL;91,83CAROBA, PIB; 70,00MONTE ALEGRE, IGREJA BATISTA;60,00SENADOR CAMARÁ, IB MEMORIAL;50,00MARIA LUÍZA, IGREJA BATISTA EM;50,00NOVA ALIANÇA, IB CENTRAL;25,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$ 25.125,23ASSOCIAÇÃO REAL (36 Igrejas); VALORES/R$COSMOS, PIB EM ; 5.150,00PARQUE SUELY, IGREJA BATISTA; 311,00VILA PACIÊNCIA, PIB RUA SÃO GOMÁRIO;260,52BANDEIRANTES, SIB; 230,00OÁSIS, IGREJA BATISTA;200,00FRUTUOSO, PIB;100,00MANANCIAL – CAMPINHO, IB;100,00MANANCIAL, IB;100,00SAQUASSU, PIB;100,00BETEL SETE DE ABRIL, IB;50,00ENSEADA DAS GARÇAS, IB;50,00NOVO VIVER, IGREJA BATISTA;35,00TOTAL DA ASSOCIAÇÃO; R$ 6.686,52Número de Contribuintes = 157TOTAL; R$ 167.817,07Plano de Contingencia; (-) 10.096,02TOTAL GERAL; R$ 158.171,04 -
Novo Estatuto CBC
REFORMA DO ESTATUTO DA CONVENÇÃO BATISTA CARIOCACAPÍTULO I
Da denominação, natureza, sede, fins, constituição e documentos básicos
Artigo 1º – A Convenção Batista Carioca, anteriormente Convenção Batista do Estado da Guanabara (neste estatuto, chamada de Convenção), foi fundada em 1º de janeiro de 1905, por tempo indeterminado, e é uma organização religiosa, de fins não econômicos, instituída pela vontade da Comunhão das Igrejas Batistas da cidade do Rio de Janeiro (doravante chamada de Comunhão das Igrejas), constituída de um número ilimitado de igrejas a ela filiadas, sediada a Rua Senador Furtado, número 12 – Praça da Bandeira, CEP. 20.270-020, e foro na cidade do Rio de Janeiro – RJ.
Parágrafo Único – A Comunhão das Igrejas Batistas da Cidade do Rio de Janeiro (neste estatuto, chamada de Comunhão das Igrejas) é o conjunto das igrejas filiadas à Convenção.
Artigo 2º – A Convenção é uma instituição de serviço à Comunhão das Igrejas e, assim, sujeita em todas as suas instâncias às determinações da sua Assembleia Geral ou, no interregno das reuniões desta, às determinações do Conselho Geral de Administração (neste Estatuto, chamado de Conselho).
Parágrafo Único – A relação da Convenção com as igrejas filiadas é tão somente de natureza cooperativa, não envolvendo obrigações outras senão as que estejam disciplinadas neste Estatuto e em suas normas e regras complementares, além daquelas formalmente expressas em documentos assinados pelas partes.
Artigo 3º – A Convenção tem as seguintes finalidades:
I – servir à Comunhão das Igrejas, para a realização da sua missão e visão;
II – administrar o programa cooperativo mantido pela Comunhão das igrejas;
III – contribuir, por todos os meios condizentes com os princípios cristãos e as doutrinas batistas, para preservar a comunhão e a identidade dos batistas, bem como para aperfeiçoar, aprofundar, atualizar e ampliar a visão e a ação da Comunhão das Igrejas, visando a edificação dos crentes e a expansão do Reino de Deus no Rio de Janeiro, no Brasil e no mundo.
Parágrafo Único – O programa de ação cooperativa, concebido pela Comunhão das Igrejas e administrado pela Convenção, compreende as seguintes áreas: evangelização e missões, educação cristã e missionária, ação social cristã, música, educação geral e comunicação.
Artigo 4º – São órgãos permanentes da Convenção, como executora do programa cooperativo da Comunhão das Igrejas:
I – Assembleia Geral;
II – Diretoria Institucional;
III – Conselho Geral de Administração;
IV – Diretoria Geral de Administração;
V – departamentos;
VI – organizações internas e associações regionais de igrejas, em número não limitado neste estatuto;
VII – Conselho Fiscal.
Artigo 5º – Com fundamento direto neste Estatuto, institucional e internamente a lei maior da Convenção, e citando objetivamente os dispositivos em que se lastreiem, a Assembleia Geral poderá criar normas e regras complementares para regulamentar a sua administração, as quais, por sua natureza, não poderão contrariar este Estatuto e terão toda a eficácia legal dele derivada.
Parágrafo Único – O presente Estatuto, além dos princípios e normas nele estabelecidos, define as linhas básicas da estrutura organizacional da Convenção e os limites da competência e obrigações das suas organizações internas.
Artigo 6º – São estes os documentos básicos da Convenção que, além de a definirem e a disciplinarem institucionalmente, lhe dão forma organizacional e impõem normas e limites aos quais a sua administração deve submeter-se e dentro dos quais deve desenvolver-se:
I – Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira;
II – Princípios Batistas;
III – Pacto das Igrejas Batistas da Convenção Batista Brasileira;
IV – este Estatuto e suas normas e regras complementares;
V – Programa de Transparência e Ética na Administração da Convenção;
VI – Manual de Regras Parlamentares da Convenção;
VII – Manual de Administração da Convenção;
VIII – Pacto Cooperativo da Comunhão das Igrejas;
Parágrafo Único – Os documentos referidos nos incisos IV, V e VI somente poderão ser reformados, em parte ou no todo, pela Assembleia Geral; os referidos nos incisos VII e VIII poderão ser reformados pelo Conselho.
CAPÍTULO II
Da filiação e desfiliação de igrejas
Artigo 7º – Só poderão participar oficialmente do trabalho cooperativo da Comunhão das Igrejas executado através da Convenção e a esta ser filiadas, as igrejas batistas que:
I – declarem aceitar a Bíblia como única regra de fé e prática, interpretada à luz dos ensinos do Novo Testamento, e reconheçam como fiel a Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira;
II – aceitem e se disponham formalmente a cumprir e fazer cumprir este Estatuto e suas normas e regras complementares, os Princípios Batistas, o Pacto das Igrejas Batistas e o Pacto Cooperativo da Comunhão das Igrejas.
Artigo 8º – A filiação de novas igrejas será feita pela Assembleia Geral, segundo normas previstas neste Estatuto e suas normas e regras complementares, mediante parecer do Conselho.
Artigo 9º – O pedido de filiação será feito com o preenchimento de formulário fornecido pelo Conselho, entregue acompanhado da ata em que a assembleia da igreja tomou a decisão, observando-se ainda os seguintes requisitos:
I – informações completas sobre nome, endereço, data de organização, número de membros da igreja requerente e o nome da igreja organizadora;
II – compromisso formal de que a igreja aceita o que está disposto no Artigo 7º deste Estatuto;
III – compromisso expresso de cooperação com o programa da Convenção Batista Carioca e participação no sustento financeiro da Convenção, segundo critérios estabelecidos pela Assembleia Geral e incluídos nos princípios que dão suporte ao Plano Cooperativo;
Artigo 10 – A desfiliação de uma igreja ocorrerá por decisão da Assembleia Geral, mediante parecer do Conselho, quando a igreja:
I – o solicitar;
II – incorrer em desvio doutrinário conforme a Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira;
III – adotar práticas não condizentes com os ensinos bíblicos, a ética cristã e os Princípios Batistas, todos acolhidos pela Convenção Batista Brasileira;
IV – deixar de cooperar para a execução do trabalho realizado através da Convenção, como previsto neste Estatuto e suas normas e regras complementares.
Parágrafo Único – Quando uma igreja solicitar sua desfiliação caberá ao Conselho estudar esse pedido e tomar as medidas cabíveis e devidas, sempre respeitados o espírito e a letra deste Estatuto e das suas normas e regras complementares, depois do que encaminhará um parecer à Assembleia Geral, a quem caberá a decisão final.
Artigo 11 – Com o objetivo de superar conflitos doutrinários e de outra natureza que causem divisões nas igrejas e entre igrejas, o Conselho nomeará um Concílio Eclesiástico.
§1º – Cada Concílio Eclesiástico, nomeado pelo Conselho, será composto de 05 (cinco) membros do próprio Conselho e 05 (cinco) líderes que integrem a associação da igreja em causa, cabendo-lhe as seguintes atribuições:
I – ouvir as partes em conflito;
II – examinar os fatos e sua procedência;
III – promover gestões que visem reconciliar as partes, corrigir desvios doutrinários e manter a unidade da igreja;
IV – dar parecer ao Conselho, no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias, a partir da sua constituição.
§2º – A presidência do Concílio Eclesiástico será definida pelo Conselho quando da nomeação dos membros que o comporão.
§3º – As recomendações do Concílio Eclesiástico serão objeto da apreciação do Conselho, e as decisões conseqüentes tomadas por este deverão ser acatadas pelas partes, cabendo, entretanto, recurso final à Assembleia Geral.
§4º – As decisões do Concílio Eclesiástico somente serão válidas quando tiverem votos favoráveis da maioria absoluta dos seus membros.
CAPÍTULO III
Dos direitos e deveres das igrejas filiadas
Artigo 12 – São direitos das igrejas filiadas à Convenção:
I – participar da Assembleia Geral da Comunhão das Igrejas, através de mensageiros credenciados e civilmente capazes que terão pleno direito ao uso da palavra e ao exercício do voto;
II – ter seus mensageiros indicados para qualquer cargo eletivo da Diretoria Institucional e do Conselho, na forma deste Estatuto e suas normas e regras complementares, sempre observado o Artigo 37 deste Estatuto e seus parágrafos;
III – participar da elaboração do planejamento estratégico do trabalho cooperativo da Comunhão das Igrejas, executado pela Convenção;
IV – participar dos eventos e programas promovidos através da Convenção;
V – receber assistência, através da Convenção, de acordo com as possibilidades de recursos humanos, técnicos, materiais e financeiros desta;
VI – ser informadas das atividades realizadas e a serem realizadas pela Convenção;
VII – poder exercer o direito de defesa na Assembleia Geral.
Artigo 13 – São deveres da igreja filiada:
I – apoiar o trabalho cooperativo da Comunhão das Igrejas, executado pela Convenção, e participar das atividades que o componham;
II – participar financeiramente da manutenção e desenvolvimento do trabalho realizado através Convenção, por meio de contribuições mensais e ofertas designadas;
III – divulgar junto aos seus membros as informações encaminhadas pela Convenção;
IV – cumprir, respeitada a sua autonomia, as recomendações da Assembleia Geral em prol do trabalho da Comunhão das Igrejas, da qual faz parte;
V – zelar pelo fiel cumprimento deste Estatuto e suas normas e regras complementares, bem como dos demais documentos básicos da Convenção.
CAPÍTULO IV
Da Assembleia Geral, sua finalidade, constituição e funcionamento
Artigo 14 – A Assembleia Geral da Comunhão das Igrejas (neste Estatuto, chamada de Assembleia Geral) é o órgão soberano da Convenção.
Parágrafo Único – Compete à Assembleia Geral zelar pelo fiel cumprimento deste Estatuto, suas normas e regras complementares, bem como dos demais documentos básicos da Convenção.
Artigo 15 – A Assembleia Geral será constituída somente de mensageiros membros de igrejas filiadas à Convenção, civilmente capazes, na forma da Lei, e por elas credenciados.
§1º – O mensageiro somente poderá ser credenciado pela igreja de que é membro, e sua credencial será válida somente para a convocação da Assembleia Geral para a qual foi credenciado.
§2º – A inscrição será feita individualmente, pelo próprio mensageiro solicitante, mediante a apresentação da sua ficha de inscrição, cujo modelo será fornecido pelo Conselho, totalmente preenchida e assinada pelo pastor da sua igreja ou seu substituto legal.
§3º – Cada igreja filiada poderá credenciar mensageiros na quantidade de até 05 (cinco), por sua condição de ser igreja, mais 01 (um) por grupo de 50 (cinquenta) membros ou fração, limitado este credenciamento ao número máximo de 30 (trinta) mensageiros.
§4º – Ao ser inscrito o mensageiro receberá um cartão de identificação que o habilitará para o uso da palavra e o exercício do voto.
§5º – Os mensageiros devidamente credenciados, inscritos e presentes no ato da indicação poderão ser eleitos para qualquer cargo da Diretoria Institucional e para o Conselho, desde que civilmente capazes, e que não exerçam função executiva ou remunerada pela Convenção ou suas organizações internas e auxiliares, na forma deste Estatuto, especialmente quanto ao disposto no Artigo 37 e seus parágrafos, e suas normas e regras complementares.
§6º – Caberá à Diretoria Geral tomar as providências necessárias referentes às inscrições dos mensageiros e instalação da Assembleia Geral, notadamente quanto ao local, pessoal, material e valor da taxa de inscrição, esta última a ser aprovada pelo Conselho.
Artigo 16 – A Assembleia Geral reunir-se-á ordinariamente uma vez por ano e, extraordinariamente, quando se faça necessário.
Parágrafo Único – A Assembleia Geral reunir-se-á extraordinariamente somente para tratar de assuntos específicos explicitamente citados em sua convocação.
Artigo 17 – A Assembleia Geral será convocada pelo Presidente da Diretoria Institucional, ou por seu substituto legal, mediante publicação em órgãos oficiais de comunicação da Convenção Batista Carioca ou da Convenção Batista Brasileira, com a antecedência mínima de 30 (trinta) dias.
Parágrafo Único – A Diretoria Institucional acolherá requerimento formal que lhe seja dirigido por um mínimo de 1/5 (um quinto) das igrejas filiadas, ou metade mais um dos membros do Conselho, solicitando a convocação extraordinária da Assembleia Geral para apreciar os assuntos expostos nesse requerimento.
Artigo 18 – A Assembleia Geral somente poderá ser instalada com a representação mínima de 120 (cento e vinte) mensageiros das igrejas em primeira convocação, e com 80 (oitenta) mensageiros em segunda convocação, 20 minutos após.
§1º – a partir da segunda sessão da Assembleia Geral, o quorum para instalação e funcionamento será de 80 (oitenta) mensageiros e as decisões serão tomadas pelo voto favorável da maioria absoluta dos votantes, exceto nas situações especiais previstas neste Estatuto.
§2º – Nos casos de destituição da Diretoria será exigido o voto concorde de 2/3 (dois terços) dos mensageiros inscritos na Assembleia Geral especialmente convocada para apreciar este assunto.
§3º – Nos casos de reforma deste Estatuto e suas normas e regras complementares será exigido o voto concorde da maioria absoluta dos mensageiros inscritos na Assembleia Geral especialmente convocada para este fim.
§4º – Para deliberar sobre a dissolução da Convenção, a Assembleia Geral convocada extraordinariamente para este fim só poderá ser instalada com a representação de 2/3 (dois terços) das igrejas filiadas, sendo válidas, para tanto, somente as decisões tomadas pelo voto favorável de 80% (oitenta por cento) dos representantes por elas credenciados.
§5º – Para deliberar sobre a alienação de imóveis da Convenção ou de suas organizações internas, a Assembleia Geral somente poderá ser instalada e funcionar com um mínimo de 120 (cento e vinte) mensageiros, e suas decisões somente serão válidas com a votação favorável da maioria absoluta dos inscritos.
Artigo 19 – A Assembleia Geral somente poderá ser realizada dentro do território do Município do Rio de Janeiro.
Artigo 20 – Para viabilizar a realização dos propósitos e objetivos da Convenção, a Assembleia Geral poderá fazer recomendações às igrejas filiadas, respeitado sempre o princípio da autonomia da igreja local e o que está disposto no Parágrafo Único, Artigo 2º deste Estatuto.
Artigo 21 – Compete privativamente à Assembleia Geral:
I – fixar, no nível soberano, a orientação geral dos trabalhos da Convenção, definindo sua missão, seus objetivos estratégicos e suas diretrizes gerais, através da apreciação de parecer do Conselho;
II – aprovar o plano estratégico, bem como os respectivos planos plurianuais e anuais através da apreciação de parecer do Conselho;
III – eleger e destituir os membros da sua Diretoria e do Conselho, neste estatuto, chamada de Diretoria Institucional;
IV – decidir sobre o relatório anual do trabalho e das atividades da Convenção e sobre o relatório das suas contas, incluindo os da Diretoria Geral e de todas as suas organizações internas e auxiliares, através da apreciação de pareceres do Conselho e do Conselho Fiscal, respectivamente;
V – apreciar o relatório das atividades e decisões do Conselho, deliberando soberanamente sobre o mesmo;
VI – autorizar a alienação de bens imóveis da Convenção e de cada uma das suas organizações internas e auxiliares, bem como a aposição de gravames sobre os mesmos, nos termos do parágrafo 4º do Artigo 18, e do artigo 87 deste Estatuto;
VII – deliberar sobre a filiação e a desfiliação de igrejas;
VIII – reformar este Estatuto e suas normas e regras complementares, bem como os demais documentos básicos da Convenção, como disposto nos Artigo 6º, 18 e106 deste Estatuto;
IX – regulamentar a administração da Convenção também através de normas e regras complementares baseadas neste Estatuto e/ou de outros documentos básicos da Convenção, pertinentes ao caso;
X – decidir sobre a mudança do nome da Convenção;
XI – apreciar os relatórios das Câmaras Setoriais;
XII – definir o local, a data e o orador da Assembleia Geral, na forma deste Estatuto e suas normas e regras complementares, mediante parecer do Conselho.
Artigo 22 – Os relatórios do Conselho e do Conselho Fiscal serão apresentados diretamente à Assembleia Geral, assim como os pareceres de comissões e grupos de trabalho por ela criados e, uma vez apresentados, serão considerados propostas apoiadas e entrarão imediatamente em discussão, na forma decidida pelo plenário, segundo o Manual de Regras Parlamentares da Convenção.
§1º – Os relatórios das organizações internas e auxiliares serão apreciados pelo Conselho e, com o encaminhamento deste, pelas Câmaras Setoriais.
§2º – À Diretoria Geral de Administração e ao Conselho Fiscal serão concedidos até 45 (quarenta e cinco) minutos para apresentação dos seus relatórios ao plenário da Assembleia Geral, e mais até 60 minutos para deliberações sobre cada um deles.
§3º – A ordem e o tempo de apresentação dos relatórios das organizações internas nas câmaras setoriais serão previamente estabelecidos pelo Conselho, podendo ser modificados por decisão da Assembleia Geral.
Artigo 23 – Na primeira sessão da Assembleia Geral Ordinária serão nomeadas pelo Presidente a Comissão de Programa, a Assessoria Parlamentar e Jurídica, a Comissão Supervisora do Processo Eleitoral e a Comissão Escrutinadora.
§1º – A Comissão de Programa terá as seguintes finalidades:
I – Acompanhar a execução do programa da Assembleia Geral, sugerindo ao as alterações que se fizerem necessárias ao bom andamento dos seus trabalhos;
II – Incluir no programa os representantes de outras organizações, batistas ou não, a fim de prestarem informações sobre suas atividades à Assembleia Geral;
III – sugerir necessárias prorrogações das sessões para atender à agenda de assuntos programada.
§2º – A Assessoria Parlamentar e Jurídica tem por finalidade assessorar a Mesa e o Plenário sobre procedimentos parlamentares e aspectos jurídicos diversos, quando solicitada a fazê-lo.
§3º – À Comissão Supervisora do Processo Eleitoral cabe acompanhar e fiscalizar o andamento da eleição da Diretoria, à luz deste Estatuto e dos documentos da Convenção que sejam pertinentes.
§4º – A Comissão Escrutinadora tem por finalidade contar os votos dos mensageiros, quando da eleição da Diretoria e das demais votações em plenário, comunicando os resultados finais à Mesa, para sua proclamação.
§5º – As comissões e assessorias eleitas pela Assembleia Geral serão compostas de 05 (cinco) membros, com exceção da Comissão Escrutinadora, que será constituída por 15 (quinze) membros.
§6º – O quorum para funcionamento de qualquer comissão é o da maioria absoluta dos seus membros e, não havendo quorum o Relator da comissão poderá solicitar ao Presidente da Convenção que a recomponha.
§7º – Os empregados da Convenção e de suas organizações internas e auxiliares, bem como quaisquer profissionais com contratos de prestação de serviços vigentes não poderão ser eleitos ou nomeados pela Assembleia Geral para compor comissões, assessorias, grupos de trabalho ou órgãos semelhantes.
§8º – A Assembleia Geral, a seu critério, poderá criar outras assessorias, comissões e grupos de trabalho que julgue necessários para o seu bom funcionamento e, também, para a consecução dos objetivos da Convenção.
CAPÍTULO V
Das Câmaras Setoriais
Artigo 24 – A Assembleia Geral conforme o programa aprovado se subdividirá em câmaras setoriais, compostas por mensageiros inscritos na Assembleia Geral, conforme escolha que responda ao interesse de cada um deles, e que terão as seguintes finalidades:
I – apreciar os relatórios das organizações internas e auxiliares, compreendendo seu desempenho e seus resultados no período apreciado, inclusive os aspectos técnicos das contas e do balanço financeiro e patrimonial das organizações, à luz dos pareceres do Conselho Fiscal, bem como o planejamento e o orçamento do ano seguinte;
II – estudar outros assuntos que lhe sejam encaminhados pelo Conselho e dar parecer sobre eles à Assembleia;
III – encaminhar, através da sua Diretoria, o parecer da Câmara à Assembleia Geral;
Parágrafo Único – Aos representantes das organizações internas e auxiliares serão concedidos até vinte (20) minutos para a apresentação às respectivas câmaras setoriais dos relatórios dos programas e atividades das organizações que representem.
Artigo 25 – As câmaras setoriais terão a seguinte organização e composição:
I – Câmara de Educação Cristã e Missionária:
a) União Feminina Missionária Batista Carioca;
b) União Masculina Missionária Batista Carioca;
c) Juventude Batista Carioca;
d) Adolescentes Batistas Cariocas.
II – Câmara de Assuntos Eclesiásticos:
a) Ordem dos Pastores Batistas do Brasil – Seção Carioca;
b) Associação dos Diáconos Batista Carioca;
c) Associação dos Músicos Batista Carioca;
d) Associação dos Educadores Religiosos Batista Carioca;
III – Câmara de Ação Social: Junta de Ação Social;
IV – Câmara de Educação: Junta de Educação.
Artigo 26 – A diretoria de cada câmara, constituída de Presidente, Vice-Presidente, Primeiro e Segundo Secretários, será eleita na primeira sessão da Assembleia Geral, mediante indicação da Diretoria Institucional.
Parágrafo Único – Não poderão compor as diretorias das câmaras setoriais os membros dos colegiados das organizações internas que as constituam e/ou seus executivos e empregados, estes até dois anos após o seu desligamento da organização a que serviram.
Artigo 27 – Os pareceres das câmaras setoriais serão levados à Assembleia Geral subscritos por suas respectivas diretorias,
Parágrafo Único – Dos relatórios das câmaras setoriais deverão constar:
I – composição da diretoria;
II – recomendações da câmara, devidamente justificadas.
Artigo 28 – Ouvido pelo plenário o relatório de uma câmara, a Assembleia Geral homologará, alterará ou rejeitará cada um dos seus pontos, observada rigorosamente a ordem em que tenham sido apresentados.
§1º – propostas para alteração de qualquer ponto terá sua discussão limitada à palavra do proponente, de até dois mensageiros que se pronunciem favoráveis e de até dois que sejam contrários à sua aprovação, após o que se dará imediatamente a votação do ponto em discussão.
§2º – Quando os questionamentos feitos estiverem relacionados a problemas de redação, mediante proposta sem discussão a matéria poderá ser encaminhada à diretoria da câmara, para os devidos ajustes, retornando posteriormente ao plenário.
§3º – Mediante proposta que não comportará discussão, recomendações que mereçam um tratamento diferenciado poderão ser remetidas ao Conselho para serem por ele apreciadas, cabendo-lhe tomar uma das seguintes decisões:
I – homologar a recomendação da Câmara e enviar a matéria ao setor competente;
II – encaminhar o assunto à respectiva organização interna para as devidas providências, após o que, no prazo previsto, ela apresentará relatório ao Conselho que o encaminhará à Assembleia Geral;
III – fazer retornar o assunto diretamente à Assembleia Geral, através de um parecer em que aponte as providências tomadas e aquelas que deverão ser implementadas, se necessário.
CAPÍTULO VI
Da Diretoria Institucional, sua natureza, eleição e competência
Artigo 29 – Institucionalmente, a Convenção é dirigida por sua Diretoria (neste estatuto, chamada de Diretoria Institucional), eleita pela Assembleia Geral para mandato de 01 (um) ano e composta de Presidente, Primeiro, Segundo e Terceiro Vice-presidentes, Primeiro, Segundo e Terceiro Secretários.
Artigo 30 – Compete à Diretoria Institucional, que será também a Diretoria do Conselho, além da competência definida para cada um dos seus membros:
I – zelar pela integridade espiritual, social, institucional e ética da Comunhão das Igrejas e do trabalho cooperativo que realiza através da Convenção;
II – dirigir as reuniões plenárias da Assembleia Geral e do Conselho;
III – acompanhar permanentemente o desempenho e os resultados do trabalho do Diretor Geral e dos coordenadores executivos das organizações internas, sendo por este acompanhamento responsável diante do Conselho e da Assembleia Geral;
IV – elaborar, com o Diretor Geral, o programa de cada Assembleia Geral, para decisão final do Conselho, e dirigir a sua realização;
V – exercer as demais funções que lhe são inerentes, estabelecidas neste Estatuto e suas normas e regras complementares;
VI – indicar à Assembleia Geral as diretorias das câmaras setoriais para homologação ou rejeição pela Assembleia;
VII – diligenciar para que o Conselho cumpra integralmente suas finalidades
VIII – zelar pelo realização dos fins que justificam a existência da convenção e pelo cumprimento das diretrizes fundamentais, as normas gerais e as decisões baixadas pela assembleia Geral e do Conselho.
Artigo 31 – A Diretoria Institucional reunir-se-á mensalmente, sendo para isso convocada por seu Presidente.
Parágrafo Único – O Diretor Geral participará das reuniões da Diretoria Institucional, quando convocado pela mesma ou na ocorrência de fatos que justifiquem sua presença, a critério do presidente, sem poder de voto.
Artigo 32 – Compete ao Presidente:
I – zelar, junto com toda a Diretoria Institucional, pela integridade espiritual, social, institucional e ética da Convenção e do trabalho cooperativo que realiza a serviço da Comunhão das Igrejas;
II – cumprir e fazer cumprir este Estatuto e suas normas e regras complementares, bem como os demais documentos básicos da Convenção;
III – convocar a Assembleia Geral e declará-la instalada nos termos da sua convocação e deste Estatuto;
IV – abrir, presidir e encerrar as sessões da Assembleia Geral, fazendo cumprir o Manual de Regras Parlamentares da Convenção, bem assim as reuniões plenárias do Conselho e as reuniões da própria Diretoria Institucional;
V – suspender qualquer sessão que presida, em caso de perturbação da ordem;
VI – resolver as questões de ordem ou as arguições relativas ao cumprimento deste Estatuto e suas normas e regras complementares, das Normas para a Eleição da Diretoria e das regras parlamentares vigentes;
VII – submeter à discussão e votação as propostas feitas;
VIII – assinar as atas com o Secretário;
IX – autorizar, através do Diretor Geral, a fixação ou distribuição de impressos e material de propaganda no recinto da Assembleia;
X – nomear, na primeira sessão da Assembleia Ordinária, por indicação da Diretoria, as comissões de Programa; de Supervisão do Processo Eleitoral; a Comissão Escrutinadora e a Assessoria Parlamentar e Jurídica;
XI – substituir, em plenário, qualquer membro de comissão impossibilitado de nela continuar;
XII – representar a Convenção, ativa, passiva, judicial e extrajudicialmente, podendo estabelecer procuração legal para que o Diretor Geral ou outro membro da Diretoria o faça em seu lugar;
XIII – fazer pronunciamentos públicos de interesse local ou nacional em defesa da ética, da justiça e pelo estabelecimento dos valores cristãos batistas na sociedade;
XIV – participar de forma plena das de reuniões do colegiado e/ou da Diretoria das organizações internas e auxiliares da Convenção, com direito a voz e voto;
XV – nomear, por indicação da Diretoria Institucional, e dar posse a interventores, nas organizações internas, na forma deste Estatuto e suas normas e regras complementares;
XVI – nomear outras comissões, por deliberação da Assembleia Geral e do Conselho;
XVII – assinar com o Diretor Geral e o 1º Secretário da Convenção os negócios jurídicos relativos a bens imóveis da Convenção;
XVIII – exercer as demais funções inerentes ao cargo que sejam previstas neste Estatuto e suas normas e regras complementares;
IX – representar a Comunhão das Igrejas e a Convenção nas relações institucionais com a Convenção Batista Brasileira.
Artigo 33 – Compete aos Vice-Presidentes auxiliar o Presidente em suas atribuições e substitui-lo em seus impedimentos e quando solicitados, observada a ordem de eleição.
Artigo 34 – Compete ao 1º Secretário:
I – lavrar as atas das sessões da Assembleia Geral e do Conselho, nelas registrando as decisões tomadas, e assiná-las juntamente com o Presidente, encaminhando-as à Diretoria Geral para o imediato e devido registro em cartório e/ou órgão competente;
II – praticar os demais atos inerentes ao cargo, descritos neste Estatuto e suas normas e regras complementares;
III – assinar, juntamente com o Presidente, os negócios jurídicos relativos a bens imóveis.
IV – encaminhar à Diretoria Institucional, ao Conselho e à Diretoria Geral, logo após o encerramento de cada sessão ou reunião plenária, cópias das atas, relatórios, pareceres e outros documentos aprovados e/ou que tramitaram nas sessões da Assembleia Geral e do Conselho.
V – As atas das sessões da Assembleia que não forem aprovadas em plenário serão encaminhadas pelo 1º Secretário ao Conselho para que as aprecie e aprove, na íntegra ou com as ressalvas que julgue necessárias.
Artigo 35 – Compete aos 2º e 3º Secretários, pela ordem de eleição:
I – auxiliar o 1º Secretário em suas atribuições e substitui-lo em seus impedimentos e quando solicitado, observada a ordem de eleição;
II – ler a matéria do expediente em cada sessão;
III – executar outras tarefas afins, quando solicitado pelo Presidente.
Parágrafo Único – Ocorrendo a ausência de qualquer secretário, o Presidente poderá designar um secretário ad-hoc para substituí-lo.
Artigo 36 – A Assembleia Geral poderá eleger presidentes eméritos da Convenção, em caráter vitalício, observados os seguintes critérios:
I – ter sido presidente ou haver prestado relevantes serviços à Convenção;
II – ter idade igual ou superior a 70 anos;
III – ser apresentado mediante parecer do Conselho.
Artigo 37 – O processo de eleição da Diretoria Institucional estará disciplinado em documento próprio a ser elaborado pelo Conselho e aprovado pela Assembleia Geral, no qual deverão estar incluídos, necessariamente, os seguintes princípios:
§1º – O mensageiro só poderá ser eleito membro da Diretoria Institucional para 02 (dois) mandatos consecutivos, independentemente dos cargos ocupados, e quando isso ocorrer, será observado o interstício de 02 (dois) anos para que seja novamente eleito.
§2º – Os empregados da Convenção e das suas organizações internas e auxiliares, em qualquer nível, não poderão fazer parte da Diretoria Institucional, nem do Conselho e, nos níveis da Diretoria Geral e de Coordenação Executiva, esta restrição alcança também seus parentes, até segundo grau.
§3º – Somente poderão ser eleitos membros da Diretoria Institucional os mensageiros oriundos de igrejas que participem regularmente do sustento financeiro da Convenção.
CAPÍTULO VII
Do Conselho Geral de Administração, sua natureza, constituição e funcionamento
Artigo 38 – O Conselho Geral de Administração (neste Estatuto, chamado de Conselho) é, depois da Assembleia Geral, o órgão representativo da Comunhão das Igrejas e, assim, o órgão superior de deliberação, orientação e direção da Convenção hierarquicamente abaixo apenas da própria Assembleia Geral, à qual se reporta.
Parágrafo Único – Para desempenhar suas atribuições, o Conselho terá uma Assessoria de Finanças e uma Assessoria Parlamentar e Jurídica, compostas de cinco membros, e poderá dispor de outras comissões, assessorias e consultorias especiais, a seu critério.
Artigo 39 – O Conselho é o órgão responsável pelas deliberações da Convenção, no interregno das reuniões da Assembleia Geral, pela supervisão institucional e controle do programa de trabalho cooperativo da Comunhão das Igrejas, suas organizações internas e demais órgãos, bem como pelas funções institucionais inerentes à sua natureza e definidas neste Estatuto e suas normas e regras complementares.
Artigo 40 – O Conselho tem a seguinte constituição:
I – Diretoria Institucional, composta de 07 (sete) membros;
II – 21 (vinte e um) membros eleitos pela Assembleia Geral, mediante apreciação de indicações feitas pelo Conselho, observada pelo menos 01 (uma) indicação para cada associação;
III – presidente ou representante de cada organização interna e auxiliar, civilmente capaz;
IV – presidente ou representante de cada associação, civilmente capaz;
§1º – A Assembleia Geral elegerá 07 (sete) suplentes, mediante apreciação de indicações também feitas pelo Conselho, os quais terão mandato de 01 (um) ano e serão convocados, sempre pela ordem de eleição, quando da ausência de um membro titular do Conselho, comunicada com a antecedência mínima de 05 (cinco) dias úteis, ou quando de licença ou perda de mandato de membros titulares eleitos pela Assembleia Geral.
§2º – O membro do Conselho que seja eleito para uma função na Diretoria Institucional terá seu mandato exercido por suplente, enquanto estiver no exercício dessa função.
§3º – Os empregados ou prestadores de serviços remunerados diretamente pela Convenção ou por qualquer das suas organizações internas, em qualquer nível, só poderão ser eleitos para a Diretoria Institucional, para o Conselho ou para os colegiados e diretorias das organizações internas e auxiliares no prazo de um ano após ter deixado sua função ou encerrada sua prestação de serviço.
§4º – Os membros eleitos pela Assembleia Geral, para exercerem um mandato de 03 (três) anos no Conselho, serão renovados anualmente pelo terço;
§5º – Se por motivo de força maior a Assembleia Geral Ordinária deixar de ser realizada dentro do ano de trabalho convencional, os mandatos dos membros do Conselho serão automaticamente prorrogados até que ela se realize, respeitados os dispositivos deste Estatuto.
§6º – É vedado a qualquer membro do Conselho, não importando a forma como tenha sido eleito para o mesmo, exercer um mandato superior a três anos, excetuado o caso em que este tempo seja ultrapassado pelo fato de ter-se tornado membro da Diretoria Institucional ou Presidente de organização interna no último ano do seu mandato de conselheiro, sem que lhe seja facultado o direito de acumular os tempos relativos aos dois mandatos.
§7º – Vencido o mandato trienal, o mensageiro somente poderá ser eleito de novo para o Conselho após um interstício de 02 (dois) anos.
§8º – Os suplentes cujos mandatos sejam vencidos não poderão ser reeleitos na qualidade de suplentes, mas poderão ser conduzidos ao Conselho pela Assembleia Geral, como seus membros, com tempo de mandatos por ela definidos.
§9º – Os executivos das organizações internas e de associações de igrejas e os representantes das missões estrangeiras que cooperam com a Convenção participarão das reuniões do Conselho com direito ao uso da palavra.
Artigo 41 – Nenhum membro do Conselho poderá ser eleito para mais de uma comissão ou grupo de trabalho por ele criado.
Parágrafo Único – O Conselho, na composição de comissões, assessorias e grupos de trabalho poderá valer-se de recursos humanos de fora do seu quadro de membros, especialmente por necessidade de natureza técnica.
Artigo 42 – Perderão o mandato de membros do Conselho, os eleitos nesta qualidade pela Assembleia Geral que:
I – renunciarem;
II – deixarem de ser membros de uma igreja filiada à Convenção;
III – faltarem a mais de duas reuniões consecutivas, sem motivo justificado, ou quatro reuniões alternadas, mesmo que justificadas, no curso de 01 (um) ano, não se aplicando esta norma aos membros da Diretoria institucional da Convenção ou àqueles que tenham sido licenciados pelo Conselho.
Artigo 43 – Qualquer pessoa que tenha exercido 02 (dois) mandatos consecutivos na Diretoria Institucional, em qualquer cargo e, nesta qualidade tenha sido membro do Conselho, ficará impedido de ser eleito para o mesmo pelo prazo de 02 (dois) anos.
Artigo 44 – O Conselho terá 06 (seis) reuniões ordinárias durante o ano convencional e tantas extraordinárias quantas necessárias, e suas decisões serão tomadas pelo voto favorável da maioria absoluta dos seus membros presentes no ato da votação.
Artigo 45 – As reuniões do Conselho serão convocadas pelo Presidente ou seu substituto legal.
§1º – As reuniões deverão ser convocadas por e-mail, por telefone e através do Portal da CBC com antecedência mínima de 10 (dez) dias;
§2º – Os suplentes somente poderão ser convocados para substituir membros titulares eleitos pela Assembleia Geral nos casos de ausência, licença ou renúncia destes.
§3º – O quorum para as reuniões do Conselho será de metade mais um dos seus membros, em primeira convocação, e de um terço, em segunda convocação, trinta minutos após.
Artigo 46 – Qualquer membro de igreja batista filiada à Convenção, desde que portador de carta de recomendação de sua igreja, assinada por seu pastor ou substituto legal, poderá assistir às reuniões do Conselho, tendo direito à palavra, no que se submeterá à ordem parlamentar vigente, mas sem direito a fazer diretamente uma proposta, a votar e a ser votado.
Artigo 47 – Compete ao Conselho:
I – aprovar preliminarmente e enviar para apreciação da Assembleia Geral as propostas de planejamento estratégico da Convenção;
II – aprovar preliminarmente e enviar para apreciação da Assembleia Geral as propostas dos planos integrados anual e plurianual das atividades globais da Convenção, apresentados pela Diretoria Geral, até a última reunião ordinária do ano convencional;
III – encaminhar à Assembleia Geral quaisquer alterações propostas sobre a orientação geral dos trabalhos da Convenção, sua missão, sua visão, seus objetivos estratégicos e suas diretrizes fundamentais;
IV – elaborar e reformar, quando necessário, o Manual de Administração Integrada da Convenção, dando sempre ciência das reformas efetuadas à Assembleia Geral que, a seu juízo, decidirá sobre as mudanças a ela informadas;
V – aprovar preliminarmente e enviar para apreciação da Assembleia Geral as propostas de orçamento anual da Convenção, com destaques para receitas, dispêndios e investimentos;
VI – encaminhar à Assembleia Geral alterações neste Estatuto e suas normas e regras complementares, ou sua reforma mais ampla, bem como o que se refira a alterações nos demais documentos básicos da Convenção;
VII – receber e apreciar os relatórios gerais do trabalho e as prestações de contas da Convenção e de cada uma das suas organizações internas referentes ao ano fiscal findo, estas através de parecer do Conselho Fiscal, até a última reunião do ano convencional, encaminhando-os à apreciação final da Assembleia Geral;
VIII – fixar e atualizar de forma tempestiva as políticas globais da Convenção referentes principalmente às suas áreas fins, incluindo também áreas como a de gestão estratégica, de finanças, de investimentos e de recursos humanos;
IX – encaminhar à Assembleia Geral pareceres sobre a transferência da titularidade, alienação ou aposição de gravames sobre bens imóveis, ativos quaisquer e direitos da Convenção, e decidir sobre contratos de concessão e autorizações para uso de áreas de sua propriedade, compreendendo também as de suas organizações internas, através da apreciação de relatórios que lhe sejam encaminhados pela Diretoria Geral, com o devido parecer da Diretoria Institucional;
X – decidir sobre o remanejamento de verbas orçadas e a concessão de auxílios financeiros a pequenas igrejas, seja para apoio ao sustento pastoral, seja para compra de propriedades ou obras emergenciais;
XI – eleger e destituir o Diretor Geral da Convenção, cujo mandato e competência estarão disciplinados neste Estatuto e em outros documentos básicos da Convenção;
XII – acompanhar e fiscalizar permanentemente a gestão do Diretor Geral e dos coordenadores executivos das organizações internas, na forma deste Estatuto;
XIII – avaliar, ao menos anualmente, os resultados e o desempenho da Convenção e seu Diretor Geral, bem como das organizações internas e seus coordenadores executivos, a partir dos seus relatórios;
XIV – examinar, a qualquer tempo, os livros e papéis da Convenção ou de suas organizações internas, através de recursos humanos e técnicos internos;
XV – determinar, a qualquer tempo, a realização de inspeções, auditagens, ou tomadas de contas em qualquer órgão da Convenção, bem como a contratação de especialistas, peritos ou auditores externos, para melhor instruírem as matérias sujeitas à sua deliberação.
XVI – escolher auditores independentes externos, quando necessário e na forma da Lei, para dar parecer sobre os balanços anuais da Convenção e de suas organizações internas, os quais não poderão prestar quaisquer outros serviços durante a vigência do contrato, e destituí-los quando julgar recomendável e necessário;
XVII – apresentar parecer à Assembleia Geral sobre filiação e desligamento de igrejas;
XVIII – deliberar sobre o programa de cada Assembleia Geral, à luz de um relatório conjunto da Diretoria Institucional e da Diretoria Executiva.
XIX – exercer, em nome da Assembleia Geral, o controle administrativo geral da Convenção e suas organizações internas, na forma deste estatuto.
XX – tomar decisões especiais em nome da Convenção, no interregno entre uma Assembleia Geral Anual e outra, quando o assunto for relevante e urgente, devendo este ato ser plenamente justificado junto à Assembleia Geral.
XXI – cumprir as decisões que lhe forem encaminhadas pela Assembleia Geral;
XXII – encaminhar à Assembleia Geral os relatórios dos grupos de trabalho e das comissões por ela nomeados;
XXIII – supervisionar a gestão de fundos especiais da Convenção, nos termos dos seus respectivos regimentos operacionais;
XXIV – eleger, de forma direta, os diretores executivos das organizações internas da Convenção, ressalvados os das organizações da Coordenadoria de Educação Cristã e Missionária e os do Departamento das Associações de igrejas, cuja eleição se dará, respectivamente, de conformidade com o disposto no Artigo 60, inciso V, e no Artigo 61 deste estatuto.
XXV – eleger dentre seus membros, em sua primeira reunião após a Assembleia Geral, os componentes das suas comissões e assessorias;
XXVI – deliberar sobre a adoção de medidas urgentes e adequadas, mediante iniciativa da Diretoria, nas situações especiais e de emergência;
XXVII – alterar o local, a data e o orador da Assembleia Geral, quando houver motivo justificado;
XXIII – definir a periodicidade do que neste Estatuto é chamado de ano convencional;
XXIX – apresentar à Assembleia Geral seu relatório anual de atividades, com destaque para as decisões tomadas e para as recomendações que faça para o aperfeiçoamento da administração da Convenção;
XXX – apreciar os assuntos especiais encaminhados por igrejas ou por um grupo composto de no mínimo 05 (cinco) membros de igrejas filiadas à Convenção, civilmente capazes e devidamente qualificados que assinem este encaminhamento, decidir sobre os mesmos e relatar sua decisão à Assembleia Geral.
Artigo 48 – Na pauta da primeira reunião do Conselho após a Assembleia Geral Ordinária serão incluídos, dentre outros, os seguintes assuntos:
I – posse dos seus novos membros;
II – eleição dos membros das assessorias e comissões existentes;
III – apresentação formal dos planos para o novo ano convencional;
IV – assuntos gerais.
Parágrafo Único – A ordem do dia das reuniões do Conselho será elaborada pelo Diretor Geral, apreciada pelo presidente e encaminhada para o Conselho.
CAPÍTULO VIII
Da Diretoria Geral de Administração, sua natureza, constituição e funcionamento
Artigo 49 – A Diretoria Geral de Administração (neste estatuto, chamada de Diretoria Geral) é o órgão responsável pela administração executiva integrada da Convenção, cabendo-lhe precipuamente zelar pela realização dos fins que justificam a existência da Convenção e fazer cumprir as diretrizes fundamentais, as normas gerais e as decisões baixadas pela Assembleia Geral e pelo Conselho.
Parágrafo Único – Para assessorá-la na coordenação do trabalho geral da Convenção e viabilizar sua mais plena integração e sinergia, a Diretoria Geral contará com um Comitê Executivo, no qual terão assento os coordenadores executivos dos seus departamentos e das suas organizações internas, conforme disciplinado em documento próprio que a este dispositivo fará referência, e que poderá ser alterado a qualquer tempo pelo Conselho.
Artigo 50 – A Diretoria Geral é constituída pelo seu titular, neste estatuto chamado de Diretor Geral, e seus auxiliares diretos, todos eles empregados da Convenção por ele contratados ou deixados em suas funções por sua indicação, depois de terem seus nomes submetidos à aprovação do Conselho.
§1º – O Diretor Geral será contratado na forma da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) podendo ser demitido a qualquer tempo, após avaliação criteriosa do seu desempenho, feita anualmente pela Diretoria Institucional que dará parecer ao Conselho sobre esta matéria, para sua deliberação final.
§2º – O Diretor Geral, os demais membros da Diretoria Geral e os coordenadores executivos das organizações internas deverão apresentar declaração de bens à Diretoria Institucional, ao assumir e ao deixar as funções para as quais foram contratados, bem como suas declarações de renda anuais do ano anterior à sua posse e a cada ano, enquanto exercendo essas funções, pelo menos 30 (trinta) dias antes da Assembleia Geral Ordinária.
§3º – Quando da substituição do Diretor Geral todos os auxiliares diretos da Diretoria Geral colocarão formalmente seus cargos à disposição da Diretoria Institucional, até definição posterior do Conselho, fundamentada em recomendação do novo Diretor Geral.
§4º – O Diretor Geral exercerá suas atividades em regime de dedicação exclusiva e tempo integral, podendo, em casos especiais, assumir interinamente a direção de organizações internas da Convenção e o pastorado interino de igrejas, a critério da Diretoria Institucional.
§5º – Os coordenadores executivos dos departamentos e demais organizações internas serão contratados na forma da CLT, segundo os regimes de tempo e dedicação aprovados pelo Conselho, apreciando recomendações oriundas dos colegiados e/ou diretorias dessas organizações, quando for o caso, nos termos deste Estatuto.
§6º – É prerrogativa do Diretor Geral, participar das reuniões dos colegiados das organizações internas componentes do Departamento de Educação Cristã e Missionária e do Departamento de Associações de Igrejas, com direito ao uso da palavra.
Artigo 51 – O Comitê Executivo reunir-se-á mediante convocação do Diretor Geral, com a obrigatoriedade da presença de todos os empregados da Convenção e suas organizações internas por ele convocados, e suas atas deverão ser imediatamente entregues à Diretoria Institucional, na pessoa do seu Presidente.
Artigo 52 – Compete ao Diretor Geral da Convenção:
I – cuidar do planejamento, da coordenação e do controle administrativo da Convenção, seu programa integrado de trabalho e suas atividades;
II – representar a Convenção junto à Denominação e a outros segmentos religiosos e, quando autorizado pelo Presidente, também perante os poderes públicos e a sociedade em geral;
III – assessorar a Diretoria Institucional e o Conselho no desempenho de suas funções e realização dos seus fins, na forma deste Estatuto, suas normas e regras complementares, regido também pelos demais documentos básicos da Convenção.
IV – executar as decisões da Assembleia Geral e do Conselho que lhe forem atribuídas;
V – coordenar a execução do programa da Convenção, integrando para isso a atuação de todas as suas organizações internas e auxiliares, em suas respectivas áreas, com o objetivo de realizar as metas e os objetivos estabelecidos;
VI – abrir, movimentar e encerrar contas bancárias, assinando os cheques emitidos pela Convenção junto com seu Coordenador Administrativo e/ou Financeiro, submetendo seu relatório à Assessoria de Finanças para posterior encaminhamento ao Conselho;
VII – diligenciar para que todos os pagamentos feitos pela Convenção tenham suporte em documentação hábil e fidedigna;
VIII – zelar para que a escrituração contábil da Convenção e de todas as suas organizações internas estejam sempre em dia;
IX – prestar relatórios periódicos de atividades da Diretoria Geral e dos departamentos da Convenção, bem como apresentar os relatórios financeiros exigidos, à Diretoria Institucional e ao Conselho;
X – assinar, juntamente com o Presidente ou seu substituto legal, os títulos de responsabilidade financeira, em nome da Convenção, quando devidamente autorizados;
XI – admitir e demitir funcionários, de acordo com as necessidades do serviço;
XII – apresentar à Diretoria Institucional, e ao Conselho, planos, estudos e sugestões que visem alcançar os objetivos da Convenção;
XIII – administrar os serviços internos da sede da Convenção, tendo sob sua responsabilidade, os bens patrimoniais e toda a documentação da Convenção;
XIV – exercer a função de tesoureiro da Convenção;
XV – coordenar a publicação do Livro da Convenção, com os diferentes relatórios e pareceres, bem como a sua distribuição em cada Assembleia;
XVI – supervisionar todo o serviço de arrolamento de mensageiros em cada Assembleia Geral, administrar as verbas a ela destinadas, de tudo apresentando relatório à Diretoria e ao Conselho;
XVII – receber da Mesa a documentação referente a cada Assembleia da Convenção, a cada reunião da Diretoria e a cada Reunião Plenária do Conselho, providenciando imediatamente sua guarda e seu arquivamento em coletâneas próprias;
XVIII – dirigir o Comitê Executivo, sendo responsável por seu funcionamento e pela realização dos seus fins;
XIX – cuidar dos registros estatísticos e históricos da Convenção;
XX – administrar a realização do orçamento da Convenção e sua política geral de arrecadação, captação e aplicação de recursos financeiros, distribuindo, com regularidade, as verbas previstas no orçamento e as ofertas designadas;
XXI – receber e encaminhar ao Conselho os relatórios das comissões e dos grupos de trabalho nomeados pela Assembleia Geral, para apreciação e/ou encaminhamento à mesma;
XXII – gerir fundos especiais nos termos dos seus respectivos regimentos operacionais;
XXIII – promover, através do Comitê Executivo, estudos com os executivos dos departamentos e das organizações internas objetivando o planejamento global e a realização harmônica e integrada do trabalho da Convenção, observado este Estatuto e os outros documentos básicos da Convenção;
XXIV – indicar à Diretoria Institucional os diretores das organizações internas e com ela elaborar pareceres específicos conjuntos, para a eleição e destituição de qualquer um deles, com exceção daquelas que compõem o Departamento de Educação Cristã e Missionária e o de Associações de Igrejas, estes sob regimes especiais de administração;
XXV – coordenar o planejamento e a realização da Assembleia Geral;
XXVI – zelar pelos interesses da Convenção e seu patrimônio, respeitadas as prerrogativas e a competência específica das organizações internas;
XXVII – publicar o Livro do Mensageiro de cada Assembleia Geral Ordinária, com as atas, relatórios, pareceres e anexos das últimas assembleias realizadas;
XXVIII – manter atualizado, em arquivo próprio, o rol das igrejas que cooperam com a Convenção, com as informações julgadas relevantes;
XXIX – promover junto às igrejas a mordomia cristã e o Plano Cooperativo, em conjunto com todas as organizações internas e auxiliares;
XXX – gerenciar o processo de comunicação da Convenção com as igrejas, as associações, a Convenção Batista Brasileira e a sociedade em geral;
XXXI – coordenar a elaboração do orçamento da Convenção, submetendo-o à assessoria de finanças para posterior apresentação ao Conselho;
XXXII – assegurar que os balanços das organizações internas e auxiliares sejam acompanhados dos competentes pareceres de auditorias, quando necessários;
XXXIII – executar as decisões da Convenção que não sejam da alçada de qualquer uma de suas organizações internas e auxiliares.
XXXIV- desempenhar as demais atividades inerentes ao cargo.
Artigo 53 – O Diretor Geral receberá das organizações internas, através dos seus coordenadores executivos e/ou sua diretoria, solicitações, pleitos mais expressivos, projetos de programas e programações, sendo-lhe facultado solucioná-los plenamente, se dentro da sua competência, ou encaminhá-los, instruídos por pareceres apropriados a cada caso, à apreciação da Diretoria Institucional para as devidas providências, sem que lhe seja facultado, entretanto, o poder de impedir a normalidade dessa tramitação.
Artigo 54 – A aprovação sem restrições do balanço e das contas da Diretoria Geral e, com parecer favorável do Conselho Fiscal e dos Auditores Independentes, eximirá o Diretor Geral e demais membros desta Diretoria de responsabilidade, salvo nos casos de erro, dolo, fraude, simulação ou quaisquer ilícitos apurados, a qualquer tempo, pelo órgão fiscalizador competente.
CAPÍTULO IX
Das organizações internas e auxiliares e dos departamentos da Convenção
Artigo 55 – São organizações internas da Convenção:
I – Junta de Educação;
II – Junta de Ação Social;
III – União Feminina Missionária Batista Carioca;
IV – União Masculina Missionária Batista Carioca;
V – Juventude Batista Carioca;
VI – Adolescente Batista Carioca
VII – Associações de Igrejas.
Artigo 56 – São organizações auxiliares da Convenção:
I – Ordem dos Pastores Batista do Brasil – Seção Carioca;
II – Associação dos Músicos Batistas Cariocas;
III – Associação dos Educadores Religiosos Cristãos Batistas Cariocas;
IV – Associação dos Diáconos Batistas Cariocas.
Artigo 57 – São estes os departamentos administrativos da Convenção e sua organização interna:
I – Departamento de Evangelização e Missões:
a) Capelanias;
b) Projetos Especiais
II – Departamento de Educação Cristã e Missionária:
a) União Feminina Missionária Batista Carioca;
b) União Masculina Missionária Batista Carioca;
c) Juventude Batista Carioca;
d) Adolescente Batista Carioca;
e) Criança Batista Carioca;
f) Programa para a Terceira Idade.
III – Departamento de Associações de Igrejas:
a) Forum das Associações de Igrejas.
IV – Departamento de Comunicação:
a) O Batista Carioca;
b) Programa de Rádio e Pograma de TV da Convenção;
c) Portal CBC;
d) Literatura.
V – Departamento de Ação Social:
a) Lar Batista da Criança;
b) Lar Batista do Ancião;
c) Projetos Sociais da Convenção;
d) Projetos Sociais das Igrejas
VI – Departamento de Educação Geral:
a) Colégio Batista Shepard;
b) Educação Ministerial
Artigo 58 – Os departamentos de Evangelismo e Missões, de Ação Social, de Educação Geral e de Comunicação, cuja estrutura interna estará delineada no Manual de Administração, estarão sob a ação administrativa da Diretoria Geral, e seus coordenadores executivos se reportarão administrativamente ao Diretor Geral, a ele prestarão contas, com ele planejarão seu trabalho e por ele serão comandados.
Artigo 59 – As organizações internas componentes do Departamento de Educação Cristã e Missionária e do Departamento de Associações de Igrejas, funcionarão sob regimes administrativos especiais, e os documentos regulamentadores do seu funcionamento sempre respeitarão o disposto neste Estatuto e demais documentos básicos da Convenção.
Artigo 60 – O regime administrativo especial do Departamento de Educação Cristã e Missionária terá as seguintes linhas básicas, e os documentos regulamentadores do funcionamento das organizações que o compõem sempre respeitarão o disposto neste Estatuto e suas normas e regras complementares, bem como nos demais documentos básicos da Convenção:
I – o Departamento de Educação Cristã e Missionária terá como Coordenador Executivo o Diretor Geral;
II – os presidentes das organizações internas que compõem este departamento serão membros do Conselho;
III – seus coordenadores executivos serão assessores do Conselho e membros do Comitê Executivo;
IV – as decisões programáticas dessas organizações serão tomadas em seus congressos/assembleias e reuniões do seu colegiado, e não poderão conflitar com os objetivos e programações da Convenção;
V – seus planejamentos devem estar integrados ao planejamento geral da Convenção e ser com ele compatíveis;
VI – seus coordenadores executivos serão indicados ao Conselho por seus colegiados, para que este se defina sobre sua homologação e, no caso de recusa de nome indicado, o assunto voltará para a alçada da organização interna, para que esta providencie uma nova indicação;
VII – seus coordenadores executivos, no que se refere à dimensão institucional e à programação interna da sua organização, trabalharão reportando-se à sua Diretoria;
VIII – seus coordenadores executivos, quanto ao desenvolvimento da programação integrada da Convenção, serão coordenados pelo Diretor Geral e a ele se reportarão.
Artigo 61 – O regime administrativo especial da Coordenadoria das Associações de Igrejas, incluindo a escolha do seu coordenador executivo, será definido pelo Conselho e constará do Manual de Administração da Convenção, e os documentos regulamentadores do funcionamento das organizações que o compõem sempre respeitarão o disposto neste Estatuto, suas normas e regras complementares, bem como nos demais documentos básicos da Convenção.
Artigo 62 – As organizações internas da Convenção que operem em regime administrativo especial farão constar dos documentos que regulamentem seu funcionamento, dispositivos que estabeleçam:
I – que são regidas por princípios cristãos de orientação evangélica batista;
II – que seguem as diretrizes gerais e a orientação programática da Convenção, apresentam-lhe periodicamente, ou quando solicitadas, relatórios gerais, fiscais e tributários dos seus trabalhos, bem como o balanço anual de suas contas, destacando com clareza e objetividade seus desempenhos e resultados;
III – que estarão voltadas fundamentalmente para a realização dos seus fins, como de resto todas as demais organizações internas, inclusive aplicando suas receitas financeiras prioritariamente com este objetivo, segundo padrões definidos pela Assembleia Geral e o que está disposto no Artigo 82 deste Estatuto;
IV – que, no caso de sua dissolução, seus patrimônios pertencerão à Convenção, ou a quem esta determinar, respeitados os direitos de terceiros;
V – que seus documentos regulamentadores, bem como quaisquer reformas neles efetuadas, só entrarão em vigor depois de homologados pela Assembleia Geral, mediante parecer do Conselho;
VI – que é vedado o uso do nome da organização em fianças e avais;
VII – que a alienação, a aposição de gravame ou a oneração de bens imóveis dessas organizações só poderão ser efetuadas mediante autorização da Assembleia Geral da Convenção.
VIII – que apresentarão à Diretoria Geral seus planejamentos anuais, tecnicamente elaborados, para serem encaminhados à análise e apreciação do Conselho, com antecedência mínima de 75 dias da Assembleia Geral Ordinária.
Artigo 63 – As organizações auxiliares trabalharão diretamente ligadas ao Diretor Geral que as assessorará no cumprimento dos seus fins e delas terá todo o apoio, segundo a competência de cada uma, para a realização dos fins da Convenção.
Artigo 64 – Poderão ser criados, extintos ou recebidos novos órgãos no âmbito da estrutura organizacional da Convenção, na qualidade de departamentos, organizações internas e auxiliares ou setores, preferencialmente sem personalidade jurídica própria, e sempre por decisão da Assembleia Geral que, nestes casos, apreciará parecer do Conselho sobre a matéria.
CAPÍTULO X
Do Conselho Fiscal, sua natureza, constituição, competência e funcionamento
Artigo 65 – O Conselho Fiscal é o órgão máximo de fiscalização e controle da Convenção, cabendo-lhe precipuamente zelar pela exatidão e integridade da sua gestão econômico-financeira.
Artigo 66 – O Conselho Fiscal será composto de 05 (cinco) membros efetivos eleitos pela Assembleia Geral a partir de indicações feitas pelo Conselho, com mandato de 05 (cinco) anos e renovação anual pelo quinto dos seus membros, sem direito a reeleição e interstício de 03 (três) anos para uma nova eleição, e contará com três suplentes, estes com mandato anual.
§1º – Os membros efetivos serão substituídos pelos suplentes, pela ordem de eleição, no caso de vacância, ausência justificada antecipadamente ou impedimento temporário.
§2º – A falta consecutiva do membro efetivo a duas reuniões do Conselho Fiscal em cada semestre, sem justificativa apresentada a tempo, resultará na perda do seu mandato.
§3º – Os membros do Conselho Fiscal participarão das reuniões do Conselho, com direito à palavra, especialmente daquelas em que devam ser apreciadas matérias que tenham a ver com sua competência.
Artigo 67 – O Conselho Fiscal terá sua mesa diretora composta de Presidente e de um Secretário, eleitos pela Assembleia Geral, por indicação da Diretoria Institucional, para mandatos de 01 ano, permitida a reeleição.
cbc_reforma_do_estatuto_da_cbc__NOVO.pdf
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