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  • Prêmio Socioeducativo

    Prêmio Socioeducativo

    Em reconhecimento às ações da capelania socioedutiva, que tem sido de grande relevância para o trabalho de recuperação de adolescentes em conflito com a lei no estado do Rio de Janeiro, a Convenção Batista Carioca foi selecionada para receber o Prêmio Oscar Socioeducativo “Guri”, promovido pelo Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase) e pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro.

    Na cerimônia de premiação, que acontecerá na próxima quinta-feira, dia 25, no Museu do Amanhã, a CBC/Missões Rio receberá uma estatueta de cerâmica negra, confeccionada pelas “Mães da Favela da Maré”.

    O trabalho socioeducativo, sob a coordenação do departamento Missões Rio, da CBC, começou há pouco mais de dois anos. O trabalho encontrou abertura graças às estratégias esportivas utilizadas pelos missionários e seus voluntários. Atualmente, é possível levar a Palavra de Deus de maneira abrangente, associando-a a cursos livres profissionalizantes, atividades esportivas e culturais.

    Com a consolidação da capelania socioeducativa, as igrejas batistas cariocas encontraram novas oportunidades de evangelização. É possível, portanto, visitar as unidades do Degase, e cooperar com o trabalho que vem sendo realizado por quatro missionários que se dividem para o atendimento de várias unidades masculinas e femininas. Para isso, basta entrar em contato com a Convenção Batista Carioca e expressar o desejo de conhecer de perto este belíssimo trabalho.

    Pr. Ulisses Torres, coordenador de Missões Rio, comenta sobre o início deste trabalho e parabeniza todos os envolvidos neste processo contínuo de transformação de vidas: “Depois de alguns anos realizando um projeto esportivo na Comunidade do São João, recebemos o convite para iniciar um trabalho semanal semelhante (esportes) na Unidade Socioeducativa Educandário Santo Expedito. Foi desafiador no início, com diversos voluntários participando do projeto. A partir do momento em que o trabalho se consolidou, houve um contato por parte da Coordenação de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (CECEL), na figura de seu coordenador George Fox, para que expandíssemos nossas ações para outras unidades. Deus nos orientou nesse processo e trouxe paz ao nosso coração, permitindo assim que aceitássemos o desafio. Hoje atendemos 7 unidades e nossa pretensão é ter projetos em 13 unidades até o final de 2017. Deus tem nos abençoado com Sua permissão em participar desta obra incrível. Glórias a Deus, parabéns capelães e voluntários que se esforçam para chegar aonde quase ninguém quer ir”.

    Além da capelania socioeducativa, Missões Rio conta com projetos nas áreas de capelania hospitalar, prisional, esportiva, portuária, estudantil, aos enlutados e de prevenção à dependência química. Acesse www.missoesrio.com.br para conhecer mais detalhes destes ministérios.

    Veja a carta-convite

    » Saiba mais sobre Capelania Socioeducativa

  • Jornal Batista Carioca

    Jornal Batista Carioca

    Chegou a nova edição do Informativo Batista Carioca! E dessa vez nosso foco está na unidade, mostrando que a cooperação ainda é a melhor maneira de cumprir objetivos relevantes para a cidade. Igrejas unidas em torno de ações denominacionais garantem uma semeadura de boa qualidade e com frutos identificados com a visão de seus semeadores.
     
    Falamos, sim, sobre a importância financeira do Plano Cooperativo, que garante a continuidade de projetos missionários e de apoio ministerial definidos em assembleia, mas ressaltamos, especialmente,que é preciso participação ativa de líderes e membros que almejam um Rio de Janeiro aos pés de Cristo.
     
    Vislumbramos uma gota do poder da cooperação no Movimento Braços Abertos, ação missionária que mobilizou voluntários para a evangelização nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Foram mais de 800 irmãos treinados, resultando em quase 1 milhão de pessoas alcançadas com as Boas Novas. 
     
    Mas, além dessa ação, outras atividades missionárias, de capacitação ou com foco social continuam acontecendo agora mesmo. Talvez seja a hora de convocar sua igreja a presenciar e se tornar coparticipante daquilo que Deus tem feito no Rio através da unidade batista.
     
    Se sua igreja já coopera fielmente com o Plano Cooperativo e permanece conectada com as ações da denominação na cidade, agradecemos a Deus pela visão de sua liderança. Nosso desejo é estreitar ainda mais esse contato e contagiar outros a voltarem seus olhos para essa família chamada batista. Que Deus nos ajude a cumprir seu propósito.

  • Parceiros na transformação de vidas

    Parceiros na transformação de vidas

    A Convenção Batista Carioca – representada pelo diretor geral Pr. Nilton A de Souza, pelo coordenador de Missões Ulisses Torres e missionários – participou, ontem (21), da cerimônia de inauguração do projeto Aprendiz na Medida, que visa preparar 330 adolescentes que cumprem medidas socioeducativas para o mercado de trabalho.

    A cerimônia aconteceu na unidade do Degase João Luiz Alves, na Ilha do Governador, e contou com a presença de representantes do Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério Público do Trabalho, Ministério de Educação, por meio do IFRJ, Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e a Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho (AMATRA).

    A iniciativa, pioneira no país, pretende ser um forte braço de reinserção social. Meninos e meninas terão acesso a cursos de Assistente Administrativo, Microempreendedor Individual (MEI), Pizzaiolo, Promotor de Vendas, Barbeiro e Manicure/ Pedicure.

    O programa dos cursos tem duração de 12 meses, com jornada de 4 horas diárias. Além da gratuidade dos cursos, os aprendizes receberão carteira de trabalho assinada como aprendiz e todos os diretos trabalhistas assegurados pela Lei da Aprendizagem.

    Lúcia Glioche, da Vara de Execução de Medidas Socioeducativas, ressaltou que está disposta a dar um voto de confiança aos alunos. “Isso significa que você estará pronto para ir embora.” Lembrando-se do período natalino, disse ainda que o exemplo de Cristo deve ser seguido: “Somos capazes de ver o exemplo dele que, mesmo no sofrimento e na dificuldade, venceu. Que seja um ano de renovação da confiança, do amor de Cristo”.

    George Fox, coordenador de Educação, Cultura, Esporte e Lazer do Degase, destacou a relevância do papel dos batistas cariocas no processo de ressocialização de adolescentes infratores. “Temos mais de um ano juntos de grande parceria, onde missionários atuam com cultura, esporte, assistência religiosa e profissionalização. É uma parceria relevante porque a gente acredita que a questão do desenvolvimento humano é fundamental para aqueles que cumprem medida porque a igreja trabalha muito bem os valores individuais. Portanto, a Convenção é fundamental para o sucesso do processo. Hoje a Convenção atua em praticamente 10 unidades e tem um desafio próximo de estar em duas outras unidades, em Niterói e São Gonçalo também. Temos vivenciado a crise financeira do Estado, mas a CBC tem se colocado à disposição desse processo e temos que agradecer a todos vocês”.

  • Leitura transformadora

    Leitura transformadora

    Diz-se que a leitura é libertadora, mas a frase nunca fez tanto sentido quanto sua aplicação no contexto prisional. Isso porque desde o dia 1º de julho, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária lançou uma iniciativa de redução de pena a partir da leitura e resenha de livros.

    A resolução 621 da SEAP, lançada em Diário Oficial, defende que “a leitura contribui para processo de reinserção social do custodiado agregando valores éticos – morais e desenvolvimento de sua capacidade crítica; e ser inegável que a educação, enquanto direito de todos e dever do Estado, é uma das mais importantes formas, senão a mais importante delas, em garantir a dignidade da pessoa humana, uma vez que a educação formal é a mais eficaz forma de integração do indivíduo à sociedade”.

    O texto diz ainda que o preso, de maneira voluntária, poderá remir 4 dias de sua pena a cada 30 dias de leitura com resenha sobre o livro escolhido. Apoiando esta medida, a Capelania Prisional da Convenção Batista Carioca vai lançar o projeto Mediação de Leitura, que fará com que mais presos sejam alcançados pelo evangelho.

    “O projeto está pronto para ser implementado em várias unidades prisionais, o que nos dará acesso a muito mais pessoas em cumprimento de pena”, informou o coordenador de Capelania Prisional de Missões Rio (Departamento Missionária da CBC), Pr. Claudio Barreto.

    Mas uma parte importante dessa estratégia missionária é a arrecadação de livros que permitam o desenvolvimento de conceitos que apoiarão a fé cristã. Os livros a seguir foram selecionados pela SEAP e servirão de base para as atividades de mediação de leitura. Para o início do projeto, é necessário que as unidades tenham entre quatro e cinco cópias dos livros contidos nesta lista. Se você tem a possibilidade de doá-los, pedimos que entre em contato conosco ou envie seu exemplar para a sede da Convenção Batista Carioca:

    – Não desista de seus sonhos – Augusto Cury
    – A Cabana – William P. Young
    – O Pequeno Príncipe – Antoine de Saint-Exupéry
    – A Menina que Roubava Livros – Markus Zusak
    – O Vendedor de Sonhos – Augusto Cury
    – O menino do pijama listrado – John Boyne
    – O Futuro da Humanidade – Augusto Cury
    – O Caçador de Pipas – Khaled Hosseini
    – O Filho Eterno – Cristóvão Tezza
    – Se Eu Fechar os Olhos Agora – Edney Silvestre
    – A Revolução dos Bichos – George Orwell
    – O Alienista – Machado de Assis
    – O Apanhador no Campo de Centeio – J.D. Salinger
    – Diário da Queda – Michel Laub
    – O Diário de Anne Frank – Anne Frank

    Endereço para entrega:
    Rua Senador Furtado, 12 – Praça da Bandeira – Próximo ao Instituto de Educação. De segunda à sexta, das 9h às 17h.

    Dados para contato:
    Em caso de dúvidas ou se deseja participar como voluntário da Capelania Prisional, entre em contato pelo e-mail evangelismosemissoes@batistacarioca.com.br ou pelo telefone (21) 2569-0988.

  • Amadurecimento e multiplicação

    Amadurecimento e multiplicação

    Atuar nas unidades prisionais é um grande desafio, mas também uma excelente experiência missionária. É possível ver com muita clareza o agir de Deus, salvando e ensinando aqueles que cumprem penas pelos crimes cometidos.

    Foi numa quarta-feira à tarde, na unidade feminina Oscar Stevenson, que uma presidiária contou um pouco de sua história, após a leitura do texto bíblico de João 15. Ela falou bastante sobre o dia a dia na cadeia, mas a forma como vivia, em condições degradantes, mostra que o evangelho real precisa impactar vidas naquele lugar.

    Condenada há 80 anos de prisão, teve pena reduzida, já tendo cumprido pelo menos 20 anos. Não recebe visitas e os filhos foram levados para outro país. Não recebe nenhuma doação necessária para o mínimo de dignidade dentro de uma unidade prisional. Segundo ela, tudo o que usa é doado pelas próprias internas, que descartam itens ou a ajudam por pena. Falando sobre sua vida antes de conhecer a Cristo, ela confessou, quase gritando: “Eu era o cão chupando manga. Eu era terrível!”. Os olhos esbugalhados refletiam as mazelas de um passado degradante.

    “Fiquei muito impressionada com o nível de angustia dessa mulher. Ela reconhece e afirma que o Senhor Jesus Cristo foi quem a libertou de uma vida tão horrível, mas ainda não consigo vê-la usufruindo da graça de Deus. Há na fala dela sofrimento, humilhação, inconformismo, raiva. Tenho orado intensamente por ela, pedindo ao Senhor que ela possa usufruir da graça e do amor de Deus”, afirmou a missionária Marilena, que pede apoio na doação de materiais de higiene pessoal (sabonete branco Protex, papel higiênico, absorvente, escova e creme dental) para que a personagem dessa história e outras internas vejam a graça de Deus através do amor cristão.

    Amadurecimento da fé
    Com um trabalho de capelania mais solidificado, o Presídio Evaristo de Moraes tem sido palco de verdadeiros milagres de transformação. Em setembro, 46 presos desceram às águas batismais, tendo recebido bíblias novas, doadas pela Sociedade Bíblica do Brasil. Outras 42 estão sendo preparadas para o próximo batismo. Com o avanço do discipulado, onde os mais maduros na fé ajudam os recém-convertidos, o projeto missionário já chegou a 700 membros. Seus testemunhos provocam grande repercussão em todo o sistema prisional. Prova disso são as duas celas evangélicas inauguradas em duas unidades do Rio de Janeiro. “A congregação destes convertidos experimenta grande amadurecimento da fé através do profundo estudo das Sagradas Escrituras e da prática da fé, e o resultado não podia ser outro. Glória sejam dadas ao Cordeiro Santo! Todos os meses realizamos batismos e as classes de novos decididos continua cheia”, celebra o Pr. Claudio Barreto, coordenador da Capelania Prisional da Convenção Batista Carioca.

    Nova biblioteca
    A SBB e a Associação Luz da Liberdade – ambas parcerias nos projetos de Missões Rio – também deram total apoio à inauguração da Biblioteca Bíblica do Instituto Penal Vicente Piragibe. O acervo soma bíblias de estudo, dicionários, atlas bíblico, manuais, etc. Cerca de 2400 homens terão acesso ao estudo aprofundado das escrituras sagradas que certamente trará frutos.

  • Capacitando igrejas

    Capacitando igrejas

    No último sábado, a Convenção Batista Carioca foi representada pelos coordenadores de Missões Rio e Capelania Prisional, Pr. Ulisses Torres e Pr. Claudio Barreto, respectivamente, em um congresso realizado pela Agência Agir, na Primeira Igreja Batista de Casimiro de Abreu.

    A programação contou com a participação de 120 pessoas que, durante todo o dia, estiveram investindo em capacitação. Entre eles houve quem optasse pelas oficinas de Capelania Esportiva e Prisional, estas realizadas pela equipe da CBC.

    “O congresso é uma parceria com a CBC, que está enviando palestrantes”, disse o Pr. Ulisses, que também lembra que uma nova programação acontecerá na Igreja Batista do Braga, em Cabo Frio, no dia 22 de outubro. As inscrições podem ser feitas pelos telefones (22)97400-2559 / (22)99783-2917.

  • No tempo de Deus

    No tempo de Deus

    O Ministério da Justiça divulgava em 2015 um crescimento de 500% do número de presidiárias nos últimos 15 anos. A pesquisa levou em consideração dados de 1.424 unidades prisionais em todo o sistema penitenciário estadual e federal. Mas o que o estudo não revela são as histórias que estão por trás dessas vidas. Sofrimento, decepção e solidão marcam por muito tempo a trajetória de ressocialização. E isso quando este processo se torna possível.

    Felizmente, para Luzinete, a personagem de nossa história, as portas se abriram ao final de um período de cinco anos (resultado de uma apelação para redução de pena de 11 anos). Este tempo, segundo ela, foi importante porque ali, em meio às dificuldades e abusos do sistema carcerário, foi lapidada pelo evangelho que conheceu muito anos antes de sua entrada na prisão.

    Luzinete frequentava igreja evangélica e cantava no ministério de louvor de sua igreja. Mas lembrava que não conhecia o Senhor verdadeiramente. Não havia dedicação pessoal. Apenas frequentava a igreja e fazia o que mais gostava: cantar. Anos depois, adulta e casada, até a rotina religiosa ficou em segundo plano.

    No primeiro casamento tinha uma vida financeira estável. Era mãe de três filhos, mas o problema era que a relação conjugal não se sustentou. Já divorciada, conheceu o segundo marido, por quem nutria grande sentimento. Só que a união entre um pedreiro e uma costureira não lhes renderam tranquilidade financeira. O marido, sentindo-se incapaz de sustentar o lar, decidiu arriscar a vida no tráfico.

    “Ele achava que precisávamos de mais. Foi quando ele arrumou um amigo que era traficante e começou a traficar. Quando descobri que ele estava fazendo isso, já haviam-se passado dois anos”.
    Um desentendimento na vizinhança onde moravam gerou uma denúncia e a consequente investigação policial na residência onde Luzinete vivia. Drogas foram encontradas e ela e o marido foram presos em junho de 2001. Uma nova realidade se apresentava. Tornara-se presidiária. Entretanto, o verdadeiro cárcere estava em seu coração. Presa ao ódio pelo delator e ao sentimento de injustiça que por algum tempo a impediu de enxergar a obra que Deus desejava fazer em sua vida.

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    Luzinete, à esquerda, ao lado de Marilena, capelã da CBC

    “Fiquei revoltada com Deus. Questionava-o sobre o fato de estar comigo ou não por causa da sentença de prisão. Numa oração disse que, se ele não me desse uma prova do seu amor, que eu nunca mais me importaria com ele”. Neste dia, cansada de tanto chorar, adormeceu. Ao acordar, por instinto observou o espelho e ouviu uma voz a dizer: “Você é a prova viva do meu amor”.

    Uma sentença de cinco anos e lições a aprender. A começar por seu relacionamento com Deus. Descobertas, conhecimento e muita paciência. “O meu pensamento era de sair da cadeia, mas, quando fui para o Talavera Bruce, o Senhor me confirmou que eu deveria limpar a casa, a minha vida.”, lembrou Luzinete. Foi aí que o foco mudou e o discernimento veio na medida de seu relacionamento pessoal com Deus, através do estudo das Escrituras.

    O contato com a missionária Marilena Nascimento, capelã prisional da Convenção Batista Carioca, foi a ajuda enviada por Deus para o sustento emocional e crescimento espiritual de Luzinete no período do cárcere. “Se sou a mulher que sou hoje, conhecedora da Palavra, eu agradeço a ela. Ela foi a minha força. Pena que lá tem muita gente que não aproveita a oportunidade, mas eu a aproveitei a cada segundo”.

    Muita coisa acontece no sistema prisional. Como presidiária, Luzinete viu muita coisa ruim, mas até esses momentos serviram de aprendizado. Sem entrar em detalhes, ela se restringiu a dizer que cada experiência foi traduzida em composições musicais. “Cheguei a quase 100 composições de louvores a Deus e usava esses momentos de adversidade ao meu favor. As coisas aconteciam e não me atingiam porque logo o Senhor colocava uma palavra de louvor na minha boca, por mais que me humilhassem”.

    O tempo passou sem que percebesse e, no dia de sua liberdade, Luzinete entrou em contato com os missionários da CBC para que a ajudassem a reencontrar a família. Na ligação a voz saiu trêmula, muito ansiosa, mas feliz em dizer que aquele era o grande dia. A missionária Marilena foi a primeira encontrá-la, trazendo-a para a sede de Missões Rio (o departamento missionário da CBC). Aqui Luzinete recebeu todo o cuidado necessário para recomeçar.

    O dia em que deixou a prisão não foi o início de uma nova história, porque esta começara há muitos anos, ainda em cárcere. Mas foi a continuidade de uma promessa recebida da parte de Deus. A liberdade que começou de dentro para fora e a ajudou a construir novas bases para sua vida.

    Luzinete tem um sonho: quer gravar as composições que recebeu da parte do Senhor. Mas se tem uma lição que aprendeu com louvor foi a da paciência. Aprendeu a identificar e respeitar o tempo de Deus. “Penso muito no tempo de Deus e vivo minha vida assim. No momento de Deus”.

  • Ore pela socioeducação

    Ore pela socioeducação

    André Justino é voluntário em Capelania Socioeducativa. Casado com a missionária Cristina Sant`Anna, ele ministra aulas de música a adolescentes na unidade do Degase, em Bangu. Nesta terça-feira, recebemos seu testemunho e o apelo por oração pelos internos da unidade. A superlotação e a falta de estrutura estão trazendo consequências à saúde deles. Confira:

    “Olá, meus queridos irmãos. Graça e paz!
    Após as Olímpiadas, o trabalho foi recomeçado na unidade de Bangu. Os meninos têm sido como sempre bem receptivos e abertos ao ouvir da Palavra. Os missionários voluntários Mario, Leticia, Maria de Loures, Rosana e o Pr. Laércio têm trabalhado na sala de leitura. Enquanto eu e Lenine trabalhamos na área da música. Tudo sob a supervisão da missionária Cristina Sant’Ana que tem nos direcionado quanto ao proceder e na visão espiritual para o trabalho. Trabalhamos com os meninos o texto de Eclesiastes 5, onde enfatizamos o perigo das riquezas e que o nosso maior tesouro está em Jesus Cristo.

    Ficamos tristes com a situação física dos meninos. Muitos ainda apresentam doenças de pele. Ficamos sabendo que um menino, aluno de música, está com suspeita de ter contraído AIDS. Ele está muito mal. Está cheio de feridas, mas também está cheio de esperanças e sonhos. Ele disse: – Chega dessa vida! É um menino que precisa de nossas orações e muito amor.

    Que nos unamos em oração para que Jesus restaure e dê a cada um a oportunidade de mudança, para que glorifiquem nosso Deus e sejam bênção em nossa sociedade.
    Um grande abraço e fiquem na paz!”

    Se você deseja se tornar um voluntário dessa capelania, entre em contato com o departamento Missões Rio, pelo e-mail evangelismoemissoes@batistacarioca.com.br

  • Igreja e Missões Rio

    Igreja e Missões Rio

    O apoio da igreja local é fundamental para o crescimento da obra missionária. A Igreja Batista Missionária no Maracanã sabe disso e, no período da campanha de Missões Rio, levou seus PGMs (Pequenos Grupos Multiplicadores) às unidades prisionais femininas Talavera Bruce e Oscar Stevenson.

    Dois grupos realizaram atividades sociais e evangelísticas com pessoas que aguardavam para visitar as presidiárias. O trabalho foi acompanhado pela missionária Marilena Nascimento, que atua nas unidades como capelã prisional da Convenção Batista Carioca.

    “Alguns familiares já estavam no local esperando a entrada às 9h30, com senhas nas mãos. Familiares vindos de Petrópolis, Ilha do Governador, Nilópolis, vários locais do estado do Rio de Janeiro”, comentou Marilena. Assim que chegaram, os voluntários distribuíram café da manhã aos visitantes e organizaram um evangelismo criativo. “Oramos, louvamos ao som de violão, ouvimos vários textos bíblicos do Novo Testamento contados de maneira criativa, de maneira que os ouvintes participavam como se estivéssemos numa roda de contação de histórias”.

    Folhetos foram distribuídos e o evangelho foi comunicado a mais de 100 pessoas. O dia, com certeza, teria sido diferente sem a presença desses irmãos. Deus foi glorificado e a experiência missionária adquirida permanecerá para sempre em seus corações.

    E você? Deseja apoiar o trabalho de capelania prisional ou outro projeto missionário? Entre em contato conosco pelo e-mail evangelismoemissoes@batistacarioca.com.br

    Confira imagens da ação missionária nos presídios

  • Oferta Missionária

    Oferta Missionária

    Como agência missionária dos batistas cariocas, Missões Rio sonha com um Rio de Janeiro aos pés de Cristo, vivendo o evangelho que transforma realidades, promove a paz e a verdadeira prosperidade. Afinal de contas, quem se sente bem ao ver nas ruas a miséria, a violência, a falta de compaixão e as mazelas de uma vida guiada pelo consumo? A questão é que, para mudar este quadro, precisamos unir nossos recursos, o humano e o financeiro, para que a esperança da glória seja conhecida.

    Oferta de Campanha
    Em 2016, o alvo de Missões Rio é de 800 mil reais. Essa quantia é necessária para o sustento de todos os projetos, missionários, compra de materiais de apoio e o equilíbrio financeiro do departamento. Além disso, há o desejo de ampliar as ações de capelania socioeducativa e, para isso, mais recursos serão aplicados no desenvolvimento de atividades nas unidades de reclusão de menores. Se sua igreja já realizou a campanha de Missões Rio – e está sem o boleto da Oferta de Missões, pedimos que entre em contato através do e-mail evangelismoemissoes@batistacarioca.com.br ou pelo telefone (21) 2569-0988. Missões Rio enviará uma segunda via para que sua igreja possa ofertar.

    Contribuindo com projetos/missionários específicos
    Quando compartilhamos recursos nos tornamos parceiros de uma mesma missão. Em Missões Rio, essa parceria ocorre por meio do programa Parceiros na Ação Missionária (PAM). É um instrumento pelo qual cada crente, igreja ou empresa cristã pode ajudar mensalmente na manutenção de obreiros que estão no campo missionário, dedicando-se integralmente ao ministério de capelania.

    A maneira mais simples de participar é visitando o site www.missoesrio.com.br e acessando o canal “PAM”. Lá o parceiro preencherá o formulário de participação, escolherá um projeto para o qual deseja contribuir e, automaticamente, já se tornará um mantenedor desta obra. Após este procedimento, passará a receber, mensalmente, boletos para que sua contribuição seja enviada. Junto ao boleto irá uma carta da capelania escolhida, informando sobre os desafios da área e experiências missionárias.

    Outra forma de participar é preencher um formulário impresso em um de nossos panfletos e enviar para o endereço da Convenção Batista Carioca – R. Senador Furtado, 12 – 20270-020 – Praça da Bandeira – Rio de Janeiro (RJ).

    Crianças também podem ser parceiras
    Estimular a contribuição infantil é desenvolver na criança um coração solidário. São muitas as histórias de pessoas que conheceram a obra missionária ainda criança e que decidiram em seus corações dedicar uma vida inteira ao resgate de vidas para Cristo. Apoiar a parceria infantil é educar e mostrar que o evangelho não é solitário e egoísta, mas se manifesta no Corpo de Cristo como expressão de unidade. Suas crianças também podem escrever cartinhas para nossa equipe. Explique a importância dessa atividade e aproveite a oportunidade para mostrar como é vital a presença do evangelho nos hospitais, presídios, unidades socioeducativas, escolas, no porto, junto aos enlutados e estrangeiros.

    Mais que dinheiro
    Recursos financeiros são importantes e todos sabemos disso, mas o que poucos sabem é que atenção e amizade são ainda melhores. O objetivo de Missões Rio, como agência missionária dos batistas cariocas, é fazer com que cada membro das igrejas tenha o desejo de se relacionar com missões. Portanto, fica o apelo para que o promotor incentive sua igreja a visitar projetos da CBC, que escreva para seus missionários, deixando-os saber que há pessoas que se importam e que estão próximos, sonhando com um Rio de Janeiro transformado.