Tag: capelania

  • Prêmio Socioeducativo

    Prêmio Socioeducativo

    Em reconhecimento às ações da capelania socioedutiva, que tem sido de grande relevância para o trabalho de recuperação de adolescentes em conflito com a lei no estado do Rio de Janeiro, a Convenção Batista Carioca foi selecionada para receber o Prêmio Oscar Socioeducativo “Guri”, promovido pelo Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase) e pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro.

    Na cerimônia de premiação, que acontecerá na próxima quinta-feira, dia 25, no Museu do Amanhã, a CBC/Missões Rio receberá uma estatueta de cerâmica negra, confeccionada pelas “Mães da Favela da Maré”.

    O trabalho socioeducativo, sob a coordenação do departamento Missões Rio, da CBC, começou há pouco mais de dois anos. O trabalho encontrou abertura graças às estratégias esportivas utilizadas pelos missionários e seus voluntários. Atualmente, é possível levar a Palavra de Deus de maneira abrangente, associando-a a cursos livres profissionalizantes, atividades esportivas e culturais.

    Com a consolidação da capelania socioeducativa, as igrejas batistas cariocas encontraram novas oportunidades de evangelização. É possível, portanto, visitar as unidades do Degase, e cooperar com o trabalho que vem sendo realizado por quatro missionários que se dividem para o atendimento de várias unidades masculinas e femininas. Para isso, basta entrar em contato com a Convenção Batista Carioca e expressar o desejo de conhecer de perto este belíssimo trabalho.

    Pr. Ulisses Torres, coordenador de Missões Rio, comenta sobre o início deste trabalho e parabeniza todos os envolvidos neste processo contínuo de transformação de vidas: “Depois de alguns anos realizando um projeto esportivo na Comunidade do São João, recebemos o convite para iniciar um trabalho semanal semelhante (esportes) na Unidade Socioeducativa Educandário Santo Expedito. Foi desafiador no início, com diversos voluntários participando do projeto. A partir do momento em que o trabalho se consolidou, houve um contato por parte da Coordenação de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (CECEL), na figura de seu coordenador George Fox, para que expandíssemos nossas ações para outras unidades. Deus nos orientou nesse processo e trouxe paz ao nosso coração, permitindo assim que aceitássemos o desafio. Hoje atendemos 7 unidades e nossa pretensão é ter projetos em 13 unidades até o final de 2017. Deus tem nos abençoado com Sua permissão em participar desta obra incrível. Glórias a Deus, parabéns capelães e voluntários que se esforçam para chegar aonde quase ninguém quer ir”.

    Além da capelania socioeducativa, Missões Rio conta com projetos nas áreas de capelania hospitalar, prisional, esportiva, portuária, estudantil, aos enlutados e de prevenção à dependência química. Acesse www.missoesrio.com.br para conhecer mais detalhes destes ministérios.

    Veja a carta-convite

    » Saiba mais sobre Capelania Socioeducativa

  • Parceiros na transformação de vidas

    Parceiros na transformação de vidas

    A Convenção Batista Carioca – representada pelo diretor geral Pr. Nilton A de Souza, pelo coordenador de Missões Ulisses Torres e missionários – participou, ontem (21), da cerimônia de inauguração do projeto Aprendiz na Medida, que visa preparar 330 adolescentes que cumprem medidas socioeducativas para o mercado de trabalho.

    A cerimônia aconteceu na unidade do Degase João Luiz Alves, na Ilha do Governador, e contou com a presença de representantes do Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério Público do Trabalho, Ministério de Educação, por meio do IFRJ, Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e a Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho (AMATRA).

    A iniciativa, pioneira no país, pretende ser um forte braço de reinserção social. Meninos e meninas terão acesso a cursos de Assistente Administrativo, Microempreendedor Individual (MEI), Pizzaiolo, Promotor de Vendas, Barbeiro e Manicure/ Pedicure.

    O programa dos cursos tem duração de 12 meses, com jornada de 4 horas diárias. Além da gratuidade dos cursos, os aprendizes receberão carteira de trabalho assinada como aprendiz e todos os diretos trabalhistas assegurados pela Lei da Aprendizagem.

    Lúcia Glioche, da Vara de Execução de Medidas Socioeducativas, ressaltou que está disposta a dar um voto de confiança aos alunos. “Isso significa que você estará pronto para ir embora.” Lembrando-se do período natalino, disse ainda que o exemplo de Cristo deve ser seguido: “Somos capazes de ver o exemplo dele que, mesmo no sofrimento e na dificuldade, venceu. Que seja um ano de renovação da confiança, do amor de Cristo”.

    George Fox, coordenador de Educação, Cultura, Esporte e Lazer do Degase, destacou a relevância do papel dos batistas cariocas no processo de ressocialização de adolescentes infratores. “Temos mais de um ano juntos de grande parceria, onde missionários atuam com cultura, esporte, assistência religiosa e profissionalização. É uma parceria relevante porque a gente acredita que a questão do desenvolvimento humano é fundamental para aqueles que cumprem medida porque a igreja trabalha muito bem os valores individuais. Portanto, a Convenção é fundamental para o sucesso do processo. Hoje a Convenção atua em praticamente 10 unidades e tem um desafio próximo de estar em duas outras unidades, em Niterói e São Gonçalo também. Temos vivenciado a crise financeira do Estado, mas a CBC tem se colocado à disposição desse processo e temos que agradecer a todos vocês”.

  • Capacitação em capelania portuária

    Capacitação em capelania portuária

    A atuação na região portuária necessita de missionários preparados para o atendimento das necessidades dos marinheiros. O aprendizado é constante e visa adequar as ações dos capelães portuários às situações que surgem no decorrer da caminhada ministerial. Por isso, a International Christian Maritime Association, associação que reúne 28 organizações cristãs ligadas ao apoio de marinheiros, realizou, no final de setembro, nas Filipinas, um período de capacitação do qual participaram nossos capelães Bahman Amirazodi e Regina Borges.

    O treinamento aconteceu no período de 23 de setembro a seis de outubro, contando com a presença de 60 capelães portuários de vários países. “A ICMA promoveu esse treinamento no qual tivemos palestras muito ricas em seus conteúdos, pois foram ministradas por professores universitários das Filipinas, Autoridades Portuárias, Representantes de Organizações Marítimas, Sindicatos de Marinheiros, etc”, comentou a missionária Regina. O objetivo desse curso foi especificamente ampliar a visão dos capelães sobre a cultura filipina, passando pelos aspectos econômico, social, emocional, religioso e ético.

    O treinamento da ICMA incluiu uma visita à uma praça onde centenas de marinheiros se encontram para conseguir um novo contrato de trabalho. Um momento de grande alegria foi quando um dos marinheiros filipinos, que já havia passado pelos portos do Rio, reconheceu os missionários vinculados à Convenção Batista Carioca. É o fruto de um trabalho de evangelização que transcende as fronteiras do Brasil e chega a diversas regiões do mundo.

    port1

    Os capelães também visitaram as famílias dos marinheiros. Algumas estão recebendo a Cristo como salvador por meio de projetos que estão focados nas esposas e filhos que sofrem com o longo período de ausência de seus maridos e pais. Algumas famílias recebem apoio de igrejas como a Igreja Batista da Fé, liderada pelo pastor Cyril Agustino – irmão do capitão Ezer Agustino, responsável pela recepção dos missionários cariocas.

    Também foi um momento de troca de experiências entre os capelães. O encontro de várias organizações de mesmo foco ajudou a otimizar a expertise nas ações portuárias através do compartilhamento de diferentes formas de serviço.

    A capelania portuária no Rio de Janeiro funciona em esquema de parceria da Convenção Batista Carioca com a Saylor’s Society, organização cristã interdenominacional que atua em portos de diversos países, contribuindo com o bem-estar de marinheiros e a evangelização dos mesmos.  

  • Amadurecimento e multiplicação

    Amadurecimento e multiplicação

    Atuar nas unidades prisionais é um grande desafio, mas também uma excelente experiência missionária. É possível ver com muita clareza o agir de Deus, salvando e ensinando aqueles que cumprem penas pelos crimes cometidos.

    Foi numa quarta-feira à tarde, na unidade feminina Oscar Stevenson, que uma presidiária contou um pouco de sua história, após a leitura do texto bíblico de João 15. Ela falou bastante sobre o dia a dia na cadeia, mas a forma como vivia, em condições degradantes, mostra que o evangelho real precisa impactar vidas naquele lugar.

    Condenada há 80 anos de prisão, teve pena reduzida, já tendo cumprido pelo menos 20 anos. Não recebe visitas e os filhos foram levados para outro país. Não recebe nenhuma doação necessária para o mínimo de dignidade dentro de uma unidade prisional. Segundo ela, tudo o que usa é doado pelas próprias internas, que descartam itens ou a ajudam por pena. Falando sobre sua vida antes de conhecer a Cristo, ela confessou, quase gritando: “Eu era o cão chupando manga. Eu era terrível!”. Os olhos esbugalhados refletiam as mazelas de um passado degradante.

    “Fiquei muito impressionada com o nível de angustia dessa mulher. Ela reconhece e afirma que o Senhor Jesus Cristo foi quem a libertou de uma vida tão horrível, mas ainda não consigo vê-la usufruindo da graça de Deus. Há na fala dela sofrimento, humilhação, inconformismo, raiva. Tenho orado intensamente por ela, pedindo ao Senhor que ela possa usufruir da graça e do amor de Deus”, afirmou a missionária Marilena, que pede apoio na doação de materiais de higiene pessoal (sabonete branco Protex, papel higiênico, absorvente, escova e creme dental) para que a personagem dessa história e outras internas vejam a graça de Deus através do amor cristão.

    Amadurecimento da fé
    Com um trabalho de capelania mais solidificado, o Presídio Evaristo de Moraes tem sido palco de verdadeiros milagres de transformação. Em setembro, 46 presos desceram às águas batismais, tendo recebido bíblias novas, doadas pela Sociedade Bíblica do Brasil. Outras 42 estão sendo preparadas para o próximo batismo. Com o avanço do discipulado, onde os mais maduros na fé ajudam os recém-convertidos, o projeto missionário já chegou a 700 membros. Seus testemunhos provocam grande repercussão em todo o sistema prisional. Prova disso são as duas celas evangélicas inauguradas em duas unidades do Rio de Janeiro. “A congregação destes convertidos experimenta grande amadurecimento da fé através do profundo estudo das Sagradas Escrituras e da prática da fé, e o resultado não podia ser outro. Glória sejam dadas ao Cordeiro Santo! Todos os meses realizamos batismos e as classes de novos decididos continua cheia”, celebra o Pr. Claudio Barreto, coordenador da Capelania Prisional da Convenção Batista Carioca.

    Nova biblioteca
    A SBB e a Associação Luz da Liberdade – ambas parcerias nos projetos de Missões Rio – também deram total apoio à inauguração da Biblioteca Bíblica do Instituto Penal Vicente Piragibe. O acervo soma bíblias de estudo, dicionários, atlas bíblico, manuais, etc. Cerca de 2400 homens terão acesso ao estudo aprofundado das escrituras sagradas que certamente trará frutos.

  • No tempo de Deus

    No tempo de Deus

    O Ministério da Justiça divulgava em 2015 um crescimento de 500% do número de presidiárias nos últimos 15 anos. A pesquisa levou em consideração dados de 1.424 unidades prisionais em todo o sistema penitenciário estadual e federal. Mas o que o estudo não revela são as histórias que estão por trás dessas vidas. Sofrimento, decepção e solidão marcam por muito tempo a trajetória de ressocialização. E isso quando este processo se torna possível.

    Felizmente, para Luzinete, a personagem de nossa história, as portas se abriram ao final de um período de cinco anos (resultado de uma apelação para redução de pena de 11 anos). Este tempo, segundo ela, foi importante porque ali, em meio às dificuldades e abusos do sistema carcerário, foi lapidada pelo evangelho que conheceu muito anos antes de sua entrada na prisão.

    Luzinete frequentava igreja evangélica e cantava no ministério de louvor de sua igreja. Mas lembrava que não conhecia o Senhor verdadeiramente. Não havia dedicação pessoal. Apenas frequentava a igreja e fazia o que mais gostava: cantar. Anos depois, adulta e casada, até a rotina religiosa ficou em segundo plano.

    No primeiro casamento tinha uma vida financeira estável. Era mãe de três filhos, mas o problema era que a relação conjugal não se sustentou. Já divorciada, conheceu o segundo marido, por quem nutria grande sentimento. Só que a união entre um pedreiro e uma costureira não lhes renderam tranquilidade financeira. O marido, sentindo-se incapaz de sustentar o lar, decidiu arriscar a vida no tráfico.

    “Ele achava que precisávamos de mais. Foi quando ele arrumou um amigo que era traficante e começou a traficar. Quando descobri que ele estava fazendo isso, já haviam-se passado dois anos”.
    Um desentendimento na vizinhança onde moravam gerou uma denúncia e a consequente investigação policial na residência onde Luzinete vivia. Drogas foram encontradas e ela e o marido foram presos em junho de 2001. Uma nova realidade se apresentava. Tornara-se presidiária. Entretanto, o verdadeiro cárcere estava em seu coração. Presa ao ódio pelo delator e ao sentimento de injustiça que por algum tempo a impediu de enxergar a obra que Deus desejava fazer em sua vida.

    luzinete-marilena2
    Luzinete, à esquerda, ao lado de Marilena, capelã da CBC

    “Fiquei revoltada com Deus. Questionava-o sobre o fato de estar comigo ou não por causa da sentença de prisão. Numa oração disse que, se ele não me desse uma prova do seu amor, que eu nunca mais me importaria com ele”. Neste dia, cansada de tanto chorar, adormeceu. Ao acordar, por instinto observou o espelho e ouviu uma voz a dizer: “Você é a prova viva do meu amor”.

    Uma sentença de cinco anos e lições a aprender. A começar por seu relacionamento com Deus. Descobertas, conhecimento e muita paciência. “O meu pensamento era de sair da cadeia, mas, quando fui para o Talavera Bruce, o Senhor me confirmou que eu deveria limpar a casa, a minha vida.”, lembrou Luzinete. Foi aí que o foco mudou e o discernimento veio na medida de seu relacionamento pessoal com Deus, através do estudo das Escrituras.

    O contato com a missionária Marilena Nascimento, capelã prisional da Convenção Batista Carioca, foi a ajuda enviada por Deus para o sustento emocional e crescimento espiritual de Luzinete no período do cárcere. “Se sou a mulher que sou hoje, conhecedora da Palavra, eu agradeço a ela. Ela foi a minha força. Pena que lá tem muita gente que não aproveita a oportunidade, mas eu a aproveitei a cada segundo”.

    Muita coisa acontece no sistema prisional. Como presidiária, Luzinete viu muita coisa ruim, mas até esses momentos serviram de aprendizado. Sem entrar em detalhes, ela se restringiu a dizer que cada experiência foi traduzida em composições musicais. “Cheguei a quase 100 composições de louvores a Deus e usava esses momentos de adversidade ao meu favor. As coisas aconteciam e não me atingiam porque logo o Senhor colocava uma palavra de louvor na minha boca, por mais que me humilhassem”.

    O tempo passou sem que percebesse e, no dia de sua liberdade, Luzinete entrou em contato com os missionários da CBC para que a ajudassem a reencontrar a família. Na ligação a voz saiu trêmula, muito ansiosa, mas feliz em dizer que aquele era o grande dia. A missionária Marilena foi a primeira encontrá-la, trazendo-a para a sede de Missões Rio (o departamento missionário da CBC). Aqui Luzinete recebeu todo o cuidado necessário para recomeçar.

    O dia em que deixou a prisão não foi o início de uma nova história, porque esta começara há muitos anos, ainda em cárcere. Mas foi a continuidade de uma promessa recebida da parte de Deus. A liberdade que começou de dentro para fora e a ajudou a construir novas bases para sua vida.

    Luzinete tem um sonho: quer gravar as composições que recebeu da parte do Senhor. Mas se tem uma lição que aprendeu com louvor foi a da paciência. Aprendeu a identificar e respeitar o tempo de Deus. “Penso muito no tempo de Deus e vivo minha vida assim. No momento de Deus”.

  • Ore pela socioeducação

    Ore pela socioeducação

    André Justino é voluntário em Capelania Socioeducativa. Casado com a missionária Cristina Sant`Anna, ele ministra aulas de música a adolescentes na unidade do Degase, em Bangu. Nesta terça-feira, recebemos seu testemunho e o apelo por oração pelos internos da unidade. A superlotação e a falta de estrutura estão trazendo consequências à saúde deles. Confira:

    “Olá, meus queridos irmãos. Graça e paz!
    Após as Olímpiadas, o trabalho foi recomeçado na unidade de Bangu. Os meninos têm sido como sempre bem receptivos e abertos ao ouvir da Palavra. Os missionários voluntários Mario, Leticia, Maria de Loures, Rosana e o Pr. Laércio têm trabalhado na sala de leitura. Enquanto eu e Lenine trabalhamos na área da música. Tudo sob a supervisão da missionária Cristina Sant’Ana que tem nos direcionado quanto ao proceder e na visão espiritual para o trabalho. Trabalhamos com os meninos o texto de Eclesiastes 5, onde enfatizamos o perigo das riquezas e que o nosso maior tesouro está em Jesus Cristo.

    Ficamos tristes com a situação física dos meninos. Muitos ainda apresentam doenças de pele. Ficamos sabendo que um menino, aluno de música, está com suspeita de ter contraído AIDS. Ele está muito mal. Está cheio de feridas, mas também está cheio de esperanças e sonhos. Ele disse: – Chega dessa vida! É um menino que precisa de nossas orações e muito amor.

    Que nos unamos em oração para que Jesus restaure e dê a cada um a oportunidade de mudança, para que glorifiquem nosso Deus e sejam bênção em nossa sociedade.
    Um grande abraço e fiquem na paz!”

    Se você deseja se tornar um voluntário dessa capelania, entre em contato com o departamento Missões Rio, pelo e-mail evangelismoemissoes@batistacarioca.com.br

  • MBA no Degase

    MBA no Degase

    Na última terça-feira, dez voluntários do Movimento Braços Abertos visitaram o projeto de capelania socioeducativa que acontece na unidade feminina do Degase, na Ilha do Governador, Rio de Janeiro (RJ).

    Entre os voluntários estava a atleta Maria Cecília de Almeida Maia, a Ciça do Caratê, que além de outros títulos soma vitórias em três campeonatos mundiais. Ciça testemunhou às adolescentes sobre como Deus pode transformar vidas. Ela, que veio de uma família desestruturada e chegou a se envolver com as drogas, encontrou no Evangelho o amor que faltava. O esporte contribuiu para este processo de ressocialização e hoje é a principal ferramenta utilizada por Ciça para a evangelização de pessoas.

    Após o testemunho da atleta, os voluntários realizaram um Dia de Beleza com as adolescentes. A estratégia teve como objetivo melhorar a autoestima e, ao mesmo tempo, conscientizar para uma vida mais próxima de Deus e sua Palavra. Ao tempo em que recebiam os cuidados estéticos, ouviam exemplos de superação e aprendiam como o amor de Deus pode transformar histórias.

    A visita foi coordenada pela missionária Francine Barbosa que, além de atuar na Capelania de Prevenção à Dependência Química, tem somado ao ministério de socioeducação, aconselhamento meninas e apontando para um futuro de esperança ao lado de Cristo.

    O trabalho também contou com a presença do coordenador de Educação, Cultura, Esporte e Lazer do Degase, George Fox. Satisfeito com a parceira da instituição com a Convenção Batista Carioca, ele declarou:

    “O mais importante é que vocês colaboram com o cerne do objetivo das medidas socioeducativas. É o que o Degase percebe. Vocês nos ajudam muito na ressignificação dos valores do ser humano. Na questão do desenvolvimento humano isso é o mais importante. É o principal objetivo. Não só a CBC, mas principalmente ela que tem colaborado com praticamente todas as unidades da capital. Tem colaborado no processo especificamente porque não se trata de uma atividade isolada. Tem um objetivo muito claro e nos ajuda na aplicação desses conceitos. As unidades estão superlotadas e vocês colaboram imensamente, estando presentes como ações como essas, específicas, que trazem momentos de lazer, de troca de ideias e o contato com pessoas que, através da superação, ressignificaram suas vidas”.

  • Curso de Capelania Hospitalar

    Curso de Capelania Hospitalar

    No mês de abril, a missionária Sandra Regina de Assis Marques, capelã hospitalar de Missões Rio, ministrou o Curso de Capelania Hospitalar na Missão Batista do Vale do Céu, no bairro Cosmos, Rio de Janeiro. A atividade abençoou 11 voluntários que estão iniciando no ministério que visa confortar pacientes e funcionários de unidades de saúde.

    O curso de Capelania Hospitalar teve duração de 8 horas e preparou o grupo para lidar com enfermos. Segundo a missionária, foi um dia abençoado e edificante, onde “o participante pôde se identificar com o ministério nos hospitais, entender que Deus tem um propósito para sua vida nessa área e se tornar um voluntário da Capelania; e também se preparar para lidar com enfermos, quando surgir uma oportunidade para visitação”.

    Para Sandra, um relacionamento íntimo com Deus, associado à capacitação vocacional é a chave para o bom desenvolvimento ministerial. “Creio que Deus deseja nos usar em sua obra para assistir pessoas necessitadas. Muitas pessoas estão sofrendo, sem direção, perdidas, clamando por socorro, e nós temos a esperança que pode solucionar todo e qualquer problema. Precisamos também buscar conhecimento e capacitação. O Curso de Capelania Hospitalar tem esse objetivo”.

    A missionária também convoca líderes de igrejas para que abram as portas de suas comunidades para este treinamento, colocando-se à disposição. Acreditamos que a atuação através de capelanias é uma maneira estratégica de levar Cristo em áreas urbanas, onde normalmente pessoas não encontram tempo para ouvir sobre Deus.

    Se sua igreja deseja receber o Curso de Capelania Hospitalar, ou em qualquer outra área de atuação (Esportiva, Prisional, Socioeducativa, Enlutados. Prevenção à Dependência Química ou Portuária), entre em contato com a Convenção Batista Carioca pelo telefone (21) 2569-0988 ou pelo e-mail evangelismoemissoes@batistacarioca.com.br

  • Ação em presídios femininos

    Ação em presídios femininos

    Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, a Capelania Prisional Feminina realizará, no mês de março, várias ações de atendimento social e evangelístico junto às internas das unidades Oscar Stevenson e Talavera Bruce.

    Serão atendimentos nas áreas de saúde (ginecologia, dermatologia, psicologia e endocrinologia) e educação (andragogia – educação de adultos – e formação para o mercado de trabalho).
    Em Bangu, no Presídio Talavera Bruce, as ações acontecerão nos dias 3 e 31 de março, das 14h às 16h. Já no Presídio Oscar Stevenson, em Benfica, os atendimentos serão nos dias 02, 09, 16, 23 e 30, das 14h às 16 h.

    A Sociedade Bíblica do Brasil, através do projeto Luz para o Sudeste, também marcará presença, auxiliando em parte dos atendimentos e na distribuição de literaturas evangélicas. Quem desejar contribuir financeiramente com a distribuição desse material, poderá fazê-lo pelo site da SBB – www.sbb.org.br.

    A Convenção Batista Carioca, por meio do departamento de missões, está arrecadando produtos de higiene pessoal para serem distribuídos às internas. As necessidades são:

    – Papel higiênico
    – Sabonete
    – Pasta e escova de dente
    – Absorvente

    Aqueles que quiserem contribuir, poderão entregar doações na sede da CBC, situada à Rua Senador Furtado, 12 – Praça da Bandeira – Rio de Janeiro.
    A falta de material de higiene pessoal é uma realidade nos presídios femininos do Brasil. Em casos extremos, detentas chegam a usar miolo de pão como absorvente. O caso foi denunciado pelo livro “Presos que menstruam”, de Nana Queiroz.

  • Esporte que gera transformação

    Esporte que gera transformação

    Projetos esportivos são uma das vias mais estratégicas para o alcance de crianças e adolescentes. Na Capelania Esportiva de Missões Rio – o departamento missionário da Convenção Batista Carioca, não só ajudamos igrejas a implantarem estes ministérios como contribuímos com a formação de líderes.

    Carolina do Amaral Bossois é uma jovem formada em Educação Física que há alguns anos descobriu que poderia utilizar sua formação para glorificar a Deus. Como missionária da CBC, tem contribuído no desenvolvimento de atividades esportivas para crianças, adolescentes e idosos. É nessas atividades que surgem as oportunidades para falar do amor de Cristo.

    “Por exemplo, no futebol, quando trabalhamos o passe, ensinamos também que nós temos que dar o nosso melhor ao próximo, fazer as coisas com excelência… No futebol, se você der um passe errado, acaba atrapalhando todo o time e isso nós aplicamos na vida. Ensinamos como é importante servir ao próximo, servir em casa, na escola…”, explica a capelã esportiva.

    A Igreja Batista no Sampaio tem um projeto esportivo que funciona em parceria com Missões Rio. As atividades acontecem em uma quadra e servem de elo para unir igreja à comunidade. “É muito edificante pois muitos meninos, que nunca foram ao culto aos domingos, participam do projeto”, conta Carolina. No último mês, o projeto comemorou três decisões por Cristo bem ali, no meio da quadra, durante as atividades esportivas. É Cristo sendo apresentado de maneira contextual e atrativa aos amantes do esporte.

    As ações de capelania esportiva também chegam em áreas de vulnerabilidade social, impactando famílias inteiras. No Morro do Banco, Zona Oeste do Rio, a PIB da Floresta da Barra da Tijuca decidiu investir em projetos esportivos para alcançar crianças e adolescentes. Entretanto, desde que começaram as atividades, há aproximadamente três anos, a igreja atrai mais que o público-alvo do projeto. No mês de outubro, por exemplo, quando os alunos foram convidados a participar de uma peça teatral na igreja, muitas familiares compareceram. Para algumas dessas pessoas, esse foi o primeiro contato com a igreja e uma oportunidade ímpar de conhecer o evangelho.

    O Rio precisa conhecer o verdadeiro evangelho de Cristo e você pode ajudar:

    1. Apoiando financeiramente
    2. Intercedendo pelas ações de Capelania Esportiva
    3. Como voluntário em um de nossos projetos

    Para mais informações, acesse www.missoesrio.com.br ou entre em contato através do e-mail evangelismoemissoes@batistacarioca.com.br .