Everton Willian, executivo da Junta de Ação Social Carioca
Os atuais dias apresentam situações de miséria generalizada. O número de pessoas marginalizadas cresce de acordo com o crescimento populacional. Isso tem conduzido a Junta de Ação Social Carioca (JASC) a realizar ações que gerem mudanças efetivas no contexto em que está inserida.
Em 2014, a JASC desenvolveu um pequeno portfólio de projetos. São eles: Auxílio Emergencial em Catástrofes; Capacitação das Igrejas em Construção e Gerenciamento de Projetos Sociais; Dia do Impacto Social; Congresso Ação Rio; Programas Sociais na Cidade Batista (Espaço de Educacional Integral, Centro de Treinamento e Acampamento, e Lar do Ancião 2) e Desenvolvimento de Parceria através do uso de parte da Cidade Batista pela JMN (Cristolândia Homens) e do uso do terreno no Carapiá (Cristolândia Mulheres); Gestão do Lar do Ancião LM e realização das festas de maio e outubro em conjunto com a JMN. Deus está realizando maravilhas através da nova JASC.
Uma nova visão de captação de recursos também surgiu, proporcionando diálogos com universidades, participação em editais de empresas e maior contato com as Igrejas da cidade do Rio de Janeiro. Algumas portas foram abertas, como a concretização parcerias com a Sociedade Bíblica do Brasil, Ordem dos Advogados do Brasil – Barra e Prefeitura de Duque de Caxias. A JASC entende que é hora de buscar convênios e obtenção de recursos que visem o bem-estar da sociedade carioca, encontrando nos diálogos entre instituições, novas formas de disseminar ações alinhadas com a Palavra de Deus.
Tiago nos diz “Se um irmão ou irmã estiver necessitando de roupas e do alimento (…) e um de vocês lhe disser: ‘Vá em paz (…)’, sem porém lhe dar nada, de que adianta isso? Assim também a fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta” (Tg 2.15-17). A proclamação do Evangelho, sem a realização das obras, nos conduz ao mesmo erro dos seguimentos religiosos que apenas realizam as obras, sem proclamarem Jesus como Senhor.
A transformação de marginalizados em cidadãos do Reino deve acontecer onde a Igreja de Cristo estiver implantada. O pastor Carlos Queiroz (diaconia) nos alerta dizendo que “A falta de pão na mesa do pobre pode ser uma denúncia da falta de espiritualidade no altar dos cristãos”. Somos seguidores de Cristo por causa das obras que Ele realizou, ou será que seguiríamos a Jesus se Ele não tivesse realizado tantos milagres que geraram saúde e reinserção social para muitos? Fomos criados para as boas obras, como relata Efésios 2.10 e somente os que são de Cristo podem fazer parte da transformação de marginalizados em cidadãos do Reino, pois leva o Evangelho de Cristo através de palavras e ações que geram saúde física e espiritual a todos os que forem alcançados pelos servos de Jesus.
