Autor: Administrador

  • ABC realiza congresso 2015

    ABC realiza congresso 2015

    Começa hoje o Congresso dos Adolescentes Batistas Cariocas. O evento, previsto para às 18h30, será realizado na Igreja Batista Itacuruçá e nas dependências do Colégio Batista.

    Neste ano, o congresso vai discutir o equilíbrio entre a fé e a razão. Para isso, conta com a participação dos pastores Cleudair Godoi, Henrique Araújo, Raphael Chedid e Fernando Pinto. Durante a programação, os congressistas ainda participam de workshops, fóruns de discussão sobre temas da atualidade e oficinas de evangelho criativo.

    palestrantes

    Para participar do evento, o adolescente não paga nada. Mas há opções de pernoite e alimentação. Neste caso, é necessário acessar o link do Grupo Congresso da ABC 2015 – www.facebook.com/groups/1427215507600482 ; baixar e imprimir a ficha de inscrição; e fazer o depósito na conta disponível na ficha. Leve o comprovante de pagamento e a ficha de inscrição assinada pelo responsável.

    Confira os valores:

    R$ 52 – diária
    Pernoite com café, almoço e janta

    R$ 112 – Pacote
    Pernoites durante todo o evento com café, almoço e janta

  • Batista Shepard investe para atrair novos alunos

    Batista Shepard investe para atrair novos alunos

    O Colégio Batista Shepard tem investindo na melhoria de seu patrimônio e de sua área pedagógica para atrair novos alunos. Dentro deste leque de investimentos estão as reformas do Ginásio, salas de aula, quadra poliesportiva, das áreas de convivência, o estacionamento, os auditórios, entre outros.

    A direção também tem investido em tecnologia educacional, colocando multimídia em quase todas as salas e aprimorando seus laboratórios de informática. Medidas como esta estimulam professores a melhorarem seus desempenhos e, consequentemente, resultam em melhoria nos processos pedagógicos.

    Como resultado deste investimento, o Batista Shepard tem crescido numa média de 80 novos alunos por ano, ou seja, três novas turmas anualmente. Em 2010, a instituição contava com 802 alunos; em 2015, 1.172; agora, em 2016, se prepara para receber 1.250 matrículas.

    Estacionamento recuperado
    Depois de um longo período de difícil negociação e de uma gestão que não atendia às demandas de crescimento da instituição, o Shepard recuperou três espaços destinados ao estacionamento dos carros dos pais dos alunos, dos empregados do Colégio e dos visitantes.

    Com a retomada, o colégio investiu em um novo recapeamento com asfalto na área, na demarcação das vagas e cercando e definindo os espaços de estacionamento, conforme as diversas necessidades.

    O Colégio Batista Shepard é uma instituição de ensino vinculada à Convenção Batista Carioca. Está situado à Rua José Higino, 416 – Tijuca. Faça uma visita e veja porque é um dos melhores centros de educação da região. Se preferir, entre em contato pelo número (21) 2105-0552.

    Fotos do Colégio Batista Shepard

  • Combate à corrupção

    Combate à corrupção

    O procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da Força-Tarefa da Operação Lava Jato, estará no Rio de Janeiro para mais uma rodada de apresentação do projeto “Dez medidas de combate à corrupção”. O evento, aberto ao público, acontecerá no dia 27 de julho, às 15h, na Capela do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil.

    Dallagnol esteve na manhã desta sexta-feira na sede da Procuradoria da República de Minas Gerais, em Belo Horizonte, para apresentar as medidas contra a corrupção. Segundo ele, de modo geral, a ideia é a punição dos culpados, independente de quem sejam, a recuperação das verbas desviadas e o fim da impunidade do país.

    Para o procurador, o problema da corrupção no país é bem mais amplo do que se pensa, atingindo todo o sistema. “Mudanças estruturais são difíceis de acontecer, nós nos inspiramos na experiência internacional para sugerir ao Congresso Nacional essas soluções. A Lava Jato, trata hoje de um tumor, de um caso específico de corrupção, mas o nosso problema é que o sistema é cancerígeno. Ao mesmo tempo que tratamos de uma situação concreta, o sistema está gerando várias outras situações paralelamente”.

    dallagnoolAs dez medidas contra a corrupção foram lançadas pelo Ministério Público federal em março desse ano com o objetivo de garantir melhorias específicas nas leis penais e processuais. O documento será encaminhado para a aprovação do Congresso Nacional, mas a pressão da sociedade é essencial para que elas entrem em vigor já que a atual fase da Lava Jato investiga a participação de políticos no esquema, podendo chegar ao presidente da Câmara Federal, o deputado Eduardo Cunha. “Eu acredito que se a sociedade se posicionar de modo favorável a implantação dessas nossas medidas, os nossos representantes eleitos vão ser sensíveis e aprová-las”, afirma o procurador.

    As propostas contra a corrupção incluem maior transparência para o Judiciário e MP, criminalização do enriquecimento ilícito de agentes públicos, crime hediondo para altos valores e aumento de pena, responsabilização de partidos, entre outros. A ideia é diminuir ao máximo a impunidade e desestimular a prática de desvios. “A corrupção hoje rouba a comida, o remédio e a escola do brasileiro. Quem rouba milhões, mata milhões. Segundo a ONU {Organização das Nações Unidas], são retirados anualmente R$ 200 bilhões dos cofres públicos brasileiros na corrupção. Com esse valor, é possível duplicar o orçamento da saúde e da educação”.

    O Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil localiza-se à Rua José Higino, 416 – Tijuca. Para mais informações sobre o projeto Dez Medidas Contra a Corrupção, acesse www.combateacorrupcao.mpf.mp.br/10-medidas . Veja também pelo endereço facebook.com/mude.chega

  • Inamaldiçoáveis

    Inamaldiçoáveis

    Pr. Sérgio Dusilek

    Uma erva daninha cresce no meio dos evangélicos, mas que nada tem do Evangelho. Trata-se do praguejamento, do amaldiçoar o outro. Num tempo de crescente violência na espiritualidade, como bem asseverou o Pr.Grellert, é de se esperar que tais coisas aconteçam. Vai do crente comum (terminologia horrível essa, confesso), aos líderes de grupos, de departamentos, de ministérios, de células, passando por pastores, bispos e preferencialmente os “apóstolos” contemporâneos.

    Na origem desse recrudescimento estão alguns fatores. Primeiro a própria aproximação dos chamados evangélicos com o judaísmo e com a territorialidade nele existente. Tudo se torna conquista, avanço. Escoram-se em alguns Salmos (ex.137:9), mas não no Espírito dos Salmos. Por isso suas palavras mortificam ao invés de vivificar. Na verdade quase tudo nesse tipo de pensamento é preocupante: porque o movimento é para fora, numa sacralização do mundo, e não para dentro. Dessa maneira, cada vez mais bandeiras (símbolo da territorialidade) são erguidas, menos transformação acontece. A coisa é tão gritante que se antes tínhamos gente que não conhecia a profundidade do evangelho pois não o conseguia viver, hoje nem o conteúdo, a teoria, conhecem. Daí amaldiçoar os outros, sejam em palavras, seja em atitudes. Sim, porque nem toda maldição é escancarada; há o tipo que a propaga na sutileza como achar que algo só dá certo porque determinado líder está “por detrás” daquele grupo… uma espécie de maldição com 50 tons do mais puro narcisismo. Há aquelas que escoradas em interpretações mal intencionadas do texto bíblico, como as que afirmam que o joio são as pessoas que deixam “aquela” comunidade local… A questão não é se “pega ou não pega”, mas sim que é desgastante passar por isso.

    Um segundo fator é a composição da espiritualidade do brasileiro, povo miscigenado não só nas raças, mas também nas tradições religiosas. Para esse povo que somos nós é normal aceitar que numa religião possa se invocar o mal e o bem, o “trabalho” para ajudar e o para prejudicar. Faz parte do nosso ethos cultural-religioso. Em assim sendo, as pessoas convertem a Jesus, e ao invés de serem convidadas a aprofundarem sua experiência com Deus, são mantidas na superficialidade. Talvez porque a superficialidade produza consciências fragilizadas, impressionadas e manipuladas, ao passo que a profundidade gera avaliação, crítica. Uma vez sendo rasos na fé, misturam as estações das tradições religiosas que compõem o Areópago (At.17) brasileiro, e permanecem desconhecendo que Cristo na Cruz do Calvário se fez maldição por todos nós, de uma vez por todas (Gl.3:13-14). E mais: não são instruídas que no Evangelho somos chamados a bendizer e não a maldizer.

    O terceiro fator é a falta de amor. Suspeito que o crescimento de igrejas e denominações esteja mais ligado ao sentimento de dominação do que ao amor. Não é “paixão” pelos perdidos… é a perdição dos apaixonados mesmo. A feição empresarial de muitas igrejas faz com que se veja o mundo ao redor como concorrente, num “mercado” competitivo. Definitivamente competição e concorrência não são vocativos da conciliação, mas sim da disputa e da dissensão. Ora onde há amor há benfazejo. E em comunidades de fé que vivem o amor a tônica é o compartilhar e não o binômio ter/reter. Mas na construção de um sistema político-religioso (que na minha avaliação é muito mais perverso que o político-partidário) o que se estabelece não são os laços da ternura, da compaixão, do amor; e sim os traços de seita. Por isso que quando um sai desse sistema (lembra do divergente?) ele é amaldiçoado ou visto como alguém que caminha para a maldição ou ainda para um lugar maldito, ainda que esse lugar (por exemplo) seja uma outra comunidade da mesma fé e ordem. Esse pensamento é o de qualquer seita no mundo. O que essa ideia faz no meio da Igreja de Deus?

    Por fim destaco que você sendo de Jesus, é parte do povo de Deus, o que o (a) torna inamaldiçoável (Nm.22:12, 23:8, 24:9). Aliás, o amaldiçoar é qualidade do injusto e não do justo (Rm.3:9-18). Cristo pagou um alto preço por cada um de nós (I Cor.6:17,22), para que nEle recebêssemos toda sorte de bênçãos espirituais (Ef.1:3)! Você é abençoado por Deus pois a maior benção do céu repousa no seu coração. Não se deixe aprisionar por essas “sutilezas”.

    Extraído do blog pessoal sergiodusilek.worpress.com

    Os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores e não refletem necessariamente a opinião do site.

  • Experiências de um carioca no Canadá

    Três missionários da Convenção Batista Carioca estão em Toronto, no Canadá, participando de uma equipe de evangelização brasileira que tem como foco a evangelização de atletas, funcionários e torcedores envolvidos nos Jogos Pan-Americanos. Segundo o pastor Ulisses Torres, que coordena o departamento de missões da CBC, a participação de sua equipe visa o aperfeiçoamento das estratégias de evangelização em eventos esportivos, já que em 2016 o Rio será palco dos Jogos Olímpicos.

    Sobre as experiências vividas no Canadá, o pastor ressalta a qualidade da organização, típica de um país de primeiro mundo e a receptividade da população de Toronto. Do ponto de vista espiritual, ressalta o esfriamento e secularização – dois grandes desafios dos cristãos daquele país.

    ulisses evangelizando em toronto“O Canadá é um país chamado de ‘primeiro mundo’ e, realmente é muito organizado. Mas, esse país tão convidativo e aconchegante, passa por um tempo de esfriamento espiritual muito intenso. Templos estão sendo vendidos, igrejas estão esvaziando e todo aquele que se assume ser cristão é rotulado como ignorante ou fundamentalista.

    Por mais paradoxal que seja na terra onde A.W.Tozer foi pastor, a cada uma igreja que é organizada, sete são fechadas. As pessoas têm apoio governamental, recursos financeiros, mas não têm carinho. Os brasileiros chegaram aqui com a função de usar suas brasilidades para proclamar amor e a compaixão do nosso Mestre. Oremos pelos cristãos que permanecem firmes no Canadá, para que consigam testemunhar do amor do nosso Salvador.

    Sobre famílias no Canadá. Ontem (dia 14) nosso grupo saiu para visitar algumas famílias. Apenas fomos emprestar nossos ouvidos, cantar e dar palavras da Verdade e do Amor! O povo aqui é muito tranquilo e, por isso, as conversas são longas e pacificadoras. Que momento maravilhoso com aquele casal já no final da vida (idosos), mas com tanto desejo de compartilhar. A mulher com uma doença que só mexe os olhos e o marido cuidando dela (ele com 80 anos). Mesmo assim o sorriso sempre no rosto dos dois.

    À tarde, enquanto estávamos no transporte público, indo para a Vila do Pan, uma senhora canadense puxou assunto conosco e no desenrolar da conversa ela fala: ‘prefiro os países competindo em jogos do que nas guerras’.

    Duas constatações: os idosos no Canadá ficam sozinhos, sem a presença da família (seja em casa ou asilos). Precisamos dar mais atenção para os mais velhos, eles têm muito o que nos ensinar.”

  • Não chame homem honesto de corrupto

    Não chame homem honesto de corrupto

    Por William Douglas, Juiz Federal, Professor e Escritor, escrevendo na qualidade de cidadão

    Queridos,

    Vou falar sobre a corrupção no Sistema Petrobras e sobre honradez.

    Fui advogado aos 21 anos, Delegado de Polícia aos 23, e, em seguida, Defensor Público, Juiz e Professor. Acreditem: eu conheço bastante os meandros da maldade. Não bastasse tudo isso, frequento desde favelas até as altas rodas. Da favela, mudaram o nome, mas não a realidade; nas altas rodas, tirando a possibilidade de ser preso, nada mudou.

    Veiculo aqui uma lição aos corruptos e aos irresponsáveis, aos que falam mal dos outros sem ter o curial e básico cuidado de não falar besteiras. Eis a lição: se tem algo que não se deve fazer é chamar um homem honesto de corrupto.

    Se você chamar um corrupto de corrupto ele vai negar, reclamar, dizer um monte de coisas por si ou por seu advogado, mas garanto: não vai insistir nas reclamações. No fundo, ele não quer ser investigado e por isso se cala. Sabe-se que aquele que tem culpa no cartório não vai além da protocolar arguição de inocência, de dar alguma desculpa e ficar quieto torcendo para que o escândalo seguinte tire o foco de cima dele. E, como não faltam escândalos no Brasil, tudo fica por isso mesmo. Por ser assim, num país cheio de corruptos, as pessoas estão acostumadas a ofender a esmo e sem qualquer responsabilidade. Mas, repito, não faça isso com um homem honesto.

    Quem não se vende não vai ficar quieto se for ofendido, não vai querer que a coisa esfrie até passar tudo a limpo. Não, quem não vende contratos ou a coisa pública é diferente do corrupto. Este tem tudo, menos a honra; já o honesto tem uma casa menor, um carro menos luxuoso, viaja menos e não bebe o melhor do vinho que a França produz. O vinho caro do homem honesto é seu travesseiro, é sua consciência em paz, é poder olhar seus filhos sem ter vergonha do que fez no mandato passado. Isto é tudo que resta ao homem de bem. E, por incrível que pareça, e para alívio de um país cansado e desanimado, eis a notícia: servir e ter honra, sem se vender, é o que basta para alguns homens públicos.

    Então, não tire do honesto seu bem mais precioso: sua honra. E honra é algo difícil de ser compreendido por aqueles que abriram mão dela em prol de algo vil, seja o metal, seja o poder. Ou o melhor vinho da França. Sou amigo de Rubens Teixeira. Confiava em sua honestidade por mil motivos diferentes, mas nunca auditei sua vida. Só fiz as checagens possíveis antes de elegê-lo como meu coautor, e ele se saiu bem em todas. Sempre o vi dedicado à Transpetro, e quando vi seu relatório de atividades, percebi o quanto é competente e o quanto melhorou todos os índices de produtividade e qualidade da companhia.

    Um dos meus orgulhos como seu amigo era ver que enquanto a Petrobras afundava em denúncias concretas de superfaturamento, a Transpetro seguia incólume. Muito mal, na época das eleições, vazamentos de uma auditoria errada deram o que parte da imprensa gosta: acusações, mesmo que sem provas e sem ouvir o outro lado. Ou seja, qualquer pessoa que compare as duas empresas verá que alguma coisa boa acontecia na Transpetro. Enfim, sempre tive muito orgulho de ver sua dedicação, seus resultados e, em especial, a inexistência de acusações sobre sua pessoa. E ele faz por merecer esse nome limpo. Não é um acidente.

    Então, foi com grande surpresa que vimos, ao ser substituído do cargo de Diretor Financeiro da Transpetro, dizerem que era porque havia “suspeitas”, que era porque havia “bandeiras vermelhas”. Eles poderiam substituir o Rubens sem dizer nada, o cargo é demissível ad nutum, algo simples de ser feito. Mas não, era preciso passar a imagem de que alguma limpeza estava sendo feita, ou de que todos são corruptos, ou sei lá o quê, mas o fato é que tinham que denegrir a imagem de quem sai. O problema é que estamos diante de um homem probo: lançaram lama sobre quem usa trajes decentes. Isso não, isso não se pode aceitar. Não.

    Desde a primeira hora, a população, acostumada a tanta corrupção, achou que era só mais um dentre tantos casos. A imprensa, fazendo mal seu papel, não ouviu o Rubens. Os que o acusaram não se preocuparam, eu suponho, já que, como se diz, “a manchete do jornal de hoje embala o peixe amanhã” e porque é bem difícil alguém insistir em apuração de denúncias. O problema é que quando se cospe em gente de bem, em gente que optou por não se vender, por não enriquecer às custas do povo, por não financiar campanha política (claro, sempre cobrando sua parte), a vítima das acusações vai querer que a verdade apareça.

    Anoto que a imprensa costuma chamar o Rubens de “pastor da Assembleia de Deus”. Isto é modalidade de perseguição e intolerância, é apedrejamento por outra via. Qual a razão de a imprensa rotular o homem pela sua fé (como se isso o desabonasse) em vez de reconhecer seu invejável currículo? Por que não dizem que é Engenheiro Civil, que tem mestrado em energia /engenharia nuclear pelo IME, que é Bacharel em Direito, que tem Doutorado em Economia pela UFF, que tem obras publicadas, e, inclusive, prêmios por seu doutorado? Por que não mencionam que foi aprovado nos concursos para a AMAN, IME, EEAR, Oficial do Corpo de Bombeiros do RJ, TCU e Analista do Banco Central do Brasil?

    Que vergonha, imprensa, que vergonha! Sempre defendi e defenderei a liberdade de imprensa, mas me entristece quando vejo que esquecem que se a liberdade da imprensa é importante, a responsabilidade com a verdade também o é. Voltemos, porém, às dicas para quem quer assassinar reputações ou quer sustentar que “todo mundo faz”: informo com alegria que nem todo mundo faz, e não chame homem honesto de corrupto. Ele não vai se calar.

    Pois bem, o fato é que já estamos há 90 dias da substituição do Rubens Teixeira. As notícias, algumas no Ministério Público do Trabalho, é que até a cárcere privado submeteram funcionários da Transpetro. Tudo para tentar achar alguma falcatrua, alguma sujeira, algum “por fora”, alguma coisa desse naipe. Mas, curiosamente, nada foi achado. Imagino que frustração deve ser para um quem acusa saber que, ao contrário do que se disse, não houve nada fraudulento. “Como é que pode ser isso?”, deve pensar. Mas e se for dito, de de forma leviana, que alguém é “suspeito”? Quem disse, vendo que errou, deve pedir desculpas, não? É o mais ético a fazer.

    Pois bem, o Rubens Teixeira está há três meses, em sucessão de e-mails e notificações diretas e, agora, por cartório, insistentemente pedindo uma mesma e única coisa: “Digam por que vocês disseram que têm suspeitas contra mim, digam por que falaram em meu nome com ‘bandeiras vermelhas!’”. A insistência do Rubens é a dos homens honestos, é a dos homens que nada têm a temer, que nada devem. Para muitos, em um país onde pululam sem-vergonhas, essa pergunta é de um “louco” ou de um “chato”. Para um país envergonhado por tanta corrupção, essa pergunta é um alento. Se existiam “bandeiras vermelhas” e “suspeitas” sobre o bom nome do Rubens, por que não vieram a público?

    Se depois de três meses de pesquisa, e, tenham certeza, de esmeradas pesquisas, algo se achou, porque não contam? Seria ótimo para a sociedade saber qual foi a suspeita, qual foi a falcatrua. E, claro, isso mostraria que a demissão motivada “por suspeitas” não foi feita com irresponsabilidade ou má-fé. Sim, não há outra possibilidade: ou você sabe que a pessoa é corrupta e a demite, ou não sabe, ou não tem provas, e nunca deveria ter acusado levianamente uma pessoa de bem. Aliás, nem aos corruptos se pode acusar levianamente. A única diferença é que os honestos reclamam bastante.

    Pois bem, eu respondo usando minha experiência de 30 anos lidando com o Direito e com o serviço público: se estão quietos é porque nada foi achado. O problema é que o silêncio de quem acusou levianamente não limpa a mácula. O certo, o digno, o probo, o ético, o decente seria emitir uma nota pública, indicando as suspeitas ou declarando que nada se achou.
    Se as suspeitas são mostradas, o acusado pode se defender; se o acusador admite que errou, o dano ainda existe mas se reduz drasticamente. Mas não, parece que o Sistema Petrobras não está interessado em ser ético aqui, e isso só pode ser feito agora de dois modos: ou mostra a suspeita ou oficialmente retira a pecha de suspeito.

    Como eu gostaria de que algumas pessoas agissem como o Rubens. Eu gostaria muito de que todos os que participaram da compra de Pasadena, de Premium I e II, de Abreu Lima e do Comperj fizessem como o Rubens, que pede investigações, que quer saber qual é a acusação, que se coloca à disposição da imprensa para responder a toda e qualquer pergunta. Lamento também a imprensa cala, que parece que só quer ouvir quem tem medo de falar.

    O Brasil merece e precisa saber que há homens públicos que não levam dinheiro e que, quando acusados de suspeitos, ficam meses insistindo para saber qual é, afinal de contas, a acusação. Nunca chamem um homem honesto de corrupto.

    Aos que falam que Rubens é pastor, e é, mas não falam do seu currículo invejável, vale ler a Bíblia, a quem ele imputa seu sucesso profissional. A leitura de Provérbios 28:1 será bem útil: “Os maus fogem, mesmo quando ninguém os persegue, mas o homem honesto é valente como um leão”.

    Há, no país, pessoas entrando com habeas corpus preventivo e dizendo temer serem presos. Não sei se é o caso, mas me lembra o verso. E há pessoas valentes, que não aceitam que tirem sua honra, porque a preservam e valorizam. Tire tudo do homem honesto; tire o cargo, tire a oportunidade de servir, mas jamais tire do homem honesto sua honra e dignidade. Se fizer isso, tenha uma certeza: ele não vai ficar quieto até que mostrem o que têm contra ele, ou peçam desculpas. Se em algum momento você achar que o Rubens está sendo “chato” ou “insistindo demais nesse assunto”, é porque a epidemia de pusilânimes e ladrões está prejudicando sua avaliação. Um homem honesto leva essas coisas à exaustão.

    O Rubens (e eu, como seu amigo e cidadão) não vai parar enquanto o Conselho de Administração da Transpetro não revelar as tais “suspeitas” ou declarar publicamente que, mesmo após a demissão e três meses de esforços, nada tem contra ele. Espero que o presidente da Petrobras, que preside o Conselho de Administração da Transpetro, venha a público dizer quais são as suspeitas que mencionou ao demitir Rubens, ou se achou alguma após três meses de auditoria. Se não tiver, que diga que não acharam nada.

    Rubens não tem a força política dos que levianamente o acusaram, nem conta com uma imprensa leal ao contraditório, que só se agrada de falar de corruptos e que parece não gostar de publicar sobre os homens de bem. Mas Rubens tem três coisas: um, insiste em que a verdade venha à tona; dois, é um homem bem perseverante; três, como pastor e cristão (qualidades tão regularmente citadas pela imprensa), também conta com a justiça divina, da qual habeas corpus algum haverá de livrar os que agirem mal.

    Se Rubens Teixeira precisar ir para a Justiça dos homens para repor a verdade, sem problema, homens honestos não têm medo da Justiça. Ao contrário, é justamente a lei quem prevê a reposição da honra, as indenizações civis e as merecidíssimas reprimendas penais para os que levianamente desrespeitam a honra e a dignidade alheias.

    Texto disponível em: Facebook.com/PaginaWilliamDouglas

     

    Petição – Petrobras, Jornal O Globo e Revista Veja: não chamem um homem honesto de corrupto.
    Clique no link abaixo para assinar:

    https://secure.avaaz.org/po/petition/PETROBRAS_JORNAL_O_GLOBO_REVISTA_VEJA_ANISTIA_INTERNACIONAL_OAB_NAO_CHAMEM_UM_HOMEM_HONESTO_DE_CORRUPTO/?nBWefeb

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  • Cultura aos menores em conflito com a lei

    Uma ação cultural realizada na última segunda-feira (dia 6), no Educandário Santo Expedito (Unidade do Departamento Geral de Ações Socioeducativas), em Bangu, reuniu voluntários para a apresentação de um workshop sobre instrumentos musicais. A visita foi intermediada pela missionária Marilena Nascimento, que atua no ministério de capelania prisional e socioeducativa da Convenção Batista Carioca (CBC).

    Quatro voluntários se mobilizaram para fomentar os talentos musicais dos internos acolhidos no Degase. Durante a apresentação, foram executadas duas canções evangélicas, explicadas suas origens e a forma de utilização de quatro instrumentos: saxofone, violão, violino e cajon. A aula foi ministrada a 29 adolescentes, todos do sexo masculino. Eles também tiveram a oportunidade de se familiarizar com cada instrumento, experimentando suas sonoridades. Todos os adolescentes que participaram do workshop receberam certificados de participação, emitidos pela CBC.

    A ação, que atende ao item de desenvolvimento cultural de adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa de internação, recebeu total apoio do diretor Gustavo Silva. Mas sua realização só foi possível através do envolvimento de Lenine Henrique de Oliveira, bacharel em música da Igreja Batista Central de Bangu. Enxergando seu bairro como um campo missionário a ser alcançado, mobilizou Vinícius Souza, André Aguilar, Adriano Basto, Filipe Mateus e Rosana Gomes para colaborarem com o projeto. “Deus nos deu a oportunidade de ir ao DEGASE para cumprir a Sua vontade, levando o amor que um dia chegou a nós. Nossos corações carnais não fazem ideia de como o poder de Deus pode transformar a vida de alguém. Aprendemos com Jesus em João 3:17 que Ele não veio pra julgar e sim salvar. Esta mensagem está gravada em nossos corações e nos impulsiona a agir. Só peço a Deus que dê mais oportunidades para o nosso ministério (Jovens Fortes Sem Fronteiras) para fazer missões”, comentou Lenine.

    O apelo também envolveu a voluntária Cristina Sant’Anna, membro da Igreja Batista da Ponte Preta, em Queimados. Ainda que não pudesse estar presente no workshop, o fruto de sua contribuição – os certificados confeccionados – chegou às mãos dos internos e será guardado como uma chave preciosa para uma porta cheia de oportunidades.

    A alegria pela descoberta de um novo mundo era notória no rosto de cada participante. “Maneiro! Posso ser um músico com o violão. A aula é melhoria pra gente, posso ter uma profissão”, disse P, que já sonha em seguir carreira de músico. Para outro interno, M, o curso foi uma janela aberta para a liberdade. Feliz pela oportunidade, seu desejo é que mais ações como esta possam chegar à unidade onde se encontra acolhido. “Foi ótimo! Mudou a rotina. Senti como se estivesse em liberdade. Quem derá fosse todo dia… Pensei em formar uma banda quando sair daqui”.

     

    Confira outras imagens desta ação:

  • Ciladas à obediência

    Ciladas à obediência

    Pr. Eraldo Coelho Bernardo

     

    “Contudo, o homem idoso lhe respondeu: “Eu também sou profeta como tu, e um anjo me falou por ordem do SENHOR: Faze-o voltar comigo à tua casa, para que coma pão e beba água. Todavia o velho profeta não estava dizendo a verdade.”
    1Reis 13.18 – BKJA

    O profeta mais jovem que Deus enviara de Judá (sul de Israel) para profetizar contra o altar da cidade de Betel, que ficava na região central, tinha a expressa ordem de Deus para realizar a sua missão e não comer pão e beber água alí e de retornar por um outro caminho. Ele fez tudo certo até certo momento, aquele em que um profeta idoso foi ao seu encontro e achou-o sentado sob um carvalho, no caminho para casa.

    O que o profeta idoso disse-lhe é o versículo em tela. O profeta vindo de Judá caiu nas CILADAS do profeta idoso. Ei-las:

    1a.) Ter a palavra de uma pessoa idosa, experiente, do mesmo ofício, já de cabelos brancos ACIMA daquilo que Deus disse expressamente.

    2a.) Impressionar-se com o dizer “UM ANJO ME FALOU por ordem do Senhor”. Hoje há muitos profetas falsos em meio à Igreja Evangélica Brasileira, como houve nos dias do profeta Jeremias, Ezequiel e outros profetas. Não há ANJO acima do que Deus disse. Deus é a autoridade máxima e não se contradiz. Cuidado com as “profetadas”, com o “Eis que te digo…” Paulo escreveu aos Gálatas: Ainda que um anjo vos anuncie outro Evangelho diferente desse que vos preguei, seja considerado amaldiçoado, anátema.

    3a.) Ceder às necessidades da carne. Pão é uma necessidade, água, também, tomar um bom banho, também, mas a OBEDIÊNCIA ao que Deus disse e diz tem que estar em PRIMEIRO LUGAR, para nosso bem. Jesus ao ser tentado pelo Diabo, chegou ao momento de ter fome e, então, foi induzido pelo Inimigo a transformar pedras em pães e comer, mas Ele rejeitou essa proposta e saiu VITORIOSO.

    A cartilha dos vitoriosos começa assim: O-B-D-C !

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  • Equipe da CBC adquire experiência em eventos esportivos

    11219623_10203194207536261_5665962726734859225_nComeça nesta sexta-feira os jogos Pan-Americanos do Canadá. Neste ano, o maior evento esportivo das Américas conta com a participação de 6 mil atletas e 41 nacionalidades, disputando pódio em 36 modalidades esportivas. Como vem acontecendo há alguns anos, durante os jogos, igrejas se reúnem para proclamar a mensagem cristã por meio da ação de voluntários. Uma equipe de missionários da Convenção Batista Carioca também se faz presente nesta ocasião, somando ao grupo de 44 brasileiros que foram a Toronto (cidade-sede dos jogos) para evangelizar.

    A caravana de brasileiros conta com a coordenação da ONG Conexão Voluntários, liderada pelo Pr. marcos Grava. Em parceria com a organização More the Gold (Mais que ouro), levam o amor de Cristo a atletas e seus familiares, profissionais envolvidos com os jogos, voluntários, moradores e turistas. Com relação à CBC, o objetivo é observar e aprender com grupos mais experientes como a igreja carioca pode evangelizar e servir durante os Jogos Olímpicos 2016. ” Nossa expectativa é voltar com bastante conteúdo para somar com o Movimento Braços Abertos 2016 (www.mba2016.com.br) e evangelizar o mundo todo sem sair da nossa cidade”, afirma o coordenador de Missões Rio, pr. Ulisses Torres. Junto a ele estão a missionária Francine Oliveira e o pastor da congregação Estrela de Ouro (no Morro dos Macacos), Vagner Carlos.

    A abertura oficial dos Jogos Pan-Americanos acontece nesta sexta-feira, mas na última terça-feira (7) equipes brasileiras masculina e feminina de pólo aquático enfrentaram os canadenses. Enquanto elas empataram com um placar de 7 a 7, eles ganharam por 11 a 9.

    O Brasil vai participar dos jogos com uma delegação de 600 atletas. É a segunda maior participação brasileira em Pan-Americanos, perdendo apenas para os Jogos feitos no Rio de Janeiro, em 2007, que chegou a reunir 670 atletas.

  • RJ terá conselho de enfrentamento à intolerância religiosa

    RJ terá conselho de enfrentamento à intolerância religiosa

    Até o final deste ano, o estado do Rio de Janeiro terá um conselho de enfrentamento à intolerância religiosa. O comunicado foi feito na segunda-feira, pela secretária estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Teresa Cristina Consentino, em meio a posse de novos integrantes do Grupo de Trabalho de Enfrentamento à Intolerância e Discriminação Religiosa.

    O grupo ganhou mais 44 membros, passando a representar 22 credos religiosos, além de ateus, agnósticos, representantes do poder público. “O conselho será criado por decreto e vai existir independente de secretário A ou B gostar ou não do tema”, declarou Consentino. “Além disso, será um órgão deliberativo. Então, as políticas públicas vão emanar de fato da sociedade civil, dos movimentos que estão na rua, que sentem diariamente o que é o preconceito, a intolerância religiosa”.

    Sobre a ampliação do grupo, o superintendente Cláudio Nascimento afirmou que havia uma necessidade de ampliar o grupo para a entrada de novos segmentos. Anteriormente, muitos participavam apenas como convidados, mas agora passam a ser titulares.

    Com atuação de pelo menos três anos, o grupo concluiu no ano passado o Plano Estadual de Enfrentamento à Intolerância Religiosa. Segundo Nascimento, a proposta será implementada a partir deste ano. “São metas de ações de curto, médio e longo prazos, para enfrentar a intolerância religiosa em diferentes áreas. O grupo vai acompanhar a implantação pelo governo do estado, e verificar se estão sendo seguidas todas as etapas, em um trabalho de controle social”.

    De acordo com o governo federal, a cada três dias surge uma denúncia de intolerância religiosa no país. A maioria feita por pessoas de religiões de matriz africana (35%). Em segundo lugar estão os evangélicos (27%). No Rio de Janeiro, 80% das denúncias estão relacionadas à intolerância contra religiões africanas.

    Para denunciar casos de intolerância religiosa no RJ, a população deve entrar em contato através do número 21 2334-9550, de 9h às 18h, de segunda a sexta-feira.