Categoria: Artigos

  • Conheça o Programa Barnabé

    Conheça o Programa Barnabé

    Criado com o objetivo de fortalecer as igrejas pequenas ou em situação de risco de extinção, o Programa Barnabé veio para suprir carências estruturais ou ministeriais, no tocante ao suporte financeiro e capacitação de lideranças para a geração de um trabalho sadio e autossustentável.

    Dessa forma, a Convenção Batista Carioca tem olhado para suas afiliadas de maneira a dedicar-se ao crescimento do evangelho em áreas carentes e, pontualmente, no apoio de obreiros, dando-lhes oportunidade de desenvolvimento pessoal, emocional e ministerial.

    As igrejas apoiadas são analisadas estrategicamente, também levando em consideração a demografia e liderança receptível. Com relação ao pastor, sendo filiado à Ordem dos Pastores Batistas do Brasil – Seção Carioca, ou evangelista e líder reconhecido pela denominação, também poderá receber apoio.

    As igrejas apoiadas serão acompanhadas trimestralmente para a verificação de seu desenvolvimento ministerial. Neste período, a CBC recomendará cursos específicos e encontros para mentoria com líderes de igrejas apoiadoras ou da própria denominação, fazendo valer a nova forma de atuação em redes.

    Em esquema de parceria, a CBC e suas redes atuarão juntas na seleção de comunidades eclesiásticas em dificuldades ministeriais, providenciando recursos e convidando igrejas, preferencialmente da própria região, que possam oferecer apoio. As parcerias possuem prazos, que poderão chegar a três anos (renováveis), e metas a serem cumpridas, de acordo com a especificidade do trabalho que deverá ser realizado na igreja apoiada.

    Em suma, caberá à igreja apoiada:

    – Executar o plano de ação proposto pela Convenção, em harmonia com a REDE e/ou Igreja Apoiadora;
    – Informar mensalmente o desenvolvimento da igreja através de relatórios de atividades e financeiro;
    – Contribuir mensalmente para o Plano Cooperativo da Convenção e levantar as ofertas missionárias;
    – Enviar, com auxílio da Convenção, REDE ou Igreja Apoiadora, o obreiro para congressos e encontros de treinamento;
    – Acatar as orientações da Igreja Apoiadora, REDE e da Convenção, que claramente ajudam no crescimento;
    – Participar dos eventos denominacionais;
    – Executar, pelo menos, um programa de crescimento para a igreja, disponibilizado, ou reconhecido pela Convenção (“Programa Barnabé“, “Evangelismo como Estilo de Vida”, “Pescadores que pescam”, “Igreja Multiplicadora”, Igreja em Células, NEBs, Discipulado, entre outros), até a data da primeira avaliação anual.

    Para mais informações sobre o Programa Barnabé, entre em contato com a Convenção Batista Carioca:

    Telefone: (21) 2569-0988
    E-mail: redes@batistacarioca.com.br

  • Alcançada pelo amor

    Alcançada pelo amor

    Em meio à quarentena e aos desafios diários da evangelização em ambientes hospitalares, nossos missionários seguem trabalhando, com os devidos cuidados, para que a mensagem de Cristo permaneça viva e conhecida aos corações que necessitam das Boas Novas.

    Sandra Regina de Assis Marques, missionária hospitalar da Convenção Batista Carioca, conta uma das muitas experiências vividas em seu campo de atuação. Entre as quase 200 pessoas alcançadas pela Palavra de Deus, ele destaca a história da Sra G, que se viu cercada pelo amor de Cristo a ponto de desejar um encontro real com o Senhor. Confira:

    “Conhecer a Sra G foi uma experiência e tanto. Ela é muito comunicativa, alegre, sincera e atenciosa. Conversamos bastante nas visitas que pude fazer a ela e presenciei o agir de Deus de maneira extraordinária.

    Senhora G apresentava um quadro delicado que necessitava de cirurgia. Segundo ela, a falta de cuidados com a saúde foi o motivo que a levou ao hospital e acabou se deparando com uma situação que só Deus poderia intervir, a fim de que o curso da sua doença não avançasse para algo pior.

    Além de compartilhar comigo a situação que se encontrava, contou também que frequentou por algum tempo uma religião não cristã, mas que tinha se afastado e desejava conhecer a Deus e se aproximar Dele. Todas as vezes que eu visitava Sra G, levava sempre uma porção da preciosa Palavra de Deus e ela ouvia atentamente, demonstrando interesse em aprender um pouco mais.

    Senhora G conheceu uma paciente que estava no leito ao lado do seu e ambas se tornaram amigas. Essa nova amiga, pela graça de Deus, é evangélica e também compartilhava com ela a Palavra de Deus. Mas o que chamou a atenção dessa senhora foi a forma como os irmãos da igreja de sua nova amiga se comportavam. Eles visitavam essa nova amiga, ligavam para ela, mandavam mensagem, ou seja, mostravam tanto amor e cuidado que ela ficou impressionada com isso, e o que é melhor desse relato, a atitude desses irmãos levou a Sra G a desejar viver isso em sua vida e a entregar-se a Jesus.

    Ao final de tudo isso, Deus operou um milagre na vida de Sra G, pois a cirurgia que ela fez, que poderia causar muitas limitações, ocorreu bem e ela recebeu alta. G ficou tão grata e feliz com o que Jesus fez na sua vida que, assim que ela se recuperar da cirurgia, vai visitar a igreja de sua nova amiga para contar seu testemunho e fazer a decisão pública de entrega a Jesus.”

    A história de G é mais um dos muitos milagres diários do campo missionário. Isso é possível porque há pessoas evangelizando em ambientes estratégicos, enquanto outros intercedem e sustentam financeiramente a obra missionária.

    Não deixe de segurar as cordas da obra missionária! Acesse missoesrio.com.br/missionarios e apoie o ministério de homens e mulheres que têm dedicado suas vidas à evangelização do Rio.

    Missionária Sandra (direita), ao lado dos voluntários da Trupe Big Bloom da Academia da Fé
  • Isenção de IPTU para igrejas

    Isenção de IPTU para igrejas

    Sabemos que a tributação das propriedades das igrejas anexas ao templo é uma discussão antiga e polêmica.

    Porém, desde junho de 2020, conforme o decreto 47518/20, todas as propriedades das igrejas, ainda que não sejam utilizadas para o culto religioso, passam a usufruir de ISENÇÃO DE IPTU.

    Para tanto, as igrejas, com seus estatutos, atas de eleição, certidão de ônus reais e escrituras, DEVEM FORMULAR REQUERIMENTO ADMINISTRATIVO NA PREFEITURA DO RIO.

    Lembramos que o pedido deve ser feito na competência anterior ao lançamento do tributo, para que surtam efeitos na posterior, ou seja, 2020 para 2021.

    Atenciosamente,

    Marcelo Medeiros 
    Relator da Comissão Jurídica da Convenção Batista Carioca

  • Música do Coração

    Música do Coração

    Costumamos ouvir e também abordar temas sobre a adoração neste novo tempo. E nós, evangélicos desde o início deste século, temos procurado razões e meios para definir a adoração que prestamos a Deus por meio de encontros, congressos, simpósios, etc.

    Será que temos encontrado fronteiras na nossa caminhada como adoradores? Ou temos sido as fronteiras que impedem a nós mesmos e as outras pessoas de reconhecer Deus como o verdadeiro sentido da adoração?

    Deus procura adoradores, aqueles que o adorem em espírito e em verdade, e não um povo que se aproxima dEle e O honra só da boca para fora, enquanto seu coração e o seu pensamento estão distantes dele.

    A primeira missão da Igreja é adorar a Deus e a segunda missão é proclamar o Evangelho, anunciando a todos os povos Jesus Cristo como único caminho que conduz a Deus, para a reconciliação do homem com ele, que é o foco da adoração.

    Quando o verdadeiro foco da nossa adoração é esquecido surgem situações desgastantes e conflitos no meio da Igreja. De um lado, os da “nova geração” que, por estarem envolvidos em “novos conceitos” de adoração, muitas vezes, desprovidos de verdades bíblicas, levados por uma “onda atual”, mergulham de cabeça e olhos fechados em um novo sentimento de adoração, sem considerar uma história que fora construída para servir de base para nossa fé.

    De outro lado, alguns crentes de “carteira assinada”, que se intitulam experientes e se fecham em um único momento de sua história como em um gueto, ficam confinados e estáticos às mudanças, criam resistência e, muitas vezes, ojeriza a um “novo canto” e às novas experiências com Cristo.

    Experimentar o novo não quer dizer abandonar ou renegar as raízes. Não podemos desconsiderar a importância e as experiências individuais. Verificamos na história mudanças que influenciaram a vida da humanidade por meio da ciência, da comunicação, das artes em geral e de outros campos. A música, por exemplo, é uma arte que traz experiências à vida de cada indivíduo.

    Os cristãos, em todos os tempos na história, têm sido influenciados pela música. Neste tempo não é diferente. A música de hoje deve sair do coração e falar ao coração. Ela deve ser uma música sentida e não desprovida de sentimentos. Lutero se referiu à música como um dom de Deus que, frequentemente, o despertava e movia a alegria da pregação e ocupava, depois da Teologia, o lugar mais elevado e de maior honra. Ele disse ainda: “Meu coração palpita e se emociona em resposta à música, que tem me refrescado e libertado de pragas malignas”.

    Será que hinos de antes ou os atuais têm falado aos nossos corações? (“Mais perto quero estar”; “Eu te louvarei, te glorificarei…”). A música tem sido objetiva ou subjetiva? O que podemos aprender com elas, quais os benefícios da música para nós, os crentes da atualidade? Será que ela está associada a gostos humanos ou ao agrado e à vontade divina?

    A forma pela qual usamos a música, como um meio de adoração a Deus, deve estar ligada ao verdadeiro foco da nossa adoração, e não limitada à nossa apreciação musical. Ela não deve ser vista como um motivo para separação, intrigas ou para conflitos de gerações no meio da Igreja. A música tem e sempre terá um papel fundamental no meio cristão.

    Ela é uma arma poderosa, quando bem usada e, aliada à Palavra, torna-se infalível contra o inimigo. A adoração, quanto à sua forma e qualidade para este tempo, é uma adoração que usa de recursos avançados para o engrandecimento do Reino de Deus e, sobretudo, é uma adoração discernida pela fé, espiritualmente.

    Devemos usar todos os recursos disponíveis e adequados para o louvor a Deus com qualidade e responsabilidade. Mas, qualquer recurso tornar-se-á em vão se não conseguirmos ter equilíbrio em nossa vida pessoal e interpessoal, ou seja, um equilíbrio de forma coletiva.

    Deus se revela a cada um de forma individual, assim como a todo o seu povo de forma coletiva. Então, quando estamos como Igreja de Deus, Corpo de Cristo reunido, precisamos de equilíbrio e comunhão com os demais membros do corpo, respeitando as diferenças, desigualdades essas que nos unem, suportando-nos uns aos outros.

    Deus é imutável. Ele é o Deus de ontem, hoje e eternamente. Assim como são as verdades da Sua Palavra. Estamos na história e na construção da história como estrutura de uma pirâmide que serve de base para estruturas vindouras. Devemos também dar continuidade de forma mais responsável, regar tudo o que foi bem plantado antes de nós; para que haja crescimento e fortalecimento, assim como Jesus fez com as leis, não as extinguindo, mas dando-lhes sentido por meio de Sua interpretação.

    Não somos vitrines para consumo intelectual, mas devemos mostrar nesse tempo, a um mundo com ou sem fronteiras, a mensagem da cruz anunciando a todos os povos que Jesus Cristo venceu a morte na cruz do Calvário, sendo ele o único meio pelo qual podemos encontrar, verdadeiramente, um sentido para a adoração, dando-nos acesso a Deus para que em tempo e fora de tempo O adoremos em espírito e em verdade.

    Ery Herdy Zanardi, 2° Secretário da AMBB – Associação de Músicos Batistas do Brasil, extraído da edição 48, Ano CXV, do Jornal Batista.

  • Vidas alcançadas através do Esporte

    Vidas alcançadas através do Esporte

    Diante das diversas formas de propagação do evangelho de Cristo no Rio de Janeiro, um dos meios utilizados por Missões Rio é o esporte. Com o objetivo de fornecer acesso a práticas esportivas, a Missão Esportiva, coordenada pelo pastor Ulisses Torres, busca apoio das igrejas locais para que este trabalho se torne mais abrangente na cidade.

    Os ministérios esportivos das igrejas locais, que contam com o apoio de Missões Rio, estão sendo associados ao Circuito Carioca de Qualidade de Vida (CCQV) – um projeto abrangente que une formação de liderança, capelania e evangelização através do esporte. A Igreja Batista Jardim Novo Realengo é uma dessas igrejas que se tornaram parceiras do CCQV. Há alguns meses vem desenvolvendo a prática do Jiu-Jitsu e pregando valores cristãos para a comunidade onde está inserida.

    Walter Davi, professor de Jiu-Jitsu que também exerce atividades de capelania na IB Jardim Novo Realengo, afirma que o esporte é uma ferramenta poderosa de evangelização para um grupo específico de pessoas. “As pessoas não entrariam na igreja para assistir a um culto, mas, através do esporte, elas vêm para buscar uma atividade física e a gente pode levar a palavra de Deus”, contou. Todas as atividades realizadas pelos missionários e voluntários engajados nessa causa tem propósito ministerial com foco no evangelismo da comunidade envolvida, e nisso consiste todo esforço dedicado a essa missão.

    O projeto esportivo também promove a reconciliação de vidas, como foi o caso do aluno Rodrigo Oliveira. Ele lembrou que estava afastado do evangelho quando recebeu o convite para praticar o Jiu-Jitsu na igreja. Na medida em que foi se desenvolvendo, viu reascender em seu coração o amor de Cristo. “Este projeto está sendo uma bênção em minha vida. Está me ajudando a retornar para Deus”, afirmou.

    O pastor da igreja, Leonardo Matias, conta que os resultados positivos já podem ser observados: “Além da prática esportiva, o evangelho tem sido pregado e as crianças têm absorvido o evangelho com muita naturalidade. Elas têm recebido a semente da palavra de Deus, e certamente isso já tem feito um grande diferencial na vida delas”. Ele ainda afirmou que, hoje, a Capelania Esportiva é muito relevante para a sua comunidade de fé e para a comunidade do entorno.

    Muitas vidas podem ser alcançadas mediante este trabalho, portanto é necessário que haja envolvimento e comprometimento de mais igrejas e pessoas, para que os projetos cheguem a outros bairros fornecendo acesso ao esporte e propagando o evangelho.

    Para participar da rede de ministérios esportivos CCQV (Circuito Carioca de Qualidade de Vida), entre em contato com Missões Rio, pelo e-mail missaoesportiva@batistacarioca.com.br ou pelo telefone da Convenção Batista Carioca (21) 2569-0988 (peça para transferir para o departamento Missões Rio).

  • Oportunidades de capacitação

    Oportunidades de capacitação

    Um dos propósitos estabelecidos para a Convenção Batista Carioca é o da capacitação de igrejas. Este objetivo tem sido cumprido graças ao esforço cooperativo das igrejas filiadas à CBC, que têm mantido as contribuições, sejam financeiras ou por meio de participações estratégicas.

    Para os próximos meses, temos alguns eventos que abençoarão a sua igreja, desde a liderança aos que ainda estão recebendo as primeiras lições de vida cristã. E para começar nossa lista, queremos falar da Conferência Liderar 2019 – um evento destinado a pastores e líderes que abordará diversos temas, entre eles a liderança feminina.

    Conferência Liderar
    A Conferência Liderar é organizada pelos Pastores Batistas Cariocas e acontecerá nos dias 30 e 31/08, sendo sediada pela Primeira Igreja Batista de Irajá – R. Toropasso, 47 – Irajá. As plenárias centrais da conferência trazem os pastores João Reinaldo Purin JR (IB Méier), Wander Ferreira Gomes (PIB Recreio) e Jeremias Pereira (8ª Presbiteriana de BH). Serão três mensagens com grandes lições de liderança, partindo do contexto bíblico às experiências pessoais.

    Além delas, os participantes terão acesso aos painéis temáticos, com as seguintes abordagens: “Inteligência emocional e desenvolvimento pessoal” – Janaina Eller, da PIB da Barra; “Liderança e o trabalho em equipe” – João Emílio, da PIB Irajá; “A mulher em posição de destaque: a importância da liderança feminina” – com Maura Rute, da PIB Recreio; “Mentoria e capacitação: desenvolvendo habilidades extraordinárias em pessoas comuns.” – Carlos Elias dos Santos (PIB Campo Grande); e “Liderança transformacional” – Marcos Petricci (PIB Moça Bonita).

    As inscrições podem ser realizadas pelo site www.batistacarioca.com.br/conferencialiderar/, com promoções para caravanas de líderes. O site também traz outras informações sobre o evento como, por exemplo, a programação.

    Congresso de Administração Eclesiástica
    Ainda falando sobre o aperfeiçoamento de líderes, a Convenção Batista Carioca também realiza, no dia 29 de setembro, mais uma edição do Congresso de Administração Eclesiástica, dessa vez sendo sediado na PIB de Jacarepaguá.

    O Congresso vem, a cada ano, levando novidades sobre atividades administrativas, contábeis e fiscais do universo eclesiásticos. É uma programação que cobre os períodos da manhã e tarde, com painéis centrais inspirativos e oficinas técnicas, de acordo com perfis ministeriais.

    A título de exemplo, no último ano foram realizadas sete oficinas, tratando dos seguintes assuntos: Secretaria – elaboração de atas; Atribuições e responsabilidades de um Conselho Fiscal e a iminente cassação do CNPJ das igrejas,; Ministério com Idosos; Como ser um tesoureiro eficiente; Como promover missões e o PAM na Igreja Local; Ministério de culto e louvor e como elaborar uma ordem de culto, ; e Aposentadoria: leis atuais, contribuições e possibilidades. Espera-se conteúdo parecido para a programação de setembro, mas com algumas novidades.

    O Congresso de Administração é gratuito, com inscrições sendo feitas pela página www.batistacarioca.com.br/administracao-eclesiastica/ (em breve).

    Workshop Canta Natal
    Pensando nas atividades de final de ano, os Músicos Batistas Cariocas realizarão, no dia 10 de agosto, na IB Memorial da Tijuca (R. Conde de Bonfim, 789) um workshop para o aperfeiçoamento de coristas. Todos os anos, a MBC realiza o Canta Natal, que abre vagas para a participação de cantores de todas as igrejas batistas cariocas. Para 2019, a ideia é qualificar o grupo, reparando as fragilidades técnicas e devolvendo às igrejas membros musicalmente mais experientes.

    O Workshop Canta Natal 2019 traz a participação de Steella Júnia, com seu recital de piano, e as palestras de Eduardo Lakschevitz (Dinâmica de Ensaio Coral), Erick Alves (Técnica Vocal) e MM Gabriel Azevedo (Leitura de Partitura). As inscrições estão abertas pelo site www.e-inscricao.com/ambc/workshopcantanatal2019 , com preços populares, incluindo alimentação ou não.

    União Feminina Missionária Batista Carioca
    A UFMBC está organizando uma série de atividades para os meses de setembro, outubro e novembro.

    Começando pelas crianças, no dia 14/09, meninas de igrejas batistas da capital se encontrarão na PIB do Rio para o 43º Congresso Carioca de Mensageiras do Rei. O evento acontece das 8h30 às 17h, com participação da querida missionária Lúcia Margarida e da Cristolândia Feminina – projeto da Junta de Missões Nacionais.

    Crianças de 4 a 8 anos também serão contempladas com o 1º Congresso de Amigos de Missões, no dia 19/10, no Centro Integrado de Educação e Missões (CIEM).

    Em novembro, no dia 9, jovens e adultas se encontram no 2º Congresso de Mulheres Cristãs em Missão. O evento acontece, das 9h às 16h, na PIB de Jacarepaguá, contemplando toda a região Oeste do Rio.

    Adolescentes em ação
    Cumprindo a tarefa de investir na vida cristã dos adolescentes, a organização Adolescentes Batistas Cariocas realiza, no dia 3 de agosto, na Igreja Batista do Méier (R. Hemengarda, 31), o encontro “Chega Junto”.
    A programação terá início às 18h e promete um momento diferenciado, com apresentação de coros, bandas e grupos de coreografia.

    Vale a pena investir nesta faixa etária, promovendo momentos de sociabilidade e reflexão. Incentive seus adolescentes e, por que não, venha conferir também.

  • ‘É difícil aceitar, mas o mundo é dinâmico’

    ‘É difícil aceitar, mas o mundo é dinâmico’

    [et_pb_section fb_built=”1″ admin_label=”section” _builder_version=”3.0.47″][et_pb_row admin_label=”row” _builder_version=”3.0.48″ background_size=”initial” background_position=”top_left” background_repeat=”repeat”][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.0.47″][et_pb_text admin_label=”Text” _builder_version=”3.0.74″ background_size=”initial” background_position=”top_left” background_repeat=”repeat”]

    Ao longo de sua história, a Igreja sempre foi desafiada a crescer em tempos de crise e perseguição, mantendo o foco na dependência do Espírito, na unidade e cooperação. Mas, nos últimos anos, quando nos despedimos da pós-modernidade e seguimos para uma nova era de desafios e oportunidades, necessitamos de líderes que, além de uma visão de fé, sejam dotados de ferramentas capazes de interpretar e conduzir um rebanho crítico.

    Pautados nessas questões, os pastores batistas cariocas optaram por novos rumos à OPBB-Ca. Trocaram a antiga ênfase nas questões estatutárias pela compreensão das necessidades de seus pares. Flexibilizaram processos e atualizaram seu sistema de gestão, que passou a abranger não apenas a função de ministro, mas questões existenciais do indivíduo e sua família. Tudo isso aconteceu paralelamente à crise econômica brasileira, quando os recursos permanecem escassos. Porém, vimos surgir uma equipe coesa, com discurso unificado e uma vontade grande de presentear a OPBB-Ca com um legado de bênçãos.

    Em entrevista ao site Batista Carioca, Rômulo Borges, coordenador executivo da Ordem dos Pastores do Brasil – Seção Carioca, fala sobre a nova fase experimentada pela organização, seus desafios e desejos para o estabelecimento de uma visão que traga esperança e resultados sólidos.

    Vemos, na denominação como um todo, uma crise no tocante ao cooperativismo. A OPBB Carioca tem visto alguma melhora nesta área em suas programações e demais atividades?

    Há uma onda que impulsiona a competitividade. Fruto de diversos fatores de mudança no mundo. Nós precisamos revisitar o conceito de cooperatividade, e dizer porque ele é importante. Atualmente, a competitividade é sinônimo de maior eficiência e resultados. Contra isso não há o que dizer. A cooperatividade denominacional precisa se associar à eficiência de gestão e resultados. Somente assim resgataremos o ideal cooperativo. É necessário uma revisão séria, comprometida com a modernização da denominação, envolvendo gente do mundo corporativo, aplicando os métodos de gestão estratégica, e abandonando o personalismo. Não creio que o caminho da reforma estatutária seja o percurso melhor. A nossa referência não deve ser o Congresso Nacional. Não devemos reproduzi-lo…

    Falando em modernização, como a OPBB identificou a necessidade de dar luz a temas que, originariamente, vieram do ambiente empresarial (workshops de planejamento e eventos sobre performance)? De que maneira eles podem ajudar nossos líderes a desenvolverem seus ministérios?

    É difícil aceitar, mas o mundo é dinâmico. E com isso as estruturas tendem a se renovar. Novas ferramentas começam a surgir, que fazem parte da inteligência humana para o melhor desenvolvimento das técnicas e sistemas. Mas “por que” eu digo “ser difícil aceitar”, isso se deve ao fato de que a igreja como estrutura se atualiza também. O ser humano deve ser desenvolvido, a partir de habilidades. Alguns terão isso geneticamente mais visível, outros nem tanto. Há, contudo, uma necessidade imensa de integrar as ferramentas de gestão, atualizações de informação com o ministério pastoral. Isso não significa perder a identidade. Apenas, entender que o mundo é dinâmico, os processos se movem, modificam-se. O líder é aquele que precisa ter consciência disso. Liderança esta associado à aprendizagem. Se o líder deixa de aprender, deixará de liderar, tornar-se-á obsoleto. Acontece nesse momento, um “achatamento da sua liderança”. E as consequências são graves. Ser pastor é ser líder…

    E como anda o desenvolvimento do planejamento estratégico da OPBB-CA e quais os resultados esperados para 2025, quando se encerra o ciclo desse planejamento?


    Workshop de Planejamento Estratégico para Instituições do Terceiro Setor. Uma realização da OPBB Carioca.

    O planejamento é o marco da nossa gestão. Eu, por exemplo, quando assumi, o fiz um compromisso de condição. Não seguiria, nesta causa, sem a ferramenta do Planejamento e Práticas de Gestão Estratégica. Como o Conselho comprou a ideia, colocamos em curso essa “missão”. O grande desafio é olhar a história, criticar o presente, e focar no futuro. Muitas coisas deixadas foram benéficas, outras nem tanto. Transitar um ciclo cultural para outro demora. Creio que em 2025 estaremos com o trem em outros trilhos. A partir daí, veremos resultados, que são em sua grande maioria médio a longo prazo.

    Percebemos que ‘mentoria, capacitação e família’ são temas recorrentes na OPBB. De que maneira eles se relacionam com os desejos da organização para seus pastores?

    Bom. Estamos passando por uma transição. Percebemos que, com o tempo, esquecemos e distanciamos o olhar para quem realmente importa no contexto da OPBB Carioca: o pastor. Não são as Assembleias, Estatutos, Regimentos, Procedimentos Administrativos. Isso tudo faz parte, mas não podemos girar em torno disso. Entendemos também que o pastor não está sozinho. Existe uma conjuntura de oportunidades que integram o ministério pastoral. Decidimos por ir nessa direção. E a mentoria, capacitação e família pastoral fazem parte do conceito holístico.

    E quanto aos projetos de auxílio a pastores do campo carioca. Como funciona esse apoio?

    Este ponto é um dos mais difíceis para nós. Atualmente, ajudamos os pastores pontualmente. Hoje, a Convenção atua com o FAM – Fundo de Apoio Ministerial. Mas é necessário aprimorar. Precisamos de algo que diminua a fragilidade que existe no sustento do ministério pastoral atualmente. Creio que exista interesse das grandes igrejas, e de alguns pastores e empresários, de financiar alguns ministérios. Entretanto, para colocarmos essa proposta em curso, é necessário estabelecer as regras. Vamos esperar o Planejamento Estratégico. Ele promete revisitar tudo isso.

    Quais os grandes desafios da OPBB Carioca para 2019?

    1 – Despersonalização jurídica;
    2 – Finalização da 2ª etapa do Planejamento Estratégico;
    3 – Reestruturação do Modo de Governança a partir do Planejamento, definindo como será o modo de operação, depois de aprovado os novos conceitos institucionais;
    4 – Envisionar e mostrar a importância das mudanças (deslocamento cultural);
    6 – Ampliar o Programa de Mentoria Carioca para mais regiões;
    7 – Desenvolver projetos para as Esposas de Pastores; entre outros…

     

    [/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row background_color=”#d6d6d6″ _builder_version=”3.19.13″][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.19.13″][et_pb_testimonial quote_icon=”off” portrait_url=”http://cbc.missoesrio.com.br/wp-content/uploads/2019/02/romulo-1.png” _builder_version=”3.19.13″]

     

    Rômulo Borges é executivo da OPBB Seção Carioca, formado em Teologia pela STBSB; Graduando em Psicologia; Graduando em Administração.

    [/et_pb_testimonial][/et_pb_column][/et_pb_row][/et_pb_section]
  • Por que o Lar Batista do Ancião precisa de doação mesmo cobrando mensalidade?

    Por que o Lar Batista do Ancião precisa de doação mesmo cobrando mensalidade?

    Há seis anos trabalhando no Lar Batista do Ancião, inúmeras vezes já me fizeram esse questionamento. Confesso que, como instituição confessional cristã, ela deveria, sim, viver somente de doações. Mas, na realidade, um serviço de acolhimento institucional ao idoso não é algo simples e muito menos barato.

    Na última década tivemos mudanças significativas no que diz respeito ao atendimento institucional ao idoso. Após o escândalo da Clínica Santa Genoveva, em 1996, onde 156 idoso morreram num período de cinco meses, levantou-se a questão sobre que tipo de atendimento era oferecido aos idosos institucionalizados, visto que nessa época não existia legislação específica que fiscalizasse esses espaços. Em 2003, é sancionada a Lei 10.741 – O Estatuto do Idoso – momento quando se reconhece legalmente a vulnerabilidade do idoso e da garantia de direito à proteção.

    Partindo do Estatuto do Idoso, surgem outras legislações que regulamentam as instituições totais que atendem idosos em caráter permanente, alterando a nomenclatura de “ASILO” para ILPI (Instituição de longa permanência para idosos), exigindo uma prestação de serviço de acolhimento não pode ser pautada na caridade e boa vontade somente, sendo primordial um atendimento técnico e especializado em gerontologia. Sendo assim, as instituições de idosos no Município do Rio de Janeiro devem corresponder em seu atendimento às atuais legislações vigentes: 283/05 ANVISA, Resolução Municipal 2.719/15, Lei estadual 8.049/18, passíveis de fiscalização da Vigilância Sanitária, Ministério Público, Conselho dos Direitos da Pessoa Idosa e outros previstos em lei. O conjunto destas legislações apresenta a importância da prestação de serviços ao idoso institucionalizado por uma equipe multidisciplinar, tais como: técnico de enfermagem, cuidador de idosos, cozinheiros e auxiliares de limpeza, manutenção e lavanderia.

    Toda essa estrutura de Recursos Humanos demanda relações trabalhistas, geradora de um alto e principal custo financeiro na realização dessa Missão de cuidar de idosos que é ininterrupta, onde o trabalho voluntário só deve ser considerado em caráter complementar. Pois o mesmo traz em si fragilidades que prejudicam o atendimento ao idoso – que depende de terceiros para realizar suas atividade de vida diária.

    Diante da realidade atual e baixíssima cooperação financeira convencional, o Lar Batista do Ancião tem sobrevivido através de fixação de uma mensalidade para custear a folha de pagamento dos profissionais contratados. Mas, se tratando de uma instituição cristã, não tratamos essa relação financeira de forma fria, buscando sempre considerar as necessidades para o pleno funcionamento do Lar, tendo em vista que 75% da receita são absorvidas com recursos humanos. Desta forma, as doações de diversas formas nos ajudam a complementar ou reduzir custos em busca de um almejado equilíbrio financeiro e um atendimento de qualidade.

    Sendo assim, meus irmãos, nós Batistas Cariocas podemos mudar essa realidade e transformar o Lar Batista do Ancião num lugar acessível a qualquer idoso que necessitar de amparo, mas só é possível se unirmos forças. E Deus, que faz o impossível, completará a obra que não é de homens, pois os homens passam, como uma flor do campo que murcha e cai, pois, enquanto Jesus não vier buscar sua igreja, as mazelas do pecado multiplicam-se e continuam. Por isso convido aos irmãos: foquem na Missão!

    Se você ainda não conhece o Lar Batista do Ancião, venha nos conhecer. São diversas as oportunidades de nos ajudar!

    Elaine F. Alves Nolding
    Assistente Social da Junta de Ação Social da Convenção Batista Carioca e do Lar Batista do Ancião em Campo Grande, Rio de Janeiro – RJ

  • Ebenézer! Até aqui nos ajudou o Senhor!

    Ebenézer! Até aqui nos ajudou o Senhor!

    Pr. Nilton Antonio de Suza
    Dir. geral da CBC

    Neste tempo de “JUNTOS PELA TRANSFORMAÇÃO DO RIO”, calcados no desafio de Jr 29.7 “Trabalhem pela paz da cidade… Orem por ela ao Senhor, pois a prosperidade de vocês depende da prosperidade dela”, vejamos alguns pedacinhos dessa história: sua origem, atual e perspectivas futuras:

    A CBC foi organizada em primeiro de janeiro de 1905, no templo da PIB Rio de Janeiro, com o nome de Sociedade Missionária Batista do Rio, com as seguintes igrejas representadas: PIB Rio, PIB Niterói, IB Engenho de Dentro (hoje, SIB Rio de Janeiro), IB Santa Cruz (hoje PIB. Campo Grande), IB Paraíba do Sul, IB Sapucaia, IB Peão e IB Barão de Aquino.

    Pela proximidade, as igrejas do Estado do Rio uniram-se às da Capital (DF). As restantes uniram-se à Associação Batista Fluminense, organizada em 1907. É colocada no Estatuto a seguinte expressão: “Fica resolvido que a Sociedade não se comporá de indivíduos, mas de igrejas”.

    O Jornal Batista do dia 30.12.1904 já informava que “… esta auspiciosa data será um marco na história da evangelização pátria. Oito igrejas formam parte da Sociedade Missionária, das quais, a maior delas, é bem fraca, segundo as coisas do mundo, mas estas pequenas igrejas dão começo a uma obra que, em tempos futuros, será uma obra colossal, como pequena é a nascente do Amazonas, mas quando deságua no oceano, faze-o recuar algumas léguas, tal a sua força e o volume de suas águas”.

    No JB de 10.01.1905, fala que a primeira diretoria foi eleita por aclamação: Presidente – Francisco Fulgêncio Soren; vice-presidente – Francisco de Miranda Pinto; 1º.secretário arquivista – Américo Luciano Senna; 2º.secretário arquivista – Julião Magalhães Passos; tesoureiro – Theodoro Rodrigues Teixeira; secretário correspondente – A. B. Deter.

    No Estatuto aprovado constava: “o seu fim é propagar e difundir, em nosso país, por todos os meios “lícitos” e “santos” o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, tal como se acha nas Escrituras, que são a nossa única regra de fé”. Sobre a 3ª. Assembleia da Sociedade Missionária Batista do Rio, escreve o Jornal Batista de 17.01.1907 que “houve nessa reunião anual, um espírito de santa harmonia cristã, igual ao que se manifestou na primeira sessão em que a Sociedade se fundou”. Crescemos muito de lá para cá e, é impressionante visitar e participar de cultos e nas atividades destas igrejas: muita diversidade em termos de liturgia, de organização e de administração e até na fidelidade às doutrinas bíblicas e batistas”.

    Neste tempo de “JUNTOS PELA TRANSFORMAÇÃO DO RIO”, é mister que cada um de nós, pastores e igrejas, compartilhemos uns com os outros o nosso amor, o nosso ardor, os nossos corações, as nossas visões, a nossa bondade e os nossos recursos, mesmo que sejam proporcionalmente pequenos, para que realmente sejamos UM como Convenção Batista Carioca!

    Estejamos unidos pela transformação de nossa cidade! Deus pode contar com cada um de nós? Desejemos e ajudemos uns aos outros a fazer de 2019 um ano de muita oração, muito trabalho e abundante colheita!

    Entre o passado, onde estão as nossas recordações, e o futuro onde estão as nossas esperanças, existe o presente onde estão os nossos privilégios e responsabilidades! O nosso futuro não depende das nossas possibilidades presentes, mas da nossa decisão de transformá-las em desafios bem alicerçados no coração e na prática.

    O que vislumbramos de imediato:
    • O término do trabalho do GT Reestruturação e seus desafios a serem consolidados na aprovação da Reforma do Estatuto e Regimento Operacional nos dias 15/02/19 (19h) e 16/02/19 (09h às 16h) na IB. Méier;
    • 100% dos pastores e igrejas treinados nos desafios da “Igreja Multiplicadora”, levando cada batista à pratica da evangelização discipuladora!
    • Mais pastores, educadores, diáconos, músicos, mulheres, homens, jovens, adolescentes, juniores e crianças participando das suas organizações e redes afins!
    • Mais vocacionados se preparando para cumprir o seu chamado e recebendo todo apoio dos seus pastores e igrejas!
    • Mais missionários sendo usados por Deus na conquista de almas para Cristo em nossa cidade!
    • Mais alunos em nosso Colégio Batista Shepard!
    • Mais idosos sendo atendidos no LBA e mais irmãos e igrejas envolvidas nos ministérios sociais da JASC e das próprias igrejas!
    • 100% das igrejas participando do Plano Cooperativo e levantando uma oferta para “Missões Rio”!
    • Muitos outros irmãos participando do PAM-Rio!

  • O dia passa e o luto continua

    O dia passa e o luto continua

    O Dia de Finados é uma data marcada pelo luto. Mas, durante todo o ano, milhões de pessoas visitam cemitérios para prestar as últimas homenagens a familiares e amigos que partiram. Nesse momento importante, de reflexão e recordações, missionários têm representado os batistas cariocas na evangelização e aconselhamento de vidas marcadas pela dor da separação. São pessoas chamadas por Deus para chorar com os que choram e mostrar que existe um consolador que pode transformar a tristeza em alegria.

    A Capelania aos Enlutados da Convenção Batista Carioca nasceu com a missão de “promover o cuidado e o aconselhamento de pessoas enlutadas, cultivando um relacionamento com a igreja local para o desenvolvimento espiritual dessas pessoas”. Além disso, uma das importantes ações dos que atuam nessa área é promover a capacitação de igrejas para o trabalho com os enlutados.

    Pr. Nelson Cardoso é o mais antigo missionário dessa capelania. Através das sementes lançadas aos corações enlutados e, especialmente, às igrejas e seus vocacionados, hoje a capelania conta com quatro representantes de tempo integral e diversos voluntários. O missionário Felipe da Conceição foi o segundo a somar à capelania. Ele, que nunca sonhou em ser um capelão aos enlutados, viu-se atraído por Deus, tendo sua vocação consolidada após meses de experiência prática ao lado do Pr. Nelson.

    Amariz Braz foi a terceira capelã da equipe. Sua chegada permitiu a ampliação dos atendimentos e sua experiência prévia como missionária em outros campos foi uma das grandes responsáveis por sua notável adaptação ao ministério. Por fim, o missionário Fábio Lima veio como a mais nova aquisição, sendo tocado por Deus ao verificar que, nos cemitérios, poderia alcançar vidas que, dificilmente, entrariam em uma igreja evangélica.

    São vidas como a da assistente social Abertina Carvalho, que perdeu dois familiares em períodos muito próximos. “Vivi uma experiência de luto na minha família, quando o pastor Nelson deu todo o apoio. Na hora de muita necessidade, ele veio com uma palavra. Foi muito marcante porque, em um momento, sem saber, ele declamou o salmo que minha mãe tanto amava. Creio que ele foi guiado por Deus neste momento. Isso ficou marcado. Então ninguém melhor que eu para agradecer ao trabalho que está sendo feito”.

    A Capelania aos Enlutados atua em seis cemitérios do Rio de Janeiro e já se encontra em mais uma fase de expansão, chegando ao Cemitério do Pechincha/ Jacarepaguá. Isso só está sendo possível pela visão de multiplicação de líderes. Andréia Pereira dos Santos, cujo testemunho poderá ser lido aqui, vem sendo capacitada para, em breve, assumir uma frente missionária.

    Tudo isso está sendo possível porque pessoas e igrejas estão apoiando estes projetos. Seja como voluntário ou mantenedor, você também pode fazer parte dessa proposta missionária. Acesse www.missoesrio.com.br/pam e adote um projeto da Capelania aos Enlutados. Vidas precisam ser alcançadas pelo evangelho.