Tag: capelania

  • Capacitação de voluntários

    Capacitação de voluntários

    Levando capacitação às igrejas locais, no último mês,  Missões Rio treinou cerca de 20 voluntários para atuação em ambientes hospitalares. O curso, ministrado por capelães da CBC, é mais um serviço prestado aos batistas cariocas, sendo um resultado de investimentos por meio do Plano Cooperativo e do Programa de Adoção Missionária.

    O grupo formado já está apto a realizar visitas em hospitais, levando o amor de Cristo aos enfermos e seus familiares. Serão mais elos de uma corrente que está sendo formada para alcançar esta parcela da sociedade carioca.

    Falando em alcance, em setembro a Capelania Hospitalar de Missões Rio registrou 67 conversões a Cristo. Notícia esta que precisa ser celebrada por todos os nossos parceiros. Dentre os convertidos está o pai de um adolescente que já faleceu. Durante um culto fúnebre, realizado no Hemorio, a mãe deste adolescente, que é evangélica, contou algumas experiências tremendas e disse que seu filho estava com o Senhor. O pai, emocionado, orou com o capelão que realizava o culto e pediu uma bíblia para que pudesse conhecer o evangelho.

    O ministério de Capelania Hospitalar também transformou a visão missionária de Bruna (nome fictício). Ela, que é evangélica, estava angustiada porque um parente, em estado crítico de saúde, ainda não havia tomado uma decisão ao lado de Cristo. Para a glória de Deus este parente foi alcançado por um dos capelães da CBC e, com isso, Bruna reconheceu a importância desse projeto, expressando seu desejo de atuar como voluntária de Capelania Hospitalar.

    As vitórias destacadas acima foram possíveis porque há pessoas investindo em Missões, contribuindo financeiramente com o sustento de obreiros. Mas se você ainda não adota um missionário, clique aqui e participe do avanço do evangelho no Rio de Janeiro.

  • Contra as drogas

    Contra as drogas

    O processo de prevenção às drogas precisa começar no lar, mas as instituições educacionais, entre outras, devem aprofundar esta questão, alertando sobre a dependência química e as medidas necessárias para se afastar desse caminho muitas vezes sem volta.

    A Capelania de Prevenção à Dependência Química de Missões Rio (o departamento missionário da CBC) tem contribuído com esse processo de educação e, no último mês, alcançou cerca de 450 alunos de escolas públicas com palestras esclarecedoras sobre o tema.

    Durante essas palestras, é possível conhecer um pouco sobre os alunos, orientá-los e até ouvir dramas de adolescentes que, de alguma forma, estão próximos à realidade das drogas. “Em uma das escolas visitadas, percebi um grande número de pessoas envolvidas com drogas. Eram adolescentes que, se não eram usuários, tinham alguém próximo envolvido. Durante a palestra, interagiram muito e tenho certeza de que Deus começou a trabalhar no entendimento deles, mostrando que o caminho das drogas só leva à destruição”, disse a missionária Francine Barbosa de Oliveira.

    Outra conquista missionária que precisa ser comemorada é a iminente abertura de um projeto de prevenção e evangelização em unidades socioeducativas. A ideia é potencializar o alcance de meninas em situação de restrição de liberdade com o amor de Cristo.

    Investir na Capelania de Prevenção à Dependência Química é investir na proteção e conscientização de seus filhos. Para adotar um missionário(a) dessa capelania, clique aqui e você será redirecionado ao site Missões Rio.

  • Oportunidade de evangelização

    Oportunidade de evangelização

    Nesta sexta-feira, capelães portuários de Missões Rio participam de um cerimonial em memória de Andrew Ashman, britânico que faleceu em setembro, enquanto participada da regata de volta ao mundo Clipper Round the World.

    Ashman morreu aos 49 anos. Era paramédico e operava a vela por volta da meia noite de sexta-feira, dia 4 de setembro, durante o primeiro trecho da prova – Londres para o Rio de Janeiro. Embora ainda não confirmado, Andrew possivelmente foi golpeado por um dos componentes da vela da embarcação, perdendo a consciência. A causa da morte ainda está sendo investigada.

    “Estamos muito tristes de relatar a morte do membro da tripulação Andrew Ashman. Nossos pensamentos estão agora com a família dele neste momento difícil”, informava o site da Clipper, organizadora do evento. Segundo o site, Andrew recebeu assistência médica imediata, “mas não recobrou a consciência”.

    De acordo com a capelã portuária da CBC, Regina Borges de Paula, os companheiros de Andrew decidiram continuar na competição para honrar o amigo. Ela e os missionários Bahman Amirazodi e Gilvan Silva serão os responsáveis pela direção da homenagem programada para hoje, às 17h, na Marina da Glória (RJ). O evento contará com a participação dos tripulantes das embarcações competidoras e autoridades do Rio de Janeiro.

    Investir na Capelania Portuária é contribuir para o alcance das nações sem a necessidade de deixar o Brasil. Essa é uma estratégia simples, eficiente e mais econômica de propagar o evangelho ao mundo, incluindo pessoas de países fechados ao cristianismo.  Para adotar um missionário(a) dessa capelania, clique aqui e você será redirecionado ao site de Missões Rio.

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  • Conquistas missionárias

    Conquistas missionárias

    Os presídios e unidades socioeducativas experimentaram um grande momento de colheita nos últimos meses. Desde agosto, pelo menos 90 pessoas se converteram ou se reconciliaram com Cristo através do trabalho de capelania realizado por missionários da Convenção Batista Carioca (CBC).

    A equipe, formada por quatro missionários e vários voluntários oriundos de igrejas cariocas, realizam trabalhos constantes nas unidades, que vão desde os aconselhamentos às ações de assistência médica, psicológica, distribuição de materiais de higiene pessoal, entre outras.

    Uma das mais recentes conquistas dessa capelania foi a inauguração do Espaço Bíblico na biblioteca montada pela CBC no presídio Evaristo de Moraes, em São Cristóvão. O acervo foi doado pela Sociedade Bíblica do Brasil, contando com vários exemplares das Bíblias de Estudo produzidas pela SBB e material acadêmico de pesquisa e estudo Bíblico. Ao todo, são 206 exemplares.
    Este projeto foi destaque no site da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária: http://www.rj.gov.br/web/seap/exibeconteudo?article-id=2551137 . Durante a inauguração, os internos encenaram uma peça teatral sobre a Bíblia Sagrada e a vida humana. Com este material, os internos alcançados pelo evangelho de Cristo nesta Unidade Penal certamente crescerão em conhecimento e graça, gerando frutos abençoadores para a glória do nosso Deus.

    Em Bangu, na unidade Jonas Lopes, missionários celebraram o batismo de seis internos. Já na unidade de internação feminina do Degase, Professor Antonio Carlos Gomes da Costa, mais um projeto missionário foi iniciado, alcançando 40 adolescentes.

    Somos gratos a Deus e a você por cada conquista. Sua contribuição, através do projeto PAM (Parceria na Ação Missionária), tem feito com que a igreja chegue a lugares onde a luz de Cristo precisa brilhar.

  • Missões atrás das grades

    Missões atrás das grades

    Durante anos, o trabalho missionário desenvolvido pela Convenção Batista Carioca em presídios do Rio é visto como referência pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP). O motivo é que essa atuação envolve todas as esferas da vida do presidiário e, agora, de adolescentes em conflito com a lei, levando não só a Palavra, que transforma a mente e o coração, mas os valores do Reino que buscam garantir a dignidade das vidas assistidas.

    O Pr. Claudio Barreto coordena a área de Capelania Prisional e Socioeducativa da CBC. Filho da missionária Adenice Baptista, pioneira neste trabalho como representante dos batistas cariocas, Claudio leva adiante este ministério como uma herança espiritual. Mas as vitórias e derrotas ele faz questão de compartilhar com a equipe de três missionários: Cesar Teixeira da Silva, Laércio de Vasconcelos – ambos atuando em presídios – e Marilena Nascimento – que atua em unidades prisionais femininas e socioeducativas .

    A seguir, Pr. Claudio explica os detalhes deste ministério, seus desafios, necessidades e como fazer para apoiar este trabalho.

    Há quantos anos existe o trabalho de capelania prisional pela CBC e em quantas unidades estamos?
    Desde 1984. Vinte e três Prisionais (sendo três fora de nosso município) e quatro Socioeducativas.

    Em quantas deveríamos estar para alcançar todas as unidades de nossa região de atuação?
    Trinta e uma prisionais (em nosso município, mais onze. No Estado são 52 no total); e das Socioeducativas, nove de restrição de liberdade e 16 de semiliberdade; além das três anunciadas pelo Governo que serão construídas para diminuir a superlotação.

    Descreva como é o dia a dia nesse ministério. Como são desenvolvidas as atividades nessas unidades?
    Diariamente, a equipe de missionários e voluntários da CBC visita as Unidades Prisionais do RJ. Diversas atividades são realizadas de acordo com as necessidades e oportunidades. Entre estas atividades, realizamos: evangelização, cultos, estudos bíblicos, distribuição de literatura bíblica, palestras, festivais de música, peças teatrais, batismos, casamentos, treinamentos e atendimentos individuais. Todas com o objetivo de alcançar a completa regeneração pelo Espírito Santo em cada vida atendida por esta capelania. Muitas vezes atendemos também diretores e funcionários que necessitam de orações e orientações bíblicas por problemas que enfrentam no exercício da função e também crises pessoais.

    A presença dos missionários é aguardada com grande anseio. Alguns homens e mulheres na prisão relatam que a única visita que recebem é da equipe de Missões Rio. Grande parte destas pessoas presas, e principalmente as mulheres, está em completo abandono. A Capelania é a única esperança para suprir suas necessidades até de materiais de higiene pessoal como sabonete, creme dental, barbeador, papel higiênico e absorvente íntimo; demonstrando assim o cuidado de Deus com estas vidas, levando-as ao resgate de sua dignidade em Cristo e a um novo viver de acordo com as Sagradas Escrituras.

    O trabalho da Equipe de missionários nas Unidades Socioeducativas é bem diferenciado. Por tratar-se de adolescentes, a equipe faz um trabalho em conjunto com a Capelania Esportiva, acompanha os meninos e meninas através do discipulado bíblico, aborda também a questão educacional nas bibliotecas das Unidades, promove ações na área de saúde, entre outras, atendendo as mais diversas demandas destes adolescentes e seus familiares.

    Sabe-se que uma das grandes necessidades desse trabalho é a participação de pessoas. Mas o que muitos perguntam é: existe um perfil específico para este trabalho?
    Para a visitação interna nas Unidades Prisionais sim. Isto nós abordamos nos treinamentos e no Curso de Capelania. A orientação é que todos façam o curso, pois mesmo que não se enquadrem no perfil de visitador, certamente crescerão em conhecimento missionário e saberão lidar com o assunto com entendimento, tanto no atendimento a pessoas que saíram da prisão como aos familiares, amigos, enfim, estarão preparados para responder à questão de missões nas prisões. Mas existem necessidades deste trabalho que podem ser supridas por todos.
    Precisamos de sustento em oração constante. São muitos desafios enfrentados todos os dias e necessitamos muito que roguem por nós.

    Precisamos de materiais de higiene pessoal (sabonetes brancos, creme dental, barbeadores, papel higiênico, absorventes íntimos, chinelos brancos tipo havaiana, calças e saias jeans e blusas brancas), mas estes materiais precisam ser dentro das especificações de segurança: os sabonetes brancos fora do papel; o creme dental é só o tubo fora da caixa; os barbeadores só os simples sem recarga; o papel higiênico sem aquele rolo interno de papelão. Enfim, precisamos de pessoas que mobilizem a arrecadação nas igrejas, recolham, selecionem e preparem estes materiais para passar pelo crivo de segurança das Unidades Penais, para isto nós oferecemos treinamento e acompanhamento.
    olho-entrevista-claudioQue tipo de preparo a CBC pode fornecer às igrejas para que elas também participem desse ministério?
    A Convenção Batista Carioca em parceria com o Ministério Vida Relevante e o Seminário Teológico Betel oferece o Curso Livre de Capelania Prisional, com duração de cinco meses e que também oferece estágio.

    Inscrições e informações através do site: http://vidarelevante.com.br/capelania-prisional/ . Além disso, a CBC oferece visita dos Missionários às igrejas interessadas para expor o trabalho realizado e as oportunidades de cooperação. Também oferece consultoria de nossa Coordenação e equipe de Capelania Prisional para igrejas que desejam engajar neste ministério.

    As famílias dos presidiários também têm sido alvo desse trabalho. Quais são os problemas enfrentados pela família que tem um ente presidiário? Que tipo de ajuda a CBC tem dado a essas famílias?
    Entre os problemas mais comuns, atendidos pela equipe da CBC, estão a orientação, acompanhamento espiritual e aconselhamento pastoral. A CBC conta com o apoio da Associação Luz da Liberdade que acompanha os familiares, promove encontros mensais, oferece palestras e atende as mais diversas necessidades espirituais e materiais, inclusive nas áreas de saúde, educação e trabalho.

    A Associação Luz da Liberdade também acompanha os egressos do sistema penal; estes se convertem na prisão, mas precisam de ajuda quando saem em liberdade condicional ou plena, pois são muitas as dificuldades enfrentadas para quem quer recomeçar de maneira digna e honesta. A ALL desenvolve projetos nesta área e necessita de apoio das igrejas para executar estes projetos. Conheça mais em www.luzdaliberdade.com .

    Existem crentes que também realizam o trabalho de capelania, mas de forma independente. Quais são as vantagens de se unir à CBC para a realização desse trabalho?
    A CBC possui respaldo de décadas de excelente serviço de assistência religiosa nas prisões do RJ. A Missionária Adenice Baptista deixou um legado de muita competência e resultados que somam hoje para o respeito que a Secretaria de Estado tem para com o trabalho da CBC. A Coordenação da SEAP apresenta a CBC como referência de Capelania Prisional e isto tem um grande peso de glória para o nosso Senhor Jesus. Além disto, o trabalho filiado à CBC é fortalecido porque somamos experiência, conhecimentos, oportunidades, enfim, alcançamos muito mais trabalhando juntos.

    Outro fato de grande importância é a escassez de obreiros qualificados; a CBC capacita e acompanha estes obreiros, e, quando a igreja trabalha sozinha, às vezes o trabalho cessa quando a pessoa que estava à frente por algum motivo se ausenta e a igreja não tem ninguém que substitua; com o trabalho em equipe temos sempre um obreiro pronto a assumir e dar continuidade à obra missionária.

    Oro ao Senhor da seara para que leve seu povo a contribuir com a vida para mudar a sorte de nossa cidade. Igrejas comprometidas com Cristo que não economizem em investir para o avanço deste trabalho, e não falo somente de oferta financeira, falo de unidade com O Cabeça, que é Cristo, e Seu corpo, a igreja.

    Quer saber mais sobre os projetos missionários da CBC? Acesse www.missoesrio.com.br

  • Experiência de uma capelã hospitalar

    Experiência de uma capelã hospitalar

    Lidar com o problema de pessoas enfermas, levando consolo ao coração do doente e seus familiares é um desafio para poucos. Mas, ao longo da história, Deus vocaciona pessoas para esta tarefa e, com isso, vem transformando vidas e operando milagres.

    Uma das unidades assistidas pelo ministério de Capelania Hospitalar da Convenção Batista Carioca (CBC) é o Hospital Miguel Couto, na Gávea. Devani Alves, missionária que atua no local, vive em seu dia a dia grandes experiências da manifestação do poder de Deus. Como ela costuma contar, algumas dessas ações divinas são verdadeiros “mistérios” para funcionários do hospital e provam que Deus continua zelando por sua Palavra.

    devani

    Uma dessas experiências aconteceu com a paciente “Da Silva”, que deu entrada no hospital em um final de semana. Seu problema era grave e, dentro de três dias, estava prevista a amputação de um pé.

    “O desânimo havia tomado conta de seu coração. Naquele momento oramos e conversamos, li alguns versículos e disse para aquela senhora que Jesus continuava ouvindo as nossas orações como no passado e que para Deus nada era impossível; e que se fosse da vontade dele ela seria curada porque Ele tem o melhor reservado para seus filhos”, disse Devani, deixando a paciente com esta mensagem de consolo.

    Na terça-feira, ainda na portaria do hospital, a missionária notou uma agitação incomum. Indo à enfermaria, percebeu que “Da Silva” não estava mais em seu leito. Ao questionar às enfermeiras sobre o caso da paciente que seria amputada, uma delas informou que havia acontecido algo inexplicável. “Perguntei se a paciente havia falecido, mas, ao contrário, ouvi que ela estava boa. Não tinha mais nada”.

    Quando finalmente encontrou a paciente, Devani a viu andando e glorificando a Deus. Suas lágrimas expressavam sua gratidão pela cura em tão pouco tempo.

    A experiência de Devani também é a experiência de quem investe em missões. Se há alguém indo ao campo é porque outros estão sustentando financeiramente, intercedendo ou mobilizando igrejas. Essa também pode ser a sua experiência. Clicando aqui você pode se tornar um parceiro da Capelania Hospitalar da CBC. Se não pode apoiar financeiramente, acesse www.missoesrio.com.br , baixe nosso material de campanha e mobilize pessoas em sua igreja. Se o Rio é a sua cidade, então é a sua missão.

  • Curso de formação de capelães hospitalares e prisionais

    Curso de formação de capelães hospitalares e prisionais

    Estão abertas as inscrições para os cursos de Capelania Prisional e Hospitalar, desenvolvidos através de uma parceria entre a Convenção Batista Carioca, Seminário Teológico Betel e o Ministério Vida Relevante.

    A palavra Capelania tem sua origem no francês “chapelain”, reconhecimento dado ao ministro religioso autorizado a prestar assistência e a realizar cultos em presídios, hospitais, comunidades religiosas, unidades socioeducativas, colégios, universidades, corporações e organizações militares.

    No Brasil existem leis que dão base ao trabalho dos capelães. São elas:

    Lei Federal 6.923. art. 5o. inciso VII. ” é assegurada nos termos da lei a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva (hospitais, presídios)- Constituição Federal de 1988, Lei Estadual 4.622 – 18/10/2005. Art. 1o. Fica no poder executivo autorizado a criar nos hospitais públicos de cada estado o serviço voluntário de Capelania hospitalar, com vistas ao atendimento espiritual fraterno dos pacientes internados e seus familiares”.
    Os cursos livres de capelanias prisional e hospitalar possuem carga-horária de 100h, sendo 60 horas presenciais e 40h de estágio. Ao final, os alunos terão direito a certificado garantido pelas três organizações parceiras.

    Interessado em participar? Saiba mais em vidarelevante.com.br

  • A missão de levar esperança aos marinheiros

    A missão de levar esperança aos marinheiros

    Certa vez, enquanto um missionário visitava um navio vietnamita, um marinheiro veio até ele e perguntou: “Lembra-se de mim, capelão?”. Antes que pudesse responder, o marinheiro continuou: “Pastor, espere um minuto. Eu vou à minha cabine e já volto”. Minutos depois ele retornou com uma bíblia que trazia uma dedicatória do capelão, que dizia: “Que Jesus esteja sempre nas tuas palavras”.

    A data da dedicatória era de seis anos atrás, ocasião em que o marinheiro havia participado de seu primeiro culto na zona portuária do Rio. O marinheiro contou que ele e sua família haviam se convertido e viviam em Ho Chi Minh, no Vietnã.

    O testemunho acima exemplifica a importância das ações realizadas pela Convenção Batista Carioca através de seu departamento de Missões. O caso específico é fruto do ministério de Capelania Portuária, que há anos alcança pessoas de várias partes do mundo, marinheiros que estão longe de seu lar e que, muitas vezes, estão de corações abertos para palavras de esperança.

    Pr. Bahman em ação no porto do Rio
    Pr. Bahman (de costas) em ação no porto do Rio

    Além do pastor Bahman Amirazodi, o capelão da história acima, a equipe de missionários portuários da CBC é formada por Regina Borges de Paula e Gilvan da Cunha Silva. O trio oferece cuidados e serviços pastorais aos tripulantes a bordo dos navios, tais como: aconselhamentos, realização de cultos e distribuição de bíblias e outras literaturas; transporte de ida e volta ao porto, apoio na comunicação com familiares por meio de telefone, correio e internet móvel; visitação aos marinheiros presos ou hospitalizados; e provisão de roupas e alimento, quando necessário.

    “Eles só passam de três a quatro meses em casa. Na outra parte do tempo estão navegando”, conta a missionária Regina. Segundo ela, a grande necessidade desses marinheiros é fazer contato com suas famílias e foi essa a abertura que o projeto encontrou para focar sua atuação. “Então quando eles chegam ao porto, nós entramos no navio e oferecemos o sinal de wifi gratuito a bordo do navio. Eles vêm. Trazem seus equipamentos e podem falar com seus familiares. A CBC em parceria com a Saylor Society, possui veículos para realizar o transporte desses marinheiros. É uma oportunidade fantástica para, estando em terra, ter contato com outras pessoas”, explica a missionária.

    Apesar da estrutura com a qual o projeto conta, o grande desafio continua sendo a participação de voluntários que possam somar ao grupo para que mais marinheiros sejam alcançados. Atualmente, cerca de 4.900 embarcações passam anualmente pela zona portuária do Rio. Para dar conta desse índice, é preciso um grande esforço missionário. Quem comenta sobre esse desafio é o pastor Bahman: “O trabalho de voluntariado é muito importante e o conhecimento de língua inglesa é a base para se comunicar com os marinheiros. A maioria deles fala inglês e os voluntários precisam desse conhecimento. Por isso temos tanta limitação na área de voluntariado. Precisamos que aqueles que falem essa língua se apresentem”.

    Para se voluntariar ao trabalho de capelania portuária, é preciso entrar em contato através do e-mail evangelismoemissoes@batistacarioca.com.br , informando seu desejo em participar deste projeto.